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Fórum de Investigação no Oceano une centros nacionais na definição de prioridades

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O evento juntou representantes dos principais centros de investigação nacionais na área das ciências marinhas. Foto: DR

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O CIIMAR – Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto integrou a organização do 1.º Fórum de Investigação no Oceano, realizado a 13 de março, na Reitoria da Universidade de Aveiro, que reuniu várias unidades de investigação nacionais para refletir sobre as prioridades da ciência do mar em Portugal na próxima década.

A iniciativa foi promovida conjuntamente pelo CIIMAR, CESAM, CCMAR, MARE e OKEANOS, com o objetivo de contribuir para a definição de uma visão estratégica conjunta para a investigação na área do oceano.

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Neste forum, foi apresentado o trabalho prévio de oito grupos de trabalho, que envolveram investigadores das diferentes unidades, com vista à caracterização do panorama nacional e à identificação de prioridades e linhas de ação até 2030. Os contributos resultantes destes trabalhos serão consolidados em relatórios a submeter às respetivas tutelas.

Entre os principais temas abordados destacam-se a necessidade de um financiamento estável e independente da investigação, a organização e gestão de dados a longo prazo, o foco nos recursos humanos e no desenvolvimento de carreiras científicas, a articulação entre ciência, sociedade e políticas públicas, bem como o papel da investigação marinha no contexto das alterações climáticas.

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Foi igualmente discutida a importância de reforçar a coordenação entre instituições, nomeadamente no acesso a infraestruturas científicas, incluindo navios de investigação, bem como a relevância de um programa mobilizador para o mar que promova a articulação entre diferentes atores e áreas de intervenção.

Os resultados do Fórum contribuirão para a elaboração de recomendações estratégicas para o setor, visando apoiar o desenvolvimento sustentado da ciência do mar em Portugal.

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O Fórum contou ainda com a presença institucional do Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, da Secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, e do Coordenador do Comité Nacional para a Década do Oceano, Luís Menezes Pinheiro.

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Interrompido o fornecimento de água em Areal, no dia 15 de abril de 2026 (quarta feira), entre as 09h30 e as 13h30 – Câmara Municipal de Santiago do Cacém

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Interrompido o fornecimento de água em Areal, no dia 15 de abril de 2026 (quarta feira), entre as 09h30 e as 13h30 – Câmara Municipal de Santiago do Cacém






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A CCDR Alentejo, I.P. e o Alentejo 2030 associam-se ao arranque do Festival do Novo Bauhaus Europeu em Algodôr

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A CCDR Alentejo, I.P. e o Alentejo 2030 participaram, no passado dia 10 de abril de 2026, no encontro “O que move os territórios”, realizado em Algodôr, no concelho de Mértola, uma iniciativa integrada na programação oficial do Festival do Novo Bauhaus Europeu.

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O encontro promovido pela CCDR Alentejo, I.P. e pela Incubadora de Inovação do Baixo Alentejo, com o apoio da Junta de Freguesia de Alcaria Ruiva e do Município de Mértola, constituiu um momento de reflexão e partilha em torno dos princípios da sustentabilidade, estética e inclusão, pilares centrais do Novo Bauhaus Europeu e orientadores das políticas de desenvolvimento territorial da União Europeia.

Ricardo Pinheiro, Presidente da CCDR Alentejo, I.P. e do Programa Regional Alentejo 2030 esteve presente e evidenciou a importância de uma política pública de proximidade em conjunto dos atores conhecedores do território. Na sua intervenção, na sessão de abertura, sublinhou a necessidade de os fundos europeus potenciarem o capital territorial, garantindo respostas ajustadas aos desafios específicos das regiões de baixa densidade.

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O encontro enquadra-se numa estratégia mais ampla de valorização dos territórios de baixa densidade, promovida no âmbito do Programa Regional Alentejo 2030, através do Instrumento Territorial Parcerias para a Coesão Não Urbanas. Este instrumento visa apoiar soluções inovadoras e colaborativas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida, a dinamização económica e o reforço da coesão social nos territórios não urbanos do Alentejo.

No âmbito do encontro, Tiago Teotónio Pereira, Vogal Executivo do Alentejo 2030, reforçou o compromisso deste programa regional com a inovação social, a sustentabilidade e o desenvolvimento local, em linha com os princípios do Novo Bauhaus Europeu. Destacou o investimento de 8,8 milhões de euros, mobilizado através do Instrumento Territorial Parcerias para a Coesão Não Urbanas, evidenciando a centralidade das abordagens territoriais na Política de Coesão e o papel das parcerias estratégicas na transformação das zonas rurais em territórios mais dinâmicos, resilientes e com agentes renovados.

