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Alentejo

Urgência Pediátrica de Évora opera com equipa reduzida até domingo

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A Urgência Pediátrica do hospital de Évora está hoje a funcionar com equipa incompleta, o que pode provocar “tempos de espera mais elevados” para doentes sem referenciação, divulgou a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC).

Em comunicado enviado à agência Lusa, a ULSAC explicou que este constrangimento, que se prolonga até às 09:00 de domingo, deve-se a “motivo de doença imprevista de um dos membros da equipa” deste serviço hospitalar.

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“Preveem-se tempos de espera mais elevados para os utentes que recorrerem à Urgência Pediátrica diretamente, sem referenciação, no período previsto para o constrangimento”, adiantou.

Segundo a ULSAC, os utentes devem contactar a Linha SNS 24, através do telefone 808242424, ou recorrer às unidades de cuidados de saúde primários antes de se deslocarem ao hospital.

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“Desta forma, cada utente poderá ser orientado segundo o grau de gravidade da sua situação e ser atendido de forma mais célere”, acrescentou.

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Ambiente

Reciclagem de vidro no Baixo Alentejo regista crescimento de 14% em 2025

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A Resialentejo, empresa intermunicipal responsável pela gestão de resíduos em oito concelhos do Baixo Alentejo, encerrou o ano de 2025 com um aumento de 14% no encaminhamento de vidro para reciclagem. Os dados finais revelam que foram recolhidas 1383 toneladas deste material, o que representa um acréscimo de 195 toneladas face ao total registado em 2024. Este desempenho consolida uma tendência de crescimento que já se verificava no balanço de novembro, altura em que a entidade tinha atingido as 1318 toneladas processadas.

Este incremento no desvio de resíduos de aterro para a valorização resulta de um investimento contínuo em ações de sensibilização ambiental e proximidade com a comunidade. Ao longo do último ano, a Resialentejo, em parceria com a Sociedade Ponto Verde, desenvolveu diversas iniciativas integradas no programa “Juntos a Reciclar ++”. O foco incidiu tanto no consumidor doméstico como no canal HORECA, abrangendo hotéis, restaurantes e cafés, setores onde a produção de embalagens de vidro é particularmente elevada.

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Entre as ações de maior impacto destaca-se a campanha “Desafio SeparAção Vidro”, que envolveu visitas diretas a 150 estabelecimentos comerciais da região, alcançando mais de três mil pessoas através da distribuição de materiais informativos. Complementarmente, a iniciativa “ReciclaVidro” marcou presença em grandes superfícies comerciais com stands e suportes digitais, permitindo cerca de dois mil contactos presenciais. O trabalho de terreno foi reforçado por campanhas digitais nas redes sociais, sublinhando o compromisso dos municípios e dos agentes económicos com o reforço das metas de reciclagem no território.

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Alentejo

Massa de ar polar traz chuva e descida acentuada das temperaturas ao distrito de Portalegre

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As condições meteorológicas em Portugal Continental deverão registar um agravamento significativo nos próximos dias, com a previsão de chuva persistente até sexta-feira e uma descida acentuada das temperaturas. A partir de quinta-feira, 15 de janeiro, a entrada de uma massa de ar frio polar marítimo irá introduzir elevados níveis de humidade no território, fator que, aliado à descida dos termómetros, potenciará a sensação de desconforto térmico em todo o país.

No distrito de Portalegre, as previsões apontam para um cenário de frio rigoroso, sendo o concelho de Marvão, pela sua altitude, o ponto mais fustigado da região. As temperaturas nesta zona podem atingir valores negativos, especialmente durante o próximo fim de semana, o que favorecerá a formação de geada e gelo nas estradas durante as primeiras horas da manhã. Na capital de distrito, a cidade de Portalegre, as mínimas deverão oscilar entre 1 e 4 graus centígrados, mantendo-se o ambiente húmido característico desta fase do inverno.

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Perante a persistência da precipitação e a chegada do ar polar, as autoridades recomendam especial atenção aos grupos mais vulneráveis, nomeadamente idosos e crianças. É aconselhada a adoção de medidas de proteção individual contra o frio e redobrada precaução na condução, face à possibilidade de piso escorregadio ou formação de gelo em pontos mais altos do distrito. A melhoria gradual do estado do tempo é apenas esperada após a passagem desta frente fria, embora as temperaturas baixas devam marcar o ritmo meteorológico dos próximos dias no Alto Alentejo.

