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Portugal

– ó ó…

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– ó ó

O vice-presidente da área da Cultura da CCDR Algarve, I.P., Bruno Inácio, marcou presença no I Encontro de História e Património de Castro Marim, que decorreu nos dias 13 e 14 de março, numa iniciativa promovida pelo Município de Castro Marim dedicada à valorização e divulgação do património histórico local.

Este encontro reuniu investigadores, especialistas e interessados na história do território, promovendo a reflexão e o conhecimento sobre o património histórico e cultural do concelho, e incluiu também uma visita orientada ao Castelo de Castro Marim. A iniciativa pretende afirmar-se como um evento anual na agenda cultural do município.

A presença da CCDR Algarve reforça o compromisso com a valorização do património cultural e com iniciativas que promovem o conhecimento, a investigação e a identidade histórica dos territórios.

Créditos Município de Castro Marim

#CCDRAlgarve #Cultura #Património #História #CastroMarim #Algarve







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Portugal

Boletins Climatológicos de Abril

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O IPMA publicou os Resumos dos Boletins Climatológicos relativos a Portugal continental, Açores e Madeira referentes ao mês de abril de 2026. As informações constantes nos resumos correspondem a uma análise preliminar dos dados disponíveis, até à data da publicação das versões finais (em meados do mês).
PORTUGAL CONTINENTAL
Abril de 2026 foi muito quente e muito seco. Em Portugal continental o mês ficou marcado por temperaturas significativamente acima do normal e por totais de precipitação abaixo do normal em grande parte do território continental.

Temperatura do ar
O valor médio da temperatura média do ar registou um valor de 16.10 °C, correspondendo a uma anomalia de +2.12 °C face ao período de referência 1991-2020, tornando este o 6º abril mais quente desde 1931. A temperatura máxima atingiu 22.59 °C, cerca de +3.29 °C acima da normal, sendo igualmente a 6ª mais elevada da série histórica. A temperatura mínima teve um valor médio de 9.60 °C, cerca de +0.95 °C acima da normal.
Durante abril ocorreram duas ondas de calor, com destaque para as regiões do interior Norte e Centro, vale do Tejo e interior do Alentejo na 1ª onda. Em Miranda do Douro e Pinhão, as condições de onda de calor prolongaram-se durante quase duas semanas consecutivas.

Precipitação
No que diz respeito à precipitação, foi o 10º abril mais seco desde 1931 e o 4.º mais seco deste século. O total mensal acumulado foi de apenas 28.4 mm, equivalente a 38% do valor normal para o mês. Em vários distritos, nomeadamente Aveiro, Lisboa, Évora, Setúbal, Beja e Faro, a precipitação não ultrapassou um quarto do valor habitual para abril.
As condições quentes e secas contribuíram ainda para uma diminuição significativa da água no solo, com valores inferiores a 40% em todos os distritos do interior Norte e Centro e em grande parte da região Sul.

ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES
O mês de abril de 2026 foi considerado frio e seco nos Açores.

Temperatura do ar
A temperatura média mensal observada nas várias estações meteorológicas, foram inferiores às respetivas médias para o período 1999-2025 e geralmente abaixo do primeiro quartil.

Precipitação
Os totais mensais de precipitação em abril observados foram geralmente inferiores às respetivas médias para o período 1999-2025, com exceção de São Jorge, Nordeste e S. Maria.

ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA
No mês de abril de 2026, em relação à normal climatológica de 1991-2020, a temperatura média do ar, nas quatro estações de referência (Funchal/Observatório, Chão do Areeiro, Santana e Porto Santo), registou valores superiores à normal em duas estações e inferiores à normal nas outras duas. No que se refere à quantidade de precipitação acumulada, os valores foram inferiores à normal climatológica em três das quatro estações de referência.

Temperatura do ar
As estações do Funchal/Observatório e do Chão do Areeiro registaram valores médios de temperatura do ar acima da normal climatológica, com anomalias de +0.5°C e +0.9°C, respetivamente. Por sua vez, as estações de Santana e Porto Santo registaram valores médios de temperatura do ar abaixo da normal climatológica, com anomalias de -0.7°C e -0.5°C, respetivamente.

Precipitação
Relativamente à precipitação acumulada nas quatro estações de referência, registaram-se valores inferiores à normal climatológica nas estações do Funchal/Observatório, Chão do Areeiro e Porto Santo com anomalias de -37.9 mm, -44.0 mm e -10.1 mm, respetivamente, e valores superiores à normal na estação de Santana onde se registou uma anomalia de +4.5 mm.



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Portugal

Universidade do Porto dá as boas-vindas ao verão com música clássica

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Há compositores mais conhecidos, como Beethoven, Liszt, Ravel e Brahms, mas também outros nomes que poderão representar novas descobertas. Sempre à tarde ou à noite, A caminho do solstício – um ciclo musical irá decorrer de 16 de maio a 30 de junho, na Casa Comum, (à Reitoria) da Universidade do Porto. A entrada é livre, limitada à lotação da sala.

Que melhor forma, senão através da música, de aguardar pelo solstício de 21 de junho? O que está em agenda é um programa musical apresentado em cooperação com a Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), pelo Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (i2ADS), sediado na Faculdade de Belas Artes da U.Porto (FBAUP), e também em ligação com a Rumor ­– Cooperativa de Compositores. São vários recitais, predominantemente ao piano, de compositores do Barroco até à contemporaneidade, interpretados por músicos de diversas nacionalidades.

