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Alentejo Litoral

Grândola recebe «Abril no Jazz»: um tributo musical ao 25 de Abril

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O Cine Granadeiro será palco de um concerto único que une a aclamada Big Band da Nazaré e o cantor João Afonso no espetáculo «Abril no Jazz». Este evento, agendado para as 21h00 do dia 25 de janeiro, celebra duas importantes efemérides: os 50 anos do 25 de Abril e os 25 anos da Big Band da Nazaré. A entrada é gratuita, sujeita à lotação da sala.

Um tributo em tons de jazz
«Abril no Jazz» foi concebido para homenagear a Revolução dos Cravos através de arranjos jazzísticos inéditos de temas emblemáticos de Zeca Afonso, José Mário Branco e Fausto. A produção conta com a colaboração de reconhecidos compositores do meio jazzístico, que criaram arranjos especialmente adaptados para a formação da Big Band.

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A Big Band da Nazaré, formada em 1999, é composta por cinco saxofones, quatro trompetes, quatro trombones, piano, guitarra, baixo, bateria e voz. Ao longo da sua trajetória, tem brilhado em palcos nacionais e internacionais, com apresentações em países como Espanha, França, Bélgica e Alemanha. Entre os seus destaques estão participações em eventos prestigiados como o Centro Cultural de Belém, Casa da Música e o Festival Jazz de Pontevedra. Com seis CD já gravados, a Big Band afirma-se como uma referência na música jazz em Portugal.

João Afonso: uma ligação familiar e artística
João Afonso, sobrinho de Zeca Afonso, foi o convidado especial para este espetáculo, graças à sua afinidade com o legado do tio e às suas características vocais, que se alinham perfeitamente com a essência dos temas escolhidos. A presença de João Afonso promete trazer um toque intimista e emotivo a esta produção.

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Uma parceria cultural
Este espetáculo é resultado de uma coprodução com o 27º Festival de Jazz de Valado dos Frades e conta com o apoio da DGArtes. A organização é conjunta entre a Câmara Municipal de Grândola e a SMFOG – Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense.

Detalhes do espetáculo:

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  • Duração: 75 minutos
  • Classificação: M/12
  • Entrada gratuita: limitada à lotação da sala.

Uma oportunidade imperdível para reviver a memória do 25 de Abril ao som de grandes clássicos do cancioneiro português, reinterpretados em arranjos de jazz. Marque na agenda e prepare-se para uma noite inesquecível em Grândola.

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Grândola

Câmara de Grândola exige reunião urgente com IP por degradação de estradas e ferrovia

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O Presidente da Câmara de Grândola, Luís Vital Alexandre, solicitou com caráter de urgência uma audiência ao Presidente das Infraestruturas de Portugal (IP), Miguel Cruz. Em causa está a necessidade crítica de discutir o estado de conservação de vias rodoviárias estratégicas, a degradação da estação ferroviária local e o desenvolvimento das obras da segunda fase do IP8/A26.

A principal preocupação do executivo municipal foca-se na Estrada Nacional 261 (Grândola/Comporta) e na Estrada Nacional 253-1 (Comporta/Tróia). Segundo o autarca, o estado de degradação destas vias compromete seriamente a segurança rodoviária, apresentando troços sem as condições mínimas de circulação. Com a perspetiva do aumento de tráfego nas épocas da primavera e do verão, a autarquia considera imperativo que as intervenções de reabilitação avancem antes do pico turístico que caracteriza estas ligações a Tróia e à Comporta.

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No âmbito ferroviário, a Câmara de Grândola alerta para o estado de “abandono” da estação de caminhos-de-ferro, que serve não só o concelho mas toda a região envolvente. Luís Vital Alexandre aponta a falta de manutenção e de serviços básicos, como instalações sanitárias, sublinhando a contradição entre as metas de descarbonização e a oferta de um serviço público que carece de dignidade para atrair utilizadores e reduzir a dependência do transporte individual.

A agenda proposta para a reunião inclui ainda a ligação entre Sines e o nó de Grândola Norte da A2 (IP8/A26). O município pretende clarificar o cronograma da segunda fase da obra e garantir que as preocupações levantadas sobre os acessos locais e o desenho do nó de Grândola foram devidamente acauteladas no projeto final. Para o município, estas infraestruturas são vitais para a mobilidade e qualidade de vida da população, aguardando agora a confirmação da data para a resolução destes impasses territoriais.

