Portugal
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José Apolinário foi reeleito Presidente da CCDR Algarve na eleição indireta realizada a 12 de janeiro de 2026, na qual participaram 469 dos 500 eleitos locais da região, nos termos da Lei Orgânica das CCDR. Segundo os resultados provisórios apurados, (,%), (,%) (,%).
No mesmo processo, e ao abrigo do Despacho n.º 14805-C/2025, foi igualmente – , , escolhido exclusivamente pelos Presidentes de Câmara Municipal, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 36/2023, de 26 de maio, e respetivo Regulamento Eleitoral.
Encontra-se ainda por agendar a eleição do segundo Vice-Presidente, a realizar pelos membros não autarcas do Conselho Regional da CCDR Algarve.
Após conhecidos os resultados, é “ã é , ”, agradecendo o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos só foi possível graças ao empenho e dedicação de uma equipa sólida e coesa, constituída pelos Vice-Presidentes José Pacheco, Elsa Cordeiro, Pedro Monteiro e o vogal executivo do Programa Regional ALGARVE 2030, Aquiles Marreiros.
“ é çã , ó ó ”, destacou.
O Presidente eleito relembrou ainda que, çã á , çã ã e quanto à necessidade de defender os seus interesses estratégicos num contexto nacional e europeu.
çã , : https://www.ccdr-alg.pt/site/sites/default/files/inline-files/Declara%C3%A7%C3%A3o%20do%20Presidente%20da%20CCDR%20Algarve.pdf
:
José Apolinário é licenciado em Direito. Atual Presidente da CCDR Algarve, foi Secretário de Estado das Pescas, Presidente da Câmara Municipal e da Assembleia Municipal de Faro, Deputado á Assembleia da República e ao Parlamento Europeu, foi também Presidente do Conselho de Administração da Docapesca e Diretor Geral das Pescas e Aquicultura. Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Olhão e da Câmara Municipal de Faro.
Nota biográfica: https://www.ccdr-alg.pt/site/sites/default/files/inline-files/Nota%20Biogr%C3%A1fica%20-%20Jos%C3%A9%20Apolin%C3%A1rio.pdf
#CCDRAlgarve #algarve #coesãoterritorial
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Portugal
Quercus alerta ocultação de eucaliptal ardido e pede correções

QUERCUS alerta que mais de dois terços do eucaliptal ardido estão ocultos das estatísticas nacionais e propõe medidas de correção
O 5.º relatório provisório de incêndios rurais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), publicado em setembro, revelou que é já o 4º ano com maior área ardida, desde 1996 (ano com dados disponíveis), com 254.296 ha ardidos em Portugal.
Importa realçar que no período homólogo e relativamente ao ano com maior área ardida, este valor é superior em cerca de 20 mil hectares.
No entanto a análise recente da Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) e da Carta de Ocupação do Solo Conjuntural (COSc), produzidas pela Direção-Geral do Território (DGT) com base em imagens de satélite do programa europeu Copernicus (Sentinel-2), evidencia deficiências estruturais que estão a comprometer a leitura da realidade florestal portuguesa e que comprometem os dados oficiais.
Senão vejamos: A COS, atualizada apenas de 5 em 5 anos, e os ortofotomapas que lhe dão suporte, cuja última edição remonta a 2018, apresentam um desfasamento significativo face ao território real, e para agravar esta situação, a COSc, de carácter anual, sofre do mesmo problema técnico pois classifica como “mato” vastas áreas de eucaliptal jovem, em regeneração ou em rotação após corte, mascarando assim a verdadeira extensão desta cultura florestal.
Para demonstrarmos este desfasamento importa dar exemplos concretos:
Incêndio de Arouca – No incêndio de Arouca, em 2024, arderam 6.500 hectares. A ocupação real da área afetada era superior a 80% de eucaliptal, sobretudo jovem. Contudo, a informação oficial classifica 62% da área como “fogo de mato”. Mais de metade dos eucaliptos surgem no satélite como “Transitional Woodland-shrubland”, ocultando estatisticamente a dimensão real do eucaliptal ardido, pois a área ardida é bastante superior e não está devidamente classificada e contabilizada.
Incêndio de Pedrógão – os relatórios do European Forest Fire Information System (EFFIS) assinalam 80% de “mato”, numa área onde 90% correspondia a eucaliptos jovens ou regenerações naturais.
