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Internacional

Operação Conjunta na Região dos Balcãs Identifica 39 Suspeitos de Abuso Sexual de Crianças

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Uma grande operação conjunta contra a exploração sexual de crianças na região dos Balcãs resultou na identificação de 39 suspeitos de abuso sexual infantil e na proteção de 2 vítimas em 8 países.

A Operação MOZAIK 2023 foi liderada pela Polícia Nacional da Eslovénia e coordenada pela Europol no âmbito da Plataforma Europeia Multidisciplinar contra Ameaças Criminosas (EMPACT). O objetivo era identificar e deter pessoas que utilizavam fóruns online e aplicações de mensagens para partilhar e distribuir material de abuso sexual infantil. Os países dos Balcãs Ocidentais – Bósnia e Herzegovina, Macedónia do Norte, Montenegro e Sérvia – juntamente com Eslovénia, Croácia e Hungria realizaram uma série de ações de fiscalização entre 6 e 17 de novembro.

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A polícia realizou 41 buscas nos países participantes, após investigações sobre a partilha de imagens e vídeos que retratam abuso sexual infantil. Como resultado, 3 suspeitos foram detidos ou acusados de crimes relacionados com a distribuição de imagens de abuso infantil.

Durante as ações, mais de 200 itens contendo imagens ou vídeos de abuso sexual infantil foram apreendidos, incluindo computadores, telemóveis, servidores de computadores e cartões de memória.

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A Europol facilitou a troca de informações entre todos os países envolvidos e melhorou ainda mais o quadro operacional na região, verificando os dados apreendidos e fornecendo pacotes de inteligência para dar continuidade ao trabalho investigativo nesta região e além.

Uma região prioritária No âmbito do EMPACT, Eslovénia, Croácia, Hungria e o Centro Europeu de Cibercrime da Europol uniram-se para criar uma rede de especialistas nos Balcãs Ocidentais com o objetivo de fortalecer a cooperação transfronteiriça na luta contra o abuso sexual infantil.

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A campanha de prevenção ‘Diz Não!’ da Europol foi disponibilizada a todos os países da região dos Balcãs Ocidentais nos seus idiomas nacionais.

Esta campanha inclui um vídeo de 10 minutos que retrata dois adolescentes, um rapaz e uma rapariga, sendo explorados online por uma organização criminosa para ganho financeiro e por um agressor sexual online em busca de material sexual adicional, respetivamente. O vídeo inclui conselhos sobre como denunciar esses crimes às autoridades e como evitar ser vítima deles.

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Este vídeo foi partilhado com pais, crianças e professores para aumentar a consciencialização nos Balcãs Ocidentais sobre o abuso sexual infantil.

O vídeo está agora disponível nos idiomas dos seguintes 29 países: Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Suécia, Bósnia e Herzegovina, Moldávia, Montenegro, Macedónia do Norte, Noruega, Sérvia, Suíça, Ucrânia e Reino Unido.

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Visite a página da campanha ‘Diz Não!’ para obter mais conselhos.

Autoridades participantes na Operação Mozaik Eslovénia: Polícia Nacional Eslovena, Direção-Geral de Polícia, Direção de Polícia Criminal Bósnia e Herzegovina: Polícia do Distrito de Brčko, Unidade Cibernética, Ministério do Interior da República Srpska, Direção de Polícia Criminal, Departamento de Crime de Alta Tecnologia, Federação BIH, Administração Federal de Polícia, Departamento de Combate ao Crime Inter-Cantonal, Serviço de Investigação Criminal Federal Sérvia: Serviço de Combate ao Crime de Alta Tecnologia, Direção de Tecnologia, Direção de Polícia, Ministério do Interior Montenegro: Departamentos de Combate a Crimes Graves, Unidade de Crime de Alta Tecnologia Macedónia do Norte: Ministério do Interior da Macedónia do Norte, Unidade THB, Departamento de Crime Organizado e TF da Unidade SM THB, e Setor de Crime Informático e Perícia Digital Croácia: Ministério do Interior, Direção-Geral de Polícia, Direção de Polícia Criminal, Setor de Inteligência Criminal, Departamento de Cibersegurança Hungria: Serviços Rápidos de Resposta e Polícia Nacional de Investigação, Departamento de Cibercrime

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Santarém

Bruxelas atualiza zonas de vigilância após novo foco de gripe das aves em Santarém

