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Grândola: Museu Mineiro do Lousal reabre com nova vida a 6 de dezembro

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O Museu Mineiro do Lousal ,6 de dezembro , após profundas obras de requalificação. A cerimónia de reabertura tem início às 17h00 , na Sala dos Geradores, e promete uma programação especial para marcar o momento.

O evento contará com as intervenções do Presidente da Câmara de Grândola , António Figueira Mendes, e do Presidente da Associação Centro Ciência Viva do Lousal , Professor Jorge Relvas. Após a sessão solene, os participantes poderão explorar as renovadas Unidades Expositivas do museu, acompanhadas por explicações dos comunicadores de ciência do Centro Ciência Viva do Lousal.

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A cerimónia será abrilhantada pela atuação do Grupo Coral Al-Canti e encerrada com um beberete para todos os presentes. O evento é aberto ao público, convidando visitantes a descobrir ou redescobrir este importante espaço cultural e científico.

Esta requalificação reafirma o compromisso do município com a valorização do património mineiro e a promoção da cultura na região.

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Encontro de dança em Lamego celebra 15 anos de paixão e arte

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Este sábado, 7 de fevereiro, Lamego foi a capital da dança com o memorável espetáculo ECO IV | Gala dos 15 anos da AD.

Para além dos alunos da AD- ASSOCIAÇÃO CULTURAL, o Centro Multiusos recebeu uma escola de dança de cada distrito do norte de Portugal, num encontro inédito e verdadeiramente eclético no que ao mundo da dança diz respeito.

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Mais do que uma gala, o momento foi de celebração dos quinze anos excepcionais da AD – ASSOCIAÇÃO CULTURAL, que leva o nome de Lamego além-fronteiras, sendo para a cidade um motor a nível artístico e cultural.

A noite foi de partilha, talento e emoção, onde a dança ecoou nas suas mais diversas formas.

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A ECO IV | GALA DOS 15 ANOS da AD foi um evento co-produzido pelo Município de Lamego.



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Alqueva: má gestão de água para consumo urbano

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Alqueva: má gestão do Ministério da Agricultura coloca em causa abastecimento de água para consumo urbano 

Regadio vai ter mais 100 milhões de metros cúbicos por ano, colocando em causa as necessidades para consumo humano e indústria.

O Ministério da Agricultura e Mar cedeu, uma vez mais, às pretensões do regadio intensivo ao premiar a expansão sem regras do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) com um aumento do volume de água disponível para esta actividade, desvalorizando as necessidades de água para consumo urbano e indústria, matéria da exclusiva responsabilidade do Ministério do Ambiente e Energia.

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Para a Presidente da QUERCUS, Alexandra Azevedo, “Este aumento nas extrações da Albufeira do Alqueva para o regadio intensivo, assim como a sua expansão territorial, colocará em causa o abastecimento para consumo humano, principalmente em futuras situações de seca severa, fenómeno que tem sido cada vez mais registado em Portugal devido ao impacto das alterações climáticas.”

O Governo decidiu aumentar o volume anual de água a extrair de Alqueva em 110 milhões de metros cúbicos, sendo que 100 milhões serão destinados ao regadio e apenas 10 milhões para consumo urbano e industrial, através de despacho interministerial. Isto ignora a Lei da Água que define como prioridade a água para consumo humano, essencial para a fixação de pessoas nestes territórios.

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Neste momento, 95% da água captada no EFMA é para a atividade económica de privados, principalmente para a expansão do regadio, focado na exportação ao invés do autoconsumo no nosso mercado nacional, com prejuízo e morte anunciada dos terrenos e transformação destrutiva da nossa paisagem, património que urge ser salvaguardado e que faz parte da nossa identidade nacional e regional, demonstrando que a prioridade é o lucro e não o desenvolvimento sustentável.

Desta forma, a QUERCUS questiona o Governo e apela a todos os Grupos Parlamentares que reflitam sobre os seguintes pontos:

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– As decisões de distribuição de água por parte do EFMA não deveriam ser alvo de estudo de impacte ambiental e de estudos económico-financeiros?

– As decisões de distribuição de água por parte do EFMA não deveriam ser alvo de estudo das necessidades de água para consumo humano para o desenvolvimento dos municípios?

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– As decisões de distribuição de água por parte do EFMA não deveriam ser alvo de estudo das necessidades de água para desenvolvimento da indústria nas regiões abrangidas?

