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Economia

Programa E-Lar reabre candidaturas esta terça-feira: veja como funciona e quem pode receber apoio.

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As candidaturas ao Programa E-Lar reabrem esta terça-feira, 2 de dezembro, depois de a primeira fase ter esgotado em apenas seis dias. A procura foi tão intensa que os 30 milhões de euros inicialmente disponibilizados desapareceram rapidamente. Agora, o Governo abre uma nova ronda, com 51,5 milhões de euros, mantendo as mesmas regras de funcionamento.

O E-Lar permite substituir equipamentos a gás por aparelhos elétricos mais eficientes, de classe A ou superior. A medida abrange fogões, fornos e esquentadores, e visa reduzir consumos, emissões e riscos associados a equipamentos antigos.

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Embora o programa tenha sido pensado, inicialmente, para famílias com tarifa social de energia ou rendimentos mais baixos, a elegibilidade foi alargada. Podem candidatar-se famílias vulneráveis e também qualquer agregado familiar em geral.

Os apoios variam consoante o perfil económico:
• Entre 50 e 738 euros para famílias mais carenciadas.
• Entre 146 e 600 euros para os restantes agregados.

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Os beneficiários devem garantir que os equipamentos substituídos estavam efetivamente em uso e que os novos permanecem na habitação.

DECO alerta para contas a fazer antes da troca

A DECO-Proteste voltou a recomendar cautela. Lembrou que a substituição pode não ser sempre a opção mais eficiente, sobretudo quando se trocam esquentadores por termoacumuladores, que gastam mais energia. As bombas de calor, mais eficientes, não estão incluídas no programa.

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A associação também recorda que custos de instalação, transporte ou eventuais adaptações, como o encerramento da tubagem de gás, não estão contemplados no apoio. O candidato pode ainda optar por aparelhos mais caros do que o limite financiado, mas terá de pagar a diferença.

Com a elevada procura registada em outubro, o Governo prevê nova corrida às candidaturas — e quem pretende aproveitar deve preparar-se com antecedência para não perder a oportunidade.

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Beja

IPBeja abre candidaturas para bolsas de combate ao insucesso e abandono escolar

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IPBeja

O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) iniciou o período de candidaturas às Bolsas “BEP.Estudante” para o segundo semestre, uma iniciativa que decorre entre 12 de janeiro e 6 de fevereiro de 2026. Integradas no projeto UP.I’m+Digital, estas bolsas visam incentivar a participação ativa dos alunos em ações que promovam o sucesso académico e combatam o abandono escolar, reforçando os laços de entreajuda e integração no seio da comunidade académica.

O programa destina-se a estudantes de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) e licenciaturas que demonstrem competências para atuar como mentores junto dos seus pares. Estão previstas três tipologias de apoio: as Bolsas de Apoio ao Estudo Entre Pares, com 64 vagas no valor de 500 euros cada; as Bolsas de Apoio à Integração, que abrangem 19 estudantes com um valor de 300 euros; e as Bolsas de Apoio à Conceção e Gestão de Soluções Tecnológicas, com cinco apoios de 500 euros.

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A distribuição das bolsas será feita pelas diferentes escolas do instituto, estando prevista uma redistribuição entre unidades orgânicas caso o número de candidatos seja inferior às vagas disponíveis numa área específica. O processo de candidatura deve ser formalizado através de um formulário eletrónico, sendo que as listas provisórias serão divulgadas até oito dias úteis após o encerramento do prazo, seguindo-se o período legal para reclamações antes da publicação dos resultados definitivos no sítio oficial do IPBeja.

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Alentejo

Antiga Albergaria Penhas do Tejo vendida em hasta pública por 615 mil euros

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Albergaria Penhas do Tejo

O imóvel que resta da Albergaria Penhas do Tejo, localizado junto à Barragem do Fratel, foi adjudicado na manhã de terça-feira durante uma hasta pública realizada pela Câmara Municipal de Nisa. O processo de venda revelou-se altamente disputado, contando com 95 lanços que elevaram o valor final para os 615 mil e 500 euros, partindo de um preço base de 350 mil euros.

A decisão de levar o imóvel a “leilão” surgiu após uma empresa ter manifestado interesse na compra direta pelo valor base no passado mês de dezembro. Para garantir a total transparência do processo, o executivo municipal optou pela hasta pública, uma estratégia que se revelou bem-sucedida dada a presença de vários interessados. Este desfecho aproxima-se dos 750 mil euros pedidos pela autarquia em hastas públicas anteriores, que na altura ficaram desertas por falta de proponentes.

