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Piscina fluvial de São Julião degradada pelas cheias continua sem solução conhecida

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A infraestrutura foi apresentada em 2021 como uma mais-valia para a freguesia. Em dezembro de 2023 já constava entre os problemas comunicados à Câmara de Portalegre. Em junho de 2024, uma ata oficial registava degradação, danos provocados pelas cheias e risco de queda de partes da estrutura. Um ano depois, a Junta admitia que poderia não haver qualquer intervenção de fundo.

A Piscina Fluvial de São Julião, situada na zona da Casa Nova, no concelho de Portalegre, encontra-se degradada e sem condições para desempenhar plenamente a função de lazer e apoio à população para a qual foi criada. Uma denúncia enviada por um residente da freguesia descreve uma ponte pedonal destruída, equipamentos desaparecidos ou danificados, zonas de estadia deterioradas e uma área balnear que terá perdido grande parte da sua funcionalidade.

O relato é recente, mas o problema não é novo. A documentação pública consultada permite recuar, pelo menos, a dezembro de 2023 para encontrar referências formais à necessidade de intervenção no local. Mais importante ainda: atas da Assembleia de Freguesia confirmam que os danos foram associados às cheias, que existia preocupação com a segurança dos utilizadores e que a Câmara Municipal de Portalegre já tinha sido informada.

A infraestrutura aparece nos documentos oficiais com duas designações: “Piscina Fluvial de São Julião” e “Praia Fluvial de São Julião”. Não foi possível confirmar, nesta fase, se o equipamento possui classificação oficial como água balnear, se estava sujeito a análises regulares da qualidade da água ou se dispunha de um regime formal de vigilância e segurança durante o verão. Estas serão algumas das questões a colocar ao Município de Portalegre e às restantes entidades competentes.

Uma obra apresentada como mais-valia para a freguesia

Em agosto de 2021, o executivo da União das Freguesias de Reguengo e São Julião registou em ata que se congratulava com a obra da piscina fluvial, considerando-a uma “mais-valia em termos de espaço de lazer na freguesia”. O documento refere igualmente que o funcionamento da piscina decorrera dentro do esperado, apesar das condicionantes impostas pela pandemia de covid-19.

A referência confirma que não se tratava apenas de um local natural utilizado informalmente para banhos. A piscina fluvial era reconhecida pelo poder local como uma infraestrutura destinada ao recreio e ao convívio da população.

A sua existência assume particular importância numa freguesia rural e dispersa, integrada no território da Serra de São Mamede, onde os espaços públicos de lazer são escassos e onde as distâncias condicionam o acesso a equipamentos alternativos.

O problema já estava sinalizado em dezembro de 2023

A primeira referência encontrada à necessidade de resolver problemas na piscina fluvial surge num relatório de atividade da União das Freguesias, referente ao período terminado em 6 de dezembro de 2023.

Entre os trabalhos e diligências desenvolvidos, a Junta registou um “contacto com a Câmara Municipal de Portalegre no sentido de sinalizar situações a resolver futuramente”, identificando expressamente a piscina fluvial, abatimentos e obstruções de manilhas em ribeiros.

O documento não especifica a dimensão dos danos, a data exata em que ocorreram nem o conteúdo da comunicação enviada à Câmara. Demonstra, contudo, que a situação da piscina já era conhecida e tinha sido transmitida ao município antes do final de 2023.

Esta cronologia é relevante porque afasta a possibilidade de se tratar de uma degradação súbita ou desconhecida pelas entidades locais.

Cheias deixaram estrutura degradada e com risco de queda

O alerta tornou-se mais explícito na sessão da Assembleia de Freguesia realizada em 17 de junho de 2024.

Segundo a respetiva ata, a eleita Alexandra Miranda chamou a atenção para o estado da Praia Fluvial de São Julião, afirmando que o espaço se encontrava “bastante degradado” devido às cheias ocorridas durante o inverno. A intervenção registou ainda a existência de risco de queda de algumas partes da estrutura.

O presidente da Junta respondeu que a freguesia não tinha capacidade nem responsabilidade para assegurar a manutenção do espaço. Acrescentou que já tinham sido efetuados contactos com a Câmara Municipal de Portalegre para alertar para o problema, mas que, até àquela data, não tinha sido recebida informação sobre qualquer processo de reparação.

A mesma ata revela que a questão não foi considerada secundária. A eleita anunciou que enviaria também uma comunicação à Câmara, defendendo que a reparação era relevante para a segurança dos utilizadores. O presidente da Junta comprometeu-se a reiterar a preocupação junto do município.

