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Portugal é Cultura: Reveja aqui alguns dos melhores momentos da Semana da Ascensão

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Portugal é Cultura esteve no Coração do Ribatejo, na vila da Chamusca , nas festas da Ascensão, onde ocorre uma das maiores manifestações culturais, que durante nove dias traz milhares de pessoas a estas terras Ribatejanas.

A Semana da Ascensão da Chamusca é conhecida por reunir todas as paixões culturais e gastronômicas da região e atrair anualmente milhares de visitantes. Este ano, mais de 100 mil pessoas visitaram a vila durante a Semana da Ascensão, vindo de diversas regiões do país para conhecer as raízes, a cultura, a tradição e desfrutar dos diversos espetáculos musicais, teatrais, folclóricos, provas desportivas e da tradicional gastronomia da região. O evento inclui também exposições de artesanato e produtos regionais, festa brava, atividades equestres e atividades culturais tradicionais.

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Portugal é Cultura: Festa da Amizade de Benavente celebrou 53 anos de história e tradição

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A Festa da Amizade, transformaram-se num evento emblemático com 53 anos de história. Marcada por uma atmosfera de convívio e tradição, a festa reúne residentes e visitantes em torno de um programa repleto de atividades e espetáculos.

Tudo começou em 1969, quando um grupo de amigos decidiu organizar a primeira Festa da Amizade na esplanada do Cineteatro de Benavente. Partilhando despesas e preparando sardinhas, pão e vinho, convidaram outros amigos para se juntarem à celebração. A festa cresceu rapidamente em popularidade, ultrapassando as fronteiras da vila e tornando-se uma das maiores Festas Populares do país.

A tradição de assar sardinhas em Benavente no último sábado de junho perdura desde então. A partir das 22h00, fogareiros são espalhados pelas ruas da vila, assando cerca de 5.000 kg de sardinhas que são acompanhadas por 5.000 litros de vinho e 10.000 unidades de pão, tudo distribuído gratuitamente. Este momento representa o ponto alto da festa, mas o dia começa cedo com o desfile de Campinos, Cavaleiros Amadores e animais pelas ruas da vila. Seguem-se provas de condução de jogos de cabrestos. Os autênticos campinos, símbolos do Ribatejo, não perdem a oportunidade de participar na Festa da Amizade – Sardinha Assada de Benavente.

Um dos momentos mais emocionantes do sábado foi a entrada de um touro bravo, acompanhado por campinos e cabrestos, pelas ruas da vila. Num percurso de aproximadamente 1 km, na EN118, os campinos demonstram a sua destreza ao conduzir o touro pelo asfalto e levá-lo à manga das largadas. As largadas de touros, sempre muito participadas, são a maior expressão popular do Ribatejo.

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Alentejo Litoral

Emoção e tradição: Grandes nomes na Corrida de Toiros da XXXII PIMEL em Alcácer do Sal

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No próximo sábado, 22 de junho de 2024, às 19h00, a Feira do Turismo e Atividades Económicas – PIMEL, em Alcácer do Sal, será palco da tradicional corrida de toiros. O cartel deste ano é composto pelos prestigiados cavaleiros Marcos Bastinhas, Francisco Palha e António Telles Filho, prometendo uma noite de grande emoção e espetáculo.

Nesta edição, participarão também os renomados grupos de forcados de Montemor e de Alcochete, que enfrentarão seis imponentes toiros da Ganadaria Branco Núncio. A corrida de toiros é um dos momentos altos da PIMEL, atraindo aficionados e visitantes para uma celebração das tradições taurinas portuguesas.

Não perca esta oportunidade de assistir a um evento que combina bravura, tradição e destreza, consolidando a PIMEL como um ponto de encontro para os amantes da tauromaquia e da cultura portuguesa.

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Alentejo

As corridas de touros no Campo Pequeno e a crise da tauromaquia em Portugal

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A tauromaquia, especialmente no Campo Pequeno, enfrenta tempos desafiadores. A recente confirmação de apenas quatro corridas anuais levanta uma série de questões sobre a relevância e o apelo das touradas no cenário atual. Embora a parceria Ovação e Palmas/Toiros com Arte tenha anunciado elencos não desprovidos de mérito, a realidade é que estas escolhas não trazem o impacto esperado para um evento de tamanha importância.

A expectativa vs. a realidade

Esperava-se que os quatro eventos programados fossem grandes acontecimentos, capazes de esgotar a chamada Catedral da tauromaquia. No entanto, os elencos anunciados foram recebidos com uma mistura de desapontamento e críticas nas redes sociais. A comunidade taurina é particularmente vocal e, como em nenhum outro espetáculo, os “treinadores de bancada” e entendidos proliferam, cada um com a sua opinião sobre o que deveria ter sido feito.

As redes sociais: O novo mural de lamentações

As redes sociais, que substituíram as paredes como o lugar onde se escreve de tudo, são um espaço onde todos se sentem livres para expressar suas opiniões. Este fenômeno amplifica as críticas e as insatisfações, muitas vezes exacerbando problemas que poderiam ser resolvidos de forma mais construtiva.

