Connect with us

Portugal

Técnico/a de Recursos Humanos

Published

on



<b>Empresa: </b>Clan<br><b>Categoria: </b>Gestão RH<br><b>Zona: </b> Lisboa<br><b>Data: </b>14-2-2026<br><br><b>Descrição: </b><p>Através do Clan, é possível realizar de forma 100% digital todos os passos da jornada dos profissionais. Junta-te a nós e liga-te ao emprego em clan.pt</p><p><em><strong>Descrição:&nbsp;</strong></em><p>Tens experiência em Recursos Humanos e gosta…<br><br><a target=”_blank” href=”https://www.net-empregos.com/15018414/tecnico-a-de-recursos-humanos/”>Ver Oferta de Emprego</a><br><br><a target=”_blank” href=”https://www.net-empregos.com/”>Emprego</a>



Source link

Continue Reading

Portugal

CM Vagos / Hora do Conto e oficina de artes “Perdida de riso’ de Graça Breia

Published

on


No dia 27 de junho, às 11h, venha conhecer “Perdida de riso”, de Graça Breia.

A história de Cremilde, que chorava por tudo e por nada… mas não conseguia rir. Um conto divertido e cheio de sensibilidade que convida à descoberta das emoções.

No final, os participantes são convidados a realizar uma atividade criativa.

📌 Inscrição obrigatória: biblioteca@cm-vagos.pt

📍 Biblioteca Municipal João Grave

👶 A partir dos 3 anos



Source link

Continue Reading

Portugal

CM Vagos / Grande Regata dos Moliceiros regressa a 27 de junho à Ria de Aveiro

Published

on


A tradição, a cultura e a identidade da Ria de Aveiro voltam a ganhar destaque com a realização da Grande Regata dos Moliceiros da Região de Aveiro, que terá lugar no próximo sábado, 27 de junho de 2026, ligando a Torreira (Murtosa) a Aveiro.

Este evento emblemático celebra um dos mais reconhecidos símbolos do território — os moliceiros — promovendo simultaneamente o património cultural e a atividade náutica da região.

Programa

📍 Torreira – Praia do Monte Branco

▪ 11h00 – Concurso de Painéis

▪ 14h30 – Início da Grande Regata de Moliceiros

 

📍 Aveiro – Cais do Sal / Marinha da Troncalhada

▪ 16h00 – Chegada

▪ 17h00 – Cerimónia de Entrega de Prémios

 

A Grande Regata dos Moliceiros constitui um momento marcante de valorização da identidade marítima da Região de Aveiro, destacando o papel do moliceiro enquanto símbolo único do território.

Refira-se que o “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro” foi recentemente reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, reforçando a importância da sua preservação e promoção.



Source link

Continue Reading

Portugal

CM Vagos / ‘O Verão na Quinta do Biskinho’

Published

on


Neste verão, o Museu do Brincar convida famílias e visitantes a descobrir “O Verão na Quinta do Biskinho”, de 1 de julho a 13 de setembro, uma exposição temporária repleta de experiências inspiradas na vida da quinta.

Ao longo da visita, será possível explorar diferentes espaços e participar em atividades que convidam a brincar, criar, experimentar e contactar com a natureza. A programação inclui oficinas para famílias, atividades ao ar livre, momentos dedicados à horta e natureza, as “Noites na Quinta” e muitas outras surpresas.

Todas as atividades estão incluídas no bilhete de entrada do Museu. Não é necessária inscrição.



Source link

Continue Reading

Portugal

Megaprojeto eólico em Santiago do Cacém ao serviço da IA: Quercus alerta para impactos ambientais subavaliados 

Published

on


Data Center de Sines pode vir a consumir 20% da eletricidade do país

A Quercus  manifesta a sua preocupação relativamente a mais um mega-empreendimento de energias renováveis à beira de se tornar realidade, sem que tenha sido feita uma verdadeira avaliação dos impactes ambientais. Destinado a abastecer o Data Center de Sines, o Parque Eólico do Sudoeste, a instalar no município de Santiago do Cacém, está em consulta pública até 18 de agosto. Ao todo será ocupada uma área de 1098,4 hectares, o equivalente a mais de 1000 campos de futebol.

