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Portugal

10.º Festival da Enguia da Lagoa de Santo André promete 17 dias de sabores únicos

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10.a edicao Festival da Enguia

De 24 de janeiro a 9 de fevereiro, a freguesia de Santo André recebe a 10.ª edição do Festival da Enguia da Lagoa de Santo André, uma mostra gastronómica que promete deliciar os visitantes com os melhores pratos confecionados com esta iguaria local.

O evento, que já conquistou sucesso em edições anteriores, volta a destacar a enguia como estrela principal, convidando os participantes a degustar receitas únicas preparadas por mãos experientes ao longo de 17 dias.

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Mais do que uma celebração gastronómica, o festival assume-se como um motor de dinamização turística e económica para a região. A gastronomia, valorizada como um produto estratégico, ganha destaque não só pela qualidade e autenticidade dos produtos alentejanos, mas também pela experiência cultural que proporciona.

O Festival da Enguia promove o melhor da cozinha alentejana, aliando tradição, excelência dos sabores e o genuíno saber-fazer local, com o objetivo de atrair visitantes e impulsionar a economia da freguesia de Santo André.

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Uma oportunidade imperdível para os apreciadores da boa mesa e para quem procura mergulhar nos sabores autênticos do Alentejo.

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Economia

Montepio Geral em fase decisiva: eleições entram na reta final com crescente mobilização de associados

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montepio

A Montepio Geral – Associação Mutualista aproxima-se do final de um dos processos eleitorais mais relevantes da sua história recente. A votação para a nova Assembleia de Representantes termina a 19 de dezembro e deverá definir o rumo estratégico da instituição para os próximos anos, num momento considerado sensível para o setor mutualista.

Com o prazo a esgotar-se, intensifica-se o apelo à participação dos associados, numa eleição marcada por debates sobre transparência, supervisão da gestão e reforço do papel democrático dentro da Mutualista. Tiago Mota Saraiva, líder da candidatura “Mais Mutualismo, Mais Futuro”, tem sublinhado que este ciclo eleitoral representa “uma oportunidade para recentrar a Associação Mutualista nos seus valores fundadores” e garantir um modelo mais participativo e alinhado com os interesses efetivos dos membros.

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A reta final da campanha tem sido marcada por um crescimento expressivo dos apoios públicos à Lista B, vindos de diferentes áreas da sociedade portuguesa, sinal do impacto nacional que o futuro da Mutualista continua a suscitar. Entre os nomes que declararam apoio contam-se figuras das áreas da economia, política, ciência, cultura, saúde e habitação — desde o economista Francisco Louçã à arquiteta Helena Roseta, passando pelos músicos A Garota Não e Ivan Lins, ou profissionais da saúde e dirigentes do setor social.

Esta diversidade de apoios reflete a amplitude do debate que atravessa a Mutualista e a importância do papel da futura Assembleia de Representantes, órgão com competências reforçadas de acompanhamento, fiscalização e orientação estratégica. A Lista B tem defendido que o órgão deve assumir um papel mais ativo no escrutínio da gestão, promovendo mecanismos de transparência e uma maior ligação às necessidades sociais, económicas e habitacionais dos associados.

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A dois dias do fecho da votação, o apelo à participação torna-se determinante. A eleição poderá redefinir prioridades, influenciar o equilíbrio interno e determinar o modelo de governação da Montepio Geral – Associação Mutualista num contexto em que as instituições de base mutualista enfrentam novos desafios de sustentabilidade, confiança e relevância social.

O desfecho deste processo eleitoral será conhecido após 19 de dezembro, marcando um momento decisivo para o futuro da maior associação mutualista do país.

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Sociedade

Akiparasi lança campanha solidária de Natal para apoiar crianças do Bairro SAAL

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brinquedos

A Associação Akiparasi – Movimento Solidário Cabanas de Tavira está a dinamizar, até 18 de dezembro, uma campanha de recolha de brinquedos e doces de Natal, com o objetivo de tornar mais especial a quadra festiva das crianças do Bairro SAAL. A iniciativa envolve vários pontos de recolha espalhados pela freguesia, convidando a comunidade a participar num gesto simples, mas capaz de fazer a diferença na vida de muitas famílias.

