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Portugal é Cultura

Portugal é Cultura : Festas da Ascensão

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Esta semana o Portugal é Cultura está no Coração do Ribatejo, na vila da Chamusca , nas festas da Ascensão, onde ocorre uma das maiores manifestações culturais, que durante nove dias traz milhares de pessoas a estas terras Ribatejanas.

A Semana da Ascensão da Chamusca é conhecida por reunir todas as paixões culturais e gastronômicas da região e atrair anualmente milhares de visitantes. No ano passado, mais de 100 mil pessoas visitaram a vila durante a Semana da Ascensão, vindo de diversas regiões do país para conhecer as raízes, a cultura, a tradição e desfrutar dos diversos espetáculos musicais, teatrais, folclóricos, provas desportivas e da tradicional gastronomia da região. O evento inclui também exposições de artesanato e produtos regionais, festa brava, atividades equestres e atividades culturais tradicionais.

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Um dos momentos mais aguardados da Semana da Ascensão é a tradicional Entrada de Toiros, que ocorre na Quinta-Feira de Espiga, dia 18 de maio. Nesse dia, os touros percorrem a artéria principal da vila, desde a antiga Cooperativa da Chamusca até à centenária praça de toiros. A entrada de toiros é um espetáculo emocionante que atrai milhares de entusiastas, recriando a tradição de outros tempos em que os animais eram trazidos da lezíria para a cidade.

Esse momento, que dura pouco mais de três minutos, é lembrado por todos que o vivenciam. A emoção é palpável durante a entrada dos touros na Chamusca, e esse evento tem um lugar especial na memória daqueles que o presenciam.

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A presença dos animais nesse evento remete a outros tempos em que os animais eram trazidos da charneca e das ganadarias para a vila. Naquela época, a chegada dos touros bravos à Chamusca era um momento emocionante para a população, pois esses animais desempenhavam um papel importante no trabalho agrícola e na tradição tauromáquica.

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Podcast nº 8: Custos de contexto – Burocracia que asfixia a economia

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Neste podcast, baseado num texto de Carlos Tavares, analisa-se o conceito de custos de contexto, definindo-os como entraves externos que prejudicam a competitividade empresarial sem que a culpa recaia sobre os investidores. O autor destaca que áreas como o sistema judicial, o licenciamento e a complexidade fiscal continuam a ser barreiras críticas ao desenvolvimento económico, de acordo com dados recentes. Para além dos indicadores oficiais, são apontados problemas estruturais graves, nomeadamente a corrupção, os elevados preços da energia e o peso excessivo da economia paralela. A análise crítica sugere que a estagnação da produtividade nacional resulta da incapacidade política em reformar estes obstáculos históricos. Em suma, o documento serve como um alerta sobre como a inércia institucional impede a convergência económica de Portugal com os seus parceiros europeus.

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Podcast nº 9: O falhanço dos benefícios fiscais à inovação

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Este podcast baseia-se num texto de Carlos F. Alves que chama à atenção para a ineficácia das políticas públicas portuguesas de incentivo ao investimento e à inovação. O autor destaca que, apesar de Portugal ser o país da OCDE que mais gasta em benefícios fiscais para I&D, os resultados no investimento privado permanecem muito abaixo da média internacional. A análise aponta para um sistema fiscal excessivamente complexo, fragmentado e dependente de taxas elevadas que sufocam o crescimento económico. Comparando com o modelo de Israel, sugere-se uma reforma profunda que privilegie a avaliação rigorosa de resultados e a eliminação de programas inúteis. Por fim, defende-se uma ligação mais estreita entre universidades e empresas, focada na transferência real de tecnologia em vez de meras métricas académicas.

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Podcast nº 10: A Europa está refém de tecnologia estrangeira

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Este podcast analisa um texto de João Ribeiro-Bidaoui que analisa a negligência diplomática europeia perante a crescente dependência tecnológica face a potências externas, especialmente os Estados Unidos. O autor argumenta que as missões diplomáticas falharam ao não monitorizarem preventivamente os riscos de soberania de dados e a acumulação de infraestruturas críticas em mãos estrangeiras. Para inverter este cenário, propõe-se uma reforma metodológica que inclua a criação de postos especializados em polos globais de inovação e uma maior literacia digital dos diplomatas. É enfatizada a necessidade de produzir análises métricas rigorosas e inventários de dependências que permitam aos decisores políticos agir antes que o controlo operacional se perca. O artigo sugere que a autonomia estratégica da Europa depende da transição de uma diplomacia meramente descritiva para uma função de inteligência técnica e estratégica ativa. Desta forma, a eficácia diplomática será medida pela capacidade de antecipar ruturas e garantir a resiliência das instituições europeias no ecossistema digital.

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Podcast nº 7: A ilusão da transição energética europeia

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Este podcast baseia-se numa análise crítica da estratégia de transição energética implementada entre 2010 e 2024, centrando-se no contexto da União Europeia e de Portugal, da autoria de João Jesus Ferreira. O autor defende que, apesar de investimentos globais trilionários, não houve uma substituição efetiva dos combustíveis fósseis, mas sim uma adição energética para satisfazer a crescente procura mundial. A investigação destaca que a integração de energias renováveis intermitentes gera custos sistémicos elevados, o que prejudica a competitividade industrial e aumenta os preços finais da eletricidade. Adicionalmente, o texto alerta para os impactos negativos na ocupação do solo e na soberania alimentar, questionando a eficácia de metas ambientais europeias isoladas perante o cenário global de emissões. Conclui-se que a atual política carece de uma visão sistémica e pragmática, sugerindo que o modelo atual poderá resultar numa maior fragilidade económica e social se não for profundamente reavaliado.

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