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Monitor/ Contrato de Trabalho// Esmoriz

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<b>Empresa: </b>Go Fitness Lda <br><b>Categoria: </b>Desporto / Ginásios<br><b>Zona: </b> Aveiro<br><b>Data: </b>20-2-2026<br><br><b>Descrição: </b>Go Fitness Esmoriz

Estamos a recrutar Monitor de Sala Esposende (Part-Time)
Horário 18:00 às 22:00

Procuramos uma pessoa dinâmica, responsável e apaixonada por fitness para integrar a nossa equipa!
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Alentejo 2030 abre concurso de 4,5 milhões de euros para projetos de reabilitação e regeneração urbanas

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O Programa Regional Alentejo 2030 tem abertas candidaturas ao aviso “Reabilitação e Regeneração Urbanas (ITI)”, que disponibiliza uma dotação FEDER de 4,5 milhões de euros para apoiar investimentos destinados à qualificação e revitalização dos centros urbanos da região.

O concurso pretende promover intervenções que reforcem a atratividade dos espaços urbanos, contribuam para a fixação de população, melhorem a qualidade de vida dos cidadãos e respondam aos desafios da descarbonização, da digitalização e da sustentabilidade ambiental.

São elegíveis projetos de reabilitação e regeneração urbanas, incluindo a reabilitação de edifícios, a requalificação de espaços públicos e a criação de novos equipamentos coletivos e espaços urbanos de referência, privilegiando soluções alinhadas com os princípios da New European Bauhaus (NEB), da eficiência energética e da inclusão social.

O apoio destina-se aos municípios de Alcácer do Sal, Aljustrel, Almeirim, Beja, Benavente, Cartaxo, Castro Verde, Coruche, Estremoz, Évora, Grândola, Montemor-o-Novo, Moura, Odemira, Reguengos de Monsaraz, Rio Maior, Santarém, Santiago do Cacém, Serpa, Sines e Vendas Novas.

Com uma taxa máxima de cofinanciamento FEDER de 85%, a dotação disponível encontra-se distribuída pelas Comunidades Intermunicipais abrangidas da seguinte forma:

CIM Baixo Alentejo (CIMBAL): 1.610.400 €
CIM Alentejo Central (CIMAC): 1.409.100 €
CIM Lezíria do Tejo (CIMLT): 1.006.500 €
CIM Alentejo Litoral (CIMAL): 474.000 €

Entre os objetivos do concurso destacam-se a valorização dos espaços públicos, a melhoria da eficiência energética dos edifícios, a promoção da mobilidade urbana sustentável, a criação de ambientes urbanos mais inclusivos e acessíveis e o reforço da coesão territorial.

As operações apoiadas deverão contribuir para a qualificação dos centros urbanos e para a criação de condições mais favoráveis à atração de residentes, visitantes, investimento e atividade económica.

O período de candidaturas decorre em regime faseado, sendo a primeira data de encerramento a 31 de agosto de 2026, prolongando-se a apresentação de candidaturas até 30 de junho de 2027.

Consulte o avisos de concurso AQUI.

Submissão de Candidaturas: Balcão dos Fundos.



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EDIA reforça dotações de rega em Alqueva

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EDIA reforça dotações de rega em Alqueva – EDIA,S.A.


























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Como ver um eclipse solar com Ciência(s)

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João Lima, astrofísico solar e professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), já tem tudo planeado. No dia 11 de agosto, parte de carro para Espanha. A missão é assistir ao eclipse total do Sol no dia seguinte. Um privilégio que, em Portugal, estará reservado a quem viver em Rio de Onor, no concelho de Bragança. 

No resto do país, o eclipse solar será apenas parcial. “O céu não fica completamente escuro, como acontece durante um eclipse total, mas escurece bastante. É uma espécie de crepúsculo muito intenso”, explica o também investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

Apesar da curta distância entre Rio de Onor e Bragança, a diferença é suficiente para que o eclipse deixe de ser total. “O alinhamento já não é perfeito”, justifica. Em Bragança, a percentagem de ocultação do sol é 99,9% e, no Porto, será de 98,8%.

“É um acontecimento raríssimo. Portugal encontra-se no extremo sudoeste duma estreita faixa de totalidade e, neste caso, essa faixa, em Portugal, atravessa unicamente Rio de Onor”, esclarece, destacando o que torna este fenómeno tão particular no nosso país.

Em Rio de Onor, a totalidade durará 26 segundos e será atingida por volta das 19h30. Em Lugo, na Galiza, prolongar-se-á por cerca de 1 minuto e 24 segundos — um detalhe que levou João Lima a planear a viagem com quase um ano de antecedência. “Se pudesse, escolheria ir a Luxor, no Egito a 2 de agosto 2027, onde se observará um eclipse total do Sol com duração de 6 minutos e 20 segundos”, conta.  

