Política
Estremoz vai ter Carta Arqueológica
Foi assinado a dia 9 de janeiro de 2020, um Protocolo de Colaboração entre o Município de Estremoz e a Universidade de Évora, através da Escola de Ciências Sociais, para elaboração da Carta Arqueológica do Concelho de Estremoz, a qual irá potenciar o conhecimento sobre o património arqueológico existente no seu território.
No âmbito do Protocolo de Colaboração, o Município de Estremoz responsabiliza-se por todas as despesas relacionadas com as atividades de trabalho de campo de investigação, produção de conteúdos e divulgação, enquanto que a Universidade de Évora fará o levantamento dos testemunhos arqueológicos da totalidade do território geográfico do concelho de Estremoz.
A equipa de trabalho será constituída pela arqueóloga Rita Laranjo, do Museu Municipal de Estremoz, e por técnicos da Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora, coordenados pelo Prof. Doutor André Miguel Serra Pedreira Carneiro, docente do Departamento de História.
Alentejo
Líder do PSD Évora aposta na continuidade para consolidar projetos estruturantes na região

Francisco Figueira, atual deputado e líder da Distrital de Évora do PSD, confirmou hoje a sua recandidatura a um terceiro mandato à frente da estrutura regional, cujas eleições estão agendadas para o próximo dia 28 de fevereiro. O advogado de 45 anos, que preside à distrital desde novembro de 2022, justifica a decisão com a vontade de dar continuidade a um projeto focado na prosperidade da região e na exigência pela coesão territorial. O candidato destaca que o seu compromisso tem sido pautado por respostas concretas aos problemas dos alentejanos e pelo avanço de investimentos estratégicos que a região aguardava há décadas, como a conclusão do Hospital Central do Alentejo, a abertura do curso de Medicina em Évora e a modernização do IP2 entre Évora e Estremoz.
O anúncio surge num momento de consolidação do peso político do PSD no distrito, após os resultados das autárquicas em que o partido conquistou cinco dos 14 municípios da região, bem como o reforço da votação nas legislativas de maio de 2025. Francisco Figueira conta com o apoio expresso dos cinco presidentes de câmara eleitos pelo PSD no distrito — João Fortes (Mourão), Marta Prates (Reguengos de Monsaraz), David Galego (Redondo), Ricardo Videira (Vendas Novas) e Inácio Esperança (Vila Viçosa) — reforçando a unidade em torno da sua liderança. Além do cargo partidário, o parlamentar exerce atualmente funções de destaque na Assembleia da República, como vice-presidente da Comissão de Economia e Coesão Territorial e primeiro secretário da Mesa.
As eleições internas do PSD, que abrangem órgãos distritais, concelhias e núcleos em todo o país, decorrerão em simultâneo a 28 de fevereiro, seguindo as novas regras estatutárias aprovadas no congresso de outubro de 2024. Para Figueira, este novo ciclo eleitoral representa uma oportunidade para reafirmar a responsabilidade do PSD na governação e no cumprimento dos compromissos assumidos perante o povo alentejano, sublinhando projetos estruturantes como o Bloco de Rega de Reguengos de Monsaraz e a organização da Capital Europeia da Cultura Évora_27 como pilares da sua gestão e dos desígnios futuros para o distrito.
Economia
IUC vai mudar: Parlamento aprova datas fixas de pagamento e fim do modelo atual

