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Festival literário Húmus de regresso a Guimarães com a liberdade em destaque

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De 12 a 16 de março, o Húmus – Festival Literário de Guimarães está de volta com uma programação que se inspira nos 50 anos do 25 de Abril, trazendo mesas de debate, apresentações de livros, atividades para o público infantil, visitas às escolas e um espetáculo da autoria de Afonso Cruz. Organizado pelo Município, o evento conta com nomes como Valter Hugo Mãe, Maria do Rosário Pedreira, Afonso Cruz, Rita Redshoes e Hugo Gonçalves entre os convidados.

Às 21h00 do dia 12 de março, tem lugar uma conversa com Maria do Rosário Pedreira e Rita Redshoes sobre o marco histórico «50 anos após o 25 de abril». Entrevistadas por uma aluna vimaranense, a escritora e a cantautora partilham os seus ideias e experiências sobre literatura, liberdade e cidadania, numa sociedade onde a juventude é o catalisador da mudança.

As comemorações de meio século de um Portugal livre continuam no dia seguinte, 13 de março, às 21h00, com Silvia Lemos, Filipe Caldas, Francisco Brito, Rui Porfírio e Júlio Castro a protagonizar uma mesa de debate com o mote «50 anos, 50 livros».

Dia 14, quinta-feira, às 18h00, as honras vão para um episódio especial do programa Ensaio Geral da Rádio Renascença, que vem a Guimarães assinalar os seus 15 anos com uma gravação ao vivo da conversa entre a jornalista Maria João Costa e o prestigiado autor Valter Hugo Mãe. Mais tarde, às 21h00, sobem ao palco os autores César Machado, Hugo Gonçalves e Henrique Barreto Nunes, numa conversa memorável de homenagem ao «Livro, liberdade livre».

Além do tema que inspira a programação dedicada à liberdade, a grande novidade desta edição é a realização do espetáculo «O que a chama iluminou», de Afonso Cruz, na noite de 15 de março, na Igreja da Misericórdia. Esta criação original para o festival Utopia tem em Guimarães a sua primeira itinerância, e é baseada na experiência do autor no Chile, durante os protestos de 2019, refletindo sobre o conceito do fim, no seu sentido mais amplo: o fim da geografia (Patagónia) sob o ângulo europeu, o extermínio de povos indígenas e de culturas, a morte de um ponto de vista pessoal e coletivo, a violência da ditadura. O espetáculo combina música, imagem, texto e performance, espelhando, assim, os talentos vários de um dos autores mais consagrados da literatura portuguesa contemporânea.

A apresentação do livro «Homens Livro» marca o fim da programação da edição do Húmus 2024, na presença dos autores Rui Guedes, Bento Ramires e Carlos Marta, sobre a memória individual e coletiva das Bibliotecas Itinerantes Gulbenkian.

Para os mais novos, há um conjunto de iniciativas pensado para as crianças que começa logo no dia 12 de março, às 10h30, na Biblioteca, pela voz do contador de histórias Rui Ramos, que irá animar o conto infantil «Os Barrigas e os Magriços», de Álvaro Cunhal. A programação continua dia 13, terça-feira, com as sessões escolares com Maria do Rosário Pedreira e Rita Redshoes, e dia 14, na Biblioteca, com o ateliê de artes plásticas sobre «O símbolo de Abril pelas mãos dos mais novos». O mesmo acontece de manhã, pelas 10h30, na Biblioteca Municipal Raúl Brandão, e serve de mote ao jogo interativo «Conhecer Abril de 1974» que ali decorre no dia a seguir, à mesma hora. Para terminar, o contador de histórias Rui Ramos, regressa dia 16, às 10h30, à Biblioteca, para proporcionar mais uma divertida manhã aos mais pequenos, desta vez com as peripécias dos «Contos à Volta do Mundo».