Foi ainda decidido introduzir uma referência no projeto turístico local São Mamede 1025, alertando os visitantes para o facto de o espaço se encontrar a aguardar reparação.

Ou seja, em junho de 2024, existiam já quatro elementos formalmente reconhecidos: danos causados pelas cheias, degradação significativa, riscos para a segurança e conhecimento prévio da situação pela Câmara Municipal.

Em junho de 2025 continuava sem estar prevista uma intervenção profunda

A situação voltou a ser discutida um ano depois, na Assembleia de Freguesia de 24 de junho de 2025.

Questionado novamente sobre a Piscina Fluvial de São Julião, o presidente da Junta afirmou que, “possivelmente, não irá ser feita nenhuma intervenção de fundo no local”. Na mesma reunião foi solicitada a pintura de uma ponte existente na zona da Casa Nova e foram levantados problemas relacionados com a manutenção do percurso pedestre da Grande Rota das Cascatas.

A ata não permite determinar se a ponte cuja pintura foi solicitada corresponde à ponte pedonal que o morador descreve atualmente como destruída. Podem estar em causa estruturas diferentes ou uma degradação posterior. Essa identificação terá de ser esclarecida através de visita ao local, registo fotográfico e confronto com os projetos e inventários municipais.

Ainda assim, a declaração sobre a ausência provável de uma intervenção de fundo demonstra que, em meados de 2025, não existia uma solução estrutural conhecida para a recuperação da piscina.

Nas ações desenvolvidas pela Junta até 23 de junho de 2025 surgem trabalhos de manutenção em vários equipamentos, incluindo fontes, pontes, aquedutos, muros e a piscina do Reguengo. Não é identificada qualquer intervenção equivalente na piscina fluvial de São Julião.

O contraste com o investimento na Grande Rota das Cascatas

O abandono denunciado ganha maior relevância quando analisado no contexto da política municipal para o turismo de natureza.

A Câmara de Portalegre promove a Grande Rota das Cascatas da Serra de São Mamede, designada GR61, como um percurso linear com 32,5 quilómetros, localizado junto ao limite oriental do concelho e próximo da fronteira espanhola. O percurso atravessa paisagens de elevado valor ecológico e geológico, incluindo galerias ripícolas, montados, carvalhais, soutos, vinhas e zonas de pastagem.

Em 2023, o município lançou uma intervenção destinada a melhorar as condições de visitação e segurança da rota. A operação incluiu escadarias de acesso às cascatas, sinalização, um miradouro na Cabroeira, recuperação de pontes existentes e construção de uma nova ponte. A Câmara anunciou a conclusão do projeto em abril de 2024, com cofinanciamento do Fundo Ambiental.

Uma empreitada autónoma, adjudicada por 9.996 euros, acrescidos de IVA, destinou-se à recuperação de quatro pontes da rota. Duas delas, as pontes dos Rasos e da Barroca do Lobo, situam-se em São Julião. Segundo o município, encontravam-se em mau estado de conservação e não garantiam a segurança dos transeuntes. A operação recebeu financiamento de 95% do Fundo Ambiental.

O Boletim Municipal de 2024 apresenta um investimento total de 167.369,70 euros na candidatura da Grande Rota das Cascatas, igualmente financiada em 95% pelo Fundo Ambiental. Entre dezembro de 2023 e o final de setembro de 2024, os sistemas de contagem instalados nas cascatas do Pego do Inferno e do Monte Sete terão registado cerca de seis mil visitantes.

Os números não dizem respeito à piscina fluvial nem ao troço da Casa Nova, mas demonstram que existe procura efetiva por espaços naturais e percursos pedestres no concelho. Nas Grandes Opções do Plano para 2025, o próprio município reconheceu que os registos obtidos nos passadiços, pontes e miradouros eram indicadores do interesse turístico por este património.

Casa Nova integra a estratégia turística da Serra de São Mamede

A ligação entre a Casa Nova e a Cascata da Cabroeira também se encontra registada em documentação municipal anterior.

Numa reunião da Câmara de Portalegre de 2018 foi discutida a possibilidade de estabelecer, no percurso Casa Nova–Cascata da Cabroeira, uma pequena ligação pedonal a Espanha, com aproximadamente um quilómetro. A intenção confirma a relevância estratégica daquela zona para os percursos transfronteiriços e para o turismo de natureza.

A Cascata da Cabroeira, também conhecida como Cascata da Rabaça, é atualmente divulgada pelo município como um dos elementos naturais da freguesia de São Julião. A própria Casa Nova surge identificada entre os lugares que integram a união de freguesias.