Parque eólico dificilmente trará benefícios aos consumidores 

Segundo o promotor, a Hyperion Renewables Sines, Unipessoal Lda., o projeto configura uma Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) destinada a alimentar diretamente o Data Center de Sines, que quando estiver na sua máxima capacidade operacional poderá vir a consumir no futuro 20% da eletricidade utilizada em Portugal. Está prevista a instalação de 23 aerogeradores, com potência unitária de 6,0 MW, prevendo-se uma produção anual de cerca de 386,4 GWh. O projeto inclui ainda um sistema de armazenamento (BESS), com 61 contentores de baterias de lítio, capacidade total de 200 MWh e potência de 50 MW.

O promotor justifica o projeto invocando a redução de custos energéticos, a diversificação da matriz energética nacional, a segurança de abastecimento e o cumprimento das metas europeias de redução de emissões.

A Quercus reconhece a importância destes compromissos climáticos, embora considere que a energia a produzir dificilmente trará benefícios para a fatura energética das famílias portuguesas ou reforçará a rede elétrica nacional. Apesar de estar prevista a possibilidade de disponibilização de excedentes da UPAC para comunidades de energia ou indústrias locais, tendo em conta o elevado consumo energético dos data centers, acreditamos que o cenário mais provável é que esta central sirva única e exclusivamente para alimentar esta infraestrutura industrial.

Além disso, é incompreensível que um projeto desta envergadura não preveja como contrapartida a redução significativa da fatura da energia para todos os munícipes dos dois concelhos afetados pelo projeto, Santiago do Cacém e Sines, assim como outros apoios às comunidades locais. 

Consideramos também que é fundamental saber se está prevista a desmantelação do parque eólico quando os aerogeradores alcançarem o fim da sua vida útil e a reposição dos valores naturais afetados por forma a garantir que no futuro que o passivo ambiental não é imputado ao país nem dos municípios em causa, mas sim a quem beneficiou com a implementação desta mega infraestrutura.

Impactos ambientais menosprezados pelo promotor

O documento em consulta pública  reconhece uma extensa lista de impactes negativos ao longo de todo o ciclo de vida do projeto. Estes são sistematicamente classificados como “pouco significativos”, apesar da sua natureza e extensão:

  • Destruição de habitats protegidos: a área de estudo integra habitats naturais classificados, incluindo montados de sobro e azinho, charnecas secas europeias, medronhais e salgueirais junto a linhas de água;
  • Afetação de sobreiros e azinheiras, espécies protegidas por lei, cujo abate é condicionado por decreto-lei;
  • Perda de fauna, com destaque para avifauna e quirópteros (morcegos), por efeito de exclusão, perturbação e mortalidade, incluindo atropelamento e esmagamento durante a obra;
  • Interferência direta em linhas de água, com risco de assoreamento, aumento da turbidez e contaminação por derrames de óleos e combustíveis;
  • Afetação de áreas de RAN e REN, ainda que “pequenas e localizadas”;
  • Perda de solo e compactação, resultante da desmatação, decapagem e circulação de máquinas pesadas;
  • Poluição sonora com impacto direto na qualidade de vida das comunidades locais.

Gralha ou copy-paste? Um lapso que expõe o problema de fundo

Existe uma gralha muito reveladora no documento em consulta pública: na página 96, refere-se que a produção de energia se fará “a partir de uma fonte não poluente e renovável (o sol)“. Este erro não aparenta ser um simples lapso, mas sim uma prova de que este documento pode ter resultado de um copy-paste apressado a partir de outro processo, provavelmente relativo a um projeto de produção solar fotovoltaica.

Este não é um pormenor de somenos. É sintoma de uma “indústria” de estudos de impacte ambiental produzidos em série, com pouco rigor e escrutínio, para viabilizar, o mais rapidamente possível, projetos de grande escala.

A Quercus não se opõe às energias renováveis, pelo contrário. Reconhece o seu papel indispensável na transição energética e na resposta à crise climática. O que está aqui em causa não é o princípio, é o modelo. Projetos desta escala não deveriam avançar sem uma avaliação séria entre os impactes impostos ao território e os benefícios efetivamente devolvidos ao país. 

Para que Portugal continue a apostar nas renováveis com legitimidade e apoio social, é necessário rever o enquadramento atual: as empresas que promovem este tipo de infraestruturas, sobretudo quando destinadas a indústrias intensivas em consumo de energia, devem assumir obrigações concretas e vinculativas.

08 de agosto de 2026



Source link

Continue Reading

ÚLTIMAS 48 HORAS

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com