Cultura
Marvão :Concerto com Tim em setembro


O músico Tim vai atuar no Largo do Terreiro em Marvão (Portalegre), numa iniciativa inserida no programa “Cultura em rede”, lançado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).
O concerto está agendado para o dia 08 de setembro, a partir das 21:30.
De acordo com a organização, em palco com Tim, baixista e vocalista da banda Xutos & Pontapés, vai estar o grupo “vozes do Alto Alentejo”.
Lusa
Cultura
CARTAZ → MÚSICA → ALCOBAÇAGrandes orquestras, uma celebração de Amália e novas…


CARTAZ → MÚSICA → ALCOBAÇA
Grandes orquestras, uma celebração de Amália e novas vozes do jazz → a não perder, entre hoje e 23 de julho, no Cistermúsica, Alcobaça
Da Sinfonia do Novo Mundo ao jazz contemporâneo, sem esquecer o legado de Amália, o programa dos próximos dias do Cistermúsica cruza gerações e geografias. Entre hoje e 23 de julho, “o festival leva o público a um círculo perfeito, ligando o Novo Mundo de Dvořák à América de Amália Rodrigues; passando pelo jazz contemporâneo português e britânico e pela música vocal do Renascimento. Entre jovens talentos internacionais, artistas consagrados e projetos inéditos, a programação reúne alguns dos concertos mais aguardados desta edição”.
→ conheça o programa em www.cistermusica.com/pt
O Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça é organizado pela ABA – Banda de Alcobaça Associação de Artes
Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes









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CARTAZ → TEATRO → BRAGAÉCUBA, a mais recente estreia da CTB – Companhia de Te…


CARTAZ → TEATRO → BRAGA
ÉCUBA, a mais recente estreia da CTB – Companhia de Teatro de Braga, abre o calendário da MIT – MOSTRA INTERNACIONAL DE TEATRO, já amanhã (18 de julho), às 21h30, no Theatro Circo, Braga.
Com ÉCUBA, a CTB continua a desenvolver uma linha estratégica do repertório dos últimos 10 anos: a abordagem dramatúrgica aos textos da Cultura Clássica Greco-Romana, como instrumento de reflexão sobre a Europa e os seus Povos, assim como sobre a identidade matricial de Braga, a partir das ruínas do seu Teatro Romano.
“Uma peça que sublinha, perante os públicos, as misérias da guerra, o sofrimento dos vencidos, mas também dos vencedores, fazendo ressaltar a degradação moral a que conduzem os jogos de poder e a euforia do domínio desmedido, que arrasta o Homem até aos limites da sua própria humanidade e onde os atores/cidadãos assumem uma função de ‘não representação’ e nos narram a realidade do momento”.
→ saiba + no nosso website
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CARTAZ → PERFORMANCE → LISBOAA performance AO ESCAPAR O MEU CADÁVER é apresent…


CARTAZ → PERFORMANCE → LISBOA
A performance AO ESCAPAR O MEU CADÁVER é apresentada hoje (17 de julho), às 18h40, na exposição “O Murmúrio da Lava” de Carolina Vieira e Catarina de Oliveira, que estará patente até 19 de julho na Estufa Fria de Lisboa.
“Ao Escapar o Meu Cadáver é um monólogo de 15 a 20 minutos que dá voz a Óó, uma alma fantasmagórica de um bicho-folha (Phyllium endemicus) do Sri Lanka. Após a sua morte, Óó acorda como um espírito ancorado ao seu cadáver, que foi ilegalmente trazido para a reserva do Museu de Zoologia da Universidade de Cambridge. A narrativa é uma viagem através da sua experiência de despossessão e exílio…”.
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CARTAZ → TEATRO → COVILHÃCom texto e encenação de José Carretas, AUTO DE EXORT…


CARTAZ → TEATRO → COVILHÃ
Com texto e encenação de José Carretas, AUTO DE EXORTAÇÃO DA PAZ reflete sobre a violência e a condição humana. A peça retrata as contradições interiores de quatro mulheres constrangidas pela vida, subjugadas por um patrão invisível.
“Depois de lermos Gil Vicente (“Auto de Exortação da Guerra”) e José Saramago (“Alabardas”) e depois de viver a imensa tristeza dos tempos que passam, achamos que nos falta revelar um texto como o “Auto de Exortação da Paz”. Nele se reproduzem, em Teatro, as contradições interiores de quatro mulheres constrangidas pela vida, subjugadas por um patrão invisível. Produzem munições para uma Guerra tão incompreensível como o Patrão. Tal como outros textos já produzidos para o Teatro das Beiras, este servirá para o prazer dos deuses e para fruição do público. Neste caso, não podemos passar sem agradecer a Leonardo da Vinci por uma participação muito especial”. (José Carretas)
→ uma criação do Teatro Das Beiras para assistir hoje e amanhã (17 e 18 de julho), às 22h, na Covilhã
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