Baixo Alentejo
Mercadinhos de Natal de Serpa: Inscrições abertas
O Município de Serpa está a preparar mais uma edição dos tradicionais “Mercadinhos de Natal”, que prometem animar a cidade e valorizar o artesanato local. Este ano, os mercadinhos terão lugar em dois momentos distintos: nos dias 7 e 8 de dezembro, no Mercado Municipal de Serpa, e nos dias 21 e 22 de dezembro, na emblemática Praça da República.
Os lugares disponíveis serão atribuídos por ordem de inscrição, com prioridade para os artesãos do concelho. As inscrições estão abertas até ao próximo dia 2 de dezembro e devem ser realizadas através do formulário online disponível aqui.
Esta é uma excelente oportunidade para divulgar o seu trabalho e contribuir para a magia do Natal em Serpa. Participe!
Alentejo
PSP de Beja: Seis detenções e centenas de veículos controlados em operação semanal

O Comando Distrital de Beja da Polícia de Segurança Pública (PSP) apresentou hoje o balanço operacional da última semana, marcado por uma forte presença na fiscalização rodoviária e no combate à criminalidade. No total, a PSP efetuou seis detenções em flagrante delito: três por condução sob o efeito do álcool, uma por condução sem carta, uma por violência doméstica e outra por furto de carteira.
No capítulo das apreensões, os agentes retiraram de circulação 16 doses de heroína e quatro de haxixe. Além dos estupefacientes, as autoridades recuperaram uma carteira com documentos e apreenderam uma placa de indução e uma carta de condução.
A segurança rodoviária foi uma das prioridades do comando, que fiscalizou 2 290 veículos através de radar. Dos 20 condutores submetidos ao teste de alcoolemia, a maioria das infrações registadas (num total de 28) deveu-se ao excesso de velocidade. No que diz respeito à sinistralidade, Beja registou cinco acidentes de viação, todos eles resultando apenas em danos materiais, sem registo de feridos.
Alentejo
Ourique à mesa: 12 restaurantes desafiam os sentidos na Semana Gastronómica do Medronho

Entre os dias 14 e 21 de fevereiro, o concelho de Ourique celebra um dos seus produtos mais emblemáticos com a terceira edição da Semana Gastronómica do Medronho. Durante oito dias, o fruto que é o “rei” das serras locais deixa de ser apenas a base da tradicional aguardente para se tornar o ingrediente principal em mesas de 12 estabelecimentos aderentes.
O desafio lançado pelo município procura elevar o medronho a um novo patamar culinário, explorando a sua versatilidade em entradas, pratos principais e sobremesas. É uma oportunidade para os chefes locais cruzarem a tradição do Baixo Alentejo com a criatividade contemporânea, oferecendo aos visitantes sabores que reinterpretam a identidade do território.
Nesta altura do ano, o medronheiro é protagonista da paisagem de Ourique, exibindo simultaneamente as suas flores brancas e os frutos vermelhos vibrantes. A Semana Gastronómica aproveita este ciclo natural para reforçar o sentido de pertença da comunidade e atrair turistas através de um património que é tanto natural como gastronómico. Ao longo de mais de uma semana, Ourique convida a uma viagem sensorial onde o medronho prova que tem muito mais para dar do que o habitual “golpe” no copo.
Alentejo
Beja: A Força do Alentejo no ar e no solo através da missão solidária da BA11

A Base Aérea N.º 11 (BA11), em Beja, tem sido um pilar de resiliência e solidariedade no apoio às comunidades afetadas pelas recentes intempéries no Alentejo. Num esforço coordenado que desafia a logística convencional, a unidade conseguiu manter a sua prontidão operacional máxima — acomodando oito frotas de aeronaves e assegurando o Alerta de Defesa Nacional — enquanto mobilizava recursos humanos e técnicos para a linha da frente do apoio humanitário.
Em Alcácer do Sal, o contingente de 43 militares da BA11 revelou-se decisivo. Mais do que a entrega de bens essenciais, a equipa executou trabalhos de engenharia e manutenção vitais: reparação de sistemas elétricos, avaliação de segurança das vias, limpeza de detritos e o desvio estratégico de uma vala para evitar novos episódios de cheias em áreas residenciais. A intervenção incluiu ainda o resgate de animais em risco, devolvendo alguma normalidade e esperança a quem perdeu quase tudo.
Para além do trabalho físico no terreno, a BA11 serviu como centro de suporte estratégico para a Câmara Municipal de Beja, abrindo as suas portas para o acolhimento de pessoas desalojadas. A dimensão da crise e a eficácia da resposta militar atraíram o interesse internacional, com a agência Associated Press a solicitar as imagens de reconhecimento aéreo captadas pelos militares, que documentam a extensão dos danos na região. Como refere a própria instituição, esta missão é o reflexo de um espírito de união e de uma responsabilidade que vai muito além da defesa aérea, provando que a Força Aérea está presente onde e quando Portugal mais precisa.
Alentejo
Gestão Hídrica: Quercus acusa Governo de colocar consumo humano em risco ao “premiar” regadio intensivo em Alqueva

A associação ambientalista Quercus lançou hoje duras críticas ao Governo, acusando-o de uma “má gestão” estratégica da albufeira de Alqueva ao autorizar um aumento substancial do volume de água destinado ao regadio. Em causa está um recente despacho interministerial que prevê a extração de mais 110 milhões de metros cúbicos de água por ano, dos quais a esmagadora maioria — 100 milhões — terá como destino a atividade agrícola, deixando apenas 10 milhões para o consumo urbano e industrial. Para a Quercus, esta decisão do Ministério da Agricultura e Mar constitui uma cedência às pretensões do regadio intensivo e ignora a Lei da Água, que estabelece o consumo humano como prioridade absoluta, especialmente num contexto de alterações climáticas onde as secas severas são fenómenos cada vez mais recorrentes em território nacional.
A presidente da associação, Alexandra Azevedo, alerta que a expansão sem regras do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) coloca em risco a fixação de populações no interior ao desvalorizar as necessidades básicas em favor de uma estratégia focada na exportação e no lucro privado. Atualmente, cerca de 95% da água captada em Alqueva serve interesses económicos privados, uma realidade que os ambientalistas descrevem como uma “morte anunciada” dos terrenos e uma transformação destrutiva da paisagem alentejana. A Quercus questiona a ausência de estudos de impacto ambiental e económico-financeiros que sustentem estas decisões, sugerindo que o preço da água deveria refletir fatores como a sustentabilidade das culturas e o destino da produção, distinguindo o que é consumo interno do que é exportação.
Esta posição surge na mesma linha de contestação da associação Zero, que recentemente acusou o Executivo de minar a resiliência de Alqueva como reserva estratégica do país. Ao reagir à estratégia governamental “Água que Une”, a Quercus é perentória ao afirmar que o recurso só cumpre essa função de união quando não é capturado por interesses particulares. O debate em torno do modelo de desenvolvimento para o Alentejo intensifica-se assim, com os ambientalistas a pedirem uma revisão urgente da política hídrica que salvaguarde a identidade regional e garanta que, em caso de escassez extrema, as torneiras das populações não fiquem secas devido à prioridade dada às monoculturas intensivas que hoje dominam a paisagem do EFMA.
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