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Economia

PRODUÇÃO ANIMAL SUBSTITUI IMPORTAÇÕES

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As exportações no setor agroalimentar cresceram mais do que as importações nos primeiros 7 meses de 2019. Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística revelam que as exportações aumentaram 3,1% relativamente ao período homólogo, um valor que fica 0,6% acima do crescimento de 2,5% das importações.

“Estamos a vender mais do que compramos ao exterior, o que significa que estamos menos dependentes, aumentámos a nossa capacidade de autoaprovisionamento e estamos a substituir importações por produção nacional”, explica Luís Medeiros Vieira, Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, que considera “este dado muito positivo”.

Para esta performance, contribuíram as exportações do setor hortofrutícola que, até ao mês de julho, ultrapassaram já os 900 milhões de euros, valor que corresponde a um crescimento de 11% face ao período homólogo. Neste setor, há a destacar a produção da floricultura (+23%), dos pequenos frutos (+22%), dos produtos hortícolas (+21,2%) e das frutas (+12,3%).

“A exemplo do que sucedeu nos últimos anos, em 2019 o setor hortofrutícola está a registar um desempenho notável, especialmente ao nível das exportações”, acrescenta Luís Medeiros Vieira, salientando que “o setor agroalimentar português está a produzir mais e melhor, de forma sustentável e a exportar mais, numa dinâmica que corresponde à aposta que o Governo implementou na internacionalização da economia”.

Desde que assumiu funções, este Governo já abriu 54 mercados, para 210 produtos (161 da área animal e 49 de origem vegetal) e está a trabalhar de forma intensa e empenhada na abertura de 59 mercados, para viabilização da exportação de 272 produtos, sendo 220 da área animal e 52 da área vegetal.

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Alentejo

Alvito lidera captação de fundos europeus no Alentejo e converte projetos em motor de desenvolvimento

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O concelho de Alvito assume-se como o território com maior volume de projetos submetidos e aprovados junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo. O dado estatístico estabelece um marco no panorama da gestão do investimento público na região, colocando o município no topo da eficiência técnica na captação de fundos comunitários para alavancar a economia local.

Em duas entrevistas complementares, o Presidente da CCDR Alentejo e o Presidente da Câmara Municipal de Alvito, José Efigénio, analisam a convergência de estratégias que permitiu ao município liderar a mobilização de incentivos europeus. O alinhamento institucional entre a tutela regional e a autarquia é apontado como o fator determinante para acelerar a execução de verbas destinadas à coesão territorial, à valorização do património e ao reforço do tecido produtivo.

Alinhamento estratégico e capacidade técnica

A liderança de Alvito no aproveitamento dos quadros de financiamento europeu resulta de uma transição focada no alinhamento de prioridades económicas com as diretrizes de desenvolvimento regional. Segundo os responsáveis, a capacidade do concelho em liderar a submissão e aprovação de candidaturas reflete uma preparação técnica estruturada, capaz de transformar as caraterísticas específicas do concelho em projetos financeiros elegíveis.

Esta dinâmica de convergência entre a autarquia e a CCDR Alentejo tem garantido a viabilização de investimentos em áreas críticas como o turismo sustentável, a preservação patrimonial e a inovação no setor agroalimentar. O objetivo central passa por maximizar o impacto do capital comunitário para aumentar a competitividade territorial e travar a desertificação humana no interior alentejano.

Fixação de população e valorização do património

A aplicação das verbas comunitárias aprovadas visa dar resposta aos desafios estruturais da região. A estratégia municipal enquadrada pela CCDR Alentejo foca a criação de condições para a fixação de novos residentes, o reforço dos serviços à população e a dinamização do tecido empresarial local.

A conversão dos recursos endógenos em ativos de valor acrescentado tem permitido ao concelho projetar a sua base económica, posicionando Alvito como um caso de estudo na eficácia de gestão dos fundos de coesão no Alentejo.

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Economia

Atualização: Gasóleo não desce tanto quanto esperado por causa do ISP

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O Governo decidiu reduzir o desconto no ISP em cerca de um cêntimo para o gasóleo, anulando quase totalmente a descida de preço que estava prevista para os postos de abastecimento a partir de segunda-feira.

Com este ajuste fiscal, o gasóleo terá uma redução residual de apenas 0,07 cêntimos, em vez da descida significativa antecipada pelos mercados internacionais. Por outro lado, a gasolina deverá registar um aumento de 2,5 cêntimos por litro, uma vez que o Executivo optou por não alterar o valor do imposto aplicado a este combustível.

Estas variações entram em vigor entre 27 de abril e 3 de maio, embora os preços finais possam variar conforme a política comercial de cada revendedor.

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Economia

Combustíveis: Gasóleo baixa e gasolina sobe na próxima semana

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As previsões para a semana de 27 de abril a 3 de maio indicam uma evolução diferente para os dois combustíveis em Portugal, com base no comportamento dos mercados internacionais, o preço do gasóleo deverá registar uma descida de 4 cêntimos por litro, enquanto a gasolina deverá subir 2,5 cêntimos.

Feitas as contas, o preço médio do litro de gasóleo deverá fixar-se nos 1,928 €, o que representa uma poupança de cerca de 2 euros num depósito de 50 litros face à semana anterior. No caso da gasolina, o valor médio deverá subir para os 1,921 € por litro, tornando o abastecimento de um depósito de 50 litros aproximadamente 1 euro mais caro.

É importante recordar que estes valores são meramente indicativos, uma vez que o mercado de combustíveis em Portugal é livre e os preços finais podem variar conforme a marca, o posto de abastecimento e a localização geográfica. Se conduz um veículo a gasóleo, poderá valer a pena aguardar por segunda-feira para atestar o depósito.

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Economia

Preço das casas em Portugal dispara 16,8% e ultrapassa os 2 mil euros por metro quadrado

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Comprar casa em Portugal tornou-se significativamente mais caro em 2025, com o preço mediano da habitação a fixar-se nos 2.076 €/m². Segundo os dados revelados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), este valor representa uma subida de 16,8% face ao ano de 2024, refletindo a forte pressão no mercado imobiliário nacional.

Com base em quase 165 mil vendas efetuadas ao longo do último ano, o relatório destaca que cinco regiões do país apresentam valores acima da média nacional, com a Grande Lisboa a liderar a lista ao atingir os 3.439 €/m². Seguem-se o Algarve (3.139 €/m²), a Península de Setúbal (2.596 €/m²), a Região Autónoma da Madeira (2.500 €/m²) e a Área Metropolitana do Porto (2.305 €/m²) como as zonas onde o acesso à habitação exige o maior esforço financeiro.

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