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JAVA DEVELOPER (M/F/D)

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<b>Empresa: </b>Adecco Recruitment<br><b>Categoria: </b>Informática ( Programação )<br><b>Zona: </b> Porto<br><b>Data: </b>14-2-2026<br><br><b>Descrição: </b>A Adecco Permanent Recruitment está a recrutar Java Developers.

Estamos à procura de Java Developers para integrar uma empresa líder no desenvolvimento de soluções digitais para o setor das telecomunicações. Trata-se de um ambiente tecnológico dinâ…<br><br><a target=”_blank” href=”https://www.net-empregos.com/15012997/java-developer-m-f-d/”>Ver Oferta de Emprego</a><br><br><a target=”_blank” href=”https://www.net-empregos.com/”>Emprego</a>



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Quanto custa ao seu negócio ficar offline durante 1 hora?

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Há empresas que só percebem a importância da infraestrutura quando acontece o pior: o site (ou a aplicação) vai abaixo. E a pergunta aparece de imediato, muitas vezes tarde demais: quanto custa ficar offline durante 1 hora?

A resposta não é “depende” (apenas). A resposta é: dá para fazer contas. E quando se faz, o impacto costuma ser bem mais alto do que se imagina, especialmente em B2B, onde cada lead pode valer milhares ao longo do tempo.

A ideia aqui é simples: quantificar o impacto real do seu negócio ficar offline considerando quatro frentes: leads, vendas, imagem e SEO.

Índice de Conteúdos deste Artigo

1. Leads perdidas: o custo invisível que aparece tarde demais

Para muitas empresas B2B, muitas vezes o site não é um “canal de compra imediato”,  mas sim o motor para geração de oportunidades de negócio: formulários, pedidos de contacto, marcações de demonstrações, downloads, chat, telefone. Ficar sem site, significa perder estas oportunidades. E mais,  se o site fica offline, as leads não deixam só de entrar… entram noutro lado (ou nunca chegam a acontecer).

Vamos fazer algumas contas rápidas?

Custo de 1 hora offline em leads = (Leads/hora) × (Taxa de qualificação) × (Valor médio por lead qualificada)

Se preferir algo ainda mais direto:

  • Visitas/hora × Taxa de conversão do site = Leads/hora
  • Leads/hora × Valor médio por lead = € perdidos/hora

Exemplo simples (B2B):

  • 300 visitas/hora
  • 1,5% convertem em lead → 4,5 leads/hora
  • Cada lead qualificada vale, em média, 120€ (CPL “real”)
  • ~540€ perdidos numa hora:  e isto sem contar com a taxa de fecho e o valor do contrato.

E sabe o que é pior? Muitas empresas só medem “leads submetidas”. Não medem:

  • contactos por telefone que não aconteceram
  • emails que não foram enviados
  • pedidos de orçamento adiados (e esquecidos)
  • confiança perdida no primeiro toque

2. Vendas falhadas: dinheiro que não entra

Se há vendas diretas online, renovações, reservas, pagamentos, ou, se se trata de um portal de clientes com encomendas, então aqui o cálculo é ainda mais duro. Mesmo quando existe a possibilidade de um “o cliente volta mais tarde”, muitas  vezes, não voltam. Em B2B isto acontece, essencialmente, por dois motivos clássicos:

  • urgência (precisa agora)
  • concorrência (há alternativa a um clique)

Então, vamos fazer mais uma conta rápida:

Custo/hora (vendas) = Receita média/hora × % de vendas não recuperadas

Exemplo:

  • 1.500€ de faturação média/hora
  • 30% não recupera após falha
  • = 450€ perdidos numa hora

E atenção: há custos indiretos (equipa comercial, suporte, reclamações, tempo perdido).

3. Imagem: o dano que não aparece no dashboard

Uma hora offline também interfere com algo difícil de medir, mas fácil de sentir: confiança.

Um potencial cliente entra no site e encontra erro, timeout ou “não dá para aceder”. A leitura é imediata:

“Isto é fiável?”
“Se falha aqui, como será no resto?”
“E se eu depender disto?”

No B2B, onde a decisão é mais racional e o risco conta, a reputação digital pesa. E pesa muito.

4. SEO: quando o impacto fica depois de “voltar ao ar”

Muita gente julga que downtime curto “não faz mal”. Às vezes passa. Outras vezes, deixa marca, sobretudo quando há falhas repetidas, erros 5xx, ou o site fica tão lento que, na prática, é como estar offline.

O que pode acontecer:

  • bots do Google apanharem erro e reduzirem o rastreio
  • páginas demorarem mais a ser reindexadas
  • oscilações em rankings (em nichos competitivos é comum)

Não é “pânico”, mas é simples: instabilidade técnica não ajuda SEO. E SEO é um canal que se constrói devagar e o downtime pode degradar sem fazer barulho.

Faça a conta em 2 minutos (modelo simples)

Se quiser uma estimativa rápida para 1 hora offline, use este modelo simples:

  • Leads perdidas
    (visitas/hora × conversão × valor por lead)
  • Vendas falhadas
    (receita/hora × % não recuperada)
  • Custo interno
    (pessoas envolvidas × custo/hora × tempo perdido)
  • Impacto “difícil” (imagem/SEO)
    (não precisa de número exato:  mas deve entrar na decisão)

Mesmo tendo como base para cálculo, a utilização de valores conservadores, o total raramente é “baixo”. Está a disposto a arriscar e perder tanto, sabendo que existe uma solução?

 Alojamento não é custo  é proteção

Quando se olha para o custo de downtime, a escolha muda: um bom alojamento não é um extra. É uma camada de proteção do negócio. Se 1 hora offline lhe custa mais do que a diferença mensal entre “o mais barato” e “o certo”, então não está a poupar está a adiar um prejuízo.

