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Sociedade

BAILE DOS GORDOS EM ELVAS

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O Baile dos Gordos é uma proposta de regresso ao baile tradicional e ao jogo carnavalesco da máscara, durante cerca de hora e meia, com entradas gratuitas e para maiores de seis anos.

O espetáculo vai ser apresentado no Castelo de Elvas este sábado, dia 7, pela Associação PédeXumbo, com o apoio da Direção Regional de Cultura do Alentejo e Município de Elvas.

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Sociedade

No dia 12 de agosto de 2026 vai ser possível observar um eclipse total do Sol em…

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No dia 12 de agosto de 2026 vai ser possível observar um eclipse total do Sol em Portugal. Durará aproximadamente duas horas, com início previsto para as 18:33h e fim às 20:23h. A máxima ocultação do Sol terá uma duração de menos de meio minuto e ocorrerá às 19:30h.

O eclipse solar poderá ter impacto na saúde e na segurança da população, aumentando a probabilidade de acidentes e contribuindo para o aparecimento de lesões, sobretudo ao nível da visão.

Se durante ou após o eclipse solar manifestar algum sintoma de alerta, ligue imediatamente para o SNS 24 (808 24 24 24).

Deslize e conheça as recomendações da DGS para se proteger durante o eclipse.

Saiba mais: https://www.dgs.pt/em-destaque/eclipse-solar-recomendacoes-dgs-para-uma-observacao-em-seguranca-.aspx







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Portugal

Megaprojeto eólico em Santiago do Cacém ao serviço da IA: Quercus alerta para impactos ambientais subavaliados 

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Data Center de Sines pode vir a consumir 20% da eletricidade do país

A Quercus  manifesta a sua preocupação relativamente a mais um mega-empreendimento de energias renováveis à beira de se tornar realidade, sem que tenha sido feita uma verdadeira avaliação dos impactes ambientais. Destinado a abastecer o Data Center de Sines, o Parque Eólico do Sudoeste, a instalar no município de Santiago do Cacém, está em consulta pública até 18 de agosto. Ao todo será ocupada uma área de 1098,4 hectares, o equivalente a mais de 1000 campos de futebol.

Parque eólico dificilmente trará benefícios aos consumidores 

Segundo o promotor, a Hyperion Renewables Sines, Unipessoal Lda., o projeto configura uma Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) destinada a alimentar diretamente o Data Center de Sines, que quando estiver na sua máxima capacidade operacional poderá vir a consumir no futuro 20% da eletricidade utilizada em Portugal. Está prevista a instalação de 23 aerogeradores, com potência unitária de 6,0 MW, prevendo-se uma produção anual de cerca de 386,4 GWh. O projeto inclui ainda um sistema de armazenamento (BESS), com 61 contentores de baterias de lítio, capacidade total de 200 MWh e potência de 50 MW.

O promotor justifica o projeto invocando a redução de custos energéticos, a diversificação da matriz energética nacional, a segurança de abastecimento e o cumprimento das metas europeias de redução de emissões.

A Quercus reconhece a importância destes compromissos climáticos, embora considere que a energia a produzir dificilmente trará benefícios para a fatura energética das famílias portuguesas ou reforçará a rede elétrica nacional. Apesar de estar prevista a possibilidade de disponibilização de excedentes da UPAC para comunidades de energia ou indústrias locais, tendo em conta o elevado consumo energético dos data centers, acreditamos que o cenário mais provável é que esta central sirva única e exclusivamente para alimentar esta infraestrutura industrial.

Além disso, é incompreensível que um projeto desta envergadura não preveja como contrapartida a redução significativa da fatura da energia para todos os munícipes dos dois concelhos afetados pelo projeto, Santiago do Cacém e Sines, assim como outros apoios às comunidades locais. 

Consideramos também que é fundamental saber se está prevista a desmantelação do parque eólico quando os aerogeradores alcançarem o fim da sua vida útil e a reposição dos valores naturais afetados por forma a garantir que no futuro que o passivo ambiental não é imputado ao país nem dos municípios em causa, mas sim a quem beneficiou com a implementação desta mega infraestrutura.

Impactos ambientais menosprezados pelo promotor

O documento em consulta pública  reconhece uma extensa lista de impactes negativos ao longo de todo o ciclo de vida do projeto. Estes são sistematicamente classificados como “pouco significativos”, apesar da sua natureza e extensão:

  • Destruição de habitats protegidos: a área de estudo integra habitats naturais classificados, incluindo montados de sobro e azinho, charnecas secas europeias, medronhais e salgueirais junto a linhas de água;
  • Afetação de sobreiros e azinheiras, espécies protegidas por lei, cujo abate é condicionado por decreto-lei;
  • Perda de fauna, com destaque para avifauna e quirópteros (morcegos), por efeito de exclusão, perturbação e mortalidade, incluindo atropelamento e esmagamento durante a obra;
  • Interferência direta em linhas de água, com risco de assoreamento, aumento da turbidez e contaminação por derrames de óleos e combustíveis;
  • Afetação de áreas de RAN e REN, ainda que “pequenas e localizadas”;
  • Perda de solo e compactação, resultante da desmatação, decapagem e circulação de máquinas pesadas;
  • Poluição sonora com impacto direto na qualidade de vida das comunidades locais.

Gralha ou copy-paste? Um lapso que expõe o problema de fundo

Existe uma gralha muito reveladora no documento em consulta pública: na página 96, refere-se que a produção de energia se fará “a partir de uma fonte não poluente e renovável (o sol)“. Este erro não aparenta ser um simples lapso, mas sim uma prova de que este documento pode ter resultado de um copy-paste apressado a partir de outro processo, provavelmente relativo a um projeto de produção solar fotovoltaica.

Este não é um pormenor de somenos. É sintoma de uma “indústria” de estudos de impacte ambiental produzidos em série, com pouco rigor e escrutínio, para viabilizar, o mais rapidamente possível, projetos de grande escala.

A Quercus não se opõe às energias renováveis, pelo contrário. Reconhece o seu papel indispensável na transição energética e na resposta à crise climática. O que está aqui em causa não é o princípio, é o modelo. Projetos desta escala não deveriam avançar sem uma avaliação séria entre os impactes impostos ao território e os benefícios efetivamente devolvidos ao país. 

Para que Portugal continue a apostar nas renováveis com legitimidade e apoio social, é necessário rever o enquadramento atual: as empresas que promovem este tipo de infraestruturas, sobretudo quando destinadas a indústrias intensivas em consumo de energia, devem assumir obrigações concretas e vinculativas.

08 de agosto de 2026



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Sociedade

Segundo a GNR, cerca de 40% dos casos de abandono de animais de companhia ocorre…

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Segundo a GNR, cerca de 40% dos casos de abandono de animais de companhia ocorrem durante o período de férias, entre julho e agosto.

Neste Dia Internacional do Gato, recordamos que adotar um animal é assumir um compromisso para toda a vida. O abandono e os maus-tratos a animais de companhia são crime.

Se vai de férias, planeie antecipadamente e garanta o bem-estar do seu animal de companhia. Se tiver conhecimento de uma situação de abandono ou de maus-tratos, denuncie.



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Sociedade

Na estrada, chegar depressa nunca pode ser mais importante do que chegar em segu…

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Na estrada, chegar depressa nunca pode ser mais importante do que chegar em segurança.
Conduzir acima do limite reduz o tempo disponível para reagir e aumenta a gravidade das consequências. Respeite a velocidade, mantenha uma distância que lhe permita antecipar um imprevisto e evite manobras desnecessárias.
#ANSR #segurancarodoviaria #NãoHáDesculpas #VisaoZero2030



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