Conselhos para ver o eclipse  

Por cá, para quem queira observar o eclipse, João Lima deixa uma mensagem fundamental e alguns conselhos. “Tenho visto muita desinformação nas redes sociais, onde se sugere o uso de radiografias, por exemplo. É fundamental combater isso“, alerta. “Só existe uma forma segura de observar o eclipse: com óculos de observação de eclipse solar devidamente certificados”, reforça.  

Estes óculos estão a ser distribuídos, por exemplo, em centros de Ciência Viva, como o Planetário do Porto. Para isso, basta apenas adquirir bilhete para assistir ao filme imersivo 3CLIPSE sobre o “trio ibérico” de eclipses solares que irá acontecer em 2026, 2027 e 2028 

Mesmo utilizando os óculos certificados, o aconselhável é observar o Sol apenas durante breves períodos, alternando a observação entre as pessoas. “Os óculos aquecem bastante durante a observação”, explica. O docente da FCUP aconselha também a especial vigilância com as crianças.  

Para visualização deste fenómeno, o local é também fundamental. Na costa ocidental portuguesa, o ideal é junto às praias. Para ter a certeza do melhor local, “façam um ensaio”, aconselha João Lima. 

“Se, na véspera, à mesma hora, conseguirem ver o Sol do local escolhido, então, caso o céu não esteja completamente tapado de nuvens, conseguirão observar o eclipse, no dia 12”, sugere o astrofísico. Quem estiver no interior deve procurar um local elevado, como uma colina, um miradouro ou mesmo a varanda de um edifício voltada para oeste.  

João Lima é Professor Auxiliar do Departamento de Física e Astronomia da FCUP e investigador do IA/U.Porto. (Foto: U.Porto)

O fascínio de um eclipse total  

Para quem quiser ver o eclipse total do Sol, é fundamental o planeamento. O professor da FCUP recorda o eclipse de 2024, na América do Norte: “Houve enormes congestionamentos, pessoas que ficaram horas no trânsito para conseguir chegar à faixa de totalidade. Por isso, a preparação é fundamental. “Vou levar água, comida e powerbanks para poder carregar o telemóvel”, conta.  

João Lima irá com antecedência para Lugo e aconselha o uso de estradas e não autoestradas, pois há maior flexibilidade em caso de acidentes e de muito trânsito.  

Há um entusiasmo coletivo à volta dos eclipses (sobretudo os eclipses totais do Sol). E não é para menos. O astrofísico solar descreve o que torna este fenómeno tão especial e extraordinário: “Quando o eclipse do Sol é total, o disco solar fica completamente ocultado pela Lua, permitindo observar a corona solar, que é uma das camadas da atmosfera do Sol, onde o plasma atinge temperaturas da ordem de centenas de milhares de graus”. Esta parte da atmosfera do Sol é impossível de ser observada quando o Sol “não está tapado” devido, precisamente ao seu brilho tão intenso.

Mas há mais: existem fenómenos que são acontecem num eclipse total do Sol, como o efeito do “anel diamante” e as “pérolas de Baily”. Estes resultam da irregularidade da superfície da Lua, que possui montanhas e vales.  

“Quando os últimos raios solares passam através desses vales, forma-se o chamado “anel de diamante”, um dos momentos mais impressionantes de um eclipse total do Sol”, conta.  

É um fenómeno especial e que mobiliza milhões de pessoas. O que está por detrás do que vemos? O Sol é cerca de 400 vezes maior do que a Lua, mas também está cerca de 400 vezes mais longe da Terra do que o nosso satélite natural. Esta coincidência faz com que ambos pareçam ter praticamente o mesmo tamanho no céu, permitindo que a Lua cubra quase exatamente o disco solar durante um eclipse total. 

Mesmo a observação de um eclipse parcial, é um momento raro e uma experiência marcante para viver nas férias, em família, desde que em segurança e bem preparado.  



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1.º Fórum ReFOOD4North: Ciência, Território e SustentabilidadeRecordamos o no…

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1.º Fórum ReFOOD4North: Ciência, Território e Sustentabilidade

Recordamos o nosso primeiro Fórum!

Este foi um encontro que reuniu investigadores, especialistas, representantes institucionais, produtores regionais e a comunidade!
Foram promovidos debates sobre os desafios e oportunidades dos sistemas alimentares, abordando vários temas como as refeições funcionais, a sustentabilidade e resiliência da produção alimentar, os estilos de vida saudáveis e a governança territorial.
Na Feira de Produtos Regionais, os produtores deram a conhecer os seus produtos!

A forte participação do público tornou este primeiro fórum um verdadeiro espaço de diálogo e construção coletiva!

Agradecemos a todos os oradores, moderadores, convidados, produtores e participantes que contribuíram para o sucesso desta primeira edição.
Juntos, continuamos a promover sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e inovadores.

Conhece-nos de perto em: www.refood4north.utad.pt

#ReFOOD4North #UTAD #Fórum #Ciência #Território #Sustentabilidade







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