Portugal
Regras para frequentar as praias neste verão entram em vigor na quarta-feira

As regras para o acesso às praias e zonas balneares neste verão, estabelecidas pelo Governo no contexto de pandemia, entram em vigor na quarta-feira, de acordo com o diploma publicado hoje no Diário da República.
O diploma regula o acesso, a ocupação e a utilização das praias de banhos para a época balnear de 2021, com o intuito de prevenção, contenção e mitigação da transmissão da infeção por covid-19, e aplica-se também, “com as necessárias adaptações, à utilização das piscinas ao ar livre”.
O diploma estabelece coimas para quem não cumpra as regras, que vão de 50 a 100 euros, para pessoas singulares, e de 500 a 1.000 euros, no caso de pessoas coletivas.
Entre as regras estabelecidas (e cujo incumprimento está sujeito a coimas) está o uso de máscara nos acessos à praia e na utilização dos apoios, restaurantes ou instalações sanitárias, a prática de desportos não individuais, o incumprimento do distanciamento social entre pessoas e grupos, nomeadamente no areal, e o incumprimento das regras para circular nos acessos, passadeiras e paredões.
Os concessionários podem ainda ser multados pela falta de espaços com informação sobre as regras ou pela inobservância de regras da Direção-Geral da Saúde (DGS) ao nível da higienização e limites de ocupação dos espaços como sanitários e restaurantes.
Como regra geral, o diploma estabelece para os utentes e concessionários as regras de combate à pandemia que já se conhecem: etiqueta respiratória, distanciamento físico e higienização das mãos e dos espaços durante a utilização da praia.
Antes de acederem à praia, os utentes podem verificar o estado de lotação desta através da informação atualizada ao longo do dia na aplicação móvel “Info praia” e no ‘site’ da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Mais uma vez, os concessionários, ou as autarquias nas praias de banho não concessionadas, devem sinalizar qual o estado de ocupação das praias na respetiva área de concessão com a sinalética de cores dos semáforos: verde para ocupação baixa (até 50%), amarelo para ocupação elevada (acima dos 50% e até os 90%) e vermelho para ocupação plena (superior a 90%).
A APA tem 10 dias a partir de hoje para publicar o método de cálculo e a capacidade potencial de ocupação das praias, tendo em conta “a área útil da zona destinada ao uso balnear e uma área de segurança mínima por utente, bem como a lista das praias de pequena dimensão”.
Ao aceder às praias, continua a ser interditado o estacionamento fora dos parques e zonas de estacionamento identificados, assim como a pernoita e aparcamento de autocaravanas nos parques e zonas de estacionamento.
Às entidades gestoras dos parques ou às autarquias, caso as primeiras não existam, cabe ordenar o espaço e higienizar os equipamentos.
Ao incumprimento das regras de estacionamento aplicam-se as coimas previstas nas leis respetivas, como por exemplo o Código da Estrada, “devendo a moldura da sanção ser sempre agravada para o dobro, sem prejuízo dos limites máximos aplicáveis nos termos gerais”, estabelece o diploma.
Os acessos às praias devem ser feitos apenas num sentido de circulação e, sempre que possível, com distanciamento físico de um metro e meio entre cada utente, que aqui têm de “usar máscara até chegar ao areal sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”.
Caso as praias tenham vários acessos, uns devem estar identificados como pontos de entrada e outros como de saída, para evitar que os utentes se cruzem, é referido no diploma, que estabelece ainda que os concessionários devem disponibilizar junto aos acessos desinfetantes de mãos ou lavatórios com sabão líquido.
Estas regras de uso de máscara e de distanciamento físico de um metro e meio também são válidas para a circulação em passadeiras, paredões e marginais.
Já no areal, nas áreas concessionadas, os toldos e os colmos devem ter três metros entre si, enquanto para as barracas a distância é de um metro e meio, não sendo permitido mais de cinco utentes por toldo, colmo ou barraca.
Fora da área concessionada, os utentes devem estender as toalhas a pelo menos um metro e meio de distância desde que não sejam do mesmo grupo e os chapéus-de-sol têm de estar afastados no mínimo três metros entre si.
Tal como nas barracas, os equipamentos de uso coletivo como gaivotas, escorregas, chuveiros e cadeiras anfíbias para pessoas de mobilidade condicionada serão higienizados caso mudem de utilizador.
As esplanadas de praia terão uma lotação máxima e um distanciamento físico de segurança de dois metros entre utentes, pelo que os concessionários podem pedir às autoridades competentes o aumento da área destinada a esplanadas, sem que isso implique o aumento da respetiva taxa.
Além da frequência de higienização, as instalações sanitárias, “incluídas ou não no apoio de praia”, estão sujeitas a um número máximo de utentes, devem disponibilizar soluções de desinfeção cutânea e lavatório com sabão líquido, sendo obrigatório o uso de máscara e de calçado e uma distância de segurança entre pessoas.
Os postos de primeiros socorros terão termómetros e um plano de contingência para casos suspeitos de covid-19, nomeadamente uma área para isolamento de casos suspeitos.
Está estabelecido também a obrigação de reforço de contentores para resíduos ao longo da praia e que nos parques de merendas deve ser efetuada a higienização e limpeza frequente das mesas e cadeiras e da recolha de lixo.
A prestação de serviços de massagens e similares não é permitida, assim como as atividades desportivas não individuais no mar ou na área definida para uso balnear, embora com exceções: duas ou mais pessoas podem praticar desporto “quando o estado de ocupação da praia seja baixo” e aulas de escolas ou instrutores de surf e desportos similares também são permitidos, desde que apenas com cinco alunos por instrutor e assegurando o distanciamento de “um metro e meio entre cada participante, tanto em terra como no mar”.
Os vendedores ambulantes podem circular pelo areal, desde que respeitem as regras e orientações de higiene e segurança e usem obrigatoriamente máscara no contacto com os utentes.
Portugal
O presidente da CCDR NORTE, Álvaro Santos participou esta manhã, no “Battery Sc…