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A Comissão Europeia procedeu hoje à atualização das medidas de controlo contra a gripe das aves, na sequência da deteção de 60 novos focos da doença em vários Estados-membros. Entre as regiões afetadas consta o distrito de Santarém, em Portugal, o que motivou a alteração das zonas de proteção e de vigilância nos municípios de Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

A decisão, publicada hoje no Jornal Oficial da União Europeia, surge após Portugal ter notificado a existência de novos focos em explorações de aves de capoeira ou aves em cativeiro nestas localidades. Além de Portugal, países como Espanha, França, Alemanha e Itália também reportaram novos casos de Gripe das Aves de Alta Patogenicidade (GAAP), uma variante viral com elevado potencial de contágio e impacto económico severo.

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Bruxelas validou as medidas de contenção já implementadas pelas autoridades nacionais, considerando que os perímetros de segurança estabelecidos em redor dos focos são suficientes para mitigar o risco de propagação. A GAAP é particularmente temida pelo setor avícola, uma vez que pode levar à interdição do comércio intracomunitário e das exportações, além de representar um perigo para as aves migratórias, que funcionam como vetores de transmissão a longa distância durante as rotas de migração.

As zonas de proteção (num raio mais restrito ao foco) e as zonas de vigilância (num raio mais alargado) implicam restrições rigorosas à movimentação de aves e produtos derivados, bem como o reforço das medidas de biossegurança nas explorações. A Comissão Europeia continuará a monitorizar a evolução da situação epidemiológica para ajustar as restrições conforme necessário.

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Opinião

O inverno de Washington e o novo fardamento europeu

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A decisão norte-americana de suspender o compromisso climático e o multilateralismo da ONU força a Europa a escolher entre o investimento no futuro ou a paralisia do medo.

Opinião: Carlos Papafina

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A ordem executiva assinada em Washington no início deste ano de 2026, que determina a suspensão da participação dos Estados Unidos em dezenas de organismos das Nações Unidas, incluindo o quadro de governação climática, não é apenas um solavanco na diplomacia internacional. É uma rutura estrutural que encerra um ciclo de três décadas de esforço multilateral, ainda que imperfeito, para conter o aquecimento global. Ao retirar-se da mesa de negociações e ao suspender o financiamento a organismos vitais, a maior economia do mundo e o segundo maior emissor histórico de gases com efeito de estufa lança o planeta numa zona de sombra. O facto é que, sem o motor financeiro e político de Washington, o Acordo de Paris e as metas de descarbonização perdem o seu principal garante de execução. O gesto político é claro: o isolacionismo regressou com uma força que já não é meramente retórica, mas administrativa e legal.

Na leitura que faço desta realidade, esta decisão não configura apenas um recuo ambiental; é uma declaração de guerra à ordem global estabelecida no pós-Guerra Fria. Ao normalizar o descompromisso, Washington sinaliza aos restantes grandes emissores — como a China, a Índia ou o Brasil — que as regras de responsabilidade partilhada são agora opcionais. O risco de um efeito dominó é real e imediato. Se o exemplo vem do topo, a tentação para outros governos relaxarem as suas metas nacionais, em nome de uma suposta competitividade económica de curto prazo, torna-se quase irresistível. No meu entender, estamos a assistir à fragmentação da governança global, onde o interesse nacional imediato atropela a sobrevivência coletiva a longo prazo.

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A Europa encontra-se, neste cenário, num dilema existencial. Durante anos, o Velho Continente posicionou-se como o farol da transição verde, acreditando que a liderança pelo exemplo arrastaria as outras potências. Agora, Bruxelas vê-se sozinha numa arena onde as regras mudaram. O impacto económico é direto: as empresas europeias, sujeitas a normas ambientais rigorosas e a custos de emissão elevados, enfrentam a concorrência de indústrias norte-americanas que, libertas de amarras climáticas, poderão produzir de forma mais barata e agressiva. Esta assimetria cria uma pressão política interna insustentável, alimentando movimentos que exigem o desmantelamento do Pacto Ecológico Europeu em nome da sobrevivência industrial.

