Connect with us

Sociedade

Tão importante quanto oferecer alimentos saudáveis às crianças é ensiná-las a es…

Published

on


Tão importante quanto oferecer alimentos saudáveis às crianças é ensiná-las a escolher! Envolva as crianças no planeamento, na compra dos alimentos e na confeção da refeição. Explique ingredientes e rótulos antes de ir às compras. #Saúde #SNS #AlimentaçãoSaudável #Criança
© Direção-Geral da Saúde






Link no Facebook

Continue Reading

Sociedade

Nestas férias, o cansaço ao volante pode custar vidas. Durante o verão as viage…

Published

on



Nestas férias, o cansaço ao volante pode custar vidas.
Durante o verão as viagens são muitas vezes mais longas e o cansaço pode surgir sem aviso.
Inicie o percurso bem descansado, planeie a viagem e faça uma pausa de 10 a 15 minutos a cada duas horas. Se sentir sono, dificuldade de concentração ou as pálpebras pesadas, não tente continuar: pare num local seguro e só retome a condução depois de descansar.
Não há desculpas que cheguem.
#ANSR #segurancarodoviaria #NãoHáDesculpas

Nestas férias, o cansaço ao volante pode custar vidas.
Durante o verão as viagens são muitas vezes mais longas e o cansaço pode surgir sem aviso.
Inicie o percurso bem descansado, planeie a viagem e faça uma pausa de 10 a 15 minutos a cada duas horas. Se sentir sono, dificuldade de concentração ou as pálpebras pesadas, não tente continuar: pare num local seguro e só retome a condução depois de descansar.
Não há desculpas que cheguem.
#ANSR #segurancarodoviaria #NãoHáDesculpas




Link no Facebook

Continue Reading

Sociedade

Nestes dias quentes de verão existem dicas para dormir melhor que podem ajudar. …

Published

on


Nestes dias quentes de verão existem dicas para dormir melhor que podem ajudar.

Abra as janelas à noite quando a temperatura exterior for inferior à temperatura interior.
As ventoinhas ajudam em temperaturas inferiores a 40ºC.
Use roupa de cama leve e respirável, como lençóis de algodão.

Conheça todas as dicas.

#DGS #SaúdePública #Saúde #Dormir #Calor






Link no Facebook

Continue Reading

Sociedade

O novo sistema de Ação Social no Ensino Superior será implementado de forma fase…

Published

on


O novo sistema de Ação Social no Ensino Superior será implementado de forma faseada:
• Bolsa de Incentivo, no valor de 1 075 euros e destinada a estudantes beneficiários do 1.º escalão do abono de família, será atribuída já a partir de 2026/2027
• Apoio ao alojamento a estudantes bolseiros deslocados, um aumento superior a 20% no financiamento por cama nas residências académicas

Este é o caminho para assegurar a igualdade de oportunidades e que nenhum estudante fica de fora por razões económicas.

Deslize para saber o que muda no ano letivo 2026/2027.

Saiba mais: https://portugal.gov.pt/gc25/comunicacao/noticias/governo-aplica-novo-sistema-de-acao-social-no-ensino-superior-de-forma-faseada






Link no Facebook

Continue Reading

Portugal

Relatório do SGIFR revela que a vulnerabilidade estrutural da paisagem permanece por resolver sendo um dos principais problemas nos fogos florestais

Published

on


A redução do número de ignições e a melhoria da resposta operacional não impediram que cerca de 271 mil hectares ardessem em Portugal em 2025. Para a Quercus, os dados demonstram que o país continua excessivamente dependente do combate e ainda não conseguiu concretizar uma verdadeira política de prevenção estrutural, baseada na gestão integrada, sustentável e continuada da paisagem.

O Relatório de Atividades de 2025 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) evidencia progressos na coordenação institucional, no planeamento e na capacidade de resposta aos incêndios rurais. No entanto, confirma também que os fatores que tornam o território vulnerável aos grandes incêndios permanecem, em larga medida, por resolver.

Em 2025 registaram-se 8.252 incêndios rurais, o terceiro valor mais baixo desde 2001 e uma redução de cerca de 65% face à média do período entre 2001 e 2017. Apesar desta evolução positiva, arderam aproximadamente 271 mil hectares, o quarto valor mais elevado desde 2001.

A concentração da área ardida num número muito reduzido de ocorrências é particularmente preocupante: apenas 44 incêndios foram responsáveis por cerca de 91% da área ardida nacional.

Estes dados demonstram que reduzir as ignições, embora seja indispensável, não é suficiente. O principal desafio consiste em evitar que um pequeno número de ocorrências evolua para incêndios de grande dimensão, sobretudo durante períodos de elevada perigosidade meteorológica e em territórios marcados pelo abandono rural, pela acumulação e continuidade de combustíveis e pela insuficiente gestão integrada das atividades agrícola, florestal e pastoril.

