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Economia

Preços das casas sobem 18,7% no Alentejo: Beja e Portalegre lideram aumentos

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O preço das casas no Alentejo continua a crescer de forma expressiva. Em outubro de 2025, os valores registaram um aumento anual de 18,7%, segundo o índice de preços do Idealista. Trata-se da segunda maior subida regional do país, apenas ultrapassada pela Região Autónoma dos Açores, onde a valorização chegou a 20,8%.

Atualmente, o custo médio por metro quadrado no Alentejo situa-se em 1.904 euros, mantendo-se, ainda assim, entre as regiões mais acessíveis para comprar casa em Portugal.

Entre as capitais de distrito alentejanas, destacam-se Beja e Portalegre como as cidades com maiores subidas de preços. Em Beja, o aumento foi de 30,6%, enquanto Portalegre registou uma valorização de 24,1%. Já Évora teve uma subida mais moderada, mas ainda significativa, de 11,7%.

Nos distritos, o Idealista aponta para uma subida de 16,1% em Beja, 15% em Portalegre e 9,2% em Évora, revelando um crescimento generalizado no mercado imobiliário alentejano, impulsionado pela procura de habitação e pelo interesse crescente de investidores nacionais e estrangeiros.

A nível nacional, o preço médio por metro quadrado fixou-se em 2.970 euros, o que representa uma valorização anual de 8,7%. Todas as regiões do país registaram aumentos, mas o Alentejo destaca-se entre as zonas de maior aceleração, consolidando-se como um dos mercados emergentes no setor imobiliário português.

O índice de preços imobiliários do Idealista é calculado com base nos valores medianos dos anúncios de venda publicados na plataforma, excluindo ofertas atípicas e imóveis com preços fora do valor de mercado.

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Alentejo

Alvito lidera captação de fundos europeus no Alentejo e converte projetos em motor de desenvolvimento

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O concelho de Alvito assume-se como o território com maior volume de projetos submetidos e aprovados junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo. O dado estatístico estabelece um marco no panorama da gestão do investimento público na região, colocando o município no topo da eficiência técnica na captação de fundos comunitários para alavancar a economia local.

Em duas entrevistas complementares, o Presidente da CCDR Alentejo e o Presidente da Câmara Municipal de Alvito, José Efigénio, analisam a convergência de estratégias que permitiu ao município liderar a mobilização de incentivos europeus. O alinhamento institucional entre a tutela regional e a autarquia é apontado como o fator determinante para acelerar a execução de verbas destinadas à coesão territorial, à valorização do património e ao reforço do tecido produtivo.

Alinhamento estratégico e capacidade técnica

A liderança de Alvito no aproveitamento dos quadros de financiamento europeu resulta de uma transição focada no alinhamento de prioridades económicas com as diretrizes de desenvolvimento regional. Segundo os responsáveis, a capacidade do concelho em liderar a submissão e aprovação de candidaturas reflete uma preparação técnica estruturada, capaz de transformar as caraterísticas específicas do concelho em projetos financeiros elegíveis.

Esta dinâmica de convergência entre a autarquia e a CCDR Alentejo tem garantido a viabilização de investimentos em áreas críticas como o turismo sustentável, a preservação patrimonial e a inovação no setor agroalimentar. O objetivo central passa por maximizar o impacto do capital comunitário para aumentar a competitividade territorial e travar a desertificação humana no interior alentejano.

Fixação de população e valorização do património

A aplicação das verbas comunitárias aprovadas visa dar resposta aos desafios estruturais da região. A estratégia municipal enquadrada pela CCDR Alentejo foca a criação de condições para a fixação de novos residentes, o reforço dos serviços à população e a dinamização do tecido empresarial local.

A conversão dos recursos endógenos em ativos de valor acrescentado tem permitido ao concelho projetar a sua base económica, posicionando Alvito como um caso de estudo na eficácia de gestão dos fundos de coesão no Alentejo.

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Economia

Atualização: Gasóleo não desce tanto quanto esperado por causa do ISP

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O Governo decidiu reduzir o desconto no ISP em cerca de um cêntimo para o gasóleo, anulando quase totalmente a descida de preço que estava prevista para os postos de abastecimento a partir de segunda-feira.

Com este ajuste fiscal, o gasóleo terá uma redução residual de apenas 0,07 cêntimos, em vez da descida significativa antecipada pelos mercados internacionais. Por outro lado, a gasolina deverá registar um aumento de 2,5 cêntimos por litro, uma vez que o Executivo optou por não alterar o valor do imposto aplicado a este combustível.

Estas variações entram em vigor entre 27 de abril e 3 de maio, embora os preços finais possam variar conforme a política comercial de cada revendedor.

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Economia

Combustíveis: Gasóleo baixa e gasolina sobe na próxima semana

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As previsões para a semana de 27 de abril a 3 de maio indicam uma evolução diferente para os dois combustíveis em Portugal, com base no comportamento dos mercados internacionais, o preço do gasóleo deverá registar uma descida de 4 cêntimos por litro, enquanto a gasolina deverá subir 2,5 cêntimos.

Feitas as contas, o preço médio do litro de gasóleo deverá fixar-se nos 1,928 €, o que representa uma poupança de cerca de 2 euros num depósito de 50 litros face à semana anterior. No caso da gasolina, o valor médio deverá subir para os 1,921 € por litro, tornando o abastecimento de um depósito de 50 litros aproximadamente 1 euro mais caro.

É importante recordar que estes valores são meramente indicativos, uma vez que o mercado de combustíveis em Portugal é livre e os preços finais podem variar conforme a marca, o posto de abastecimento e a localização geográfica. Se conduz um veículo a gasóleo, poderá valer a pena aguardar por segunda-feira para atestar o depósito.

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Economia

Preço das casas em Portugal dispara 16,8% e ultrapassa os 2 mil euros por metro quadrado

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Comprar casa em Portugal tornou-se significativamente mais caro em 2025, com o preço mediano da habitação a fixar-se nos 2.076 €/m². Segundo os dados revelados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), este valor representa uma subida de 16,8% face ao ano de 2024, refletindo a forte pressão no mercado imobiliário nacional.

Com base em quase 165 mil vendas efetuadas ao longo do último ano, o relatório destaca que cinco regiões do país apresentam valores acima da média nacional, com a Grande Lisboa a liderar a lista ao atingir os 3.439 €/m². Seguem-se o Algarve (3.139 €/m²), a Península de Setúbal (2.596 €/m²), a Região Autónoma da Madeira (2.500 €/m²) e a Área Metropolitana do Porto (2.305 €/m²) como as zonas onde o acesso à habitação exige o maior esforço financeiro.

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