Todavia, o contexto de 2026 acrescenta uma camada de complexidade que não existia em crises anteriores: a reemergência da economia de guerra. A reorganização militar europeia, acelerada pela instabilidade nas fronteiras de Leste e pela incerteza sobre o papel da NATO perante o novo isolacionismo dos EUA, está a drenar os orçamentos públicos. Factos recentes mostram que vários Estados-membros da União Europeia reviram os seus orçamentos de Estado para priorizar a defesa e a segurança interna, muitas vezes à custa de dotações que estavam previstas para a infraestrutura energética verde. A narrativa do “inimigo às portas” é uma ferramenta poderosa que altera a psicologia das populações, movendo o foco do risco climático abstrato para a ameaça militar concreta.

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Neste ambiente, a “política de guerra” torna-se o contexto dominante. O medo é um excelente catalisador de prioridades, mas é também um inimigo da transparência. Sob o manto da segurança nacional, decisões orçamentais críticas são tomadas de forma opaca, e o investimento em resiliência climática é frequentemente rotulado como um luxo que o continente não pode agora pagar. O perigo que antevejo é a normalização desta escolha binária — ou armas ou clima —, quando, na verdade, a segurança de um país no século XXI depende tanto da sua autonomia energética e estabilidade climática como do seu poder de fogo. A militarização do discurso político está a asfixiar o debate sobre o futuro do planeta.

Para o cidadão comum, esta turbulência traduz-se em ansiedade quotidiana. A inflação energética, que já era uma ferida aberta, ganha novos contornos com a incerteza sobre os investimentos em energias limpas. Se os governos hesitam na transição, os mercados reagem com volatilidade. O preço da eletricidade, o custo dos bens alimentares afetados por secas extremas e a incerteza sobre o emprego nas indústrias em transformação criam um caldo de cultura para a desconfiança nas instituições. As pessoas sentem que estão a pagar a fatura de um jogo geopolítico que não controlam, onde a segurança parece ser um conceito cada vez mais escasso e caro.

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O enfraquecimento dos mecanismos multilaterais da ONU, resultante da retirada norte-americana, deixa também um vazio perigoso na gestão de recursos básicos. Sem uma supervisão global credível, as disputas por água, terras aráveis e minerais críticos para a tecnologia tendem a intensificar-se, podendo degenerar em conflitos regionais. A ciência, através do IPCC e de outros organismos independentes, tem sido clara ao afirmar que a crise climática é um multiplicador de ameaças. Ao ignorar este facto em favor de uma agenda militar clássica, a liderança política ocidental está a tratar os sintomas enquanto permite que a doença se torne incurável.

A nível diplomático, a ausência dos EUA nos fóruns climáticos retira o peso necessário para impor sanções ou incentivos que forcem o cumprimento de metas. A Agência Internacional de Energia (IEA) tem alertado para o facto de que a falta de coordenação global pode levar a um excesso de investimento em combustíveis fósseis que, embora pareçam uma solução rápida para a independência energética, condenarão as economias a ativos obsoletos e a um aquecimento catastrófico. É uma armadilha de curto prazo que a Europa não pode dar-se ao luxo de ignorar.

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Perante este quadro, qual deve ser o rumo europeu? Creio que a resposta não passa por mimetizar o isolacionismo americano ou por abandonar as metas verdes em favor de um militarismo cego. A Europa precisa de assumir uma diplomacia climática de resistência, mas que seja simultaneamente pragmática e realista. Isto significa que a transição energética deve ser apresentada e executada como a maior garantia de soberania nacional. Produzir energia em solo europeu, através de fontes renováveis, é uma medida de defesa tão eficaz como o reforço de um batalhão de tanques. A independência energética é a única forma de retirar o poder de chantagem às potências autocráticas.

É fundamental que os governos europeus mantenham a transparência nos seus gastos. A “segurança” não pode ser um cheque em branco que anule o escrutínio público sobre as políticas ambientais. É necessário investir na resiliência das infraestruturas e na adaptação dos territórios, preparando as populações para os impactos climáticos que, de acordo com a Agência Europeia do Ambiente, já são inevitáveis. A defesa da democracia informada é a nossa melhor arma contra o populismo que se alimenta do medo e da desinformação climática.

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Proponho, por isso, que a União Europeia lidere a criação de um novo bloco de cooperação climática, que inclua potências regionais e economias emergentes dispostas a manter as regras do jogo. Se os Estados Unidos optaram pela ausência, o resto do mundo deve demonstrar que a economia do século XXI será verde, com ou sem Washington. A liderança não se herda, conquista-se pela persistência e pela capacidade de manter o rumo no meio da tempestade.

