Portugal
Guimarães Reconhecida na Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais


Guimarães é uma das autarquias reconhecidas na terceira edição da Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais (RACCI), promovida pelo Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais.
O projeto “Guimarães Concelho Cuidador”, promovido pelo Município de Guimarães em colaboração com as instituições da sua Rede Social, foi destacado pelas suas excelentes práticas e medidas de apoio em benefício dos cuidadores informais.
O projeto vimaranense recebeu elogios pela sua abordagem abrangente e eficaz, demonstrando um compromisso genuíno com o bem-estar dos cuidadores informais. Este reconhecimento não apenas enaltece o trabalho desenvolvido pela autarquia, como também destaca a importância de cuidar daqueles que dedicam o seu tempo e esforço ao cuidado de outros.
No total, os membros do júri da iniciativa Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais, do Movimento Cuidar dos Cuidadores, analisaram 66 projetos de autarquias locais. Destes, foram reconhecidos projetos de 59 autarquias que, de acordo com os representantes das associações que compõem o Movimento e que as avaliaram, se destacam pelo cumprimento dos critérios definidos, sendo-lhes, por isso, atribuído um Selo de Mérito
O júri era composto por membros do Movimento, nomeadamente, Catarina Alvarez, em representação da Alzheimer Portugal, Celeste Campinho, Presidente da Associação das Doenças da Tiróide, Margarida Costa, em representação da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Palmira Martins, em representação da RD Portugal e Vitor Neves, Presidente da EuropaColon.
Sobre o Projeto Guimarães Concelho Cuidador
Em 2021, o Município de Guimarães organizou-se em colaboração com as instituições da sua Rede Social e desenvolveu o Programa Guimarães Concelho Cuidador para apoiar os Cuidadores e as instituições com intervenção nesta área.
Este programa pretende “agregar esforços e potenciar sinergias de todos os projetos e iniciativas que as entidades e associações locais estão a desenvolver nesta matéria, proporcionando-lhes os recursos e apoios necessários para a boa prossecução da sua atividade”, salientou a Vereadora da Ação Social, Paula Oliveira.
São parceiros deste projeto as seguintes entidades: Delegação de Guimarães da Cruz Vermelha Portuguesa, ACES Alto Ave, Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, Associação Adaptar Vidas, Associação de Defesa dos Direitos Humanos de Guimarães, Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães, ASPEV – Associação Social de Pevidém Vida a Cores, Because I Care – Associação para Apoiar e Cuidar de Pessoas que Cuidam, CAISA – Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação, Castreja – Cooperativa de Apoio Social e Cultural, Centro Juvenil de S. José, Centro Paroquial de Vila Nova de Sande, Centro Social da Paróquia de Santa Eulália de Nespereira, Centro Social Nossa Senhora do Carmo, Fraterna – Centro Comunitário de Solidariedade e Integração Social, Fundação Bomfim, Hospital da Senhora da Oliveira, Lar de Santa Estefânia, Palavras Infinitas – Núcleo de Inclusão, Comunicação e Media, Projeto Consigo e a Tempo Livre.
Sobre a Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais
Por forma a concretizar a missão do Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais concretizamos, pela segunda vez, a Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais (RACCI) para integrar os municípios e as freguesias do território nacional português que adotem as melhores práticas e medidas de apoio em benefício dos cuidadores informais, sejam de que região for.
A RACCI é portanto uma iniciativa do Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais que se destina a distinguir, divulgar e amplificar as melhores práticas levadas a cabo ou formalmente por municípios e freguesias nesta área, em Portugal, através da atribuição de selos de mérito.
Sobre o Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais
Reconhecidos recentemente por um Estatuto que, apesar de um importante avanço social, continua incapaz de travar por completo o perpetuar de algumas injustiças, os cuidadores têm estado em destaque nos últimos tempos. E é porque, apesar de insubstituíveis, muitos continuam ainda invisíveis, que a Merck Portugal decidiu, no seguimento de um projeto corporativo global, o ‘Embracing Carers’, lançar em 2020 no País um Movimento que tem como missão ‘Cuidar dos Cuidadores Informais’.
Este movimento, apoiado pela Merck, conta com dezenas de associações portuguesas que têm como objetivo concretizar projetos capazes de ajudar, na prática, quem cuida, seja do marido, da mulher, de um filho, do pai, da mãe.
Portugal
Música, poesia e performance na última semana de cultura ao luar