Desta forma, podemos afirmar que mais de dois terços do eucaliptal existente em áreas ardidas fica ocultado das estatísticas nacionais por classificações incorretas, tendo como exemplo Povoamentos florestais que são registados como “mato” em várias fases do ciclo do eucalipto: até aos 5 a 8 anos de idade, até atingirem 5 metros de altura, após cortes sucessivos ou em estado de regeneração, estimando a QUERCUS que em incêndios de grandes dimensões dezenas de milhares de hectares de plantações sejam reportados à população apenas como “mato”, desvalorizando o risco e o impacto real nos territórios e comunidades.
Portugal continua, assim, a apresentar dados oficiais que desvirtuam a realidade florestal, alimentando uma perceção estatística e política incorreta sobre a dimensão do eucaliptal. Esta prática tem consequências graves na prevenção e combate aos incêndios, na avaliação ambiental e na definição de políticas públicas.
A QUERCUS recomenda a retificação urgente do protocolo de análise, garantindo a identificação correta das espécies florestais e uma atualização mais próxima do tempo real e defende que as plantações de eucalipto (e outras espécies florestais de rápido crescimento) passem a estar sujeitas a licenciamento obrigatório e georreferenciação em plataforma oficial do Estado, permitindo uma monitorização transparente e eficaz da ocupação do solo e da evolução do risco de incêndio.
A classificação atual da ocupação do solo em Portugal está a ocultar de forma sistemática a realidade do eucaliptal. Sem medidas urgentes de correção e de transparência, como a QUERCUS propõe, o país continuará a viver com uma narrativa oficial que distorce a realidade e compromete fortemente a segurança de pessoas e bens, assim como, um ordenamento do território e gestão florestal sustentável.
Portugal
ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável

Nos últimos anos, a reutilização tem sido promovida como uma das soluções mais eficazes para reduzir o consumo de plásticos de uso único e diminuir a quantidade de resíduos que enviamos para aterro ou incineração. Mas será que tudo o que nos dizem ser reutilizável o é de facto?
A resposta é simples: não necessariamente. Nem todos os copos, embalagens ou recipientes que encontramos em cafés, take-away ou supermercados podem ser considerados reutilizáveis. A chave está em perceber se estão integrados num sistema que garante que o objeto é usado várias vezes e depois retorna ao ciclo.
O que torna um objeto realmente reutilizável
Um copo ou embalagem só pode ser considerado reutilizável se cumprir alguns critérios essenciais:
- Integração num sistema de reutilização
O objeto deve fazer parte de um circuito organizado, seja da própria empresa ou de uma rede local, que garanta que ele volta ao ponto de origem ou a outro ponto de recolha autorizado. - Garantia de circulação múltipla
É fundamental que o recipiente seja usado repetidamente, e não apenas trocado por outro depois de uma utilização. Quanto mais vezes circular, menor o seu impacto ambiental. - Depósito ou incentivo ao retorno
Um sistema de reutilização eficaz incentiva o consumidor a devolver o objeto — por exemplo, através de depósitos ou descontos em compras futuras. Sem esta lógica, o objeto corre o risco de ser descartado como se fosse descartável.
Como identificar se um produto é realmente reutilizável
Ao deparar-se com um copo ou recipiente “reutilizável”, pergunte-se:
- Existe um depósito ou incentivo ao retorno?
- Há pontos de recolha claros e acessíveis?
- O sistema garante que o objeto irá circular várias vezes?
- Há informação clara sobre limpeza, manutenção e reutilização?
Se a resposta a estas perguntas for negativa, o produto não pode ser considerado reutilizável, por mais que pareça mais sustentável que o descartável.
Por que é importante distinguir
A reutilização genuína é uma ferramenta poderosa de prevenção de resíduos. Mas, se confundirmos produtos que só parecem reutilizáveis com sistemas que de facto funcionam, corremos o risco de criar um falso sentimento de sustentabilidade, sem reduzir de forma real o consumo de plástico ou a produção de resíduos.
Para a ZERO, reutilizar é reduzir: cada copo ou embalagem que circula de facto várias vezes evita a produção de novos objetos, diminui a quantidade de resíduos e contribui para um modelo de economia circular eficiente.
A responsabilidade é de todos
Consumidores, empresas e entidades reguladoras têm um papel importante:
- Consumidores: procurar informação sobre os sistemas de retorno e privilegiar produtos com circuito garantido.
- Empresas: adotar sistemas de reutilização robustos, com depósito ou incentivos claros, e comunicar de forma transparente.
- Legislação e municípios: apoiar políticas que promovam a reutilização de verdade, incluindo normativas e campanhas de sensibilização.
