Portugal
Beringel recebe mais uma edição dos “Sabores no Barro” de 28 a 30 de março
A vila de Beringel prepara-se para receber mais uma edição do evento “Sabores no Barro”, que decorrerá entre os dias 28 e 30 de março. Durante três dias, esta iniciativa celebra a tradição oleira da região, combinando gastronomia, artesanato e cultura num ambiente festivo e autêntico.
Organizado pela Junta de Freguesia de Beringel, com o apoio da Câmara Municipal de Beja, e em parceria com diversas entidades locais, o evento propõe uma programação diversificada, que inclui mostra e venda de produtos regionais, oficinas de olaria, concertos, caminhadas, passeios de burro, e muita animação. Os visitantes poderão ainda desfrutar de uma viagem pelos sabores tradicionais, onde os pratos confecionados em barro assumem um papel de destaque.
Na edição de 2025 dos SABORES NO BARRO, António Zambujo, Bruno Chaveiro, Bernardo Espinho, António Caixeiro e Antelmo Serrado serão novamente os seus EMBAIXADORES. Serão as pessoas que continuarão a promover e divulgar este evento junto da comunidade e da comunicação social.
O “Sabores no Barro” tem como objetivo promover o património cultural e gastronómico de Beringel, reforçando a importância da olaria na identidade local. Esta iniciativa atrai anualmente centenas de visitantes e contribui para a dinamização da economia regional, dando visibilidade aos produtores e artesãos da região.
A edição deste ano conta com um programa alargado, que inclui exposições de peças de olaria, workshops interativos e a presença de especialistas que vão partilhar os segredos da arte oleira. Haverá ainda momentos de entretenimento para toda a família, garantindo uma experiência memorável para quem visitar Beringel nestes dias.
A entrada no evento é gratuita e aberta a todos os interessados. Para mais informações e atualizações sobre o programa, consulte as redes sociais da Junta de Freguesia de Beringel ou entre em contacto através dos canais oficiais.Beringel, 25 de março de 2024 – A vila de Beringel volta a ser palco de mais uma edição do evento “Sabores no Barro”, que decorrerá entre os dias 28 e 30 de março. Durante este fim de semana, a localidade celebrará a sua rica tradição oleira, combinando gastronomia, artesanato e cultura num ambiente autêntico e festivo.
A iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia de Beringel, com o apoio da Câmara Municipal de Beja e em colaboração com diversas entidades locais. A programação inclui uma vasta gama de atividades, como exposições e venda de produtos regionais, oficinas de olaria, concertos, caminhadas, passeios de burro e muita animação para todas as idades. Uma das atrações principais será a experiência gastronómica, onde os pratos confecionados em barro terão um papel de destaque, oferecendo aos visitantes uma verdadeira viagem pelos sabores tradicionais.
Para a edição de 2025, o evento contará novamente com os seus embaixadores de renome: António Zambujo, Bruno Chaveiro, Bernardo Espinho, António Caixeiro e Antelmo Serrado. Estes artistas e personalidades continuarão a promover e divulgar o “Sabores no Barro” junto da comunidade e da comunicação social, reforçando a identidade e tradição do evento.
O “Sabores no Barro” tem como principal objetivo valorizar o património cultural e gastronómico de Beringel, sublinhando a importância da olaria na identidade local. A cada edição, centenas de visitantes deslocam-se à vila para participar e desfrutar desta celebração, contribuindo para a dinamização da economia regional e para a promoção do trabalho dos produtores e artesãos locais.
O evento deste ano conta ainda com exposições de peças de olaria, workshops interativos e a presença de especialistas que partilharão os segredos desta arte ancestral. Além disso, haverá momentos de entretenimento para toda a família, garantindo uma experiência memorável para todos os visitantes.
A entrada é gratuita e aberta ao público. Para mais informações e atualizações sobre o programa, os interessados podem consultar as redes sociais da Junta de Freguesia de Beringel ou contactar os canais oficiais do evento.
