Economia
Combustíveis deverão subir ligeiramente na próxima semana
Abastecer o automóvel vai ficar um pouco mais caro na próxima semana, com as previsões do setor a apontarem para um novo aumento dos preços dos combustíveis. O gasóleo simples deverá registar uma subida de cerca de meio cêntimo por litro, enquanto a gasolina simples 95 poderá encarecer aproximadamente um cêntimo.
Segundo os dados mais recentes da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), esta sexta-feira, 26 de dezembro, o preço médio do gasóleo em Portugal situava-se nos 1,521 euros por litro, ao passo que a gasolina simples 95 era comercializada, em média, a 1,646 euros por litro.
Caso estas previsões se confirmem, a partir da próxima semana o gasóleo simples passará a custar cerca de 1,526 euros por litro, enquanto o preço médio da gasolina simples 95 deverá subir para os 1,656 euros por litro.
Os valores apresentados dizem respeito às médias nacionais, podendo os preços variar consoante a marca e a zona do país.
Borba
Borba investe na eficiência energética do Centro Escolar com intervenção de 856 mil euros

O Centro Escolar de Borba vai ser alvo de uma intervenção para melhorar a sua eficiência energética, num projeto que representa um investimento global de 856.266,07 euros. O anúncio do concurso público para apresentação de propostas foi publicado no Diário da República a 31 de dezembro de 2025.
O objetivo principal da empreitada é modernizar e reabilitar o edifício escolar, com especial atenção à redução do consumo energético e à melhoria das condições de conforto e saúde para alunos, professores e restante comunidade educativa. Entre as medidas previstas estão a melhoria da envolvente térmica — incluindo coberturas e paredes —, a substituição e instalação de sistemas de climatização mais eficientes e a integração de soluções de produção de energia a partir de fontes renováveis, assim como a otimização das instalações elétricas existentes.
O projeto é financiado por fundos comunitários do programa Alentejo 2030, alinhando-se com estratégias regionais de sustentabilidade, eficiência energética e modernização das infraestruturas públicas, ao mesmo tempo que se espera uma redução dos custos operacionais e da pegada ecológica da escola.
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo define orçamento de 18,5 milhões de euros para 2026

A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo aprovou o orçamento para 2026, que se mantém próximo dos 18,5 milhões de euros registados no ano anterior. As principais prioridades apontadas pelo executivo incluem a construção de habitação de arrendamento acessível e de uma nova escola secundária.
O plano foi aprovado em reunião de Câmara com os votos favoráveis dos três eleitos do PS e a abstenção dos dois vereadores da CDU. Na Assembleia Municipal, o orçamento recebeu 13 votos a favor do PS, enquanto sete elementos da CDU e um do Chega se abstiveram.
O presidente da autarquia, Luís Pita Ameixa, destacou a construção da nova escola secundária e a requalificação da escola básica existente, num investimento estimado em cerca de nove milhões de euros, apoiado por fundos comunitários.
No setor da habitação, a Câmara submeteu candidatura para um bairro com 36 habitações destinadas a arrendamento a preços acessíveis, com um investimento previsto de aproximadamente cinco milhões de euros.
Além disso, o município pretende melhorar as acessibilidades, pavimentando todas as ruas e estradas municipais e acompanhando o investimento do Estado na modernização do IP8.
Alentejo
Portel aposta em novo parque de exposições no orçamento municipal de 2026

A construção de um parque de exposições e feiras é o principal investimento previsto no orçamento da Câmara Municipal de Portel para 2026, documento que apresenta um montante global próximo dos 18 milhões de euros.
De acordo com a presidente do município, Maria Luísa Farinha, o projeto arranca com uma primeira fase avaliada em cerca de dois milhões de euros, contemplando a edificação de um pavilhão e outras infraestruturas de apoio, num espaço onde já se realizam eventos de referência, como a Feira do Montado.
O orçamento municipal para 2026 fixa-se nos 17,9 milhões de euros, registando uma ligeira redução face ao ano anterior. A autarca explica que esta diferença resulta sobretudo da aplicação das regras orçamentais, que obrigam a ajustar algumas rubricas da receita à média dos últimos dois anos, destacando-se uma diminuição significativa nas previsões de receita do IMT.
Despesa corrente e investimento
Do total do orçamento, cerca de 12,5 milhões de euros destinam-se a despesas correntes, enquanto o investimento municipal ascende a mais de 5,3 milhões de euros, refletindo a aposta em projetos estruturantes para o concelho.
As Grandes Opções do Plano e o Orçamento foram aprovados por maioria, tanto em reunião de câmara como na assembleia municipal, com votos favoráveis do PS, abstenções da CDU e votos contra do PSD e do Chega.
Intervenções urbanas e equipamentos públicos
Além do novo parque de exposições, o documento prevê requalificações urbanas em Portel e Amieira, intervenções ao nível da eficiência energética em edifícios municipais e nas capelas mortuárias de Portel e Alqueva, bem como a criação de uma zona de lazer junto à Barragem do Loureiro, em Monte do Trigo.
Estão igualmente contemplados projetos na área da educação, como a construção de uma nova creche, a reabilitação do Centro Escolar e melhorias em escolas do 1.º ciclo.
Impostos mantêm-se estáveis
No que respeita à fiscalidade municipal, a autarquia decidiu manter o IMI na taxa mínima legal de 0,3%, incluindo reduções para agregados familiares com dependentes. A derrama permanece nos 1,5%, com taxa reduzida de 0,75% para empresas de menor dimensão, enquanto a participação do município no IRS continua fixada nos 5%.
A presidente da Câmara sublinha que o orçamento segue uma linha de gestão prudente, orientada para o desenvolvimento sustentável, o reforço da coesão social e a melhoria da qualidade de vida no concelho.
Portugal
Trabalhadores a recibos verdes obrigados a entregar declarações até ao final do mês

Os trabalhadores independentes têm até ao dia 31 de janeiro para cumprir duas obrigações junto da Segurança Social: a entrega da quarta declaração trimestral de rendimentos e da Declaração Anual. O incumprimento destes deveres legais pode resultar em sanções financeiras.
A declaração trimestral refere-se aos rendimentos obtidos nos meses de outubro, novembro e dezembro e serve de base ao cálculo das contribuições a pagar nos primeiros três meses do ano seguinte.
Processo é feito exclusivamente online
O procedimento é realizado através da plataforma Segurança Social Direta, onde os trabalhadores devem indicar os valores efetivamente recebidos no último trimestre do ano. Esta informação é determinante para o apuramento das contribuições futuras.
Quatro momentos obrigatórios ao longo do ano
O regime contributivo dos trabalhadores independentes obriga à entrega de quatro declarações trimestrais anuais:
Em abril, relativa ao primeiro trimestre
Em julho, relativa ao segundo trimestre
Em outubro, relativa ao terceiro trimestre
Em janeiro, referente ao último trimestre do ano
Falhas na entrega podem ter custos
A não submissão das declarações dentro do prazo legal é considerada uma infração. Nos primeiros 30 dias após o prazo, trata-se de uma contraordenação leve, passando a grave se o atraso se prolongar.
As coimas previstas situam-se entre os 50 e os 250 euros, podendo ainda ser aplicados juros de mora.
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