Economia
Tempestades deixam rasto de destruição e 10 milhões de euros em danos em Abrantes

As tempestades e as cheias do Tejo provocaram prejuízos superiores a 10 milhões de euros em Abrantes, mantendo a Estrada Nacional 2 e o Jardim do Castelo encerrados devido a derrocadas e danos estruturais.
O presidente da autarquia, Manuel Valamatos, revelou que o levantamento provisório de danos já ultrapassou os 10 milhões de euros, afetando não só o domínio público, mas também o setor privado e as habitações de várias famílias. Afirmou ainda que este valor deverá continuar a subir à medida que novas ocorrências são identificadas pelas equipas no terreno.
A Estrada Nacional 2 permanece cortada no troço do Espinhaço de Cão por ordem da Infraestruturas de Portugal, o que forçou o desvio de veículos pesados para o centro urbano de Abrantes, agravando o tráfego local. A autarquia garante estar em contacto com as autoridades nacionais para encontrar uma solução urgente que minimize os impactos na circulação.
No coração da cidade, o Jardim do Castelo mantém as portas fechadas por questões de segurança, após o desmoronamento de partes das muralhas históricas. A intervenção técnica está a ser articulada com organismos da cultura e do património para assegurar a preservação do monumento.
Paralelamente, a Câmara Municipal procura agora agilizar o acesso a fundos de emergência do Governo e das CCDR para financiar a reconstrução das zonas destruídas e apoiar a população afetada.
Alentejo
Alvito lidera captação de fundos europeus no Alentejo e converte projetos em motor de desenvolvimento

O concelho de Alvito assume-se como o território com maior volume de projetos submetidos e aprovados junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo. O dado estatístico estabelece um marco no panorama da gestão do investimento público na região, colocando o município no topo da eficiência técnica na captação de fundos comunitários para alavancar a economia local.
Em duas entrevistas complementares, o Presidente da CCDR Alentejo e o Presidente da Câmara Municipal de Alvito, José Efigénio, analisam a convergência de estratégias que permitiu ao município liderar a mobilização de incentivos europeus. O alinhamento institucional entre a tutela regional e a autarquia é apontado como o fator determinante para acelerar a execução de verbas destinadas à coesão territorial, à valorização do património e ao reforço do tecido produtivo.
Alinhamento estratégico e capacidade técnica
A liderança de Alvito no aproveitamento dos quadros de financiamento europeu resulta de uma transição focada no alinhamento de prioridades económicas com as diretrizes de desenvolvimento regional. Segundo os responsáveis, a capacidade do concelho em liderar a submissão e aprovação de candidaturas reflete uma preparação técnica estruturada, capaz de transformar as caraterísticas específicas do concelho em projetos financeiros elegíveis.
Esta dinâmica de convergência entre a autarquia e a CCDR Alentejo tem garantido a viabilização de investimentos em áreas críticas como o turismo sustentável, a preservação patrimonial e a inovação no setor agroalimentar. O objetivo central passa por maximizar o impacto do capital comunitário para aumentar a competitividade territorial e travar a desertificação humana no interior alentejano.
Fixação de população e valorização do património
A aplicação das verbas comunitárias aprovadas visa dar resposta aos desafios estruturais da região. A estratégia municipal enquadrada pela CCDR Alentejo foca a criação de condições para a fixação de novos residentes, o reforço dos serviços à população e a dinamização do tecido empresarial local.
A conversão dos recursos endógenos em ativos de valor acrescentado tem permitido ao concelho projetar a sua base económica, posicionando Alvito como um caso de estudo na eficácia de gestão dos fundos de coesão no Alentejo.
Economia
Atualização: Gasóleo não desce tanto quanto esperado por causa do ISP

