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Quercus defende visão integrada da bacia do Mondego: barragem de Girabolhos adiará reformas indispensáveis

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No dia em que a Ministra do Ambiente e Energia anuncia a abertura do concurso público para a construção da barragem de Girabolhos no rio Mondego, entre Seia e Nelas, a Quercus manifesta a sua preocupação perante o avanço desta obra como pretensa solução para os problemas de cheias na bacia do rio Mondego, quando na verdade a aposta numa barragem de grande dimensão poderá, pelo contrário, adiar reformas indispensáveis, funcionando como compensação artificial para ineficiências persistentes a jusante.

Tal como já tínhamos defendido em 2016, quando esta mesma barragem foi cancelada, a bacia do Mondego enfrenta problemas complexos e históricos que não se resolvem com respostas simplistas, exclusivamente centradas em grandes infraestruturas hidráulicas a montante.

Prevenir teria sido mais barato

Em abril, o Governo anunciou  a inclusão da barragem de Girabolhos no programa “Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência” (PTRR), num investimento total de 740 milhões de euros destinado a esta e a outras 3 barragens. 

Não teria ficado mais barato ao país prevenir os problemas, implementando o Plano de Ação Mondego Mais Seguro, aprovado em Conselho de Ministros após as cheias de 2019, com uma dotação superior a 36 milhões de euros a executar até 2023? Por que razão ficou na gaveta 3 anos? E onde foram aplicadas essas verbas? Parte delas destinava-se precisamente ao Aproveitamento Hidráulico do Mondego e poderia ter evitado o sucedido em fevereiro, salvaguardando pessoas, bens e infraestruturas essenciais.

Especialistas alertam: os problemas são de governação e planeamento

Ficou, mais uma vez, a faltar uma abordagem integrada, tecnicamente fundamentada e ambientalmente responsável para a gestão deste território. O que nos dizem estes acontecimentos sobre o ordenamento do território, a gestão da água e a vulnerabilidade crescente das bacias hidrográficas num contexto de alterações climáticas? A gestão do risco de cheias exige planeamento territorial, recuperação ecológica, eficiência das infraestruturas existentes e uma governação articulada entre montante e jusante.

Várias vozes do meio científico têm sublinhado que os principais constrangimentos da bacia do Mondego não se prendem apenas com a disponibilidade hídrica, mas com falhas estruturais na gestão do sistema, nomeadamente no Baixo Mondego: infraestruturas inacabadas, perdas de eficiência, inadequação do modelo agrícola e ausência de instrumentos económicos e institucionais eficazes.

Quercus exige avaliação ambiental e socioeconómica rigorosa

A Quercus considera, por isso, inaceitável que um projeto desta escala seja reintroduzido sem uma avaliação integrada e atualizada, tendo em conta:

  • os impactos ecológicos sobre o rio Mondego e os seus habitats;
  • os efeitos cumulativos na bacia hidrográfica;
  • o novo enquadramento climático, com maior variabilidade e eventos extremos;
  • alternativas baseadas na natureza e na gestão territorial;
  • custos económicos e benefícios reais para as populações.

Uma estratégia para o Mondego deve começar pela bacia como um todo

A Quercus defende que uma abordagem coerente e sustentável para o Mondego deve priorizar:

  • A modernização e conclusão efetiva do sistema hidroagrícola do Baixo Mondego;
  • A redução de perdas e melhoria da eficiência no uso da água;
  • A adaptação do uso do solo e do modelo produtivo à nova realidade climática;
  • A recuperação de zonas de inundação natural e soluções baseadas na natureza;
  • Uma governação integrada e transparente à escala da bacia.

A Quercus apela ao cancelamento do concurso público

A Quercus desafia o Governo a ter coragem para cancelar este concurso público, lançado numa altura de férias de verão e já adiado por duas vezes desde março, instando as entidades competentes a promover um debate público informado, suportado por ciência independente, avaliação ambiental rigorosa e participação das comunidades locais.

A gestão do Mondego não pode ser guiada por pressões conjunturais ou respostas visíveis, mas por soluções duradouras, integradas e compatíveis com o futuro climático do país.



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«Quando, já adultos, nos tentamos recordar da nossa brincadeira preferida em cri…

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«Quando, já adultos, nos tentamos recordar da nossa brincadeira preferida em crianças, provavelmente pensamos numa brincadeira ao ar livre, com amigos, sem supervisão e em que havia algum tipo de risco envolvido. No entanto, as brincadeiras arriscadas, aquelas que as crianças consideram excitantes e emocionantes e que implicam incerteza e risco de se magoarem, têm vindo a diminuir ao longo das gerações.»