Nota final para a inauguração da exposição «Livro, Espaço de Liberdade e Memória» que antecede o festival, a 7 de março, assinalando o aniversário da Biblioteca Municipal Raúl Brandão, a 7 de março. A peculiar mostra bibliográfica tem por objetivo homenagear Luís Caldas, um vimaranense que dedicou a vida aos livros e trabalhou sempre como livreiro, conhecendo de perto o que aqueles cidadãos procuravam ler na altura do Estado Novo.

Entrada gratuita em todas as atividades e mais informação em https://www.bmrb.pt/.



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Música, poesia e performance na última semana de cultura ao luar

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Dois espetáculos audiovisuais, um deles com música eletrónica, ritmos clássicos da Índia e poesia de travo brasileiro são os principais destaques do programa da última semana das Noites no Pátio do Museu. Acontecem sempre à noite, a partir das 21h30, e o acesso é livre até ao limite de lotação do espaço. A entrada faz-se pelo Jardim da Cordoaria.

Logo no dia 21 de julho atravessaremos o Atlântico à boleia das palavras de Mário Quintana, uma das mais singulares vozes de poesia brasileira do século XX. Nascido há 120 anos, precisamente no mês de julho de 1906, na cidade de Alegrete, no Rio Grande do Sul, Quintana foi poeta, tradutor e jornalista, ou, conforme de autodefinia, “a inquieta voz do vento”.

Na voz do Colectivo de Poesia da U.Porto, a poesia de Mário Quintana mostrar-se-á enquanto luta com as palavras para as obrigar a dizerem aquilo que o poeta quer, segundo confessou numa entrevista publicada na Revista do Brasil. O tom e o modo ficou marcado logo desde a publicação, em 1940, de A rua dos cataventos, o seu primeiro livro de poesia, definindo-a como “lição de leitura” e “hora de recreio” em simultâneo.

A “Supplica” dos marinheiros e das famílias vai fazer-se ouvir no Pátio do Museu.

Dois dias depois, a 23 de julho, o Sitar Jugalbandi vai colocar “instrumentos em conversa”. Este grupo de música clássica da Índia é formado pelo casal de sitaristas Abhishek Adhikary e Murchana Adhikary Barthakur, que irão subir ao palco com o tablista Ibram Kashi e o vocalista Sali Musica Siva.

No âmbito da música indiana, o termo jugalbandi refere-se a um dueto de instrumentos melódicos, introduzindo esta mudança no formato clássico de um só instrumento solista acompanhado pela tabla. O duo já subiu ao palco da Casa Comum em 2024, tendo Murchana Adhikary Barthakur atuado já este ano no Palácio Presidencial da Índia, perante António Costa, Ursula von der Leyen e o presidente indiano.

No dia 24, sexta-feira, o pátio do museu vai ser ocupado por um espetáculo audiovisual que promete fazer-nos entrar na máquina do tempo a fim de revisitar uma tragédia com mais de 130 anos: numa tarde de fevereiro de 1892, uma tempestade, com particular impacto entre Aveiro e a Galiza, varreu o litoral e colheu, no mar, a vida de 105 pessoas das comunidades piscatórias entre a Póvoa de Varzim e da Afurada. Em terra, instalou-se o luto profundo. As festas populares esmoreceram, os trajes coloridos cederam lugar ao negro e os instrumentos musicais silenciaram-se. O mar, outrora sustento, tornou-se espelho da ausência.

É neste contexto que surge Supplica, um espetáculo audiovisual e imersivo que revisita o episódio, associando-o a uma experiência coletiva em que a música, a imagem e a palavra dão voz ao mar, aos náufragos e às famílias. O espetáculo foi criado por Helder Luís e estreou em fevereiro de 2026 na Igreja da Lapa, na Póvoa de Varzim.

Caberá a Dullmea encerrar, com chave de ouro, o programa das Noites no Pátio do Museu

No dia 25 de julho, sábado, entrar no Pátio do Museu equivalerá a ficar envolvido por paisagens sonoras que resultam da recomposição da voz por meios eletrónicos. Dullmea, que está a assinalar dez anos de percurso artístico, usará a figura feminina como fio condutor de Jano, um concerto que é também uma viagem histórica e literária por algumas figuras femininas pioneiras que habitam o nosso imaginário coletivo, mas cujas narrativas foram escritas, maioritariamente, por homens.

