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Economia

Portugal emite 3 mil milhões em dívida a 15 anos com juro de 3,6%

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Portugal emitiu 3 mil milhões de euros em dívida a 15 anos com uma taxa de juro de 3,6%. A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) colocou com sucesso obrigações do Tesouro a 15 anos através de uma venda sindicada de títulos a longo prazo, com a procura superando a oferta em quase seis vezes. A “yield” da emissão fixou-se em 75 pontos base acima da taxa “mid-swap” do euro a 15 anos. A operação foi realizada com o apoio dos bancos Barclays, BNP Paribas, Goldman Sachs Bank Europe, J.P. Morgan, Morgan Stanley e Novo Banco.

Alentejo

Minipreço com lucros de 596 milhões de euros

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O Minipreço do grupo Dia registou vendas líquidas de 596 milhões de euros em 2022, o que representou um ligeiro crescimento de 0,5% em relação ao ano anterior, apesar de ter reduzido 7% na rede de lojas.

O grupo Dia, fundado em 1979, tem cerca de 500 lojas espalhadas pelo país, sendo perto de 300 operadas em regime de franquia e 112 já operando sob o novo modelo comercial de lojas de bairro. Em comunicado, o conselho de administração descreveu 2022 como um ano “altamente desafiante”, mas que reforçou o compromisso com as famílias portuguesas e renovou a sua oferta de marca própria, lançando 229 novas referências em várias categorias de produtos.

Além disso, o grupo também alargou o seu serviço online a 55% da população, contando agora com 185 lojas com serviço de entrega expressa e 57 lojas com plataforma de compras online própria, o grupo Dia Portugal registrou um ligeiro crescimento de 0,5% nas vendas líquidas em 2022, chegando a 596 milhões de euros, apesar de ter reduzido 7% o número de lojas no país. De acordo com um comunicado da empresa, a estratégia de alargamento do serviço online e o lançamento de 229 novas referências de marca própria foram fundamentais para o sucesso do ano. O grupo Dia, fundado em 1979 e presente em Portugal, Espanha, Argentina e Brasil, registrou um crescimento de 9,6% nas vendas líquidas consolidadas, chegando a 7.286 milhões de euros em 2022.

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Alentejo

Portugal perde liderança no desenvolvimento do Hidrogénio Verde para Espanha

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O hidrogénio verde é considerado uma das principais fontes de energia limpa do futuro, e muito tem sido feito e legislado em relação a este tema. No entanto, ainda estamos longe de alcançar o que é necessário para alcançar uma economia de hidrogénio verde realmente sustentável.

Um exemplo disso é o que está a acontecer na Espanha, onde o porto de Valencia será palco da primeira operação de carregamento de hidrogénio verde na Europa, como parte do projeto H2PORTS, financiado pela União Europeia. Além disso, a Espanha também possui a maior central de produção de hidrogénio verde na Europa, com uma capacidade de eletrólise de 20 MW, localizada na cidade de Puertollano.

Em contraste, Portugal tem estado atrás na implementação do hidrogénio verde. Em 2019, o país assistiu ao primeiro leilão para licenças de produção de energia fotovoltaica, com preços incrivelmente baixos, foi um sinal claro de que Portugal estava pronto para investir em fontes de energia renováveis. No entanto, ao contrário de Espanha, que tem se destacado no desenvolvimento do setor do hidrogénio verde, Portugal ainda está longe de alcançar o seu potencial nesta área.

Em 2019, o Governo Português lançou a Estratégia Nacional do Hidrogénio, e também integrou o hidrogénio na regulamentação do sistema nacional de gás. No entanto, ainda há muito a ser feito para aproveitar ao máximo as oportunidades do hidrogénio verde. Por exemplo, os leilões para a produção de hidrogénio verde estão atrasados, e ainda há questões técnicas a serem resolvidas, como a definição de prioridades para a injeção de hidrogénio nas redes.

