Sociedade
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Siga os conselhos de uma boa higiene e etiqueta respiratória, estes gestos fazem a diferença na não propagação de vírus. Proteja-se! #Saúde #SNS #InfeçõesRespiratórias
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Portugal
Alqueva: má gestão de água para consumo urbano

Alqueva: má gestão do Ministério da Agricultura coloca em causa abastecimento de água para consumo urbano
Regadio vai ter mais 100 milhões de metros cúbicos por ano, colocando em causa as necessidades para consumo humano e indústria.
O Ministério da Agricultura e Mar cedeu, uma vez mais, às pretensões do regadio intensivo ao premiar a expansão sem regras do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) com um aumento do volume de água disponível para esta actividade, desvalorizando as necessidades de água para consumo urbano e indústria, matéria da exclusiva responsabilidade do Ministério do Ambiente e Energia.
Para a Presidente da QUERCUS, Alexandra Azevedo, “Este aumento nas extrações da Albufeira do Alqueva para o regadio intensivo, assim como a sua expansão territorial, colocará em causa o abastecimento para consumo humano, principalmente em futuras situações de seca severa, fenómeno que tem sido cada vez mais registado em Portugal devido ao impacto das alterações climáticas.”
O Governo decidiu aumentar o volume anual de água a extrair de Alqueva em 110 milhões de metros cúbicos, sendo que 100 milhões serão destinados ao regadio e apenas 10 milhões para consumo urbano e industrial, através de despacho interministerial. Isto ignora a Lei da Água que define como prioridade a água para consumo humano, essencial para a fixação de pessoas nestes territórios.
Neste momento, 95% da água captada no EFMA é para a atividade económica de privados, principalmente para a expansão do regadio, focado na exportação ao invés do autoconsumo no nosso mercado nacional, com prejuízo e morte anunciada dos terrenos e transformação destrutiva da nossa paisagem, património que urge ser salvaguardado e que faz parte da nossa identidade nacional e regional, demonstrando que a prioridade é o lucro e não o desenvolvimento sustentável.
Desta forma, a QUERCUS questiona o Governo e apela a todos os Grupos Parlamentares que reflitam sobre os seguintes pontos:
– As decisões de distribuição de água por parte do EFMA não deveriam ser alvo de estudo de impacte ambiental e de estudos económico-financeiros?
– As decisões de distribuição de água por parte do EFMA não deveriam ser alvo de estudo das necessidades de água para consumo humano para o desenvolvimento dos municípios?
– As decisões de distribuição de água por parte do EFMA não deveriam ser alvo de estudo das necessidades de água para desenvolvimento da indústria nas regiões abrangidas?
-O preço da água não deveria ter em consideração fatores como o destino da produção (exportação ou consumo interno), a sustentabilidade ambiental das culturas e a abundância ou escassez do recurso hídrico?
– O Conselho para o Acompanhamento do Regadio de Alqueva não deveria incluir a avaliação da dimensão social e ambiental, incluindo as principais organizações não governamentais de defesa de direitos sociais e ambientais?
Evocando a estratégia “Água que Une”, apresentada do Governo, a QUERCUS reafirma, com toda a determinação, que a água só une quando ninguém a quiser capturar para fins que visam apenas e só o lucro de alguns e a desgraça de muitos porque quem devia não defendeu o interesse público e do desenvolvimento sustentável.
Alentejo
Beja: A Força do Alentejo no ar e no solo através da missão solidária da BA11

