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Baixo Alentejo

Serpa : Moção em defesa do Hospital de São Paulo

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Nos últimos dias foram veiculadas noticias relatando as dificuldades na manutenção do
serviço de urgência 24 horas por dia. Uma situação que coloca em causa o apoio as
populações, ainda mais nestes tempos de crise pandémica.
A indefinição quanto ao futuro do Hospital de S. Paulo, causa a maior das preocupações
entre a população, mormente no que concerne ao serviço de urgência, pelo que não
poderemos ficar indiferentes.
Com um concelho dos maiores do país em área e o terceiro mais populoso do Baixo
Alentejo, somando a deficiente cobertura de serviços de saúde nos territórios que
constituem a Margem Esquerda do Guadiana, torna esta unidade fundamental.
A instabilidade que se vive provem da dificuldade de dar resposta ao acordo de cedência
que foi assinado em 2014. A transferência do Hospital, sem acautelar, minimamente, o
serviço público e as necessidades dos utentes e à revelia de todos os pareceres e
tomadas de posição contrárias que foram, quer antes quer a partir de então,
inequivocamente manifestadas, nomeadamente por parte da Câmara e da Assembleia
Municipal de Serpa e também pela Comissão de Utentes.
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Consideramos que o Hospital de São Paulo deve, de imediato, retornar ao âmbito direto
do Serviço Nacional de Saúde, espaço donde nunca deveria ter saído, só assim se
cumprindo o imperativo constitucional, de um serviço nacional de saúde, universal e
geral, garantindo a todos os cidadãos, o acesso a cuidados de saúde, bem como uma
eficiente e racional cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde.
Esta moção, se aprovada, deverá ser enviada ao Presidente da República, ao Primeiro Ministro, ao Ministro da Saúde, aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República,
à ULSBA e aos órgãos de comunicação social.
Moção apresentada pelos eleitos da CDU, na sessão da Assembleia Municipal de Serpa,
realizada no dia 29 de dezembro de 2021 e aprovada, com os votos a favor dos eleitos
da CDU e PS e os votos contra dos eleitos do Chega e coligação PSD-CDS.

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Alentejo

Feira Anual de Vila Nova da Baronia volta a ser um sucesso

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A Freguesia pertencente ao Município de Alvito recebeu mais uma edição da Feira Anual durantes os dias 17, 18 e 19 de Julho.

A feira teve expositores, tasquinhas, concertos – entre os quais o dos Vizinhos, dos Delfins e de Sara Correia – e acolheu também mais uma edição do jantar Encontro Vilanovenses.

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Alentejo

Alvito lidera captação de fundos europeus no Alentejo e converte projetos em motor de desenvolvimento

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O concelho de Alvito assume-se como o território com maior volume de projetos submetidos e aprovados junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo. O dado estatístico estabelece um marco no panorama da gestão do investimento público na região, colocando o município no topo da eficiência técnica na captação de fundos comunitários para alavancar a economia local.

Em duas entrevistas complementares, o Presidente da CCDR Alentejo e o Presidente da Câmara Municipal de Alvito, José Efigénio, analisam a convergência de estratégias que permitiu ao município liderar a mobilização de incentivos europeus. O alinhamento institucional entre a tutela regional e a autarquia é apontado como o fator determinante para acelerar a execução de verbas destinadas à coesão territorial, à valorização do património e ao reforço do tecido produtivo.

Alinhamento estratégico e capacidade técnica

A liderança de Alvito no aproveitamento dos quadros de financiamento europeu resulta de uma transição focada no alinhamento de prioridades económicas com as diretrizes de desenvolvimento regional. Segundo os responsáveis, a capacidade do concelho em liderar a submissão e aprovação de candidaturas reflete uma preparação técnica estruturada, capaz de transformar as caraterísticas específicas do concelho em projetos financeiros elegíveis.

Esta dinâmica de convergência entre a autarquia e a CCDR Alentejo tem garantido a viabilização de investimentos em áreas críticas como o turismo sustentável, a preservação patrimonial e a inovação no setor agroalimentar. O objetivo central passa por maximizar o impacto do capital comunitário para aumentar a competitividade territorial e travar a desertificação humana no interior alentejano.

Fixação de população e valorização do património

A aplicação das verbas comunitárias aprovadas visa dar resposta aos desafios estruturais da região. A estratégia municipal enquadrada pela CCDR Alentejo foca a criação de condições para a fixação de novos residentes, o reforço dos serviços à população e a dinamização do tecido empresarial local.

A conversão dos recursos endógenos em ativos de valor acrescentado tem permitido ao concelho projetar a sua base económica, posicionando Alvito como um caso de estudo na eficácia de gestão dos fundos de coesão no Alentejo.

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Alentejo

Alvito: Vila Nova da Baronia recebeu este sábado o 10º Encontro Vilanovenses

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Integrado no programa da Feira Anual o jantar juntou centenas de pessoas neste que é um momento de partilhas, de conversas e reencontros entre amigos e familiares, e de regresso às origens. Neste evento que juntou várias gerações, houve ainda tempo para recordar quem já cá não está, criar novas tradições, e estreitar os laços desta que é considerada por muitos uma grande família.

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Beja

Beja, Évora e Portalegre vão estar ligadas por autoestrada para impulsionar economia do Alentejo

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O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, anunciou em Campo Maior o compromisso de conectar Beja, Évora e Portalegre através de autoestradas, garantindo que todas as capitais de distrito do país fiquem servidas por vias rápidas.

A medida visa reduzir as assimetrias territoriais e permitir que o Alentejo compita em igualdade de circunstâncias ao nível económico e empresarial, facilitando a fixação de investimentos e a coesão social.

Segundo o chefe do Governo, os estudos para a ligação de Portalegre à A6 e à A23 já estão em procedimento, enquanto a obra que ligará Beja à A2 se encontra em execução. Este investimento em infraestruturas enquadra-se numa estratégia de desenvolvimento que inclui também uma política fiscal mais favorável às empresas e ao investimento.

O anúncio ocorreu durante a apresentação de um investimento de 20 milhões de euros do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, que duplicou a capacidade de produção da fábrica Novadelta, consolidando-a como a maior torrefatora da Península Ibérica.

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