O Governo decidiu reduzir o desconto no ISP em cerca de um cêntimo para o gasóleo, anulando quase totalmente a descida de preço que estava prevista para os postos de abastecimento a partir de segunda-feira.
Com este ajuste fiscal, o gasóleo terá uma redução residual de apenas 0,07 cêntimos, em vez da descida significativa antecipada pelos mercados internacionais. Por outro lado, a gasolina deverá registar um aumento de 2,5 cêntimos por litro, uma vez que o Executivo optou por não alterar o valor do imposto aplicado a este combustível.
Estas variações entram em vigor entre 27 de abril e 3 de maio, embora os preços finais possam variar conforme a política comercial de cada revendedor.
Economia
Combustíveis: Gasóleo baixa e gasolina sobe na próxima semana

As previsões para a semana de 27 de abril a 3 de maio indicam uma evolução diferente para os dois combustíveis em Portugal, com base no comportamento dos mercados internacionais, o preço do gasóleo deverá registar uma descida de 4 cêntimos por litro, enquanto a gasolina deverá subir 2,5 cêntimos.
Feitas as contas, o preço médio do litro de gasóleo deverá fixar-se nos 1,928 €, o que representa uma poupança de cerca de 2 euros num depósito de 50 litros face à semana anterior. No caso da gasolina, o valor médio deverá subir para os 1,921 € por litro, tornando o abastecimento de um depósito de 50 litros aproximadamente 1 euro mais caro.
É importante recordar que estes valores são meramente indicativos, uma vez que o mercado de combustíveis em Portugal é livre e os preços finais podem variar conforme a marca, o posto de abastecimento e a localização geográfica. Se conduz um veículo a gasóleo, poderá valer a pena aguardar por segunda-feira para atestar o depósito.
Economia
Preço das casas em Portugal dispara 16,8% e ultrapassa os 2 mil euros por metro quadrado

Comprar casa em Portugal tornou-se significativamente mais caro em 2025, com o preço mediano da habitação a fixar-se nos 2.076 €/m². Segundo os dados revelados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), este valor representa uma subida de 16,8% face ao ano de 2024, refletindo a forte pressão no mercado imobiliário nacional.
Com base em quase 165 mil vendas efetuadas ao longo do último ano, o relatório destaca que cinco regiões do país apresentam valores acima da média nacional, com a Grande Lisboa a liderar a lista ao atingir os 3.439 €/m². Seguem-se o Algarve (3.139 €/m²), a Península de Setúbal (2.596 €/m²), a Região Autónoma da Madeira (2.500 €/m²) e a Área Metropolitana do Porto (2.305 €/m²) como as zonas onde o acesso à habitação exige o maior esforço financeiro.
Portugal2 dias ago“Roteiro Gastronómico” dedicado à Patanisca decorre no Cercal do Alentejo – Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Portugal2 dias agoDia do Município de Santiago do Cacém celebra-se com João Pedro Pais e Aurea – Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Portugal3 dias agoMunicípio de Santiago do Cacém recebe delegação do Governo da Província de Huambo – Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Portugal3 dias agoComemorações do Dia do Município de Santiago do Cacém – Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Campo Maior2 dias agoAlterações ao Trânsito – Festas do Povo 2026O Município de Campo Maior infor…
Portugal3 dias agoMorreu Maria Antónia Carravilla, professora da FEUP
Portugal3 dias agoDesinfestação de baratas no Cercal do Alentejo – Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Portugal2 dias agoFármacos para asma e coração podem ajudar a tratar cancro da bexiga
Portugal2 dias agoPaulo Melo reeleito Diretor da Faculdade de Medicina Dentária da U.Porto
Portugal2 dias agoTrânsito e estacionamento proibidos no Largo Zeca Afonso e no Largo 1.º de Maio, Vila Nova de Santo André, de 30 julho a 3 agosto – Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Portugal2 dias agoFCUP integra novo Consórcio de Escolas de Ciências
Portugal2 dias agoAlumna da U.Porto representa Portugal na 31.ª AFS Youth Assembly