Neste contexto, a piscina fluvial não deve ser analisada apenas como um equipamento balnear isolado. A sua localização pode torná-la um ponto de apoio, repouso e permanência para residentes, caminhantes e visitantes da serra.

Um espaço de lazer num território vulnerável ao calor e à perda de população

Tiago Lucena, residente em São Julião e autor da denúncia, considera que a degradação da infraestrutura prejudica a qualidade de vida da população e reduz a capacidade da freguesia para atrair visitantes e novos residentes.

Segundo o morador, a zona tem recebido uma procura crescente por parte de cidadãos espanhóis, de outros países europeus e de portugueses interessados em viver próximo da natureza. A piscina fluvial, sustenta, poderia funcionar como espaço de encontro, convivência e integração comunitária.

O residente salienta ainda a importância destes equipamentos durante os períodos de calor intenso. Em freguesias rurais, com população dispersa e envelhecida, uma zona balnear próxima pode desempenhar uma função social que ultrapassa o simples lazer: permite reduzir o isolamento, criar pontos de encontro e oferecer um local de permanência durante os meses mais quentes.

No entanto, qualquer utilização pública exige condições de segurança. Uma ponte destruída, estruturas instáveis, equipamentos degradados ou acessos danificados podem representar riscos que obrigam à sinalização e, quando necessário, à interdição do local.

As perguntas que permanecem sem resposta

A documentação consultada confirma que a piscina foi valorizada institucionalmente em 2021, que os problemas foram comunicados à Câmara em 2023, que em junho de 2024 existia degradação provocada pelas cheias e risco de queda de estruturas e que, em junho de 2025, a Junta admitia não estar prevista uma intervenção de fundo.

Não foi encontrada, na documentação pública pesquisada, informação que permita saber se o Município de Portalegre elaborou um levantamento técnico dos danos, se existe um projeto de reconstrução, se foram reservadas verbas, se a estrutura está segurada ou se foi formalmente interditada.

Também permanece por esclarecer a titularidade do equipamento e a distribuição concreta das responsabilidades entre a Câmara Municipal e a União das Freguesias de Reguengo e São Julião.

A recuperação terá ainda de considerar a vulnerabilidade do local às cheias. Reconstruir as mesmas estruturas, com os mesmos materiais e no mesmo enquadramento, sem estudar os caudais, as enxurradas e o transporte de detritos, poderá apenas adiar uma nova destruição.

Mais do que reparar uma ponte ou substituir equipamentos, será necessário avaliar se a piscina fluvial pode ser reconstruída através de soluções resistentes, desmontáveis ou adaptadas ao comportamento da linha de água.

Entre o investimento turístico e o abandono local

O caso da Piscina Fluvial de São Julião expõe uma contradição que o Município de Portalegre deverá esclarecer.

Por um lado, a Câmara investiu na Grande Rota das Cascatas, recuperou pontes, construiu acessos, instalou miradouros e apresentou o turismo de natureza como uma aposta estratégica para o concelho. Por outro, uma infraestrutura de lazer situada numa freguesia integrada nesse território permanece, segundo os documentos oficiais e a denúncia recebida, degradada desde as cheias.

A questão já não reside apenas em saber quando será reparada. Importa perceber quem é responsável, que diligências foram realizadas desde 2023, se existiu avaliação do risco e por que motivo não foi encontrada uma solução durante três ciclos de verão.

A resposta será determinante para avaliar se a piscina fluvial representa apenas uma obra perdida pelas cheias ou o sintoma de um problema mais profundo: a dificuldade das freguesias rurais em conservar equipamentos públicos, mesmo quando estes podem contribuir para a segurança, o bem-estar, o turismo e a permanência das populações no interior.

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AMAR A TERRA | Fatacil’26 21–30 agosto · LagoaA CCDR Algarve leva à FATACIL, …

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AMAR A TERRA | Fatacil’26
21–30 agosto · Lagoa

A CCDR Algarve leva à FATACIL, em Lagoa, um programa dedicado à valorização da agricultura, da produção regional e dos recursos do território — e à reflexão sobre o futuro de um setor estratégico para a região.

Durante 10 dias, o espaço AMAR A TERRA será ponto de encontro entre produtores, empresas, projetos e visitantes, com atividades que dão a conhecer o que o Algarve produz, a inovação que está a transformar o setor e os instrumentos que apoiam o desenvolvimento da região.