A Base Aérea N.º 11 (BA11), em Beja, tem sido um pilar de resiliência e solidariedade no apoio às comunidades afetadas pelas recentes intempéries no Alentejo. Num esforço coordenado que desafia a logística convencional, a unidade conseguiu manter a sua prontidão operacional máxima — acomodando oito frotas de aeronaves e assegurando o Alerta de Defesa Nacional — enquanto mobilizava recursos humanos e técnicos para a linha da frente do apoio humanitário.
Em Alcácer do Sal, o contingente de 43 militares da BA11 revelou-se decisivo. Mais do que a entrega de bens essenciais, a equipa executou trabalhos de engenharia e manutenção vitais: reparação de sistemas elétricos, avaliação de segurança das vias, limpeza de detritos e o desvio estratégico de uma vala para evitar novos episódios de cheias em áreas residenciais. A intervenção incluiu ainda o resgate de animais em risco, devolvendo alguma normalidade e esperança a quem perdeu quase tudo.
Para além do trabalho físico no terreno, a BA11 serviu como centro de suporte estratégico para a Câmara Municipal de Beja, abrindo as suas portas para o acolhimento de pessoas desalojadas. A dimensão da crise e a eficácia da resposta militar atraíram o interesse internacional, com a agência Associated Press a solicitar as imagens de reconhecimento aéreo captadas pelos militares, que documentam a extensão dos danos na região. Como refere a própria instituição, esta missão é o reflexo de um espírito de união e de uma responsabilidade que vai muito além da defesa aérea, provando que a Força Aérea está presente onde e quando Portugal mais precisa.
Alentejo
Évora: Universidade e Rádio Diana dão voz ao papel das mulheres na investigação científica

A Universidade de Évora prepara-se para assinalar o Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência com uma iniciativa que transporta o conhecimento do laboratório para o centro do debate público. No próximo dia 11 de fevereiro, pelas 15h00, a Sala dos Docentes acolhe o evento “À Conversa com Mulheres na Ciência”, uma organização da Reitoria em parceria com a Rádio DianaFM que pretende ser um momento de partilha sobre o percurso e o impacto das investigadoras na sociedade contemporânea. Sob a coordenação da Vice-Reitora Noémi Marujo, o encontro foca-se na valorização da produção científica no feminino, sublinhando como o olhar e o empenho das mulheres têm sido determinantes para o desenvolvimento social e tecnológico, especialmente num contexto regional onde a academia desempenha um papel motor.
A escolha estratégica da parceria com a rádio local permite que as vozes e as experiências das cientistas da instituição ultrapassem as paredes da universidade, inspirando futuras gerações de raparigas a abraçar carreiras nas áreas da ciência e tecnologia. Este diálogo, que se pretende informal mas profundo, surge num momento em que a representatividade e a igualdade de oportunidades na investigação são temas centrais na agenda europeia. Ao destacar o contributo fundamental das suas docentes e investigadoras, a Universidade de Évora reafirma o seu compromisso com a excelência científica e com a construção de um ecossistema de conhecimento mais inclusivo e diverso, onde o “vagar” da reflexão se alia ao rigor do método para enfrentar os desafios do futuro.
Alentejo
Portalegre unida: Município agradece esforço hercúleo de operacionais e voluntários após o “caos” da tempestade Leonardo

A Câmara Municipal de Portalegre manifestou hoje o seu reconhecimento público a todas as entidades, empresas e cidadãos que, desde as primeiras horas de 5 de fevereiro, se mobilizaram para socorrer a população e repor a normalidade na cidade. O agradecimento estende-se a um leque alargado de forças, desde os Bombeiros Voluntários, PSP, GNR e Exército (Regimento de Cavalaria 3), até aos sapadores florestais e associações de agricultores, que têm trabalhado ininterruptamente para remover a lama e os detritos arrastados pela força das águas da Serra de São Mamede.
O cenário vivido na capital de distrito foi descrito pela autarquia como “caótico”, com a ribeira que passa junto ao hospital a galgar as margens, arrastando dezenas de veículos e deixando a entrada principal da unidade de saúde inoperacional. Nas avenidas de Santo António e da Liberdade, bem como na zona do Rossio, a acumulação de pedras e lama exigiu a intervenção de maquinaria pesada cedida por empresários e agricultores locais, cujos nomes o município fez questão de elencar individualmente numa lista de gratidão que reflete a solidariedade de toda a comunidade.
Apesar do esforço de limpeza, o alerta permanece ativo. Com os solos em estado de saturação extrema, a Câmara Municipal e a Proteção Civil mantêm as equipas de prevenção no terreno, temendo que novos episódios de precipitação possam agravar as vulnerabilidades atuais. O apelo à população é renovado: a segurança depende de comportamentos preventivos, do respeito pela sinalização das vias ainda cortadas e do acompanhamento rigoroso das orientações das autoridades, numa altura em que o concelho ainda tenta cicatrizar as marcas deixadas pela intempérie.
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