A crise da adjudicação do Campo Pequeno

Um ponto crucial que merece destaque é a falta de iniciativa do setor tauromáquico durante a adjudicação do Campo Pequeno. Quando a praça foi a leilão, ninguém do mundo da tauromaquia se mobilizou para assumir a sua gestão. Isso resultou na aquisição por Álvaro Covões, um renomado empresário de espetáculos, que passou a utilizar a praça predominantemente para concertos, reservando apenas quatro datas anuais para as touradas. Este desinteresse inicial da comunidade taurina é agora uma causa de lamento, mas na altura, ninguém se apresentou para salvar a “Nossa Casa”.

A realidade das quatro corridas

Os elencos apresentados, embora competentes, carecem de novidade e impacto. A primeira corrida em julho, com Moura Júnior, Bastinhas e António Telles Filho, promete, mas é difícil prever uma lotação esgotada. A segunda, um concurso de pegas com seis cavaleiros, é criticada pela escolha dos grupos de forcados. A terceira, com o regresso de Rui Fernandes e a despedida de Rui Salvador, parece ter um apelo moderado. A quarta, com a despedida de Pablo Hermoso de Mendoza, é a única com potencial real de casa cheia.

A falta de aficionados e a inércia do público

Um dos problemas mais destacados é a ausência de público. As redes sociais fervilham com protestos sobre a diminuição do número de touradas, mas, paradoxalmente, as mesmas pessoas que reclamam não comparecem aos eventos. Esta falta de comparecimento apenas legitima a decisão de oferecer menos datas para touradas.

A Ausência de grandes nomes e inovação

A crítica também se estende à ausência de toureio a pé e de grandes nomes que poderiam atrair mais público. Luis Miguel Pombeiro, um dos empresários, justificou a ausência de matadores devido ao fracasso financeiro das corridas a pé nos anos anteriores. Isto levanta a questão: há realmente espaço para inovação na tauromaquia em Portugal ou estamos condenados à repetição de cartéis vulgares?

A análise dos cartéis do Campo Pequeno revela uma tentativa de manter viva uma tradição em tempos difíceis, mas também expõe a falta de visão e ousadia necessárias para revitalizar a tauromaquia. A comunidade taurina deve refletir sobre o seu papel e as suas ações, ou a falta delas, que levaram à situação atual. É essencial encontrar maneiras de atrair um público novo e garantir que a “Nossa Casa” não se torne apenas um palco para concertos, mas um verdadeiro centro de cultura taurina.

A responsabilidade recai sobre todos os envolvidos – empresários, aficionados e a própria estrutura da tauromaquia em Portugal. Sem uma mudança significativa, o risco é que, em breve, as touradas no Campo Pequeno se tornem uma memória distante, relegada às páginas da história.

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Tauromaquia

Fotógrafo taurino enfrenta perigosa cirurgia após acidente na monumental do Montijo

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Embora o estado clínico de Fernando Clemente se mantenha estável, a sua recuperação ainda depende da absorção de um grande coágulo sanguíneo no cérebro. Caso o organismo não consiga absorver o coágulo nas próximas 24 horas, poderá ser necessária uma intervenção cirúrgica, informaram fontes médicas.

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Foto: Jornal Farpas

O repórter fotográfico de 78 anos sofreu um grave traumatismo crânioencefálico com perda de consciência na Monumental do Montijo, após ser atingido por um porta dos curros, investido por um toiro durante o espectáculo da Capeia Arraiana. Clemente encontrava-se na trincheira, mas fora das protecções do burladero, essencial para a segurança de todos os presentes nas praças de toiros.

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Foto: Jornal Farpas

Internado no Serviço de Neurocirurgia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, Clemente está sob observação rigorosa e sujeito a novos exames durante pelo menos mais 24 horas. A evolução do seu estado de saúde será determinante para decidir a necessidade de cirurgia.

Clemente Fernando dos Santos Guerreiro, viúvo e sem filhos, já tinha sofrido um grave acidente em setembro de 2019, na praça de toiros da Moita, quando um toiro de mais de 500 quilos saltou a trincheira e o feriu gravemente, também fora de um burladero.

Recentemente, Clemente anunciou ao jornal “Farpas” a sua intenção de se retirar da actividade de fotógrafo taurino no próximo ano, quase a completar 80 anos de idade.

Este incidente levanta questões sobre o cumprimento do regulamento taurino, nomeadamente sobre a segurança dos profissionais que trabalham nas trincheiras. Segundo o regulamento, é imperativo que todas as pessoas na trincheira estejam devidamente protegidas dentro dos burladeros. A falha em cumprir esta norma coloca em risco a vida dos profissionais e expõe as empresas organizadoras a sérias responsabilidades legais.

Além disso, este acidente sublinha a necessidade de um seguro profissional adequado para os fotógrafos taurinos e outros trabalhadores das praças de toiros. A definição clara das condições de acesso às trincheiras e a responsabilidade das direcções das corridas em assegurar o cumprimento das normas de segurança são essenciais para prevenir futuros incidentes.

A empresa organizadora da corrida na Monumental do Montijo e a direcção do evento devem ser responsabilizadas por qualquer falha no cumprimento das regras de segurança. É crucial que as entidades reguladoras intervenham para garantir a protecção de todos os profissionais envolvidos no espectáculo taurino.

O estado de saúde de Fernando Clemente continuará a ser monitorizado de perto, e a sua recuperação dependerá das próximas horas críticas. Todos esperam que o organismo consiga absorver o coágulo, evitando assim uma cirurgia que, devido à idade avançada do paciente, representa um risco significativo.

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