Neste artigo, no site da Fundação, a cientista do desporto Rita Cordovil explica como as férias de verão são uma oportunidade para os pais incentivarem os filhos a explorarem novos ambientes e a correrem alguns riscos. E como isso é essencial para o seu desenvolvimento: https://ffms.pt/pt-pt/atualmentes/criancas-devem-aproveitar-o-verao-para-explorar-e-arriscar



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CM Vagos / Ventos a Brincar

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Durante o mês de junho, o Museu do Brincar convida as crianças e famílias a construir um moinho de vento que ficará “a crescer” no Jardim dos Moinhos MDB. Em julho, todos os moinhos darão origem a uma instalação coletiva no museu. Uma atividade que promove a criatividade, a participação e o envolvimento das famílias num projeto colaborativo. 

Atividade gratuita incluída na visita ao Museu do Brincar.

Mais informações nas redes sociais do Museu do Brincar:

@omuseudobrincar 



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CM Vagos / Formação + Próxima: À descoberta do Rio Boco

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O Turismo de Portugal e o Município de Vagos promovem, nos dias 6 de junho de 2026, a formação “À Descoberta do Rio Boco:flora e fauna”, que terá como ponto de encontro a Quinta do Ega

A ação, com 5 horas de duração, pretende mostrar como a Inteligência Artificial pode apoiar as empresas, através da exploração de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Microsoft Copilot, e da criação de conteúdos e automatização de tarefas.

Destinada a profissionais da Hotelaria, Turismo, Comércio, Restauração e outros interessados, a formação abordará:

  • Reconhecer o Rio Boco como ecossistema vivo
  • Identificar espécies-chave de fauna e flora do Rio Boco
  • Desenvolver competências de observação direta no terreno
  • Compreender as relações ecológicas entre água, solo, plantas e animais no ecossistema ribeirinho
  • Reconhecer ameaças e pressões ambientais locais (poluição, espécies invasoras, alterações humanas)
  • Promover atitudes de valorização e proteção do rio enquanto recurso natural e produto turístico

Os participantes terão direito a certificado, mediante presença mínima de 90%.

Consultar outras formações



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CM Vagos / FaaVa – Feira de Artesanato e Antiguidades de Vagos

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O Município de Vagos, em parceria com o Núcleo Empresarial de Vagos (NEVA), irá realizar, no próximo dia 7 de junho de 2026, mais uma edição da FaaVa – Feira de Artesanato e Antiguidades de Vagos. O evento decorre entre as 09h00 e as 18h00, na Pérgola de Vagos, no centro da vila, com entrada livre.

A iniciativa tem como principal objetivo valorizar o artesanato e promover os valores patrimoniais, culturais e turísticos do concelho de Vagos, reunindo artesãos, colecionadores e visitantes num ambiente de partilha e descoberta.

Nesta edição, com enfoque na temática do Dia da Criança, apresentamos um programa multidisciplinar para todas as famílias: “FaaVas Contadas” (Hora do Conto), a oficina de artes “FaaVaZoológico”, a performance teatral “É Hora de Brincar!” e ainda um momento musical no Palco FaaVa com “Canções d´Encantar”.

Não irão faltar as pinturas faciais, insufláveis, animação itinerante, jogos tradicionais, jogo de xadrez gigante, jogos de tabuleiro e, ainda, pipocas, algodão doce e bolacha americana.

Para além do programa de animação, será possível visitar os expositores habituais de artesanato, antiguidades e colecionismo, reforçando a identidade deste certame enquanto espaço de promoção de artes e ofícios.

Mais do que um evento, a FaaVa afirma-se como um ponto de encontro da comunidade, onde tradição, criatividade e convívio se cruzam.

No dia 7…. Vamos todos à FaaVa!

Esperamos por si!

 

PROGRAMA 

09h00 – Abertura da FaaVa

10h30 – FaaVas Contadas | Hora do Conto

11h00 – FaaVaZoológico | Oficina de Artes

12h00 – É Hora de Brincar! | Performance Teatral

15h00 – FaaVaZoológico | Oficina de Artes

16h00 – É Hora de Brincar! | Performance Teatral

17h00 – Canções d´Encantar | Palco FaaVa

18h00 – Encerramento da FaaVa

 

Durante todo o dia:

Animação de Rua

Insufláveis

Jogos Tradicionais

Jogo de Xadrez Gigante

Jogos de Tabuleiro

Pinturas Faciais

 

 



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