A PTisp entrega o que interessa num cenário B2B: infraestrutura com base para crescer e para aguentar.

  • VPS para performance e controlo sem partilhas “perigosas”
  • Cloud para escalar com segurança e reduzir pontos únicos de falha
  • Dedicados para ambientes críticos onde previsibilidade é requisito

Para empresas que não podem “parar”, investir em infraestrutura robusta (como VPS, cloud e dedicados da PTisp) é menos sobre “gastar mais” e mais sobre evitar perdas de leads, vendas e confiança.  No fim, a pergunta certa é esta: quanto custa ao seu negócio ficar offline… e quantas vezes aceita pagar esse valor? Ficar offline 1hora, pode ser demasiado caro para o seu negócio, e a PTisp está cá para o ajudar.

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Jovens voluntários dos Caminhos de Santiago vieram a Lamego

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Lamego acolheu um grupo de jovens voluntários de diferentes nacionalidades, durante três dias, no âmbito do projeto europeu “New Footsteps on the Camino”, promovido pela Federação Portuguesa do Caminho de Santiago, através do Corpo Europeu de Solidariedade. Integrado na ação de voluntariado em equipa “Camino is a Team Work”, o programa aproxima jovens, comunidades e territórios em torno de um objetivo comum: contribuir para a preservação e valorização dos Caminhos de Santiago, promovendo simultaneamente a cidadania ativa, a sustentabilidade e o diálogo intercultural.

Durante a passagem pelo concelho, o Albergue de Peregrinos de Magueija tornou-se lugar de acolhimento, encontro e partilha. Foi também neste espaço que os voluntários desenvolveram uma intervenção coletiva inspirada nos símbolos do Caminho, deixando um registo da sua passagem e do trabalho realizado em equipa. A experiência permitiu-lhes ainda percorrer parte do Caminho Português Interior de Santiago, conhecer o património e a identidade de Lamego e participar nas comemorações do 265.º aniversário do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, contactando com a dimensão histórica, cultural e espiritual deste itinerário.

No último dia, o grupo partiu a pé de Magueija, pelo percurso do Caminho Português do Interior, em direção ao Peso da Régua, dando continuidade a um percurso que liga pessoas, comunidades e diferentes formas de viver o Caminho.

Mais do que receber novos passos, Lamego acolheu novas histórias, culturas e perspetivas. Esta experiência recorda que o Caminho se constrói com quem o percorre, mas também com quem acolhe, acompanha e partilha.

O projeto é cofinanciado pela Agência Nacional Erasmus+ Juventude/Corpo Europeu de Solidariedade.



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Alentejo 2030 abre convite de 1 milhão de euros para reforçar a gestão e implementação do Fundo para a Transição Justa no Alentejo Litoral

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A Autoridade de Gestão do Programa Regional Alentejo 2030 lançou o aviso convite para apresentação de candidaturas para Assistência Técnica (FTJ) 2026/2027, destinado a reforçar a capacidade de gestão, acompanhamento e implementação do Fundo para a Transição Justa (FTJ) no território do Alentejo Litoral.

O convite dispõe de uma dotação indicativa de 1 milhão de euros, financiada pelo Fundo para a Transição Justa, com uma taxa máxima de cofinanciamento de 85%.

O apoio tem como principal objetivo capacitar a Autoridade de Gestão para o eficaz desempenho das suas competências no âmbito do Fundo para a Transição Justa do Alentejo Litoral, assegurando uma implementação rigorosa, eficiente e transparente dos investimentos associados ao processo de transição energética e económica da região.

Entre as ações elegíveis destacam-se iniciativas de preparação, gestão, monitorização e avaliação do Fundo, atividades de informação e comunicação, estudos e projetos de apoio à implementação das operações financiadas, funcionamento das unidades técnicas responsáveis pelo FTJ, bem como ações de cooperação, intercâmbio de experiências e capacitação dos diversos intervenientes envolvidos na concretização dos objetivos da Transição Justa.

O convite contempla igualmente ações de promoção e divulgação do Fundo junto dos diferentes públicos-alvo, reforçando o envolvimento dos agentes regionais e da comunidade na implementação, acompanhamento e avaliação das intervenções apoiadas.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, I.P. é a única entidade beneficiária elegível para a apresentação da candidatura, no âmbito deste convite.

O período para submissão de candidaturas decorre entre 27 de julho de 2026 e as 18h00 de 2 de outubro de 2026.

Através deste apoio, o Programa Regional Alentejo 2021-2027 pretende garantir os recursos técnicos, operacionais e institucionais necessários para uma execução eficaz do Fundo para a Transição Justa, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e para a competitividade do Alentejo Litoral, numa lógica de transformação económica e social alinhada com os objetivos europeus de neutralidade climática.



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João Marrana é o novo Vogal Executivo da Autoridade de Gestão do Programa Interr…

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João Marrana é o novo Vogal Executivo da Autoridade de Gestão do Programa Interreg Atlantic Area, estrutura gerida pela CCDR NORTE e responsável pela gestão e execução deste programa europeu de cooperação transnacional.

João Marrana foi recebido esta segunda-feira, 27 de julho, na sede da CCDR NORTE, pelo Presidente da CCDR NORTE, Álvaro Santos, que destacou a relevância estratégica das novas funções para o reforço da cooperação territorial europeia e para a boa execução do Programa Interreg Atlantic Area.

O Interreg Atlantic Area 2021-2027 promove a cooperação entre regiões atlânticas de Portugal, Espanha, França e Irlanda, apoiando iniciativas que reforçam a inovação, a competitividade, a sustentabilidade e a coesão territorial através da cooperação entre regiões.

Saiba mais em ccdr-n.pt





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