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Sociedade

O MAIOR PROGRAMA NACIONAL DE STARTUPS VAI A PORTALEGRE E ÉVORA, E É GRATUITO

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Se estás à procura de uma equipa ou de uma ideia de sucesso na área do turismo, o Programa Ideação é para ti.

O Tourism Explorers vai acontecer em 12 cidades diferentes, em simultâneo, entre elas estão Portalegre e Évora, durante 6 dias intensos, sendo que inicia a dia 24 de setembro.

Em Portalegre será na Escola de Hotelaria e em Évora na Universidade.

A Aceleração consiste em 6 dias intensos, constituídos por várias sessões de mentoria com especialistas da área e workshops, que te irão ajudar a definir melhor a estratégia para o teu negócio. Cada projeto terá a oportunidade de validar o seu modelo de negócio de forma a validar o seu valor no mercado. No final dos bootcamps, cada uma das 12 cidades vai eleger o melhor projeto local.

Se tens uma equipa de 2 a 4 elementos e uma ideia de negócio em desenvolvimento, então a aceleração é para si.

O que ganhas?

O Turismo de Portugal é o principal parceiro do Tourism Explorers, sendo responsável pela promoção, valorização e sustentabilidade da atividade turística do país. O Turismo de Portugal será responsável por lançar os desafios da Ideação e fazer a mentoria às startups da Aceleração.

O Tourism Explorers irá dar-te acesso a uma série de benefícios, que irão ajudar a tornar o teu projeto um sucesso. A Amazon e o Hubspot são apenas alguns dos nossos parceiros. Teremos também parceiros em cada uma das cidades, que podem ir desde incentivos financeiros a mentoria e ofertas de incubação.

Enquanto participante irás beneficiar de uma série de workshops com oradores experientes, que te irão ajudar nas diferentes fases do teu projeto. Os Workshops serão centrados em temáticas como: Marketing Digital, Marketing no Turismo, Investimento e Questões Legais, Novas Tendências do Turismo, etc.

Se fores o vencedor da Grande Final Nacional poderás ganhar um incentivo no valor de 10.000€ e as inscrições terminam a 30 de agosto.


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Sociedade

O Debate do Estado da Nação acontece todos os anos na Assembleia da República. …

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O Debate do Estado da Nação acontece todos os anos na Assembleia da República.

É o momento em que o Governo presta contas, responde às perguntas dos partidos e o Parlamento debate o estado do país.

Discute-se o que foi feito, o que está em curso e os desafios para o futuro.

Acompanhe em direto nas redes sociais do Governo do Facebook, LinkedIn, X e no Youtube. Pode também assistir no Portal do Governo.



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Portugal

Quercus apresenta 10 medidas para reduzir as perdas de água na rede e promover uma gestão mais eficiente

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Água perdida na rede poderia abastecer gratuitamente 1/3 da população portuguesa 

Num contexto de alterações climáticas, de maior frequência de secas e de crescente pressão sobre os recursos hídricos, Portugal continua a enfrentar um problema estrutural que exige uma resposta urgente: as perdas de água nas redes de abastecimento e os elevados níveis de consumo.

Os dados mais recentes do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos em Portugal (RASARP 2025) demonstram que continuam a existir entidades gestoras com níveis elevados de perdas reais de água, evidenciando que a eficiência da gestão deste recurso está ainda longe do desejável.

A dimensão deste desperdício é preocupante. Em 2024, o regulador do setor estimava que 187,3 milhões de metros cúbicos de água tenham sido perdidos nas redes de abastecimento, antes de chegarem aos consumidores. Este volume corresponde ao equivalente a 8,7 piscinas olímpicas de água desperdiçadas por hora e representa um custo económico estimado em 158 milhões de euros.

Paralelamente, os dados divulgados pela Agência Portuguesa do Ambiente revelam que o consumo médio de água em algumas zonas do país atinge cerca de 300 litros por habitante por dia, podendo mesmo ultrapassar os 400 litros diários, valores significativamente superiores à média nacional, situada nos 180 litros por habitante por dia.

