Portugal
Celebração de protocolo com Município de Almada


O Presidente do IPMA, José Guerreiro, e a Presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, assinaram no dia 15 de julho, nos Paços do Concelho, o protocolo de cooperação técnica para a cogestão de três estações meteorológicas automáticas (EMAs) já existentes no município, instaladas no Parque da Paz, na Costa da Caparica e no Fórum Romeu Correia. Trata-se de equipamentos que asseguram a monitorização em contínuo de vários elementos meteorológicos, designadamente temperatura e humidade relativa do ar, rumo e intensidade do vento e precipitação. Estas três estações constituem uma rede que o Município de Almada pretende alargar no futuro muito próximo.
O IPMA dispõe, desde 2002, de uma EMA no concelho, na Praia da Rainha. Assim, a integração complementar e imediata dos equipamentos do município na sua rede permitirá ao instituto reforçar de forma significativa a densidade de pontos de observação, aumentando a quantidade e qualidade dos dados disponíveis, e promover uma caracterização climática mais detalhada e representativa do território, com benefícios aos níveis da monitorização de fenómenos meteorológicos de área limitada, no apoio à decisão e ao planeamento e gestão territorial.
Esta integração na rede nacional de EMAs do IPMA permitirá complementar a informação meteorológica atual e potenciar o conhecimento científico sobre as condições atmosféricas no Município de Almada, alargando a divulgação e o acesso público aos dados de monitorização nas plataformas existentes quer do IPMA, quer da Área Metropolitana de Lisboa.
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A Mata Nacional do Buçaco, no Luso, recebe hoje a certificação como a primeira f…


A Mata Nacional do Buçaco, no Luso, recebe hoje a certificação como a primeira floresta terapêutica da Península Ibérica, tornando-se a quarta do mundo a ostentar esse título.
Esta mata de 105 hectares, de grande diversidade botânica, foi plantada por monges Carmelitas Descalços, que «procuravam submeter-se à adversidade», conta Susana Neves no livro «Ama o Precipício», uma obra que nos leva a uma viagem pela história das espécies exóticas.
O livro está disponível na livraria online da Fundação, com 10% de desconto e portes grátis para o continente e ilhas: https://ffms.pt/pt-pt/livraria/ama-o-precipicio-viagem-mata-nacional-do-bucaco

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Música, poesia e performance na última semana de cultura ao luar


Dois espetáculos audiovisuais, um deles com música eletrónica, ritmos clássicos da Índia e poesia de travo brasileiro são os principais destaques do programa da última semana das Noites no Pátio do Museu. Acontecem sempre à noite, a partir das 21h30, e o acesso é livre até ao limite de lotação do espaço. A entrada faz-se pelo Jardim da Cordoaria.
Logo no dia 21 de julho atravessaremos o Atlântico à boleia das palavras de Mário Quintana, uma das mais singulares vozes de poesia brasileira do século XX. Nascido há 120 anos, precisamente no mês de julho de 1906, na cidade de Alegrete, no Rio Grande do Sul, Quintana foi poeta, tradutor e jornalista, ou, conforme de autodefinia, “a inquieta voz do vento”.
Na voz do Colectivo de Poesia da U.Porto, a poesia de Mário Quintana mostrar-se-á enquanto luta com as palavras para as obrigar a dizerem aquilo que o poeta quer, segundo confessou numa entrevista publicada na Revista do Brasil. O tom e o modo ficou marcado logo desde a publicação, em 1940, de A rua dos cataventos, o seu primeiro livro de poesia, definindo-a como “lição de leitura” e “hora de recreio” em simultâneo.