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O complexo Penhas do Tejo representa um investimento municipal com cerca de 25 anos que, apesar do apoio comunitário e das excelentes condições logísticas iniciais, acabou por se tornar um projeto fracassado. O abandono do espaço ao longo de um quarto de século resultou em sucessivos episódios de roubo e vandalização, o que obrigará os novos proprietários a refazer integralmente o projeto e a estrutura construída.

André Miranda, mandatário da empresa vencedora, confirmou que o plano de recuperação prevê o investimento de «vários milhões» de euros. A expectativa é que o novo equipamento venha finalmente devolver uma dinâmica turística relevante ao concelho de Nisa e à região, aproveitando a localização privilegiada junto ao rio Tejo para criar um empreendimento de referência após décadas de inatividade.

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Vila Viçosa

Campanha “Comércio com Vida” gera 900 mil euros na economia de Vila Viçosa

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A quarta edição da campanha “Comércio com Vida” resultou num volume de negócios de aproximadamente 900 mil euros nos estabelecimentos aderentes de Vila Viçosa, durante a quadra natalícia. A iniciativa, que decorreu entre 1 de dezembro de 2025 e 6 de janeiro de 2026, culminou esta segunda-feira com o sorteio de prémios no Salão Nobre dos Paços do Concelho, reafirmando-se como uma ferramenta central na dinamização do comércio tradicional local.

Ao longo do período da campanha, foram emitidos cerca de 60 mil cupões, um número que, apesar de representar um ligeiro decréscimo face ao ano anterior, é avaliado de forma positiva pela autarquia. Inácio Esperança, presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa, sublinhou que a movimentação de quase um milhão de euros num curto espaço de tempo demonstra a vitalidade e a necessidade do pequeno comércio, reiterando que a retenção de riqueza no concelho é fundamental para o apoio aos empresários locais.

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A estratégia municipal para o setor passa agora por incentivar o surgimento de novos estabelecimentos para responder à crescente procura turística. Segundo o autarca, existe um défice de lojas nas ruas de Vila Viçosa que limita a capacidade de resposta aos visitantes, sendo necessária uma oferta mais diversificada em áreas como o artesanato e o vestuário. Para colmatar esta lacuna, o município tem articulado apoios com entidades como o NERE – Associação Empresarial e o IEFP, estando ainda prevista a criação de uma incubadora municipal.

O NERE, representado pelo vice-presidente Luís Mira, destacou a importância desta parceria no âmbito da sua estratégia de descentralização e apoio ao tecido empresarial em todo o distrito de Évora. A associação garantiu a continuidade do suporte técnico e formativo aos comerciantes, visando o desenvolvimento económico territorial. No encerramento desta edição, foram atribuídos 30 prémios em vouchers, num total de 4.845 euros, que deverão ser reinvestidos nos estabelecimentos aderentes até 31 de março de 2026, prolongando o ciclo de consumo no comércio tradicional.

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Economia

Habitação para arrendamento em Évora regista rentabilidade de 5,7% no fecho de 2025

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A rentabilidade bruta da compra de habitação para colocação no mercado de arrendamento em Évora fixou-se nos 5,7% no quarto trimestre de 2025. Os dados, divulgados pelo idealista, colocam a capital alentejana num patamar intermédio entre as capitais de distrito, num momento em que o mercado nacional regista uma ligeira compressão das margens de retorno.

No panorama global do país, a rentabilidade média da habitação situou-se nos 6,5%, o que representa uma descida de 0,4 pontos percentuais face ao mesmo período de 2024, embora o indicador permaneça acima dos níveis observados em 2021. O desempenho de Évora surge alinhado com cidades como Braga, refletindo o atual equilíbrio entre os valores de aquisição dos imóveis e as rendas praticadas no mercado local.

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Na análise comparativa entre capitais de distrito, as cidades do interior, como Bragança (6,7%) e Coimbra (6,3%), apresentaram os retornos mais atrativos para os investidores. Em sentido inverso, Lisboa registou a rentabilidade mais baixa (4,4%), uma vez que os elevados preços de compra dos imóveis na capital penalizam a taxa de retorno final, apesar do valor alto das rendas.

Para além do segmento habitacional, o estudo analisou outros ativos imobiliários que continuam a oferecer taxas de retorno superiores. A nível nacional, os escritórios destacaram-se como o investimento mais rentável, com 8,1%, seguidos pelo comércio (8%) e pelas garagens (5,8%). A análise teve por base a relação entre os preços de venda e os valores de arrendamento solicitados pelos proprietários no final de 2025.

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