Dois espetáculos audiovisuais, um deles com música eletrónica, ritmos clássicos da Índia e poesia de travo brasileiro são os principais destaques do programa da última semana das Noites no Pátio do Museu. Acontecem sempre à noite, a partir das 21h30, e o acesso é livre até ao limite de lotação do espaço. A entrada faz-se pelo Jardim da Cordoaria.
Logo no dia 21 de julho atravessaremos o Atlântico à boleia das palavras de Mário Quintana, uma das mais singulares vozes de poesia brasileira do século XX. Nascido há 120 anos, precisamente no mês de julho de 1906, na cidade de Alegrete, no Rio Grande do Sul, Quintana foi poeta, tradutor e jornalista, ou, conforme de autodefinia, “a inquieta voz do vento”.
Na voz do Colectivo de Poesia da U.Porto, a poesia de Mário Quintana mostrar-se-á enquanto luta com as palavras para as obrigar a dizerem aquilo que o poeta quer, segundo confessou numa entrevista publicada na Revista do Brasil. O tom e o modo ficou marcado logo desde a publicação, em 1940, de A rua dos cataventos, o seu primeiro livro de poesia, definindo-a como “lição de leitura” e “hora de recreio” em simultâneo.


A “Supplica” dos marinheiros e das famílias vai fazer-se ouvir no Pátio do Museu.
Dois dias depois, a 23 de julho, o Sitar Jugalbandi vai colocar “instrumentos em conversa”. Este grupo de música clássica da Índia é formado pelo casal de sitaristas Abhishek Adhikary e Murchana Adhikary Barthakur, que irão subir ao palco com o tablista Ibram Kashi e o vocalista Sali Musica Siva.
No âmbito da música indiana, o termo jugalbandi refere-se a um dueto de instrumentos melódicos, introduzindo esta mudança no formato clássico de um só instrumento solista acompanhado pela tabla. O duo já subiu ao palco da Casa Comum em 2024, tendo Murchana Adhikary Barthakur atuado já este ano no Palácio Presidencial da Índia, perante António Costa, Ursula von der Leyen e o presidente indiano.
No dia 24, sexta-feira, o pátio do museu vai ser ocupado por um espetáculo audiovisual que promete fazer-nos entrar na máquina do tempo a fim de revisitar uma tragédia com mais de 130 anos: numa tarde de fevereiro de 1892, uma tempestade, com particular impacto entre Aveiro e a Galiza, varreu o litoral e colheu, no mar, a vida de 105 pessoas das comunidades piscatórias entre a Póvoa de Varzim e da Afurada. Em terra, instalou-se o luto profundo. As festas populares esmoreceram, os trajes coloridos cederam lugar ao negro e os instrumentos musicais silenciaram-se. O mar, outrora sustento, tornou-se espelho da ausência.
É neste contexto que surge Supplica, um espetáculo audiovisual e imersivo que revisita o episódio, associando-o a uma experiência coletiva em que a música, a imagem e a palavra dão voz ao mar, aos náufragos e às famílias. O espetáculo foi criado por Helder Luís e estreou em fevereiro de 2026 na Igreja da Lapa, na Póvoa de Varzim.