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Borba

Tribunal de Évora marca repetição do julgamento do caso de Borba para abril

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Os seis arguidos no processo da derrocada da estrada entre Borba e Vila Viçosa, que causou cinco mortos em novembro de 2018, regressam ao Tribunal de Évora no dia 7 de abril de 2026. A nova calendarização, estabelecida após o Tribunal da Relação de Évora ter ordenado a repetição do julgamento, prevê sessões de inquirição de testemunhas até meados de junho, estando as alegações finais marcadas para o dia 17 desse mês. Esta decisão do tribunal superior surge na sequência de um recurso do Ministério Público, que contestou a absolvição total dos acusados ocorrida em primeira instância, em fevereiro de 2024. As juízas desembargadoras consideraram que o acórdão anterior apresentava uma contradição insanável na fundamentação e erro notório na apreciação da prova.

O coletivo de juízes, agora presidido por Luís Mendonça e Cunha, voltará a analisar as responsabilidades de António Anselmo, então presidente da Câmara de Borba, e de Joaquim Espanhol, vice-presidente à data dos factos, ambos pronunciados por homicídio por omissão. O processo envolve igualmente dois técnicos da Direção-Geral de Energia e Geologia, além da empresa exploradora da pedreira e do seu responsável técnico, acusados de violação de regras de segurança. Em causa está o colapso de um troço de cerca de 100 metros da Estrada Municipal 255, que ruiu para o interior de duas explorações de mármore, vitimando dois operários e três ocupantes de viaturas que circulavam na via.

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Paralelamente ao desfecho criminal, o Estado move uma ação administrativa no Tribunal de Beja para tentar reaver mais de 1,6 milhões de euros liquidados em indemnizações às famílias das vítimas. Esta ação cível visa os seis arguidos, a autarquia de Borba e os herdeiros da sociedade exploradora, embora a câmara municipal tenha já contestado o pedido, invocando a pendência do processo-crime como questão prejudicial. O novo julgamento será decisivo para apurar as falhas de fiscalização e de manutenção que conduziram ao acidente, numa fase em que se procura clarificar as omissões políticas e técnicas apontadas pela investigação no setor dos mármores.

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Alentejo

Tribunal de Beja julga homem por 15 anos de violência doméstica contra mulher e filhos

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Violência

Um homem de 40 anos começou a ser julgado no Tribunal de Beja sob a acusação de três crimes de violência doméstica agravada. O arguido é suspeito de, ao longo de mais de uma década e meia, ter submetido a mulher e os dois filhos menores a um regime de agressões físicas e psicológicas na residência da família, em Cuba.

Perante o coletivo de juízes, o arguido optou pelo silêncio, remetendo para as declarações prestadas em primeiro interrogatório judicial, nas quais negou a prática dos crimes. A acusação sustenta, no entanto, que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas potenciava o comportamento agressivo do homem, resultando em episódios recorrentes de martirização do núcleo familiar.

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O histórico de violência descrito no processo recua a 2007, altura em que terá ocorrido a primeira agressão física contra a mulher, então grávida. Segundo o Ministério Público, o arguido terá desferido murros e pontapés no ventre da vítima durante uma discussão. Noutro episódio violento, uma agressão direta no rosto terá provocado a perfuração do tímpano da mulher.

O comportamento agressivo estendia-se aos descendentes do casal. Em outubro de 2022, o filho, então com 15 anos, terá sido atingido com um murro na cabeça ao tentar proteger a mãe, depois de o arguido ter arrombado a porta de um quarto onde as vítimas se tentavam abrigar. Um ano mais tarde, a mulher e a filha terão sido expulsas de casa, vendo-se obrigadas a pernoitar no interior de um automóvel. Num incidente posterior, a filha, na altura com 10 anos, foi quem solicitou a intervenção da GNR perante o comportamento ameaçador do pai.

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O arguido, que aguardou o início do julgamento em liberdade sujeito a Termo de Identidade e Residência (TIR), responde agora perante a justiça pelos danos físicos e traumas psicológicos infligidos às três vítimas ao longo de 15 anos de convivência.

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