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Alentejo

Porto Covo lidera certificação de turismo sustentável no Alentejo

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Jose Manuel Santos

Segundo José Santos, presidente da ERT, este reconhecimento é o resultado de uma parceria profícua entre o setor público e os empresários locais, que demonstraram um compromisso assertivo com as boas práticas ambientais e sociais. A obtenção do selo Biosphere não encerra o processo, mas assinala antes o início de um programa de capacitação de dois anos. Entre as medidas previstas destacam-se o combate ao desperdício alimentar na hotelaria e restauração, através de lógicas de partilha com franjas carenciadas da população, e a elaboração de um Guia de Eventos Sustentáveis para garantir o equilíbrio entre a experiência do turista e o respeito pela comunidade residente.

A estratégia de sustentabilidade para Porto Covo inclui ainda a monitorização de indicadores sociais e operacionais, como a criação de emprego para residentes, a liderança feminina no setor turístico e a eficiência na gestão de recursos hídricos e energéticos por parte das unidades hoteleiras. O objetivo é assegurar uma trajetória de crescimento que proteja os recursos naturais e atraia visitantes com elevado nível de consciência ambiental, posicionando a aldeia como um modelo a seguir em toda a região.

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A Entidade Regional de Turismo pretende agora alargar esta certificação a todo o território alentejano nos próximos dois anos. A aposta na dimensão da sustentabilidade é vista como um fator crítico de competitividade, uma vez que a escolha dos destinos por parte dos mercados internacionais é cada vez mais influenciada pelo alinhamento com as melhores práticas ambientais. Para a ERT, este caminho de organização e certificação é essencial para que o Alentejo se afirme globalmente como um destino de turismo responsável.

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Ambiente

GALP propõe novo parque eólico no Alentejo Litoral para produção de hidrogénio verde

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moinho eolico

A GALP avançou com a proposta de construção do Parque Eólico das Cachenas, no Alentejo Litoral, destinado a fornecer energia renovável à sua unidade de produção e armazenamento de hidrogénio verde em Sines. O estudo prévio do projeto está atualmente em consulta pública até quarta-feira, 14.

O futuro parque abrangerá várias localidades: Vila Nova de Milfontes (Odemira), Porto Covo e Sines, bem como a União de Freguesias de Santiago do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra. Segundo o estudo, o parque será utilizado essencialmente para autoconsumo energético na unidade GalpH2Park, adjacente à refinaria na Zona Industrial e Logística de Sines.

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Com capacidade total instalada de 129,2 megawatts (MW), o parque deverá produzir anualmente cerca de 308 gigawatts-hora (GWh), contribuindo para a produção de hidrogénio verde e apoiando a descarbonização de vários setores da economia. O projeto inclui a instalação de 19 aerogeradores, cada um com 6,8 MW de potência, rotor de 175 metros e altura entre 112 e 119 metros.

A energia produzida será direcionada para uma subestação de Muito Alta Tensão (MAT)/Média Tensão (MT), com transformação de 150/30 kV, a ser construída no local. A fase de construção deverá durar 20 meses, prevendo-se até 188 trabalhadores simultâneos no pico da empreitada. O parque terá uma vida útil estimada em 35 anos, segundo o estudo disponibilizado para consulta pública.

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Odemira

Bombeiros de Odemira avisam associados sobre regularização de quotas

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bombeiro

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Odemira anunciou que vai notificar os seus associados que têm quotas em atraso, numa ação que visa atualizar os registos e agilizar a comunicação com os sócios.

Segundo a instituição, dos cerca de 1.700 associados registados, apenas menos de 200 têm pago regularmente as suas quotas nos últimos cinco anos. A medida permitirá estabelecer um contacto direto para avisos e pagamentos eletrónicos ou por outros meios.

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A Direção alerta que os associados que não regularizarem a situação dentro do prazo definido nos estatutos perderão a condição de sócio. Apenas os associados com quotas em dia terão direito aos benefícios atribuídos pela Associação.

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