Portugal
27.ª Cocaria celebra tradição do Cozido Alentejano em São Sebastião da Giesteira
Evento juntou moradores e visitantes na Mercearia de São Sebastião e reforçou a preservação de práticas gastronómicas ancestrais. A 27.ª edição da Cocaria realizou-se este domingo na Mercearia de São Sebastião, em São Sebastião da Giesteira, reunindo moradores, visitantes e amantes da gastronomia alentejana em torno do Cozido Alentejano preparado em tachos de barro sobre brasas, num autêntico festim de sabores O encontro gastronómico, organizado pela Mercearia de São Sebastião, decorreu sob temperaturas amenas de final de outono e manteve a receita tradicional do cozido de inverno: carnes salgadas, enchidos e legumes confecionados lentamente em recipientes de barro, técnica que dá nome ao evento. A Cocaria nasceu por iniciativa de João Banha, proprietário da Mercearia de São Sebastião da Giesteira, estabelecimento centenário. Desde a primeira edição, o objetivo tem sido preservar métodos rurais de confeção e valorizar a identidade gastronómica da aldeia. Além do tradicional cozido, contou com momentos de música tradicional, protagonizados pelo Grupo Giest’Encante, que aqueceram o ambiente enquanto se saboreava, memórias de outros tempos. Para os habitantes, a Cocaria é mais do que um encontro gastronómico: simboliza a memória coletiva de práticas agrícolas antigas, quando trabalhadores partilhavam tachos comuns durante o inverno. Pão, azeitonas e vinho acompanharam o cozido, num ritual que muitos descrevem como “sabores e cheiros de outros tempos”. A cocaria reafirmou-se assim como um momento de resistência cultural, preservando uma tradição alentejana autêntica e mantendo viva a ligação entre o barro da olaria e os sabores da mesa.
Portugal
ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável

“O Black Water é um grito silencioso vindo do Bangladesh – uma dor que não podemos ignorar. Mas também é um apelo à ação: temos os meios para libertar o mundo dos combustíveis fósseis, acolher as vítimas da crise climática e reconstruir com justiça e dignidade a nossa casa comum. É tempo de agir com coragem e humanidade.”
Acácio Pires, ZERO
Portugal
O risco pobreza em Portugal diminuiu para 15,4% (menos 1,2 pontos percentuais), …

O risco pobreza em Portugal diminuiu para 15,4% (menos 1,2 pontos percentuais), em 2024. Mas sem prestações sociais, como as pensões de velhice e sobrevivência, de desemprego ou doença e de incapacidade, a taxa de pobreza seria bem mais elevada.
«Os dados mostram que na ausência de qualquer tipo de transferência social, a taxa de pobreza seria de 40,4%», alerta o economista do ISEG Carlos Farinha Rodrigues. «Ou seja, o seu efeito atenuador da pobreza é de 25 pontos percentuais».
Estes são alguns dos novos dados do projeto Portugal Desigual, a mais recente análise sobre a evolução das condições de vida da população portuguesa.
https://ffms.pt/pt-pt/estudos/pobreza-e-desigualdade-estao-diminuir
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ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável

Em 10 segundos
O desperdício alimentar é o resultado de alimentos que poderiam ser consumidos, mas acabam por ser descartados. Este fenómeno acontece em todos os elos da cadeia alimentar: na produção, na indústria, no retalho, na restauração e nos lares. Reduzir o desperdício alimentar significa aproveitar melhor os alimentos, economizar recursos e contribuir para a sustentabilidade do planeta.
Zoom ZERO
A ZERO defende que a prevenção do desperdício alimentar é essencial para reduzir impactos económicos, sociais e ambientais, bem como para promover uma alimentação mais justa e sustentável.
Entre os projetos em que a ZERO trabalha o tema do desperdício alimentar, destacamos o LIFE Food Connect que, através de uma plataforma colaborativa, pretende facilitar a doação de alimentos e, consequentemente, reduzir o desperdício alimentar.
Adicionalmente, no contexto dos biorresíduos, que resultam do desperdício alimentar, destacamos o Interreg Euro-Med CirBioWaste, projeto que promove soluções inovadoras e sustentáveis para a sua gestão, contribuindo para a economia circular na região do Mediterrâneo.
O que posso eu fazer?
- Planear melhor as compras e refeições em casa para evitar excedentes;
- Reaproveitar sobras e partes dos alimentos que normalmente seriam descartadas;
- Levar sobras de restaurantes quando possível;
- Apoiar iniciativas de recolha e doação de alimentos;
- Separar corretamente os biorresíduos.
Saber mais:
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ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável

