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Santarém

Benavente formaliza intenção de aderir à Associação de Municípios Portugueses do Cavalo

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A Presidente da Câmara Municipal de Benavente, Sónia Ferreira, aproveitou a Cerimónia Oficial da Feira Nacional do Cavalo, na Golegã, para manifestar formalmente a intenção do município em integrar a Associação de Municípios Portugueses do Cavalo (AMPC).

Na presença do Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, e do Secretário de Estado da Agricultura, João Moura, a autarca sublinhou que a ausência de Benavente no grupo fundador desta associação é uma lacuna que urge corrigir, dada a densidade de coudelarias e a profunda ligação histórica do território ao mundo equestre e à arte da campinagem. O processo avançará agora para as instâncias deliberativas locais, com a apresentação de uma proposta de adesão para apreciação em sede de Câmara Municipal e, posteriormente, na Assembleia Municipal.

O peso socioeconómico desta atividade no concelho é particularmente visível em Samora Correia e Santo Estêvão, freguesias que lideram o desenvolvimento do setor e que desempenham um papel crucial na conservação genética e cultural do Cavalo Lusitano e do Sorraia. A autarquia destaca a Companhia das Lezírias como um pilar fundamental desta identidade rural, atraindo criadores internacionais e elevando o prestígio do concelho além-fronteiras.

Com este passo estratégico, o município pretende não só valorizar o património vivo das suas coudelarias, mas também potenciar eventos de referência como o “Samora Equestre”, reforçando o compromisso de preservação das tradições da lezíria ribatejana com uma visão de futuro para o setor.

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Santarém

Apoios Calamidade 2026: CCDR-LVT lança plataforma para declaração de danos em casas

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O Governo Português oficializou um pacote de medidas de apoio histórico, no valor global de 2,5 mil milhões de euros, para responder aos danos devastadores causados pela tempestade “Kristin”. Com o estado de calamidade prolongado até hoje, 15 de fevereiro, o foco vira-se agora para a fase de recuperação, abrangendo desde a reconstrução de habitações e infraestruturas públicas até ao apoio direto ao tecido empresarial e agrícola. Em Rio Maior, um dos concelhos inseridos na área crítica, a autarquia já deu passos concretos para facilitar o acesso a estes fundos, disponibilizando um posto de atendimento dedicado na Loja do Cidadão, onde particulares e empresas podem obter auxílio direto no processo de candidatura.

Para os residentes na região de Lisboa e Vale do Tejo, a CCDR-LVT já ativou os mecanismos digitais necessários para o reporte de prejuízos. Este passo é considerado obrigatório e urgente para que o Estado possa avaliar o impacto real e libertar as verbas. No caso específico da habitação própria e permanente, os cidadãos que sofreram danos estruturais ou perda de bens devem submeter a sua declaração através da plataforma oficial disponibilizada pela CCDR. Este registo serve de base para a atribuição dos apoios públicos, garantindo que a ajuda chega prioritariamente a quem perdeu as condições básicas de habitabilidade durante as sucessivas depressões de janeiro e fevereiro.

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Além da habitação, as explorações agrícolas e as empresas da região também dispõem de canais próprios para o levantamento de prejuízos, um processo que a CCDR-LVT considera essencial para a sobrevivência económica de muitas localidades fustigadas. A centralização destes apoios visa garantir uma resposta mais célere e organizada, evitando que o isolamento causado pelo temporal impeça o acesso aos fundos de emergência. A colaboração entre os municípios, como o de Rio Maior, e as entidades centrais é, nesta fase, o elo fundamental para que o plano de recuperação de 2,5 mil milhões de euros se traduza em obras efetivas no terreno.