O Parlamento aprovou esta sexta-feira uma alteração profunda no modelo de pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), que deixará de estar associado ao mês da matrícula do veículo para passar a ter datas fixas de liquidação. A proposta do Governo, que contou com os votos favoráveis do PSD, do CDS-PP e do Livre, pretende aproximar as regras deste imposto às que já existem há décadas para o IMI, estabelecendo prazos de pagamento em função do montante a entregar ao Estado. De acordo com o Ministro das Finanças, esta mudança é essencial para combater a “entropia administrativa” e o elevado risco de incumprimentos não intencionais, que nos últimos cinco anos resultaram em mais de cinco milhões de processos de contraordenação e 103 milhões de euros pagos pelos contribuintes em coimas.
Com as novas regras, que entrarão em vigor de forma plena apenas em 2028, o IUC passará a ser liquidado em prestações para valores mais elevados. Os proprietários cujos veículos paguem até 100 euros de imposto deverão efetuar o pagamento integral até ao final de abril. Nos casos em que o valor se situe entre os 100 e os 500 euros, o pagamento será dividido em duas prestações, a liquidar em abril e outubro. Já para impostos superiores a 500 euros, o calendário prevê três prestações distribuídas pelos meses de abril, julho e outubro. É importante notar que o não pagamento de uma prestação nos prazos definidos implicará o vencimento imediato de todas as restantes prestações em falta.
Para evitar que os proprietários tenham de pagar o imposto relativo a dois anos num curto intervalo de tempo, o Governo definiu um regime transitório para 2027. Nesse ano, o IUC será pago numa única prestação em outubro, caso o valor seja igual ou inferior a 500 euros. Para montantes superiores, o imposto será dividido em duas prestações a pagar em julho e outubro, permitindo-se, contudo, a opção pelo pagamento integral logo em julho. Esta norma assegura a neutralidade fiscal da medida durante a fase de adaptação e permite ainda a anulação da liquidação em casos de cancelamento de matrícula antes da data de aniversário do veículo nesse ano específico.
Durante o debate parlamentar, foi também aprovada uma iniciativa do PAN que recomenda ao Governo a realização de uma campanha nacional de esclarecimento e prevenção de fraude, garantindo que os cidadãos estão devidamente informados sobre as novas datas e procedimentos. Pelo caminho ficou uma proposta da Iniciativa Liberal que visava isentar de IUC os veículos imobilizados com matrícula cancelada temporariamente, que acabou por ser chumbada pela maioria das bancadas. Refira-se que, durante o próximo ano de 2026, as regras atuais mantêm-se inalteradas, continuando o imposto a ser pago no mês de aniversário da matrícula de cada automóvel.
Alentejo
100 dias em Vidigueira: Do desbloqueio de obras à criação do Gabinete de Desenvolvimento Sustentável

O Presidente da Câmara Municipal de Vidigueira, Ricardo Bonito, assinalou os primeiros 100 dias de mandato com um balanço crítico sobre o estado em que encontrou a autarquia, descrevendo um cenário de desorganização profunda e falta de planeamento. Segundo o autarca, o executivo deparou-se com projetos estruturantes fora de prazo, centenas de processos de obras pendentes e uma visível degradação na manutenção de equipamentos e maquinaria. Perante este diagnóstico, a nova governação deu início a um processo de reorganização interna, que inclui a alteração da estrutura orgânica dos serviços e o reforço de meios para a limpeza urbana e conservação de vias municipais.
Com o objetivo de imprimir maior transparência e rigor à gestão pública, o Município vai avançar com uma Auditoria Funcional e de Processos, ferramenta que Ricardo Bonito classifica como um ato de responsabilidade para corrigir erros do passado. Em paralelo, o executivo tem apostado num modelo de maior proximidade com a população, promovendo atendimentos regulares e visitas diretas às freguesias. Para o futuro próximo, a estratégia de modernização passará pela implementação do “Balcão Vidigueira Digital” e pela criação do “Gabinete de Missão para o Desenvolvimento Sustentável”, medidas que a autarquia acredita serem fundamentais para potenciar o investimento e a qualidade de vida no concelho.
Alentejo
Viana do Alentejo assina acordo coletivo que dá mais 3 dias de férias por bom desempenho

O Município de Viana do Alentejo e o Sindicato de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais da Região Sul assinaram hoje um novo Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP). O documento, assinado pelo presidente Luís Metrogos e pelas mandatárias sindicais Maria Gertrudes Reto e Carla Calado, abrange cerca de 30 trabalhadores e foca-se na melhoria das condições laborais e na conciliação entre a vida profissional e familiar.
O acordo regulamenta as 35 horas semanais e introduz uma flexibilidade significativa nos horários, prevendo modalidades como jornada contínua, turnos e horários flexíveis. Um dos pontos de maior destaque é o incentivo ao desempenho: os trabalhadores com avaliação positiva poderão beneficiar de um acréscimo de 3 dias de férias. Este instrumento terá uma validade de dois anos, servindo como base para a relação laboral entre a autarquia e os seus colaboradores.
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