-O preço da água não deveria ter em consideração fatores como o destino da produção (exportação ou consumo interno), a sustentabilidade ambiental das culturas e a abundância ou escassez do recurso hídrico?

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– O Conselho para o Acompanhamento do Regadio de Alqueva não deveria incluir a avaliação da dimensão social e ambiental, incluindo as principais organizações não governamentais de defesa de direitos sociais e ambientais?

Evocando a estratégia “Água que Une”, apresentada do Governo, a QUERCUS reafirma, com toda a determinação, que a água só une quando ninguém a quiser capturar para fins que visam apenas e só o lucro de alguns e a desgraça de muitos porque quem devia não defendeu o interesse público e do desenvolvimento sustentável.

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CM Vagos / Ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil

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Na sequência da Resolução do Conselho de Ministros n.º 15-B/2026, e do subsequente despacho de prorrogação, o Governo de Portugal determinou que a situação de calamidade associada aos impactos da tempestade Kristin, abrangendo, entre outros, o concelho de Vagos, se mantém em vigor até às 23h59 do dia 8 de fevereiro de 2026 (tendo tido início às 00h00 de 28 de janeiro de 2026). 

Reitera-se que a declaração e prorrogação da situação de calamidade são da exclusiva responsabilidade do Governo, cabendo ao Município, no seu âmbito, mobilizar meios locais, cooperar institucionalmente e adotar as medidas de proteção e salvaguarda necessárias. 

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A Câmara Municipal de Vagos informa que, no estrito cumprimento do enquadramento legal aplicável e em articulação com as entidades competentes, após reunida a Comissão Municipal de Proteção Civil, confirmou a ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, com caráter preventivo e de reforço da prontidão operacional, garantindo coordenação permanente com os agentes do sistema de proteção civil, designadamente com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. 

Até ao momento, não se registam estragos com dimensão relevante no concelho. Mantém-se, contudo, uma monitorização contínua dos locais mais vulneráveis, das redes de infraestruturas, redes de drenagem, do estado de vias e equipamentos municipais e da evolução das condições meteorológicas, atendendo à persistência de instabilidade e ao histórico recente de precipitação intensa. 

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A autarquia em conjunto com as entidades que ocorrem ao sistema de proteção civil, nomeadamente Serviços Municipais de Proteção Civil, Juntas de Freguesia, Bombeiros Voluntários de Vagos, Guarda Nacional Republicana, Capitania do Porto de Aveiro, ACES do Baixo Vouga, entre outros, tem vindo a assegurar, as seguintes ações: 

  • Ações de prevenção e atuação constante no terreno na resolução de situações que coloquem em perigo a segurança de pessoas e bens; 
  • Reforço da coordenação operacional e da capacidade de resposta a ocorrências sinalizadas;
  • Verificação e acompanhamento de infraestruturas e equipamentos essenciais;
  • Medidas preventivas de mitigação de risco em zonas suscetíveis a acumulações de água e quedas de árvores/estruturas;
  • Manutenção de condições de prontidão para apoio social e acolhimento temporário, caso venha a revelar-se necessário. 

A autarquia apela à população para que: 

  • Cumpra as recomendações das autoridades;
  • Evite deslocações não essenciais durante períodos de maior severidade meteorológica;
  • Reporte prontamente ocorrências relevantes às entidades competentes. 



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CM Vagos / Município de Vagos marca presença no I Congresso Internacional sobre o Brinquedo

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Nos passados dias 6 e 7 de fevereiro, o Museu do Brincar do Município de Vagos participou no I Congresso Internacional sobre o Brinquedo, subordinado ao tema “Brinquedo, Património e Identidade Cultural: vínculos de história e memória coletiva”, inserido no programa das comemorações dos 900 anos de Ponte de Lima. Este encontro reuniu investigadores, colecionadores, fabricantes, especialistas e representantes de conceituadas instituições nacionais e internacionais.

Neste âmbito, o Museu do Brincar apresentou a sua comunicação intitulada “Museu do Brincar: Brincar como Património”, demonstrando o Museu do Brincar como um espaço vivo onde o património lúdico é preservado, interpretado e vivido, através de exposições e atividades educativas, destacando-se a sua forma singular de abordar o brincar como património, ligando passado, presente e futuro através de práticas vivas e participativas.

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Foram dois dias de partilha, de conhecimento, reflexão e valorização do brinquedo enquanto património cultural, educativo e social.



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