Além disso, é importante notar que, apesar do progresso em alguns projetos, como o projeto âncora de Sines, ainda hoje não se materializou.

A verdade é que, apesar de todas as ações tomadas pelo anterior Ministro da Transição Energética, o desenvolvimento do hidrogénio verde em Portugal ainda está longe do que é necessário. A Espanha tem uma dianteira significativa neste setor, com projetos já em funcionamento e outros em fase de testes e validação.

É preciso que Portugal tome medidas concretas para alcançar a meta de 10% de hidrogénio verde na matriz energética até 2030, estabelecida pela União Europeia. Isso inclui acelerar os processos de licenciamento, investir em tecnologias de produção e armazenamento de hidrogénio e criar incentivos para a sua utilização.

É importante destacar que o hidrogénio verde é uma peça fundamental na transição energética, pois pode ser usado como fonte de energia limpa e renovável, além de poder ser armazenado e transportado com facilidade. Se Portugal não agir rapidamente, pode perder o bonde da história e ficar paratrás no desenvolvimento do hidrogénio verde.

Embora o projeto âncora de Sines tenha sido visto como uma oportunidade para o país se posicionar na vanguarda do desenvolvimento do hidrogénio verde, infelizmente, devido a atrasos no licenciamento dos projetos, falta de definição de regras e prioridades na injeção de hidrogénio nas redes e outros problemas, Portugal acabou por perder a sua posição de liderança e está agora a tentar recuperar terreno perdido.

É importante que as autoridades e a indústria trabalhem juntas para garantir que Portugal não perca mais tempo e oportunidades no desenvolvimento do hidrogénio verde. É necessário tomar medidas para acelerar o processo de licenciamento, definir as regras e prioridades para a injeção de hidrogénio nas redes e investir em projetos e tecnologias que possam colocar o país novamente na dianteira do setor.

Em resumo, o hidrogénio verde é uma tecnologia crucial para alcançarmos uma economia de baixo carbono e para atingirmos os objetivos de neutralidade carbónica. Portugal tem o potencial de se tornar um líder no setor, mas precisamos agir rapidamente para não perdermos mais tempo e oportunidades.

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Portugal

Preço dos combustíveis volta a subir esta semana

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O preço por litro para a gasolina 95 e para o gasóleo fica nos 1,681 euros

Segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), o preço médio semanal dos combustíveis irá sofrer um aumento de 3% na gasolina e 2,6 % no gasóleo, de acordo com o relatório divulgado hoje pelo regulador.

Esta semana, o preço médio semanal antes dos impostos é de 0,841 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 1,012 euros para o gasóleo simples. Após os impostos, o preço situa-se nos 1,681 por litro para a gasolina 95 simples e de 1,681 por litro para o gasóleo simples.

O preço médio semanal aumentou 3% relativamente à semana anterior no caso da gasolina e 2,6 para o gasóleo, segundo o Relatório Semanal de Supervisão dos Preços de Venda ao Público da ERSE.


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Portugal

Hipermercados alteram preços entre a prateleira e a caixa. Valor chega a aumentar 70%

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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) alerta os portugueses para as diferenças de preços dos produtos alimentares das prateleiras para a caixa. Que atingem, muitas vezes, preços superiores aos indicados nas prateleiras, de acordo com o avançado pela a ASAE à CNN Portugal .

Os grandes super e hipermercados alteram o preço do produto quando chega o momento de pagar, preço esse que difere do que está exposto. Em declarações à CNN Portugal, Pedro Portugal Gaspar, inspetor geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), revelou que os produtos chegam a ser 70% mais caros.

A ASAE fiscalizou 526 operadores económicos e abriu 26 processos-crime, nos últimos meses, pela prática de especulação de preços que abrange exclusivamente bens alimentares. “Isto merece alguma reflexão principalmente por as situações acontecerem em grandes grupos económicos, o que significa que este desvio não deve ser visto como um ato singular, mas sim multiplicado pelo cashflow diário do produto”, afirma o inspetor.

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