Economia
Insolvências recuam e criação de empresas cresce em Portugal durante o ano de 2025

O tecido empresarial português encerrou o ano de 2025 com sinais de resiliência, registando uma descida de 2% no número de insolvências e um aumento de 5% na constituição de novas sociedades. Segundo os dados recentemente divulgados pela Iberinform, o país contabilizou 3.640 empresas insolventes ao longo do ano — menos 71 do que em 2024 —, confirmando uma tendência anual positiva, apesar de um ligeiro agravamento pontual de 0,3% verificado no mês de dezembro.
No panorama regional, o Alentejo afirmou-se como um dos principais motores desta recuperação. O distrito de Beja liderou a performance nacional com uma redução drástica de 50% nas insolvências, seguido de Évora, que apresentou uma quebra de 21%. Estes indicadores contrastam fortemente com outras zonas do país, como a Horta, Castelo Branco e Leiria, onde o número de processos de insolvência registou subidas expressivas. Lisboa e Porto continuam a concentrar o maior volume de casos, com a capital a registar um aumento de 4,4%, enquanto o distrito nortenho conseguiu uma ligeira redução de 1,9%.
Em termos setoriais, o cenário revelou-se misto. As áreas das Telecomunicações, Agricultura e Transportes foram as mais fustigadas, registando os maiores aumentos de falências. Em sentido inverso, os setores da Eletricidade, Gás e Água, bem como a Indústria Transformadora, demonstraram maior robustez, com reduções significativas nos processos de insolvência. Estes dados sublinham as diferentes velocidades de adaptação da economia portuguesa aos desafios globais.
No que diz respeito ao empreendedorismo, o ano de 2025 foi marcado pelo nascimento de 52.617 novas empresas, o que representa um acréscimo de 2.448 constituições face ao período homólogo. Lisboa e Porto mantêm-se como os principais polos de atratividade para novos negócios, liderando em termos absolutos. Curiosamente, a Agricultura e a Construção, apesar de pressões em áreas específicas, foram os setores que mais cresceram na criação de novas unidades produtivas, ambas com uma subida de 20%, sinalizando uma renovação estratégica nestas atividades económicas.
Portugal
No dia 31 de janeiro, a Sala Ártika, em Vigo, recebe o espetáculo “O Amor das Pe…

No dia 31 de janeiro, a Sala Ártika, em Vigo, recebe o espetáculo “O Amor das Pedras”, um ballet inspirado na obra homónima do escritor galego Pedro Rodríguez Villar, vencedor do 7.º Prémio Literário NORTEAR.
Com coreografia de Sílvia Boga e música de grandes compositores, esta criação artística conjuga dança, literatura e música para explorar um amor que transcende a matéria.
Esta produção integra o programa NORTEAR, cofinanciado pela União Europeia através do Interreg España-Portugal – Poctep , e resulta da colaboração entre a CCDR NORTE, a Eurorrexión Galicia – Norte de Portugal e a Xunta de Galicia , promovendo a cooperação cultural transfronteiriça e a circulação de projetos artísticos na Eurorrexión.
A estreia em Vigo marca o início da digressão, que seguirá para Penafiel a 6 de fevereiro, reforçando a dimensão eurorregional do projeto e aproximando novos públicos à criação contemporânea.
Saiba mais: https://shorturl.at/TvYXP
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Portugal
Trabalho depois do Trabalho – Reinvenção e Propósito A última edição da revist…

Trabalho depois do Trabalho – Reinvenção e Propósito
A última edição da revista #Dirigir&Formar lança o mote para um seminário online que convida à reflexão sobre o futuro do trabalho numa sociedade que vive mais tempo e trabalha de forma diferente.
16 de janeiro
14h30
Direto no YouTube do IEFP https://shorturl.at/QSlnn
Partindo do tema de capa da 44.ª edição, este seminário reúne alguns dos seus autores para analisar o impacto do envelhecimento demográfico e debater desafios e oportunidades da reinvenção e do propósito ao longo da vida profissional.
Moderação: António Rolão
Oradores:
• Maria João Valente Rosa
• Inês Carneiro e Sousa
• João Palmeiro
Acompanhe o seminário online e participe na reflexão sobre o futuro do trabalho.
#iefp_portugal #semináriosiefp #Dirigir_Formar
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Portugal
Três C, depois dos três D de Abril

A SEDES, que antes do 25 de Abril de 1974 surgiu como uma associação que pugnava pela liberdade e pelo desenvolvimento, congratula-se, com naturalidade, com os 50 anos de Democracia que agora comemoramos.