O desperdício alimentar é um problema global com impactos sociais, económicos e ambientais. Em Portugal, cada pessoa deita fora cerca de 100 quilos de comida por ano. Projetos como o LIFE Food Connect e o trabalho da ZERO procuram criar e otimizar a ligação entre os excedentes de alimentos e as instituições que os podem redistribuir, contribuindo para um sistema alimentar mais justo e sustentável.
O Desafio do Desperdício Alimentar em Portugal
O desperdício alimentar é um dos grandes desafios da sociedade moderna. Apesar de uma em cada cinco pessoas na União Europeia não ter acesso a uma refeição de qualidade a cada dois dias, grandes quantidades de comida são desperdiçadas em todas as etapas da cadeia, desde a produção até ao consumo final.
Em Portugal, a situação é preocupante. Os números são claros: mais de 1 milhão de toneladas de alimentos são deitadas fora anualmente. A maior parte deste desperdício ocorre nas casas das famílias, mas também tem uma presença significativa nos setores da restauração, hotelaria e retalho.
Este comportamento insustentável não só acarreta prejuízos económicos, mas também intensifica a pressão sobre os recursos naturais (como a água e o solo) e contribui para as alterações climáticas, uma vez que a produção, transporte e eliminação destes alimentos geram emissões de gases com efeito de estufa.
LIFE Food Connect: a tecnologia ao serviço da sustentabilidade
O projeto europeu LIFE Food Connect, cofinanciado pelo programa LIFE da União Europeia, nasce da necessidade de criar soluções eficazes para este problema. A iniciativa visa o desenvolvimento e a melhoria de uma plataforma digital que funciona como um elo entre os excedentes alimentares de empresas e a rede de instituições de cariz social que os podem receber e distribuir.
A plataforma otimiza o processo de doação, tornando-o mais rápido e eficiente. Ao facilitar a gestão dos excedentes, o projeto permite que alimentos que de outra forma iriam para o lixo cheguem a quem realmente precisa. O modelo do projeto é replicado em vários países do sul da Europa, incluindo Portugal, com o objetivo de criar uma rede de ação mais alargada e robusta.
O papel da ZERO: Conhecimento e Ação
A ZERO é um dos parceiros nacionais do projeto LIFE Food Connect. A associação tem um papel técnico e estratégico, contribuindo com a sua experiência em economia circular, gestão de resíduos e políticas públicas.
A intervenção da ZERO é fundamental em três frentes:
- Caracterização e análise: A ZERO ajuda a mapear os pontos críticos de desperdício e a quantificar o problema, fornecendo dados essenciais para a tomada de decisões e para a criação de soluções.
- Sensibilização e educação: Através de campanhas e ações de comunicação, a associação procura alertar o público, as empresas e as escolas para a importância da redução do desperdício, promovendo uma mudança de comportamento.
- Articulação e implementação: A ZERO trabalha em conjunto com os parceiros do projeto para garantir que a plataforma LIFE Food Connect é funcional e eficaz, promovendo a ligação entre os vários intervenientes da cadeia alimentar e social.
O que fazer?
Para combater o desperdício alimentar, comece por planear as suas compras e aproveite ao máximo os alimentos que já tem em casa. Caso o desperdício seja inevitável, é crucial garantir que os restos de comida são colocados no contentor de resíduos orgânicos, em vez de irem para o lixo comum.
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