Portugal
‘Task force’ mantém programa de vacinação com AstraZeneca

A ‘task force’ que coordena o plano de vacinação contra a covid-19 vai manter a vacina da AstraZeneca no processo até surgir uma posição oficial da Agência Europeia do Medicamento (EMA), da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Infarmed.
Perante as declarações de hoje ao jornal italiano ‘Il Messaggero’ do responsável pela estratégia de vacinação da EMA, Marco Cavaleri, que confirmou “uma ligação” entre a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca e a ocorrência de coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas, fonte da ‘task force’ disse à Lusa que o plano imediato é aguardar por uma decisão.
“Vamos esperar pela posição oficial da EMA e da DGS. Por agora mantém-se a vacina da AstraZeneca no programa de vacinação”, afirmou a mesma fonte.
A reunião do Comité de Avaliação dos Riscos em Farmacovigilância da EMA, que conta com representantes do Infarmed, começou hoje e deve prolongar-se até sexta-feira. A EMA adiantou também à agência AFP que “ainda não chegou a uma conclusão e a revisão está atualmente em curso”.
Entretanto, o primeiro-ministro, António Costa, reiterou também a necessidade de esperar por uma posição oficial da EMA, mas já admitiu que se o regulador europeu confirmar esta situação, então haverá uma “maior morosidade” na aplicação do plano de vacinação contra a covid-19 no espaço comunitário.
“No quadro da União Europeia, consideramos que é fundamental que haja uma posição uniforme relativamente às recomendações e indicações fixadas pela EMA no que respeita a cada uma das vacinas. Se houver um berbicacho, então isso terá inevitáveis consequências no processo de vacinação”, disse o primeiro-ministro.
Portugal
CM Vagos / Festas do Município de Vagos 2026: restauração e bares autorizados a funcionar até às 04h00

No âmbito das Festas do Município de Vagos 2026, a Câmara Municipal deliberou autorizar o alargamento do horário de funcionamento dos estabelecimentos de restauração e bebidas situados na Vila de Vagos, permitindo a atividade até às 04h00, entre os dias 23 e 26 de maio.
Esta medida tem como principal objetivo apoiar a dinamização da economia local, incentivando a adesão dos empresários às festividades e reforçando a animação durante este período.
De acordo com a autarquia, a autorização concedida contempla a isenção das taxas associadas à licença especial de ruído e ao alargamento de horário, simplificando o processo para os estabelecimentos interessados. Para beneficiar desta medida, será apenas necessária a realização de uma comunicação prévia por parte do titular do estabelecimento, manifestando a intenção de aderir.
Ainda assim, o Município relembra que esta autorização não dispensa o cumprimento das normas legais em vigor, nomeadamente no que respeita à salvaguarda do direito ao repouso, saúde e bem-estar dos cidadãos. Sempre que se verifiquem reclamações fundamentadas, os responsáveis deverão reduzir ou fazer cessar o ruído.
Os empresários interessados em usufruir deste alargamento de horário deverão formalizar o pedido através do envio de email para os serviços municipais, para o endereço: geral@cm-vagos.pt.
Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Vagos reforça o seu compromisso com a promoção de um ambiente festivo, participativo e economicamente dinâmico durante as celebrações do concelho.
Portugal
ICBAS reforça posicionamento europeu na área One Health


