Cultura
Trabalhadores de museus e monumentos cumprem última greve do ano
Os trabalhadores dos museus e monumentos nacionais cumprem hoje a última greve do ano ao trabalho em dias feriados, mantendo o protesto pela falta de respostas do Governo às reivindicações apresentadas ao longo de 2024 e 2025. Apesar da paralisação, o impacto deverá ser reduzido, uma vez que a maioria dos museus está encerrada por ser segunda-feira.
A greve envolve os trabalhadores de portaria e vigilância dos 38 equipamentos tutelados pela empresa pública Museus e Monumentos de Portugal. Convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, a paralisação tem levado ao encerramento de vários espaços emblemáticos ao longo do ano.
Tal como no feriado de 1 de dezembro, o sindicato prevê que os mesmos equipamentos voltem a encerrar ou a funcionar com fortes limitações. Na última greve, foram afetados o Convento de Cristo, o Castelo de Guimarães, o Paço dos Duques, a Fortaleza de Sagres e o Palácio Nacional de Mafra, enquanto o Palácio Nacional da Ajuda funcionou parcialmente.
Os trabalhadores reclamam uma compensação justa pelo trabalho em dias feriados, lembrando que recebem menos de 20 euros líquidos por cada escala realizada nestas condições. Consideram o valor insuficiente e afirmam que o Governo continua sem apresentar soluções. A paralisação prolonga-se desde a Páscoa, depois de meses de protestos em 2024 pelas mesmas razões.
Évora
Évora acolhe tributo ao mestre do jazz Wes Montgomery no Armazém 8

O Armazém 8, em Évora, recebe esta quinta-feira, 15 de janeiro, o espetáculo «We Remember Wes», uma homenagem a Wes Montgomery, um dos guitarristas mais influentes da história do jazz moderno. O concerto, com início agendado para as 21h30, faz parte da programação da Rede de Jazz, estrutura que tem dinamizado a divulgação deste género musical através de concertos e atividades em diversos territórios.
O tributo será assegurado por um quarteto composto pelos músicos George Esteves (piano), Ricardo Esteves (guitarra), Paulo Neves (baixo) e Dino Silva (bateria). A formação propõe uma viagem pelo legado de Montgomery, explorando a sonoridade e as técnicas inovadoras que o músico norte-americano imortalizou. O guitarrista é recordado não apenas pela sua fluidez melódica, mas também pela sua abordagem rítmica única, que continua a servir de referência para gerações de instrumentistas em todo o mundo.
Localizado no Parque Industrial e Tecnológico de Évora, na Rua do Electricista, o Armazém 8 consolida-se com este evento como um ponto central na rota da Rede de Jazz na região. Esta iniciativa valoriza a memória dos grandes compositores e intérpretes, promovendo a descentralização cultural e o acesso a espetáculos de alta qualidade artística fora dos grandes centros urbanos.
Cultura
CARTAZ → TEATRO → COVILHÃ OS TRANSPARENTES, de Ondjaki, fala-nos de desigualdad…

CARTAZ → TEATRO → COVILHÃ
OS TRANSPARENTES, de Ondjaki, fala-nos de desigualdade e abusos de poder, de amor e companheirismo, ganância e tenacidade, fazendo-nos questionar o nosso futuro em comum, com humor, lirismo e sarcasmo.
Trata-se da “história do homem que se torna transparente, do prédio onde vive, da sua cidade pujante, poluída, desordenada e bela. Feita das histórias de tantas outras personagens que vivem no mesmo prédio e na cidade de contrastes que é Luanda, a obra escrita por Ondjaki em 2012 (Prémio José Saramago) surge agora no palco, testemunhando a intemporalidade do seu retrato humanista e a acutilância da sua crítica política”.
→ uma proposta da Companhia Cegada, com dramaturgia de Marta Dias e encenação de Manuela Paulo
→ para assistir hoje (14 de janeiro), às 21h30, nas 4as de Teatro do Teatro das Beiras – Auditório Fernando Landeira, Covilhã
Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Cegada Grupo de Teatro
Teatro Das Beiras




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Montemor-o-Novo
Montemor-o-Novo celebra 45 anos da Oficina da Criança com foco no direito a brincar

O Município de Montemor-o-Novo assinalou, no passado sábado, 10 de janeiro de 2026, o 45.º aniversário do Centro de Animação Socioeducativo – Oficina da Criança. O projeto, que cumpre quatro décadas e meia de existência, consolidou-se como um espaço de referência na aprendizagem, expressão e participação social dos mais novos, mantendo como pilar central a defesa do brincar enquanto direito fundamental e estruturante do desenvolvimento humano.
As celebrações tiveram início com a atividade “O Guarda Serôdio vem a Montemor”, que reuniu pais e filhos para um encontro com Mário Moutinho. O ator e encenador, figura incontornável das artes em Portugal e intérprete do memorável guarda Serôdio na série Os Amigos de Gaspar, partilhou o seu percurso no teatro de marionetas e aqueceu o coração de várias gerações, trazendo a personagem até ao convívio direto com as crianças da oficina.
O programa prosseguiu com a mesa-redonda “Crianças na Revolução: O Direito a Brincar”, moderada por Ana Bigotte Vieira. O debate contou com a participação de Mário Moutinho, Luís Vasco, Virgínia Fróis, Teresinha Tavares e Joana Bravo, que revisitaram o passado para compreender o presente e projetar o futuro das políticas e práticas em torno da infância e da educação artística. O dia culminou com a inauguração da exposição comemorativa “SURPRESA”, patente no Subpalco do Cineteatro Curvo Semedo, que assinala a relevância deste projeto enraizado na comunidade de Montemor-o-Novo.
Para quem pretender recordar os momentos marcantes deste aniversário, a autarquia disponibilizou uma reportagem fotográfica alargada no seu sítio oficial, que pode ser consultada através do endereço https://www.cm-montemornovo.pt/comemorar-45-anos-da-oficina-da-crianca/. A mostra, que resulta de uma proposta do Projeto BRINCAR, reafirma a Oficina da Criança como um símbolo vivo das políticas culturais para a infância no panorama nacional.
Campo Maior
Degolados recebe Noite de Fados no final de janeiro

O Centro Polivalente de Degolados será o palco de uma Noite de Fados no próximo dia 30 de janeiro. O evento, com início marcado para as 21:00h, promete levar a tradição do fado à freguesia do concelho de Campo Maior.
Os interessados em assistir ao espetáculo já podem adquirir os ingressos, que se encontram à venda em dois locais distintos: no Lar de Degolados e no Centro Cultural de Campo Maior. A iniciativa reforça a agenda cultural da região, promovendo o convívio comunitário em torno de uma das mais emblemáticas expressões da cultura portuguesa.
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