Caberá a Dullmea encerrar, com chave de ouro, o programa das Noites no Pátio do Museu
No dia 25 de julho, sábado, entrar no Pátio do Museu equivalerá a ficar envolvido por paisagens sonoras que resultam da recomposição da voz por meios eletrónicos. Dullmea, que está a assinalar dez anos de percurso artístico, usará a figura feminina como fio condutor de Jano, um concerto que é também uma viagem histórica e literária por algumas figuras femininas pioneiras que habitam o nosso imaginário coletivo, mas cujas narrativas foram escritas, maioritariamente, por homens.
Deste modo ficará concluído o mês de programação que trouxe centenas de pessoas ao Pátio do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto, da enologia à etnografia, passando pela música de diferentes géneros e distintas proveniências geográficas e pela literatura.
Portugal
Queres estagiar nas Instituições da União Europeia?Entre julho e setembro estã…


Queres estagiar nas Instituições da União Europeia?
Entre julho e setembro estão abertas candidaturas para vários programas de estágio com início em fevereiro/março de 2027, incluindo o prestigiado Blue Book, da Comissão Europeia.
Para te ajudar a preparar a candidatura, o IEFP/EURES Portugal e o Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) promovem um webinar gratuito.
23 de julho
14h30
Duração aproximada: 90 minutos
Durante a sessão vais conhecer:
Os programas de estágio disponíveis;
Os requisitos de candidatura;
O processo de seleção;
O testemunho de um(a) ex-estagiário(a) do programa Blue Book (a confirmar).
Este webinar é para ti se:
• Tens, pelo menos, uma licenciatura;
• Dominas duas línguas oficiais da UE (uma delas inglês, francês ou alemão);
• Nunca realizaste um estágio ou trabalhaste mais de dois meses numa instituição da União Europeia.
Reserva já o teu lugar: https://bit.ly/EstagiarJul
As vagas são limitadas!
#iefp_portugal #EURES #UniãoEuropeia #BlueBook #Estágios #Emprego #Carreira #Juventude #Oportunidades

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A população idosa cresceu cinco vezes mais depressa do que a população ativa ent…


A população idosa cresceu cinco vezes mais depressa do que a população ativa entre 2024 e 2025. Há 2,76 pessoas em idade ativa por cada idoso, num retrato de uma população cada vez mais envelhecida.
Só as mães estrangeiras têm travado uma quebra ainda mais acentuada nos nascimentos, num contexto em que a fecundidade continua abaixo do limiar de renovação de gerações, fixado em 2,1 filhos por mulher.
Conheça a infografia baseada em dados reunidos pela Pordata, disponível no site da Fundação: https://ffms.pt/pt-pt/atualmentes/infografia/nunca-fomos-tantos-e-tao-diversos-retrato-de-um-pais-envelhecido-e-com-assimetrias-regionais

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Galiza e Norte de Portugal reforçam aposta conjunta na inovação e competitividad…


Galiza e Norte de Portugal reforçam aposta conjunta na inovação e competitividade
A Eurorregião Galiza–Norte de Portugal deu mais um passo decisivo para o futuro com o lançamento oficial do projeto MAISRIS3T e a assinatura do Roteiro de Implementação da RIS3T 2021-2027, durante o Fórum RIS3T, realizado na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo.
Com um investimento de cerca de 971 mil euros e uma duração de três anos, o projeto pretende fortalecer um ecossistema de inovação mais integrado, colaborativo e sustentável, promovendo a cooperação entre empresas, universidades, centros de investigação e entidades públicas dos dois lados da fronteira.
A nova agenda estratégica contempla áreas-chave como:
Indústria, Mobilidade e Energia
Agroalimentar
Recursos e Economia do Mar
Saúde e Bem-Estar
Turismo e Indústrias Criativas
Para Álvaro Santos , Presidente da CCDR NORTE, a capacidade de inovar, cooperar e transformar conhecimento em desenvolvimento económico é hoje um fator essencial para a competitividade dos territórios. Já Carmén Cotelo Queijo, da GAIN, destacou a Eurorregião como um exemplo de sucesso de cooperação em inovação à escala europeia.
Através do MAISRIS3T, Galiza e Norte de Portugal reforçam a sua posição como território de referência na inovação, na captação de financiamento europeu e no desenvolvimento de projetos conjuntos que promovam crescimento sustentável, coesão territorial e competitividade internacional.
Saiba mais em https://www.ccdr-n.pt/







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