A Quercus recorda que um consumo doméstico eficiente poderá situar-se em torno dos 120 litros por pessoa por dia, demonstrando que existe ainda uma margem significativa para melhorar a utilização deste recurso sem comprometer a qualidade de vida.

A pressão sobre os sistemas de abastecimento aumenta naturalmente durante os meses de verão, sobretudo nas zonas balneares e nos principais destinos turísticos, onde o aumento sazonal da população conduz a uma maior procura de água. Esta realidade reforça a necessidade de preparar os sistemas de abastecimento para responder a estes períodos críticos através de uma gestão mais eficiente da oferta e da procura, assim como garantir reservas de água para possíveis interrupções.

Para a Quercus, a resposta não pode passar apenas por procurar novas origens de água ou aumentar a capacidade de armazenamento. É indispensável reduzir primeiro o desperdício existente e tornar mais eficiente toda a cadeia de abastecimento, desde a captação até ao consumo final. Esta tem sido uma posição defendida pela associação, que considera a eficiência como a primeira e mais sustentável fonte de “nova água”, antes da construção de novas infraestruturas ou da exploração de novos recursos hídricos.

Neste contexto, a Quercus considera urgente a implementação de 10 medidas estruturais de âmbito nacional:

  1. Tornar obrigatória a construção de reservatórios municipais de água para garantir pelo menos 24 horas de abastecimento;
  2. Tornar obrigatória a monitorização online das redes públicas de abastecimento de água, permitindo uma deteção mais rápida de perdas e anomalias;
  3. Criar e reforçar equipas municipais e regionais especializadas na deteção e reparação de fugas;
  4. Promover a utilização de água reutilizada proveniente das ETAR na rega de jardins, espaços verdes e outros usos compatíveis;
  5. Privilegiar a criação e requalificação de espaços verdes com espécies autóctones e plantas de reduzido consumo hídrico;
  6. Generalizar a instalação de sistemas de telemetria nos grandes consumidores de água, permitindo uma monitorização permanente dos consumos e a deteção precoce de desperdícios;
  7. Desenvolver um estudo nacional que avalie a implementação de um tarifário sazonal para o consumo de água, aplicável durante o verão e em períodos de seca extrema, incentivando uma utilização mais eficiente do recurso;
  8. Reforçar o papel da ERSAR na fiscalização da renovação das redes de abastecimento, garantindo que todos os municípios cumprem as metas recomendadas para substituição das infraestruturas e promovendo a publicação anual de um ranking nacional da renovação das redes, à semelhança do benchmarking já realizado relativamente às perdas de água;
  9. Combater as ligações de água ilegais com penalizações significativas a quem as praticar, medida esta que deve ser revista na legislação;
  10. Apostar em campanhas de sensibilização ambiental relativamente à redução de consumos e poupança de água tal como foi feito recentemente na produção de resíduos.

A Quercus considera igualmente fundamental que a gestão da água deixe de ser encarada apenas como uma resposta às situações de seca, passando a constituir uma prioridade permanente das políticas públicas de adaptação às alterações climáticas.

A água é um recurso estratégico, limitado e insubstituível. Reduzir as perdas nas redes de abastecimento, melhorar a eficiência dos sistemas de abastecimento e promover uma utilização mais racional da água são medidas que permitem aumentar a resiliência do país, reduzir custos ambientais e económicos e garantir este recurso essencial para as gerações futuras.



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Sociedade

O Debate do Estado da Nação irá realizar-se amanhã, 16 de julho, às 15h30, na As…

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O Debate do Estado da Nação irá realizar-se amanhã, 16 de julho, às 15h30, na Assembleia da República.

O Governo faz o balanço da ação governativa, discute os principais desafios do país e apresenta as prioridades para o futuro.

Acompanhe em direto nas redes sociais do Governo.