O ICBAS – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto participou no Encontro Científico Anual da European One Health Association (EOHA), que decorreu em Madrid, entre os dias 18 e 20 de maio. A instituição esteve representada pelo Gabinete One Health do ICBAS, que promoveu a apresentação de três comunicações científicas.
Ao longo das sessões, destacou-se a crescente afirmação da abordagem One Health, hoje cada vez mais interdisciplinar e abrangente, como resposta integrada aos desafios globais da saúde. Para além das áreas tradicionalmente associadas à Medicina, Medicina Veterinária e Ambiente, a abordagem One Health integra também contributos das Ciências Sociais, Engenharia, Economia e Direito, refletindo uma compreensão mais ampla da ligação entre saúde humana, animal, vegetal e ambiental.
“A participação neste encontro permitiu perceber de forma muito clara que a abordagem One Health está a ganhar uma dimensão cada vez mais estratégica e transversal, envolvendo não só a academia e os profissionais de saúde, mas também decisores políticos e diferentes áreas do conhecimento”, destaca Adriano Bordalo e Sá, responsável do Gabinete One Health do ICBAS.
Num contexto internacional marcado por crises ambientais, sociais e políticas com impacto direto na saúde das populações, o evento sublinhou também a necessidade de respostas integradas, sustentáveis e colaborativas. “Os desafios atuais exigem soluções construídas em rede e com uma forte componente interdisciplinar. O ICBAS tem vindo a afirmar-se neste domínio precisamente pela sua capacidade de integrar diferentes áreas científicas e promover uma visão verdadeiramente One Health”, acrescenta o também Professor Catedrático do ICBAS.
A participação do ICBAS permite reforçar a visibilidade internacional do trabalho desenvolvido pela instituição nesta área, bem como estabelecer novos contactos com investigadores, instituições e redes europeias ativas no setor, criando oportunidades futuras de colaboração científica e institucional.
Alentejo Central
Ourém adquire terreno em Fátima para criar novo parque com 30 lugares

A Câmara Municipal de Ourém aprovou a aquisição de um lote de terreno com 1381 metros quadrados na Rua Doutor Júlio Ferreira Constantino, em Fátima, para construir um parque de estacionamento público com capacidade para cerca de trinta viaturas.
A compra do espaço surge na sequência de um processo de avaliação e negociação direta conduzido pelo município. Esta aquisição está integrada no plano de intervenção e requalificação urbana que a autarquia já se encontra a desenvolver naquela artéria da cidade de Fátima.
Com um terreno de dimensões generosas, a intervenção visa mitigar a escassez de estacionamento numa zona de forte afluência rodoviária, melhorando a fluidez do trânsito e o ordenamento do espaço público. A obra em curso vai permitir disponibilizar aproximadamente três dezenas de novos lugares de estacionamento aos residentes e aos visitantes da localidade.
Alentejo Central
União Europeia evitou colapso de 910 mil empresas com fundos de coesão durante crises

A Política de Coesão da União Europeia funcionou como um salva-vidas financeiro fundamental entre 2020 e 2023, ao mobilizar apoios rápidos e flexíveis para proteger hospitais e economias regionais face a sucessivos choques globais.
O relatório de avaliação publicado pela Comissão Europeia revela que a flexibilização do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional permitiu uma resposta imediata e eficaz à escala local. Através de uma rede institucional já testada e da simplificação de regras burocráticas, as autoridades europeias conseguiram redirecionar verbas estruturais para combater as emergências causadas pela pandemia, pela crise dos refugiados e pela instabilidade energética.
Cerca de 910 mil pequenas e médias empresas em todo o espaço europeu receberam subvenções diretas, o que garantiu a sobrevivência de quatro por cento do tecido empresarial da União Europeia durante os períodos de confinamento. Itália destacou-se neste indicador ao canalizar mais de 12 mil milhões de euros para apoiar o setor privado.
A nível de saúde, o financiamento europeu assegurou a aquisição de quase quatro mil milhões de artigos de proteção individual, além de milhões de dispositivos médicos e mais de 12 mil ventiladores hospitalares. Em vários países da Europa Central, os equipamentos adquiridos na fase pandémica foram mais tarde reaproveitados para dar assistência médica aos cidadãos deslocados pela guerra na Ucrânia.
O documento aponta que o sucesso desta intervenção massiva dependeu diretamente da maturidade institucional de cada região. Os territórios dotados de maior capacidade administrativa responderam com maior celeridade, enquanto as zonas periféricas, fronteiriças ou com elevada dependência energética enfrentaram maiores entraves.
Apesar de ter evitado o desvio dos objetivos estruturais de longo prazo, a gestão simultânea de múltiplos fundos de emergência aumentou a pressão e a burocracia sobre as administrações locais. O fecho rápido dos prazos de execução também exigiu das autoridades e dos beneficiários um esforço redobrado na calendarização e na justificação de despesas retroativas.
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