Um território transformado num “mar” de combustível

Esta vulnerabilidade é particularmente evidente nas serras do Centro e do Norte, onde extensas áreas contínuas de eucalipto e pinheiro-bravo, frequentemente pouco geridas, coexistem com a ausência de descontinuidades agrícolas, pastoris ou de vegetação autóctone.

A homogeneização da paisagem cria autênticos “mares” de combustível, favorecendo a propagação rápida e intensa dos incêndios. Este modelo reduz ainda a diversidade ecológica, fragiliza os ecossistemas e compromete a sua capacidade de recuperação após o fogo.

Para a Quercus, os resultados de 2025 confirmam que a reforma do sistema avançou mais rapidamente na governação, no planeamento e na resposta imediata do que na transformação efetiva da paisagem.

Embora o relatório estime em 53% a implementação global do Programa Nacional de Ação 2020–2030, os principais atrasos continuam a verificar-se precisamente nas medidas com maior capacidade para reduzir o risco a longo prazo.

Entre estas encontram-se a valorização económica dos espaços rurais, a mobilização e organização da propriedade, a criação de mosaicos agroflorestais, a expansão do pastoreio extensivo, a recuperação das áreas ardidas e a remuneração dos serviços prestados pelos ecossistemas. São domínios que o próprio relatório reconhece como insuficientemente desenvolvidos ou abaixo da trajetória prevista.

Mais hectares intervencionados não significam necessariamente menor risco

Os dados relativos à gestão de combustível devem também ser interpretados com prudência. Em 2025 foram reportados cerca de 196 mil hectares intervencionados, mas 62% deste valor resulta da inclusão, pela primeira vez, de medidas agroflorestais e pastoris financiadas pelo Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) e pelo Fundo Ambiental.

Embora estas atividades possam contribuir para reduzir a carga de combustível e aumentar a diversidade da paisagem, esta alteração metodológica limita a comparação direta com os anos anteriores.

Além disso, o número de hectares intervencionados não permite, por si só, avaliar a localização estratégica, a continuidade espacial, a manutenção ao longo do tempo ou a eficácia real das intervenções na redução do risco de incêndio.

Para a Quercus, a prevenção não pode resumir-se à limpeza periódica dos povoamentos ou à abertura de faixas lineares de gestão de combustível. É necessária uma diversificação e reconversão progressiva das áreas mais vulneráveis, através da recuperação de mosaicos com usos agrícolas e pastoris, florestas autóctones, galerias ripícolas e outras formações naturais adaptadas às condições de cada território.

Impactos ecológicos continuam subavaliados

A avaliação dos incêndios rurais deve também atribuir maior importância à dimensão ecológica. Para além da área ardida e das perdas económicas imediatas, é necessário monitorizar a severidade do fogo e os impactos sobre os habitats, as espécies, os solos e os recursos hídricos.

A erosão dos solos, a degradação das linhas de água, a expansão de espécies invasoras e a capacidade de regeneração dos ecossistemas devem integrar de forma sistemática a avaliação dos incêndios e das políticas públicas de prevenção e recuperação.

A prevenção estrutural exige que os indicadores de execução sejam acompanhados por resultados territoriais mensuráveis, incluindo a redução da carga e da continuidade de combustível, a diversificação dos usos do solo, o restauro dos ecossistemas, a proteção do solo e da água e a diminuição comprovada da exposição das populações e do património natural.

Seis vítimas mortais e 3,6 milhões de toneladas de carbono emitidas

Em 2025, os incêndios rurais em Portugal provocaram seis vítimas mortais, emitiram cerca de 3,6 milhões de toneladas de carbono para a atmosfera e causaram perdas económicas diretas estimadas em 85 milhões de euros.

Perante estes impactos, a Quercus considera urgente acelerar a gestão ativa da paisagem, garantir financiamento plurianual e previsível e apoiar atividades económicas que assegurem a manutenção permanente e sustentável dos territórios rurais.

Portugal está hoje mais preparado para prevenir e controlar a maioria dos incêndios de pequena dimensão. Contudo, enquanto não forem enfrentadas as vulnerabilidades estruturais do território — o abandono rural, a falta de gestão, a homogeneização dos usos do solo e a degradação dos ecossistemas —, os progressos operacionais continuarão a coexistir com grandes incêndios e elevados impactos ecológicos, económicos e sociais.

A prevenção eficaz não se faz apenas combatendo melhor. Faz-se transformando e gerindo a paisagem antes de o fogo começar.

23 de julho de 2026



Source link

Continue Reading

ÚLTIMAS 48 HORAS

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com