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Cultura

Município de Odemira

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O concelho de Odemira caracteriza-se pela imensa diversidade paisagística, estendendo-se entre a planície, a serra e o mar, num total de 1720,25 km2, aos quais o rio Mira e a barragem de Santa Clara, conferem um colorido especial. Em área, este é o maior concelho de todo o país, apesar de ter apenas pouco mais de 26 mil habitantes.

O seu território é dividido por 13 freguesias, cada uma com as suas particularidades: Relíquias, Sabóia, São Luís, São Martinho das Amoreiras, Vila Nova de Milfontes, Luzianes-Gare, Boavista dos Pinheiros, Longueira/Almograve, Colos, Santa Clara-a-Velha, São Salvador e Santa Maria, São Teotónio e Vale Santiago.

O concelho encontra-se organizado segundo três faixas territoriais/económicas distintas:

Na faixa litoral surgem pequenas praias que recortam as falésias e os portos de pesca tradicionais que disponibilizam as melhores riquezas gastronómicas da costa portuguesa. Dos seus 55 km de costa atlântica, 12 km são de praia, das quais merecem destaque: Malhão, Milfontes, Franquia, Farol, Furnas, Almograve, Zambujeira e Carvalhal, pois proporcionam uma combinação perfeita de repouso e beleza natural. Toda a zona costeira do concelho está integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

O litoral conhece a maior expressão do turismo concelhio nos seus principais aglomerados urbanos de vocação turística, sobretudo nas localidades de Vila Nova de Milfontes, Almograve e Zambujeira do Mar (alojamento, empresas de animação e restauração).

No litoral ocorre também o grosso da produção pecuária (fundamentalmente a produção de bovinos da raça Limousine e de Holstein Frísia) e o fundamental da produção agrícola do território, designadamente a horticultura, fruticultura e floricultura intensiva. Toda esta área beneficia da infraestrutura de rega do mira e de um micro clima assente em geada zero.

A faixa central, recortando o concelho de sul para norte, faz a transição orográfica entre a charneca, dominante na faixa litoral, e a serra, dominante na faixa interior. Neste espaço encontramos os principais aglomerados urbanos do Concelho, tais como S. Teotónio, Boavista dos Pinheiros, Odemira e S. Luís. Esta faixa central corresponde ao espaço dos serviços públicos, das principais unidades comerciais e dos principais parques de fixação de empresas.

A faixa interior do concelho, marcada por uma orografia bastante acidentada, é palco para a maior mancha florestal do país, seja ela autóctone (sobreiro e azinheira), seja ela exótica (como o eucalipto).

Associado a essa mancha florestal, o setor agrícola e pecuário de sequeiro extensivo (bovinicultura, ovinicultura e caprinicultura) marcam a paisagem física e económica de uma grande área do concelho que é estruturada, a sul, pela barragem de Santa Clara-a-Velha e a norte pela integração na tradicional planície alentejana.

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Alentejo

Feira Anual de Vila Nova da Baronia volta a ser um sucesso

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A Freguesia pertencente ao Município de Alvito recebeu mais uma edição da Feira Anual durantes os dias 17, 18 e 19 de Julho.

A feira teve expositores, tasquinhas, concertos – entre os quais o dos Vizinhos, dos Delfins e de Sara Correia – e acolheu também mais uma edição do jantar Encontro Vilanovenses.

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Cultura

→ Estamos a preparar o ENCONTRO NACIONAL DO PROGRAMA SABER FAZER, que decorre na…

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→ Estamos a preparar o ENCONTRO NACIONAL DO PROGRAMA SABER FAZER, que decorre na próxima sexta-feira, dia 24 de julho, a partir das 10h30, no Museu de Arte Popular, em Lisboa.

Este Encontro promove o balanço de quatro anos do Programa Nacional Saber Fazer Portugal, com momentos de partilha entre artesãos, peritos e entidades envolvidas sobre a aplicação prática do Programa, e o reconhecimento de boas práticas de gestão a adotar para o futuro do setor. A iniciativa reforça o compromisso público com a salvaguarda, reconhecimento e promoção da produção artesanal em Portugal.

Programa Saber Fazer
Museu de Arte Popular





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Cultura

→ DGARTES vai apoiar 71 projetos de programação em todo o país [Projeto de Decis…

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→ DGARTES vai apoiar 71 projetos de programação em todo o país [Projeto de Decisão]

A Direção-Geral das Artes (DGARTES) vai financiar 71 projetos artísticos de programação, nas áreas da música (47), teatro (12), dança (6), artes de rua (4) e circo (2).

Foram hoje notificadas todas as entidades candidatas.

Os apoios vão estender-se a todas as regiões do País, com 21 projetos apoiados no Centro, 17 no Norte, 14 na Grande Lisboa, 5 na região do Oeste e Vale do tejo, 4 no Algarve, 3 no Alentejo, 3 na Região Autónoma dos Açores, 2 na Península de Setúbal e 2 na Região Autónoma da Madeira.

Com uma dotação financeira global disponível de 1.885.000,00 € (um milhão oitocentos e oitenta e cinco mil euros), o Apoio a Projetos no domínio da Programação (nas áreas de artes de rua, circo, dança, música, ópera e teatro) pretende promover projetos artísticos que contribuam para o bem-estar, a inclusão social e o desenvolvimento de competências, especialmente junto de pessoas com deficiência, pessoas S/Surdas e grupos vulneráveis. Pretende-se também reforçar a oferta cultural em regiões com menor atividade artística profissional, promovendo a descentralização e o envolvimento das comunidades, bem como incentivar a inovação através da integração de tecnologias contemporâneas.

Os projetos a apoiar irão decorrer entre 01 de setembro de 2026 e 28 de fevereiro de 2028.




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Cultura

[OPORTUNIDADE]→ Artistas visuais, designers e cenógrafos podem candidatar-se a…

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[OPORTUNIDADE]

→ Artistas visuais, designers e cenógrafos podem candidatar-se a Neimënster: Residências ‘Land Art 2026

Estão abertas até 26 de julho as candidaturas para as Residências ‘Land Art’ 2026, organizadas pelo neimënster (Centro Cultural de Encontro Abadia de Neumünster), no Luxemburgo. O programa destina-se a artistas visuais, designers e cenógrafos para a criação de instalações efémeras que promovam o diálogo entre a arte, a natureza e a sustentabilidade. As residências decorrem de 19 de outubro a 14 de novembro e os trabalhos são expostos de dezembro a fevereiro de 2027.

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