Apresentações e provas de produtos
Showcookings
Exposição de Raças Autóctones
Concurso XXXI Concurso Nacional da raça Ovina Churra Algarvia
Concurso do Mel do Algarve
Seminário «O Futuro da Agricultura Algarvia na Próxima Década»
Experiência Interativa MAR 2030

#AmarATerra #FATACIL26 #CCDRAlgarve #Algarve #Agricultura #MAR2030 #Lagoa

Mais informações em www.ccdr-alg.pt




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Esclarecimento: Listas provisórias para atribuição de habitação social

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O Município de Lamego divulgou as listas das candidaturas elegíveis e não elegíveis ao concurso para Atribuição de Habitações Sociais. Estas listas são provisórias e apenas serão ordenadas depois de concluído o procedimento de audiência prévia.

As candidaturas não elegíveis resultam da falta de documentos exigidos no Programa de Concurso, nomeadamente a não entrega de certidões de não dívida ao Município, à Autoridade Tributária e à Segurança Social. Os munícipes que têm a sua situação financeira irregular devem proceder à sua urgente regularização. Todos os candidatos dispõem do prazo de 10 dias úteis, contado da data da afixação do edital, para exercer o respetivo direito de audiência, nos termos do Código do Procedimento Administrativo.

Este procedimento decorre no âmbito do Programa 1º Direito, desenvolvido por esta autarquia, durante o qual o júri avaliou 150 candidaturas, número superior às habitações a entregar.

Pode consultar a ordenação das candidaturas do Programa do Concurso para Atribuição de Habitações Sociais em www.cm-lamego.pt e nos locais de estilo.



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CM Pampilhosa da Serra / Festas do Concelho 2026 celebraram a identidade, a união e o orgulho de ser Pampilhosa da Serra

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As Festas do Concelho de Pampilhosa da Serra chegaram ao fim depois de cinco dias de intensa celebração, deixando na Praça do Regionalismo um rasto de alegria, encontros, música, tradição e memórias que prometem permanecer muito para além do encerramento do certame.

Entre os dias 12 e 16 de agosto, milhares de pessoas passaram pelo recinto para viver uma das principais celebrações do concelho, num ambiente marcado pela forte adesão do público, pelo convívio entre gerações e por um sentimento de união que, ano após ano, continua a fazer destas festas um momento muito especial para os Pampilhosenses, para quem regressa à terra e para todos os que escolhem Pampilhosa da Serra para celebrar.

O programa musical voltou a assumir um papel de destaque, com um cartaz diversificado e pensado para abranger diferentes públicos e gostos. Dos concertos de grandes nomes da música portuguesa às atuações de artistas e grupos locais, passando pelos bailaricos, ranchos folclóricos, grupos de bombos, concertinas e DJ’s, foram muitos os momentos que fizeram vibrar o recinto e prolongaram a festa noite dentro.

FF e o Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense, Van Zee, Fernando Daniel, Bárbara Tinoco e Micaela protagonizaram alguns dos momentos mais aguardados, levando ao palco diferentes sonoridades. Mas a música das Festas do Concelho fez-se também daquilo que nasce dentro do território: do talento dos artistas locais, da energia dos grupos e associações do concelho e de uma programação que nunca esqueceu as raízes e a identidade serrana.

Foi precisamente nessa ligação entre o que somos e aquilo que queremos mostrar que a XXVII Feira de Artesanato e Gastronomia voltou a assumir um lugar de destaque. O evento reuniu artesãos, produtores, associações, coletividades, instituições e as oito Juntas de Freguesia do concelho, transformando a Praça do Regionalismo num verdadeiro retrato da diversidade, da criatividade e da autenticidade de Pampilhosa da Serra, mas também da região.



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A CCDR NORTE e a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) des…

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A CCDR NORTE e a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) desenvolvem, anualmente, o controlo da maturação das uvas na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, com o objetivo de apoiar os viticultores no acompanhamento da evolução das uvas e na previsão das datas de vindima.

O plano de 2026 acompanha 13 castas, através da recolha de amostras em 76 pontos de amostragem, distribuídos pelas sub-regiões dos Vinhos Verdes, ao longo de um ciclo de seis semanas.

A análise de diferentes parâmetros físico-químicos permite acompanhar a evolução da maturação e apoiar a definição do momento mais adequado para a vindima, em função das características pretendidas para o produto final.

Os dados e resultados do Plano de Controlo da Maturação 2026, incluindo a evolução dos parâmetros analisados e as previsões de vindima por sub-região, estão disponíveis para consulta.

Consulte o estudo completo em: geoportal.ccdr-n.pt



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