Três C, depois dos três D de Abril
Dos três D definidos no programa dos capitães, cumprimos Democratizar e Descolonizar; já Desenvolver foi, é, e será sempre, um processo em andamento. Quanto maior o desenvolvimento, maior a exigência dos cidadãos. Pretende-se maior esforço, melhor iniciativa, resultados mais visíveis.
Ainda bem que assim é. Mas a SEDES, tal como desde que foi fundada, em 1970, prefere olhar o futuro, sem desconsiderar o passado, as suas misérias e grandezas. Quando se comemoram 50 anos de Democracia – o período mais longo de estabilidade, paz e de liberdade na História de Portugal – queremos olhar os próximos anos, propondo um programa de três C, que continua e aprofunda os três D definidos em 1974.
1) Confiança – É indispensável que haja um novo pacto de confiança entre as instituições públicas e os cidadãos. Isso implica uma maior transparência, uma mais vasta representatividade e uma abrangente compreensão do papel do Estado na vida dos cidadãos.
Nesse sentido, a SEDES propôs uma reforma eleitoral com círculos uninominais (sem perder a proporcionalidade existente), de modo a aproximar eleitores e eleitos e diminuir ou anular o papel exagerado que as direções partidárias têm nas escolhas dos nossos representantes em todos os organismos de decisão política. Implica ainda, uma profunda reforma da Justiça, em ordem a que a celeridade dos processos seja muito superior à atual, que as decisões judiciais possam ser submetidas a escrutínio independente e que o estatuto de independência das magistraturas seja intocável, mas não irresponsável.
2) Crescimento – A melhoria do desempenho da nossa Economia é uma das mais antigas demandas da SEDES. Mantemos a ideia de que é necessária, para além da nossa participação plena na União Europeia, uma Re-industrialização do país e políticas de incentivo à criação de valor acrescentado, emprego qualificado e competitividade internacional. A SEDES defende que é necessária uma imigração controlada para aumentar a força de trabalho, mas opõe-se a quaisquer movimentos ou políticas xenófobas. A demografia, um dos nossos grandes problemas, também tem de ser encarada com o recurso àqueles que querem trabalhar no nosso espaço, aceitando, como nós aceitamos, culturas diversas e tradições distintas, sem nunca colocar em causa o que está estipulado nas nossas Leis e na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que subscrevemos e apoiamos.
Do mesmo modo, defendemos uma reforma fiscal que liberte os cidadãos e as empresas da carga tributária; nomeadamente as empresas que devem poder ganhar escala e reorientar os seus recursos para o crescimento, o emprego, a exportação e a inovação. Nomeadamente, sem inovação, todo o crescimento possível em Portugal ficará comprometido.
3) Cidadania – A SEDES começou a propor, há quatro anos, um serviço de cidadania ao país, como acontece nas democracias mais avançadas do Norte da Europa, de modo a integrar todos os jovens que terminam o Ensino Secundário, na mesma comunhão de interesses e de valores pluralistas e democráticas, bem como com a noção de pertença ao mesmo espaço e comunidade. Este serviço, que pode ser militar ou civil, e nunca deve ser confundido com o Serviço Militar Obrigatório que já existiu, tem por fito o estreitamento de laços de jovens de todas as origens, geografias e interesses, dotando-os das chaves necessárias a um país mais solidário e forte, e tornando-os capazes de saber que não podem existir direitos sem alguns deveres; conhecedores do espaço em que nos inserimos e das políticas e estratégias que, com toda a amplitude, temos liberdade de desenvolver.
Os três C que a SEDES propõe e lança à discussão, visam um país mais desenvolvido, com uma democracia mais participada e confiante no seu futuro. Não pretendemos – como nunca pretendemos ao longo dos 54 anos de vida que levamos – impor uma visão; apenas lançar as discussões que, sem sectarismos nem preconceitos, consideramos essenciais à prossecução dos ideais democráticos que sempre nos nortearam; que foram o farol dos liberais do séc. XIX e XX; dos capitães de Abril que homenageamos e tantos nossos associados, que em diversos partidos democráticos, nomeadamente os centrais, serviram o país da melhor forma que souberam.
25 de Abril de 2024
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