Deste modo ficará concluído o mês de programação que trouxe centenas de pessoas ao Pátio do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto, da enologia à etnografia, passando pela música de diferentes géneros e distintas proveniências geográficas e pela literatura.



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Queres estagiar nas Instituições da União Europeia?Entre julho e setembro estã…

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Queres estagiar nas Instituições da União Europeia?

Entre julho e setembro estão abertas candidaturas para vários programas de estágio com início em fevereiro/março de 2027, incluindo o prestigiado Blue Book, da Comissão Europeia.

Para te ajudar a preparar a candidatura, o IEFP/EURES Portugal e o Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) promovem um webinar gratuito.

23 de julho
14h30
Duração aproximada: 90 minutos

Durante a sessão vais conhecer:
Os programas de estágio disponíveis;
Os requisitos de candidatura;
O processo de seleção;
O testemunho de um(a) ex-estagiário(a) do programa Blue Book (a confirmar).

Este webinar é para ti se:
• Tens, pelo menos, uma licenciatura;
• Dominas duas línguas oficiais da UE (uma delas inglês, francês ou alemão);
• Nunca realizaste um estágio ou trabalhaste mais de dois meses numa instituição da União Europeia.

Reserva já o teu lugar: https://bit.ly/EstagiarJul

As vagas são limitadas!

#iefp_portugal #EURES #UniãoEuropeia #BlueBook #Estágios #Emprego #Carreira #Juventude #Oportunidades



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A população idosa cresceu cinco vezes mais depressa do que a população ativa ent…

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A população idosa cresceu cinco vezes mais depressa do que a população ativa entre 2024 e 2025. Há 2,76 pessoas em idade ativa por cada idoso, num retrato de uma população cada vez mais envelhecida.

Só as mães estrangeiras têm travado uma quebra ainda mais acentuada nos nascimentos, num contexto em que a fecundidade continua abaixo do limiar de renovação de gerações, fixado em 2,1 filhos por mulher.

Conheça a infografia baseada em dados reunidos pela Pordata, disponível no site da Fundação: https://ffms.pt/pt-pt/atualmentes/infografia/nunca-fomos-tantos-e-tao-diversos-retrato-de-um-pais-envelhecido-e-com-assimetrias-regionais



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Galiza e Norte de Portugal reforçam aposta conjunta na inovação e competitividad…

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Galiza e Norte de Portugal reforçam aposta conjunta na inovação e competitividade

A Eurorregião Galiza–Norte de Portugal deu mais um passo decisivo para o futuro com o lançamento oficial do projeto MAISRIS3T e a assinatura do Roteiro de Implementação da RIS3T 2021-2027, durante o Fórum RIS3T, realizado na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo.

Com um investimento de cerca de 971 mil euros e uma duração de três anos, o projeto pretende fortalecer um ecossistema de inovação mais integrado, colaborativo e sustentável, promovendo a cooperação entre empresas, universidades, centros de investigação e entidades públicas dos dois lados da fronteira.

A nova agenda estratégica contempla áreas-chave como:
Indústria, Mobilidade e Energia
Agroalimentar
Recursos e Economia do Mar
Saúde e Bem-Estar
Turismo e Indústrias Criativas

Para Álvaro Santos , Presidente da CCDR NORTE, a capacidade de inovar, cooperar e transformar conhecimento em desenvolvimento económico é hoje um fator essencial para a competitividade dos territórios. Já Carmén Cotelo Queijo, da GAIN, destacou a Eurorregião como um exemplo de sucesso de cooperação em inovação à escala europeia.

Através do MAISRIS3T, Galiza e Norte de Portugal reforçam a sua posição como território de referência na inovação, na captação de financiamento europeu e no desenvolvimento de projetos conjuntos que promovam crescimento sustentável, coesão territorial e competitividade internacional.
Saiba mais em https://www.ccdr-n.pt/







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