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Para além da partilha de experiências e boas práticas, a iniciativa assinalou o arranque oficial do Festival do Novo Bauhaus Europeu no Alentejo, cujo momento central está agendado para o próximo dia 10 de junho de 2026, na Ermida de Nossa Senhora de Aracelis, reforçando a ligação entre cultura, território e desenvolvimento sustentável.

O envolvimento ativo da comunidade local e a criação de um espaço de diálogo sobre os desafios e oportunidades dos territórios de baixa densidade marcaram este encontro, evidenciando a relevância de abordagens integradas, participativas e inovadoras para a revitalização territorial, em consonância com as prioridades estratégicas da CCDR Alentejo, I.P. e do Programa Regional Alentejo 2030.

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Fotografias © Município de Mértola



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Antiga estudante da FAUP vence Prémio Jovens Arquitectos 2026

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Enquanto estudante da FAUP, Sofia Passos Santos destacou-se ao vencer o Prémio Universidades Secil e o Prémio de Excelência na competição internacional de estudantes EHL. Foto: DR

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A arquiteta Sofia Passos Santos, antiga estudante da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP), é a vencedora ex aequoda edição de 2026 do Prémio Jovens Arquitectos, pelo projeto Novo Pólo do Colégio Ribadouro.

O projeto premiado, que incide sobre a ampliação de um equipamento escolar existente na cidade do Porto, desenvolve-se através da ocupação transversal do quarteirão, integrando a reconstrução de um edifício originalmente destinado a habitação e a reabilitação de duas frações existentes.

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Ao introduzir um novo programa educativo num tecido urbano predominantemente habitacional, a proposta respeita a cércea, a volumetria e a escala do edificado preexistente, criando, simultaneamente, um novo acesso principal pela Rua das Doze Casas.

A ampliação do Colégio Ribadouro integra novo programa educativo, reabilitando edifícios existentes e respeitando a escala urbana no Porto. (Foto: Francisco Ascensão)

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Promovido pela revista Vida Imobiliária e destinado a profissionais com menos de 40 anos, o Prémio Jovens Arquitectos (PJA) visa distinguir projetos que evidenciam qualidade arquitetónica e contributos relevantes para o ambiente construído, promovendo simultaneamente a visibilidade do trabalho desenvolvido pelas novas gerações de arquitetos em Portugal.

Para além de Sofia Passos Santos, esta edição premiou também o projeto CIC – Centro Interpretativo do Cereal, da autoria de Less Almeida e Eduardo Arnau, do há.atelier. Em segundo lugar, ficou o projeto (re)cortes – tecto, paredes e pilar, de Filipe Paixão, do Corpo Atelier. Foi ainda atribuída uma menção honrosa ao projeto da Casa no Carvalhal, de Gonçalo Pereira e Inês Cruz, do Atelier de Santa Bárbara.

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Em representação do júri, Simão Botelho salientou a elevada qualidade das propostas apresentadas, referindo que os projetos “demonstram vitalidade na arquitetura portuguesa e revelam o potencial das novas gerações de arquitetos”.

Já a Vice-Presidente da Ordem dos Arquitectos, Paula Torgal, destacou a importância destas iniciativas na valorização do papel da arquitetura, sublinhando que “reconhecer o trabalho das novas gerações de arquitetos é fundamental para afirmar o papel da arquitetura na qualificação das cidades, do território e do ambiente construído”.

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Sobre Sofia Passos Santos

Formada pela FAUP, onde concluiu o Mestrado Integrado em Arquitetura em 2013, Sofia Passos Santos complementou a sua formação na Universidade de São Paulo, no Brasil, onde estudou entre 2011 e 2012.

Ainda enquanto estudante da FAUP, destacou-se ao vencer o Prémio Universidades Secil, em 2011, com o projeto ‘Centro de Conhecimento’. Dois anos mais tarde, em 2013, veria o seu trabalho novamente reconhecido, ao ser distinguida com o Prémio de Excelência na competição internacional de estudantes EHL Campus Development Forum, na Suíça.

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No plano profissional, integrou entre 2013 e 2018 a equipa responsável pelo desenvolvimento do novo campus da École Hôtelière de Lausanne (EHL), na Suíça, um projeto de grande escala e projeção internacional. Neste contexto, colaborou com o atelier Richter Dahl Rocha & Associés architectes SA, em Lausanne, entre 2013 e 2014. O seu percurso havia começado no Porto, no atelier do arquiteto Manuel Correia Fernandes, onde trabalhou entre 2012 e 2013.

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Os 45 anos da FPCEUP são o mote para 45 horas de celebração

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