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Portugal

Quercus defende visão integrada da bacia do Mondego: barragem de Girabolhos adiará reformas indispensáveis

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No dia em que a Ministra do Ambiente e Energia anuncia a abertura do concurso público para a construção da barragem de Girabolhos no rio Mondego, entre Seia e Nelas, a Quercus manifesta a sua preocupação perante o avanço desta obra como pretensa solução para os problemas de cheias na bacia do rio Mondego, quando na verdade a aposta numa barragem de grande dimensão poderá, pelo contrário, adiar reformas indispensáveis, funcionando como compensação artificial para ineficiências persistentes a jusante.

Tal como já tínhamos defendido em 2016, quando esta mesma barragem foi cancelada, a bacia do Mondego enfrenta problemas complexos e históricos que não se resolvem com respostas simplistas, exclusivamente centradas em grandes infraestruturas hidráulicas a montante.

Prevenir teria sido mais barato

Em abril, o Governo anunciou  a inclusão da barragem de Girabolhos no programa “Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência” (PTRR), num investimento total de 740 milhões de euros destinado a esta e a outras 3 barragens. 

Não teria ficado mais barato ao país prevenir os problemas, implementando o Plano de Ação Mondego Mais Seguro, aprovado em Conselho de Ministros após as cheias de 2019, com uma dotação superior a 36 milhões de euros a executar até 2023? Por que razão ficou na gaveta 3 anos? E onde foram aplicadas essas verbas? Parte delas destinava-se precisamente ao Aproveitamento Hidráulico do Mondego e poderia ter evitado o sucedido em fevereiro, salvaguardando pessoas, bens e infraestruturas essenciais.

Especialistas alertam: os problemas são de governação e planeamento

Ficou, mais uma vez, a faltar uma abordagem integrada, tecnicamente fundamentada e ambientalmente responsável para a gestão deste território. O que nos dizem estes acontecimentos sobre o ordenamento do território, a gestão da água e a vulnerabilidade crescente das bacias hidrográficas num contexto de alterações climáticas? A gestão do risco de cheias exige planeamento territorial, recuperação ecológica, eficiência das infraestruturas existentes e uma governação articulada entre montante e jusante.

Várias vozes do meio científico têm sublinhado que os principais constrangimentos da bacia do Mondego não se prendem apenas com a disponibilidade hídrica, mas com falhas estruturais na gestão do sistema, nomeadamente no Baixo Mondego: infraestruturas inacabadas, perdas de eficiência, inadequação do modelo agrícola e ausência de instrumentos económicos e institucionais eficazes.

Quercus exige avaliação ambiental e socioeconómica rigorosa

A Quercus considera, por isso, inaceitável que um projeto desta escala seja reintroduzido sem uma avaliação integrada e atualizada, tendo em conta:

  • os impactos ecológicos sobre o rio Mondego e os seus habitats;
  • os efeitos cumulativos na bacia hidrográfica;
  • o novo enquadramento climático, com maior variabilidade e eventos extremos;
  • alternativas baseadas na natureza e na gestão territorial;
  • custos económicos e benefícios reais para as populações.

Uma estratégia para o Mondego deve começar pela bacia como um todo

A Quercus defende que uma abordagem coerente e sustentável para o Mondego deve priorizar:

  • A modernização e conclusão efetiva do sistema hidroagrícola do Baixo Mondego;
  • A redução de perdas e melhoria da eficiência no uso da água;
  • A adaptação do uso do solo e do modelo produtivo à nova realidade climática;
  • A recuperação de zonas de inundação natural e soluções baseadas na natureza;
  • Uma governação integrada e transparente à escala da bacia.

A Quercus apela ao cancelamento do concurso público

A Quercus desafia o Governo a ter coragem para cancelar este concurso público, lançado numa altura de férias de verão e já adiado por duas vezes desde março, instando as entidades competentes a promover um debate público informado, suportado por ciência independente, avaliação ambiental rigorosa e participação das comunidades locais.

A gestão do Mondego não pode ser guiada por pressões conjunturais ou respostas visíveis, mas por soluções duradouras, integradas e compatíveis com o futuro climático do país.



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