O primeiro recital acontece já a 16 de maio, sábado, às 16h00. Ao “palco” da Casa Comum subirão as pianistas russas Elena Chesnokova e Nadejda Tsvetkov, acompanhadas pela violinista Natalia Dremina.

Do “cardápio” fará parte um património musical que nos chega dos séculos XX e XXI, de compositores como Arvo Pärt ou o português Eurico Carrapatoso, mas haverá também alguns momentos propícios à descoberta.

Caso lhe pareça conveniente, poderá até pesquisar os nomes de: Dick Kattenburg (1919-1944: morreu com apenas 24 anos em Auschwitz), e os nossos contemporâneos Alfonso Peduto e Nastasya Khrushcheva. Ou, claro, aceitar o nosso convite e entrar na Casa sem referências e de espírito aberto.

O trabalho de Peduto é (entre outras influências) marcado pelo minimalismo, com obras para piano a solo, vários pianos, ou pianos para várias mãos, já Khrushcheva, também marcada por aquela escola, apresenta-nos “Russian Dead Ends”, um rosário de 36 pequenas peças para piano a quatro mãos que variam entre pouco mais do que uma dezena de segundos e um minuto.

No sábado seguinte, a 23 de maio, também às 16h00, renova-se o convite. Desta vez, o protagonista será o pianista Andrei Enoiu Pânzariu, concertista internacional e professor da Universidade de Arte “George Enescu”, em Iași, na Roménia.

Pânzariu irá fazer-se acompanhar de dois estudantes – a guitarrista Sofia Enoiu Pânzariu e o pianista Juan Luis Jimenez Vînău – para um recital em três partes: piano solo, com obras de Chopin e Beethoven; guitarra solo (Lauro e Weiss) e com acompanhamento de piano (Vivaldi); finalmente, piano a quatro mãos (Saint-Saëns, Brahms e Silvestri – estas obras serão interpretações de danças romenas recolhidas por Bartok).

O pianista Andrei Enoiu Pânzariu irá atuar no dia 23 de maio, na Casa Comum.

Em junho, e já com o verão à porta, o programa será ainda mais intenso. Mais informações serão divulgadas brevemente.

Vão subir ao palco…

Elena Chesnokova formou-se no Conservatório de São Petersburgo, onde estudou piano, e posteriormente concluiu estudos de pós-graduação em música de câmara. Foi premiada em diversos concursos internacionais e já se apresentou como solista e como instrumentista de câmara na Rússia, Finlândia, Suécia, Áustria, Alemanha e Portugal.

Nadejda Tsvetkova é música e musicóloga, formada pelo Conservatório de São Petersburgo. Apresentou-se como solista e em ensembles em São Petersburgo. Apaixonada por jazz, tem-se apresentado em diversas salas portuguesas.

Natalia Dremina formou-se na Escola Superior de Música Rimsky-Korsakov de São Petersburgo, bem como na Universidade Pedagógica Estatal Herzen da Rússia, em São Petersburgo. Apresentou-se em diversos ensembles de câmara e orquestras em São Petersburgo. Atualmente, frequenta o mestrado em Violino na ESMAE – Instituto Politécnico do Porto, com especialização em instrumentos históricos (do período barroco).

Andrei Enoiu Pânzariu formou-se na Faculdade de Interpretação Musical da Universidade Nacional de Música de Bucareste. Obteve o título de doutor em música em 2010, na Universidade de Artes «George Enescu» de Iași. Conquistou vários prémios, entre os quais o Grande Prémio – Piatra Neamț, Prémio Covent Garden – Cluj, Prémio Carl Filtsch – Sibiu, Prémio Especial – Bucareste/Iași. Realiza recitais e concertos no país e no estrangeiro (Bulgária, Sérvia, Áustria, Alemanha, França).



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Portugal

Proibição de trânsito e de estacionamento em alguns arruamentos de Alvalade, dia 17 de maio, entre as 6h00 e as 9h30 – Câmara Municipal de Santiago do Cacém

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Alentejo Central

Beja celebra Dia da Europa com maratona de oficinas e reflexão no Clube UNESCO

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O Clube UNESCO de Beja assinala este sábado, 9 de maio, o Dia da Europa com um programa diversificado que une património, sustentabilidade e paz. Sob o mote da cooperação e do diálogo entre comunidades, a iniciativa transforma a cidade num laboratório de partilha cultural através de uma série de oficinas práticas e momentos de debate.

A manhã começa às 10h00 com foco na terra e na tradição, destacando-se a oficina “Plantar a Paz” com Ana Ademar e o trabalho artesanal de Manuel Pica em “Contar o Buinho”. O programa artístico estende-se com instalações coletivas, jogos rítmicos e até sabores partilhados, como a oficina de “Sopa Fria” ao meio-dia. A tarde reserva momentos de expressão musical com Celina Piedade na oficina “Vozes ao Alto”, culminando numa conversa central intitulada “Quem cabe no sonho europeu?”, que pelas 16h30 reunirá diversas vozes para discutir a Europa a partir do centro e das periferias.

Esta celebração, realizada em parceria com o Município de Beja e várias associações locais como a Futurama e a Chão Nosso, encerra às 18h30 com uma cantoria coletiva.



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