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A Vice-Presidente da CCDR Algarve, Alexandra Gonçalves, marcou presença, no dia 17 de março, na sessão do Parlamento dos Jovens do Ensino Secundário, que decorreu no IPDJ, em Faro, sublinhando a importância da educação para a cidadania ativa e do desenvolvimento de competências como a literacia financeira, num contexto em que os jovens são chamados a refletir e a contribuir para o futuro coletivo.
A sessão reuniu estudantes de várias escolas da região, evidenciando o envolvimento e a capacidade crítica das novas gerações, num exercício democrático que valoriza o pensamento informado, a participação e a construção de soluções com impacto.
Nesta sessão distrital foi aprovado o projeto de recomendação do distrito de Faro e eleitos os/as jovens deputados/as que irão representar o distrito na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens – 2025/2026, a realizar na Assembleia da República, nos dias 25 e 26 de maio.
#CCDRAgarve #ParlamentoDosJovens #Educação #CidadaniaAtiva #Algarve #LiteraciaFinanceira





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Os Cursos de Educação e Formação para Adultos (EFA) – 2024-2027, são dirigidos, …




Os Cursos de Educação e Formação para Adultos (EFA) – 2024-2027, são dirigidos, prioritariamente, a pessoas com 18 ou mais anos que não concluíram o ensino básico ou secundário, ou cujas qualificações já não respondem às exigências do mercado de trabalho.
Estes percursos são uma oportunidade para:
Concluir a escolaridade obrigatória;
Obter uma qualificação profissional;
Reforçar competências e aumentar a empregabilidade;
Facilitar a reconversão profissional e a adaptação às novas tecnologias;
Promover a inclusão social e a participação ativa na sociedade.
Promovidos pelo IEFP, os Cursos EFA oferecem percursos de aprendizagem flexíveis e permitem obter uma dupla certificação (escolar e profissional), ajustada às necessidades atuais do mercado de trabalho.
Saiba mais iefp.pt
#iefp_portugal #pessoas2030 #cursosEFA
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O Vice-Presidente da CCDR NORTE, Rui Costa, marcou presença na inauguração da ex…


O Vice-Presidente da CCDR NORTE, Rui Costa, marcou presença na inauguração da exposição “Ponto ponto linha linha plano cor”, de Victor Costa, patente no Centro de Arte Oliva, em São João da Madeira, até 11 de outubro.
Com curadoria de Katherine Sirois, a exposição reúne obras produzidas entre 2019 e 2026 e propõe uma viagem pelo universo criativo do artista, através de paisagens imaginárias, séries de trabalho e composições de grande intensidade visual.
A iniciativa reforça a relevância do Centro de Arte Oliva na promoção da arte contemporânea e na valorização da criação artística na Região Norte.





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Quanto custa ao seu negócio ficar offline durante 1 hora?


Há empresas que só percebem a importância da infraestrutura quando acontece o pior: o site (ou a aplicação) vai abaixo. E a pergunta aparece de imediato, muitas vezes tarde demais: quanto custa ficar offline durante 1 hora?
A resposta não é “depende” (apenas). A resposta é: dá para fazer contas. E quando se faz, o impacto costuma ser bem mais alto do que se imagina, especialmente em B2B, onde cada lead pode valer milhares ao longo do tempo.
A ideia aqui é simples: quantificar o impacto real do seu negócio ficar offline considerando quatro frentes: leads, vendas, imagem e SEO.
Índice de Conteúdos deste Artigo
- 1. Leads perdidas: o custo invisível que aparece tarde demais
- 2. Vendas falhadas: dinheiro que não entra
- 3. Imagem: o dano que não aparece no dashboard
- 4. SEO: quando o impacto fica depois de “voltar ao ar”
- Faça a conta em 2 minutos (modelo simples)
- Alojamento não é custo é proteção
1. Leads perdidas: o custo invisível que aparece tarde demais
Para muitas empresas B2B, muitas vezes o site não é um “canal de compra imediato”, mas sim o motor para geração de oportunidades de negócio: formulários, pedidos de contacto, marcações de demonstrações, downloads, chat, telefone. Ficar sem site, significa perder estas oportunidades. E mais, se o site fica offline, as leads não deixam só de entrar… entram noutro lado (ou nunca chegam a acontecer).
Vamos fazer algumas contas rápidas?
Custo de 1 hora offline em leads = (Leads/hora) × (Taxa de qualificação) × (Valor médio por lead qualificada)
Se preferir algo ainda mais direto:
- Visitas/hora × Taxa de conversão do site = Leads/hora
- Leads/hora × Valor médio por lead = € perdidos/hora
Exemplo simples (B2B):
- 300 visitas/hora
- 1,5% convertem em lead → 4,5 leads/hora
- Cada lead qualificada vale, em média, 120€ (CPL “real”)
- ~540€ perdidos numa hora: e isto sem contar com a taxa de fecho e o valor do contrato.
E sabe o que é pior? Muitas empresas só medem “leads submetidas”. Não medem:
- contactos por telefone que não aconteceram
- emails que não foram enviados
- pedidos de orçamento adiados (e esquecidos)
- confiança perdida no primeiro toque