Em conclusão, o inverno que chega de Washington não deve congelar as ambições europeias. A história ensina-nos que os momentos de maior incerteza são aqueles em que as decisões mais audazes produzem resultados mais duradouros. Não podemos permitir que o som dos tambores de guerra abafe o clamor de um planeta em agonia. O verdadeiro realismo político hoje consiste em compreender que não haverá nações seguras num mundo climaticamente destruído. A nossa melhor defesa é, e continuará a ser, a coragem de construir um futuro que não dependa da destruição do nosso próprio lar. Seria um erro histórico trocar o oxigénio das próximas gerações pela pólvora do presente. Seria, acima de tudo, uma derrota da inteligência humana.

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Garantir que a transição climática continue a ser o eixo central da política europeia, integrando-a na estratégia de segurança e não a tratando como um acessório, é o único caminho para que a Europa não se torne irrelevante num mundo em convulsão. Seria útil que os nossos líderes recordassem que a paz não se mantém apenas com exércitos, mas com a estabilidade de um ecossistema que permita a vida. Seria útil, enfim, que tivéssemos a lucidez de não nos deixarmos cegar pelo medo, porque é no escuro que se perdem as melhores oportunidades de salvação. Seria útil que a Europa fosse, agora mais do que nunca, a Europa.

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Alentejo

Contratempos na 10.ª etapa afastam João Ferreira do “top 10” do Dakar

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A 10.ª etapa do Rali Dakar, realizada esta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, revelou-se determinante para as aspirações da dupla portuguesa João Ferreira e Filipe Palmeiro. Após iniciarem a tirada num sólido 10.º lugar da classificação geral, os pilotos sofreram uma queda acentuada na tabela, ocupando agora a 21.ª posição, fruto de uma sucessão de incidentes mecânicos e infortúnios em pista.

O primeiro grande desafio surgiu com uma fuga de óleo que deixou o veículo sem direção hidráulica. A dupla foi forçada a percorrer cerca de 50 quilómetros nestas condições adversas, conseguindo apenas solucionar o problema técnico durante a paragem no Pit Stop. O esforço físico e a perda de tempo acumulada foram, contudo, agravados por um novo incidente já na fase final da etapa.

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A cerca de 100 quilómetros da meta, numa zona de velocidade limitada a 30 km/h, a visibilidade reduzida pela poeira de um veículo precedente levou a um embate violento numa pedra. O impacto resultou no arrancamento de uma das rodas dianteiras, comprometendo definitivamente o ritmo da equipa. João Ferreira concluiu a etapa na 141.ª posição, com um atraso superior a duas horas e quarenta minutos face ao vencedor do dia, o polaco Erik Goczal.

Com estes resultados, o piloto de Leiria desce para o 21.º posto da classificação geral, ficando a quase três horas do novo líder da prova, o espanhol Nani Roma. A frente da corrida está agora particularmente renhida, com Carlos Sainz em segundo lugar a apenas 57 segundos do líder e Nasser Al-Attiyah na terceira posição, a pouco mais de um minuto da liderança.

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Alentejo

Marvão prepara ligação do Caminho da Raia à Extremadura espanhola

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O Município de Marvão, o Ayuntamiento de Valencia de Alcántara e a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo reuniram-se para avançar com a ligação do Caminho da Raia, integrado nos Caminhos de Santiago no Alentejo e Ribatejo, à Extremadura espanhola.

O encontro teve como objetivo concretizar um projeto considerado estruturante para o território raiano entre Marvão e Valencia de Alcántara, reforçando a cooperação transfronteiriça e a valorização do turismo religioso e de natureza.

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Na reunião participaram o vice-presidente da Câmara de Marvão, Luís Costa, a vereadora Teresa Simão, o alcalde de Valencia de Alcántara, Alberto Piris Guapo, e o vice-presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Pedro Beato.

O Caminho da Raia estende-se por mais de 300 quilómetros, atravessando vários concelhos do Alentejo, entre os quais Mértola, Serpa, Moura, Mourão, Reguengos de Monsaraz, Alandroal, Vila Viçosa, Elvas, Campo Maior, Arronches, Portalegre, Marvão, Castelo de Vide e Nisa.

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Este itinerário permite aos peregrinos e caminhantes conhecerem um vasto património natural e cultural, marcado pelas tradições, gastronomia e identidade da região raiana, num percurso onde a história e o simbolismo jacobeu estão presentes ao longo de todo o trajeto.

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