A “Supplica” dos marinheiros e das famílias vai fazer-se ouvir no Pátio do Museu.
Dois dias depois, a 23 de julho, o Sitar Jugalbandi vai colocar “instrumentos em conversa”. Este grupo de música clássica da Índia é formado pelo casal de sitaristas Abhishek Adhikary e Murchana Adhikary Barthakur, que irão subir ao palco com o tablista Ibram Kashi e o vocalista Sali Musica Siva.
No âmbito da música indiana, o termo jugalbandi refere-se a um dueto de instrumentos melódicos, introduzindo esta mudança no formato clássico de um só instrumento solista acompanhado pela tabla. O duo já subiu ao palco da Casa Comum em 2024, tendo Murchana Adhikary Barthakur atuado já este ano no Palácio Presidencial da Índia, perante António Costa, Ursula von der Leyen e o presidente indiano.
No dia 24, sexta-feira, o pátio do museu vai ser ocupado por um espetáculo audiovisual que promete fazer-nos entrar na máquina do tempo a fim de revisitar uma tragédia com mais de 130 anos: numa tarde de fevereiro de 1892, uma tempestade, com particular impacto entre Aveiro e a Galiza, varreu o litoral e colheu, no mar, a vida de 105 pessoas das comunidades piscatórias entre a Póvoa de Varzim e da Afurada. Em terra, instalou-se o luto profundo. As festas populares esmoreceram, os trajes coloridos cederam lugar ao negro e os instrumentos musicais silenciaram-se. O mar, outrora sustento, tornou-se espelho da ausência.
É neste contexto que surge Supplica, um espetáculo audiovisual e imersivo que revisita o episódio, associando-o a uma experiência coletiva em que a música, a imagem e a palavra dão voz ao mar, aos náufragos e às famílias. O espetáculo foi criado por Helder Luís e estreou em fevereiro de 2026 na Igreja da Lapa, na Póvoa de Varzim.


Caberá a Dullmea encerrar, com chave de ouro, o programa das Noites no Pátio do Museu
No dia 25 de julho, sábado, entrar no Pátio do Museu equivalerá a ficar envolvido por paisagens sonoras que resultam da recomposição da voz por meios eletrónicos. Dullmea, que está a assinalar dez anos de percurso artístico, usará a figura feminina como fio condutor de Jano, um concerto que é também uma viagem histórica e literária por algumas figuras femininas pioneiras que habitam o nosso imaginário coletivo, mas cujas narrativas foram escritas, maioritariamente, por homens.
Deste modo ficará concluído o mês de programação que trouxe centenas de pessoas ao Pátio do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto, da enologia à etnografia, passando pela música de diferentes géneros e distintas proveniências geográficas e pela literatura.
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Queres estagiar nas Instituições da União Europeia?Entre julho e setembro estã…


Queres estagiar nas Instituições da União Europeia?
Entre julho e setembro estão abertas candidaturas para vários programas de estágio com início em fevereiro/março de 2027, incluindo o prestigiado Blue Book, da Comissão Europeia.
Para te ajudar a preparar a candidatura, o IEFP/EURES Portugal e o Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) promovem um webinar gratuito.
23 de julho
14h30
Duração aproximada: 90 minutos
Durante a sessão vais conhecer:
Os programas de estágio disponíveis;
Os requisitos de candidatura;
O processo de seleção;
O testemunho de um(a) ex-estagiário(a) do programa Blue Book (a confirmar).
Este webinar é para ti se:
• Tens, pelo menos, uma licenciatura;
• Dominas duas línguas oficiais da UE (uma delas inglês, francês ou alemão);
• Nunca realizaste um estágio ou trabalhaste mais de dois meses numa instituição da União Europeia.
Reserva já o teu lugar: https://bit.ly/EstagiarJul
As vagas são limitadas!
#iefp_portugal #EURES #UniãoEuropeia #BlueBook #Estágios #Emprego #Carreira #Juventude #Oportunidades

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A população idosa cresceu cinco vezes mais depressa do que a população ativa ent…


A população idosa cresceu cinco vezes mais depressa do que a população ativa entre 2024 e 2025. Há 2,76 pessoas em idade ativa por cada idoso, num retrato de uma população cada vez mais envelhecida.
Só as mães estrangeiras têm travado uma quebra ainda mais acentuada nos nascimentos, num contexto em que a fecundidade continua abaixo do limiar de renovação de gerações, fixado em 2,1 filhos por mulher.
Conheça a infografia baseada em dados reunidos pela Pordata, disponível no site da Fundação: https://ffms.pt/pt-pt/atualmentes/infografia/nunca-fomos-tantos-e-tao-diversos-retrato-de-um-pais-envelhecido-e-com-assimetrias-regionais

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