Um copo ou embalagem só é realmente reutilizável quando circula várias vezes e retorna ao sistema. Sem depósito, incentivo ao retorno ou circuito garantido, não passa de um produto que parece sustentável, mas que na prática não evita resíduos.
Se queremos construir um futuro com menos lixo e mais economia circular, precisamos de olhar para a reutilização com rigor, garantindo que cada objeto cumpre o seu papel e não apenas a sua aparência.
Portugal
Jantar Comemorativo Aniversário 40 anos

No passado dia 31 de outubro, celebrámos 40 anos de dedicação à defesa do ambiente e à conservação da natureza em Portugal. O jantar comemorativo reuniu associados, colaboradores, voluntários e parceiros, num momento de reconhecimento e partilha, que assinalou quatro décadas de trabalho contínuo ao serviço da sustentabilidade, da biodiversidade e da cidadania ambiental. Neste vídeo partilhamos algumas imagens e os melhores momentos desta celebração, que reflete o percurso de uma associação independente, apartidária e comprometida com a proteção dos valores naturais do nosso país.
Portugal
Quercus critica proposta da Comissão para desregular pesticidas

Desregulação dos pesticidas: QUERCUS reforça crítica a proposta da Comissão Europeia
Mais de 23 mil cidadãos colocam em causa decisão que prejudica ambiente
Em resposta ao apelo lançado pela PAN Europe, da qual a Quercus é membro, mais de 23.000 europeus enviaram comunicações diretas aos respetivos Comissários Europeus uma mensagem clara exigindo o abandono desta proposta e a defesa de uma política de pesticidas assente na ciência, na proteção da saúde e no interesse público. Um número expressivo tendo em conta o tempo decorrido de pouco mais de uma semana.
Esta forte união de cidadãos, organizações não-governamentais e cientistas [1] levou a Comissão Europeia, na votação realizada 16 de dezembro, a recuar parcialmente, nomeadamente, perante os termos da proposta apresentada [2]:
- Passaria a ser exigida uma reavaliação direcionada para as substâncias relativamente às quais tenham surgido incertezas ou lacunas de dados no âmbito da sua avaliação de risco, bem como para as substâncias aprovadas como «candidatas à substituição»;
- E a Comissão passaria a ficar obrigada a identificar as substâncias ativas ou grupos de substâncias ativas com períodos de aprovação ilimitados para as quais deverá ser realizado um procedimento de renovação, ao passo que, nas versões preliminares divulgadas, essa exigência era apenas facultativa.
No entanto, a proposta de alteração de regulamento, dita como “final”, continua a comprometer pilares essenciais da legislação europeia. Entre os aspetos mais preocupantes, a Quercus destaca:
- Limitação da reavaliação periódica de substâncias ativas, mesmo perante novas evidências científicas de risco;
- Restrição do uso da informação científica mais recente pelos Estados-Membros na avaliação de pesticidas, contrariando jurisprudência do TJUE;
- Alargamento dos critérios de derrogação, facilitando a autorização de pesticidas que não cumprem os requisitos de segurança;
- Prolongamento dos períodos de tolerância para pesticidas perigosos já proibidos, a partir de stocks existentes;
- Facilitação da reclassificação de substâncias como «baixo risco», sem garantias suficientes de segurança;
- Definição excessivamente ampla de substâncias de controlo biológico, incluindo compostos artificiais ou análogos sintéticos;
- Possibilidade de autorizações gerais para pulverização aérea com drones, apesar dos riscos de deriva e exposição involuntária.
Alexandra Azevedo, Presidente da Quercus, destaca:
“Esta evolução demonstra a importância da mobilização da sociedade e da persistência no trabalho de acompanhamento das decisões políticas para moldar a realidade que proteja o ambiente, a saúde pública, os trabalhadores agrícolas e as comunidades rurais. O caso ressente da retirada de um estudo que negava riscos do glifosato, servindo de base a decisões políticas durante 25 anos [3], demonstra a necessidade premente de avaliações independentes, transparentes e regularmente atualizadas, e não o seu enfraquecimento.”
———-
Notas
[1] Declaração Científica sobre os Pesticidas no pacote Omnibus
Chegou a estar em cima da mesa a possibilidade de aprovar por tempo ilimitado até 90% das substâncias ativas atualmente autorizadas, incluindo não só substâncias de controlo biológico, mas também pesticidas sintéticos com impactos nocivos amplamente comprovados, como o glifosato, classificado como provável carcinógeno, ou o acetamiprido, com efeitos neurotóxicos reconhecidos.
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