As entregas podem ser feitas na Escola Primária de Cabanas de Tavira, entre as 8h30 e as 18h00, no Infantário A Boneca, entre as 8h00 e as 18h00, ou na própria sede da associação, das 16h00 às 18h00. Todos os bens recolhidos serão distribuídos no dia 21 de dezembro, durante a Festa de Natal Solidária a realizar no jardim do Bairro SAAL, organizada para proporcionar momentos de alegria e convívio às crianças e às suas famílias.

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A associação reforça o apelo à participação da população, lembrando que cada contributo, por pequeno que seja, ajuda a construir um Natal mais feliz para quem enfrenta maiores dificuldades. “Contamos com a ajuda de todos para levar alegria e solidariedade a quem mais precisa nesta época tão especial”, assinala a Junta de Freguesia de Cabanas de Tavira numa mensagem publicada nas redes sociais.

A ação insere-se numa linha de trabalho comunitário que a Akiparasi tem vindo a desenvolver ao longo do ano, mantendo o foco no apoio às famílias mais vulneráveis e na promoção de laços solidários dentro da freguesia.

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Alentejo Litoral

Microsoft anuncia chegada dos primeiros chips de IA a Sines já em janeiro

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microsoft scaled

Os primeiros processadores da Nvidia destinados à futura fábrica de inteligência artificial em Sines começam a chegar já em janeiro, afirmou o diretor-geral da Microsoft Portugal, Andrés Ortolá, durante um encontro recente com jornalistas. A infraestrutura integra o investimento de 10 mil milhões de dólares anunciado em novembro e será instalada em parceria com a Start Campus e a Nscale, representando o maior projeto de centros de dados da empresa na Península Ibérica.

Para Andrés Ortolá, esta operação coloca Portugal “num lugar super estratégico” dentro da rede global da tecnológica, sublinhando que a escolha de Sines foi sustentada pela capacidade de garantir energia totalmente renovável. “Escolhemos Sines porque sabemos que será 100% green energy. Para mim, o importante é colocar Portugal no mapa da Microsoft”, afirmou o responsável, reforçando que o país já era, antes deste investimento, uma localização relevante para a multinacional.

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O diretor-geral rejeitou ainda a leitura de que a recente reorganização interna da empresa tenha reduzido a autonomia da operação portuguesa. “O que foi escrito sobre isso é uma interpretação”, disse, recordando que as estruturas globais da Microsoft passam por reorganizações regulares. Acrescentou que Portugal passou agora a integrar a região da Europa do Sul, mantendo o mesmo nível estratégico. “Para mim, ganhámos”, frisou, destacando que a subsidiária portuguesa tem vindo a crescer e soma atualmente quase dois mil colaboradores.

Durante a mesma sessão, Andrés Ortolá abordou ainda o desenvolvimento dos novos agentes de IA da Microsoft, que considera representarem “o próximo nível” da evolução tecnológica. Estes sistemas permitem realizar trabalho interativo, tarefas autónomas assistidas e processos totalmente automatizados. O responsável acredita que esta tecnologia poderá ter impacto significativo na competitividade das pequenas e médias empresas portuguesas, ao introduzir novos modelos de automação e organização do trabalho.

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Alentejo

PSD exige esclarecimentos sobre corte no financiamento da Linha Casa Branca–Beja

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ferrovia

O deputado social-democrata eleito por Beja, Gonçalo Valente, entregou na Assembleia da República um requerimento para a audição do presidente da CCDR Alentejo, do secretário de Estado das Infraestruturas e do presidente das Infraestruturas de Portugal, na sequência da recente reestruturação do financiamento da modernização da Linha Ferroviária Casa Branca–Beja.

O parlamentar justifica a iniciativa com a necessidade de “apurar e avaliar com toda a transparência e verticalidade as responsabilidades de todos os envolvidos neste processo”, que considera decisivo para o desenvolvimento regional. A decisão da CCDR Alentejo de reduzir o investimento previsto – inicialmente de 80 milhões de euros, agora limitado a 20 milhões – tem gerado forte contestação no Baixo Alentejo.

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Gonçalo Valente sublinha que a região “não pode, de forma alguma, ficar prejudicada por decisões incompreensíveis”, lembrando que sucessivos adiamentos têm comprometido a modernização da infraestrutura ferroviária. O deputado considera que “a culpa nunca tem rosto”, mas garante que “esse tempo acabou”, defendendo que o Baixo Alentejo “merece respeito e jamais pode aceitar decisões que ponham em causa a afirmação e o futuro da região”.

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