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Justiça

Rio Maior: Militares recuperam 400 metros de fio de cobre após assalto a empresa

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Os militares do Posto Territorial de Rio Maior detiveram em flagrante, no passado dia 11 de fevereiro, três homens com idades entre os 35 e os 42 anos, suspeitos do furto de metais não preciosos numa empresa local. A operação foi desencadeada após uma denúncia, que permitiu à Guarda Nacional Republicana intercetar a viatura dos suspeitos no momento em que estes tentavam colocar-se em fuga. A ação rápida dos militares culminou na recuperação de 400 metros de fio de cobre, diversas válvulas do mesmo material, além de ferramentas elétricas e outros equipamentos furtados do interior da unidade industrial.

Todo o material apreendido, que incluía também um berbequim, uma aparafusadora e várias extensões elétricas, foi imediatamente restituído ao legítimo proprietário. Os três detidos foram presentes ao Tribunal Judicial de Santarém para primeiro interrogatório, tendo ficado sujeitos à medida de coação de apresentações diárias no posto policial da sua área de residência. Esta intervenção de combate ao furto de metais, um crime com forte impacto na atividade económica da região, contou ainda com o apoio especializado do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Comando Territorial de Santarém.

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Santarém

Videovigilância em Ourém: Autarquia assegura instalação e PSP assume a operação do sistema

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A cidade de Ourém deu hoje um passo decisivo no reforço da segurança urbana com a assinatura do protocolo de cooperação entre o Município e a Polícia de Segurança Pública (PSP). O acordo, formalizado pelo Presidente da Câmara, Luís Miguel Albuquerque, e pelo Comandante Distrital da PSP de Santarém, Superintendente Luís Carlos Silva Serafim, viabiliza a implementação de um sistema de videovigilância estratégico na cidade.

Numa fase inicial, o projeto prevê a instalação de 15 câmaras em locais de elevada afluência e pontos considerados sensíveis, com especial foco nas áreas envolventes aos estabelecimentos escolares. O objetivo principal é a prevenção criminal e o aumento do sentimento de segurança entre os residentes e visitantes, servindo também como uma ferramenta de apoio direto às operações policiais no terreno.

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Santarém

Benavente isolada pelas águas: Município exige isenção de portagens na A10 e A13

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O concelho de Benavente vive dias de isolamento e logística extrema. Com as bacias dos rios Almansor, Sorraia e Tejo a transbordar, a várzea entre Benavente e Samora Correia transformou-se num imenso espelho de água sem data prevista para escoar. Perante este cenário, a presidente da Câmara Municipal, Sónia Ferreira, solicitou ao Governo com caráter de urgência a isenção temporária de portagens nas autoestradas A10 e A13, as únicas vias que permitem atualmente assegurar a mobilidade essencial de milhares de cidadãos.

A situação nas estradas é crítica: a Estrada Nacional 118 (EN118) encontra-se cortada em três eixos vitais — as ligações a Salvaterra de Magos, Samora Correia e Alcochete. Com o encerramento da Estrada do Campo e da EM515 (Benavente-Barrosa), o concelho ficou praticamente dependente de vias rápidas pagas para garantir o acesso a escolas, postos de trabalho e serviços de saúde. Segundo a autarca, recorrer à EN119 não é uma solução viável devido aos desvios de dezenas de quilómetros que sobrecarregam as famílias e o transporte escolar.

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Apesar das escolas terem reaberto hoje, a operação de transporte de alunos tornou-se um quebra-cabeças. Muitos autocarros e encarregados de educação estão a ser forçados a circular pelas autoestradas para evitar isolamentos, um custo adicional que o município quer ver mitigado por decisão estatal. “A água não tem para onde escoar”, alertou Sónia Ferreira, antecipando que os constrangimentos na várzea se mantenham por vários dias, transformando as autoestradas em “corredores de emergência” informais.

Este pedido surge num contexto nacional dramático, onde a passagem consecutiva das depressões Kristin, Leonardo e Marta já causou 15 vítimas mortais e prejuízos que levaram o Governo a decretar o estado de calamidade em 68 concelhos. Para Benavente, a isenção de portagens não é apenas uma medida económica, mas uma necessidade logística para garantir que a “normalidade possível” não signifique um prejuízo insustentável para uma população já fustigada pelo temporal.

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