2. Vendas falhadas: dinheiro que não entra
Se há vendas diretas online, renovações, reservas, pagamentos, ou, se se trata de um portal de clientes com encomendas, então aqui o cálculo é ainda mais duro. Mesmo quando existe a possibilidade de um “o cliente volta mais tarde”, muitas vezes, não voltam. Em B2B isto acontece, essencialmente, por dois motivos clássicos:
- urgência (precisa agora)
- concorrência (há alternativa a um clique)
Então, vamos fazer mais uma conta rápida:
Custo/hora (vendas) = Receita média/hora × % de vendas não recuperadas
Exemplo:
- 1.500€ de faturação média/hora
- 30% não recupera após falha
- = 450€ perdidos numa hora
E atenção: há custos indiretos (equipa comercial, suporte, reclamações, tempo perdido).
3. Imagem: o dano que não aparece no dashboard
Uma hora offline também interfere com algo difícil de medir, mas fácil de sentir: confiança.
Um potencial cliente entra no site e encontra erro, timeout ou “não dá para aceder”. A leitura é imediata:
“Isto é fiável?”
“Se falha aqui, como será no resto?”
“E se eu depender disto?”
No B2B, onde a decisão é mais racional e o risco conta, a reputação digital pesa. E pesa muito.
4. SEO: quando o impacto fica depois de “voltar ao ar”
Muita gente julga que downtime curto “não faz mal”. Às vezes passa. Outras vezes, deixa marca, sobretudo quando há falhas repetidas, erros 5xx, ou o site fica tão lento que, na prática, é como estar offline.
O que pode acontecer:
- bots do Google apanharem erro e reduzirem o rastreio
- páginas demorarem mais a ser reindexadas
- oscilações em rankings (em nichos competitivos é comum)
Não é “pânico”, mas é simples: instabilidade técnica não ajuda SEO. E SEO é um canal que se constrói devagar e o downtime pode degradar sem fazer barulho.
Faça a conta em 2 minutos (modelo simples)
Se quiser uma estimativa rápida para 1 hora offline, use este modelo simples:
- Leads perdidas
(visitas/hora × conversão × valor por lead) - Vendas falhadas
(receita/hora × % não recuperada) - Custo interno
(pessoas envolvidas × custo/hora × tempo perdido) - Impacto “difícil” (imagem/SEO)
(não precisa de número exato: mas deve entrar na decisão)
Mesmo tendo como base para cálculo, a utilização de valores conservadores, o total raramente é “baixo”. Está a disposto a arriscar e perder tanto, sabendo que existe uma solução?
Alojamento não é custo é proteção
Quando se olha para o custo de downtime, a escolha muda: um bom alojamento não é um extra. É uma camada de proteção do negócio. Se 1 hora offline lhe custa mais do que a diferença mensal entre “o mais barato” e “o certo”, então não está a poupar está a adiar um prejuízo.
A PTisp entrega o que interessa num cenário B2B: infraestrutura com base para crescer e para aguentar.
- VPS para performance e controlo sem partilhas “perigosas”
- Cloud para escalar com segurança e reduzir pontos únicos de falha
- Dedicados para ambientes críticos onde previsibilidade é requisito
Para empresas que não podem “parar”, investir em infraestrutura robusta (como VPS, cloud e dedicados da PTisp) é menos sobre “gastar mais” e mais sobre evitar perdas de leads, vendas e confiança. No fim, a pergunta certa é esta: quanto custa ao seu negócio ficar offline… e quantas vezes aceita pagar esse valor? Ficar offline 1hora, pode ser demasiado caro para o seu negócio, e a PTisp está cá para o ajudar.
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Jovens voluntários dos Caminhos de Santiago vieram a Lamego


Lamego acolheu um grupo de jovens voluntários de diferentes nacionalidades, durante três dias, no âmbito do projeto europeu “New Footsteps on the Camino”, promovido pela Federação Portuguesa do Caminho de Santiago, através do Corpo Europeu de Solidariedade. Integrado na ação de voluntariado em equipa “Camino is a Team Work”, o programa aproxima jovens, comunidades e territórios em torno de um objetivo comum: contribuir para a preservação e valorização dos Caminhos de Santiago, promovendo simultaneamente a cidadania ativa, a sustentabilidade e o diálogo intercultural.
Durante a passagem pelo concelho, o Albergue de Peregrinos de Magueija tornou-se lugar de acolhimento, encontro e partilha. Foi também neste espaço que os voluntários desenvolveram uma intervenção coletiva inspirada nos símbolos do Caminho, deixando um registo da sua passagem e do trabalho realizado em equipa. A experiência permitiu-lhes ainda percorrer parte do Caminho Português Interior de Santiago, conhecer o património e a identidade de Lamego e participar nas comemorações do 265.º aniversário do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, contactando com a dimensão histórica, cultural e espiritual deste itinerário.
No último dia, o grupo partiu a pé de Magueija, pelo percurso do Caminho Português do Interior, em direção ao Peso da Régua, dando continuidade a um percurso que liga pessoas, comunidades e diferentes formas de viver o Caminho.
Mais do que receber novos passos, Lamego acolheu novas histórias, culturas e perspetivas. Esta experiência recorda que o Caminho se constrói com quem o percorre, mas também com quem acolhe, acompanha e partilha.
O projeto é cofinanciado pela Agência Nacional Erasmus+ Juventude/Corpo Europeu de Solidariedade.



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