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Sociedade

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Neste Dia Internacional da Mulher, dedicamos uma mensagem especial a todas as mulheres da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e do Sistema de Proteção Civil. A vossa dedicação, coragem e empenho diário são fundamentais para a proteção e segurança de todos os cidadãos.

Hoje celebramos não só as conquistas das mulheres, mas também a sua imensa capacidade de transformar desafios em soluções, sempre com profissionalismo e comprometimento. O vosso contributo é essencial para a construção de uma sociedade mais segura e resiliente. Cada uma de vós, seja no terreno, nas operações de socorro, na coordenação das ações ou no apoio logístico, desempenha um papel de extrema importância.

Que este Dia Internacional da Mulher seja um momento de reflexão, celebração e agradecimento. Que a igualdade, o respeito e o reconhecimento das vossas lutas e conquistas se perpetuem todos os dias do ano.

A todas as mulheres da Proteção Civil, o nosso mais sincero agradecimento e parabéns, pois o vosso trabalho não tem preço e é exemplo e uma inspiração para todos.

Feliz Dia da Mulher !

#ANEPC #DiaInternacionalDaMulher #DiaDaMulher #ProteçãoCivil #agentesdeproteçãocivil #TodosSomosProtecaoCivil



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Sociedade

A pessoa continua lá. Com a sua história. Com as suas emoções. Com a sua identi…

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A pessoa continua lá. Com a sua história. Com as suas emoções. Com a sua identidade. A vida não se pode esconder atrás da demência. Saiba mais em: https://www.sns.gov.pt/demencias/. #Saúde #SNS #Demências #SaúdeMental



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Portugal

Megaprojeto eólico em Santiago do Cacém ao serviço da IA: Quercus alerta para impactos ambientais subavaliados 

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Data Center de Sines pode vir a consumir 20% da eletricidade do país

A Quercus  manifesta a sua preocupação relativamente a mais um mega-empreendimento de energias renováveis à beira de se tornar realidade, sem que tenha sido feita uma verdadeira avaliação dos impactes ambientais. Destinado a abastecer o Data Center de Sines, o Parque Eólico do Sudoeste, a instalar no município de Santiago do Cacém, está em consulta pública até 18 de agosto. Ao todo será ocupada uma área de 1098,4 hectares, o equivalente a mais de 1000 campos de futebol.

Parque eólico dificilmente trará benefícios aos consumidores 

Segundo o promotor, a Hyperion Renewables Sines, Unipessoal Lda., o projeto configura uma Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) destinada a alimentar diretamente o Data Center de Sines, que quando estiver na sua máxima capacidade operacional poderá vir a consumir no futuro 20% da eletricidade utilizada em Portugal. Está prevista a instalação de 23 aerogeradores, com potência unitária de 6,0 MW, prevendo-se uma produção anual de cerca de 386,4 GWh. O projeto inclui ainda um sistema de armazenamento (BESS), com 61 contentores de baterias de lítio, capacidade total de 200 MWh e potência de 50 MW.

O promotor justifica o projeto invocando a redução de custos energéticos, a diversificação da matriz energética nacional, a segurança de abastecimento e o cumprimento das metas europeias de redução de emissões.

A Quercus reconhece a importância destes compromissos climáticos, embora considere que a energia a produzir dificilmente trará benefícios para a fatura energética das famílias portuguesas ou reforçará a rede elétrica nacional. Apesar de estar prevista a possibilidade de disponibilização de excedentes da UPAC para comunidades de energia ou indústrias locais, tendo em conta o elevado consumo energético dos data centers, acreditamos que o cenário mais provável é que esta central sirva única e exclusivamente para alimentar esta infraestrutura industrial.

Além disso, é incompreensível que um projeto desta envergadura não preveja como contrapartida a redução significativa da fatura da energia para todos os munícipes dos dois concelhos afetados pelo projeto, Santiago do Cacém e Sines, assim como outros apoios às comunidades locais. 

Consideramos também que é fundamental saber se está prevista a desmantelação do parque eólico quando os aerogeradores alcançarem o fim da sua vida útil e a reposição dos valores naturais afetados por forma a garantir que no futuro que o passivo ambiental não é imputado ao país nem dos municípios em causa, mas sim a quem beneficiou com a implementação desta mega infraestrutura.

Impactos ambientais menosprezados pelo promotor

O documento em consulta pública  reconhece uma extensa lista de impactes negativos ao longo de todo o ciclo de vida do projeto. Estes são sistematicamente classificados como “pouco significativos”, apesar da sua natureza e extensão:

  • Destruição de habitats protegidos: a área de estudo integra habitats naturais classificados, incluindo montados de sobro e azinho, charnecas secas europeias, medronhais e salgueirais junto a linhas de água;
  • Afetação de sobreiros e azinheiras, espécies protegidas por lei, cujo abate é condicionado por decreto-lei;
  • Perda de fauna, com destaque para avifauna e quirópteros (morcegos), por efeito de exclusão, perturbação e mortalidade, incluindo atropelamento e esmagamento durante a obra;
  • Interferência direta em linhas de água, com risco de assoreamento, aumento da turbidez e contaminação por derrames de óleos e combustíveis;
  • Afetação de áreas de RAN e REN, ainda que “pequenas e localizadas”;
  • Perda de solo e compactação, resultante da desmatação, decapagem e circulação de máquinas pesadas;
  • Poluição sonora com impacto direto na qualidade de vida das comunidades locais.

Gralha ou copy-paste? Um lapso que expõe o problema de fundo

Existe uma gralha muito reveladora no documento em consulta pública: na página 96, refere-se que a produção de energia se fará “a partir de uma fonte não poluente e renovável (o sol)“. Este erro não aparenta ser um simples lapso, mas sim uma prova de que este documento pode ter resultado de um copy-paste apressado a partir de outro processo, provavelmente relativo a um projeto de produção solar fotovoltaica.

Este não é um pormenor de somenos. É sintoma de uma “indústria” de estudos de impacte ambiental produzidos em série, com pouco rigor e escrutínio, para viabilizar, o mais rapidamente possível, projetos de grande escala.

A Quercus não se opõe às energias renováveis, pelo contrário. Reconhece o seu papel indispensável na transição energética e na resposta à crise climática. O que está aqui em causa não é o princípio, é o modelo. Projetos desta escala não deveriam avançar sem uma avaliação séria entre os impactes impostos ao território e os benefícios efetivamente devolvidos ao país. 

Para que Portugal continue a apostar nas renováveis com legitimidade e apoio social, é necessário rever o enquadramento atual: as empresas que promovem este tipo de infraestruturas, sobretudo quando destinadas a indústrias intensivas em consumo de energia, devem assumir obrigações concretas e vinculativas.

08 de agosto de 2026



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Sociedade

Mesmo em período de férias o Instituto Português do Sangue e Transplantação não…

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Mesmo em período de férias o Instituto Português do Sangue e Transplantação não deixa de apelar à dádiva. Conheça as vantagens do questionário online com a Secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.
Uma dádiva pode salvar até 3 vidas!

#Saúde #IPST #DarSangue




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Sociedade

Portugal recebeu a 7 de agosto, da Comissão Europeia, o desembolso referente ao …

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Portugal recebeu a 7 de agosto, da Comissão Europeia, o desembolso referente ao 9.º pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Saiba mais:



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