O presidente da CCDR NORTE, Álvaro Santos participou esta manhã, no “Battery Science & Innovation Forum”, promovido pelo INL – International Iberian Nanotechnology Laboratory , CENTI – Centre for Nanotechnology and Advanced Materials , Sociedade Portuguesa de Materiais e DST Group — um espaço de excelência onde, ao longo de dois dias, se cruzaram conhecimento científico, inovação tecnológica e visão estratégica sobre um dos setores mais decisivos para o futuro da Europa.
“As baterias são hoje muito mais do que uma tecnologia: são uma infraestrutura crítica da nova economia energética, com impacto direto na soberania industrial, na autonomia energética e na competitividade europeia”, destacou Álvaro Santos.
Na sua intervenção, o presidente da CCDR NORTE destacou os desafios que enfrentamos, desde o acesso a matérias-primas à capacidade de escalar produção e transformar conhecimento em valor económico, mas também as oportunidades muito concretas para a Região Norte.
“Temos ativos, competências e um ecossistema científico e industrial que nos permitem posicionar nas cadeias de valor estratégicas europeias. Mas é fundamental acelerar: transformar ciência em indústria, inovação em emprego qualificado e colaboração em projetos mobilizadores”, referiu.


Link no Facebook
Alentejo Central
Beja Romana lança “Rota do Petisco Romano”

O centro histórico de Beja vai recuar no tempo entre os dias 29 e 31 de maio de 2026 para celebrar a XI edição da Beja Romana. Sob o tema “Pax Iulia – Do Vinho e dos Espetáculos”, o evento deste ano traz como grande novidade gastronómica a criação da “Rota do Petisco Romano”.
A autarquia desafiou os restaurantes do concelho a associarem-se a esta iniciativa inédita, integrando nas suas cartas um petisco de inspiração romana, servido como entrada, pelo preço fixo de 5€ durante os três dias do certame.
A iniciativa ganha um simbolismo acrescido este ano, coincidindo com as comemorações do Baixo Alentejo como Capital Europeia do Vinho. O objetivo é transformar os estabelecimentos aderentes em parte ativa da recriação histórica, evocando a riqueza gastronómica e as origens da produção vinícola da antiga Pax Iulia — a colónia romana que se afirmou como um dos mais importantes centros económicos e culturais da Península Ibérica.
Durante o último fim de semana de maio, o coração da cidade — com particular enfoque na Praça da República e no Largo do Museu — vai encher-se de animação, com mercados, espetáculos e cortejos. As inscrições para os restaurantes interessados em integrar o roteiro oficial terminaram a 20 de maio, prometendo os sabores da história aos milhares de visitantes esperados.
Alentejo Central
Mercado Municipal de Beja acolhe Mercadinho de Verão este sábado

O Mercado Municipal de Beja vai receber, no próximo sábado, dia 23 de maio de 2026, mais uma edição do Mercadinho de Verão, um evento que reúne artesanato, gastronomia e animação para toda a família.
A iniciativa decorre entre as 09h00 e as 22h00 e conta com a participação de mais de 15 marcas e produtores locais. Os visitantes poderão encontrar propostas de moda, acessórios, decoração e produtos artesanais inspirados na época estival.
Para além da vertente comercial, o programa do evento inclui atividades diversificadas ao longo do dia:
- Espaço Kids: Uma zona inteiramente dedicada ao entretenimento dos mais novos;
- Workshop Bimby (11h30): Demonstração culinária sob o tema “Receitas leves e frescas de verão”;
- Animação Musical (17h30): Atuação ao vivo a cargo do projeto “Casa da Joana”.
Promovido com o objetivo de dinamizar o Mercado Municipal e apoiar o comércio de proximidade, o Mercadinho de Verão surge como um espaço de lazer e convívio aberto a toda a comunidade no centro da cidade de Beja.
Portugal
É da FEUP a melhor tese de mestrado de 2026 na área de Media


Maria Inês Regadas Rebelo, recém‑mestre pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), foi distinguida com o Best Thesis Award 2026, na categoria de Media, atribuído pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC). A distinção foi atribuída no âmbito do 35.º Congresso APDC, onde foram premiadas três teses de mestrado nas áreas de Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Media.
A dissertação premiada, intitulada “Designing for Attention and Perception: Strategies for Invisible Interfaces in Human‑Machine Interaction”, desenvolve uma abordagem inovadora ao design de interfaces digitais, centrando‑se na forma como os sistemas interativos podem respeitar os limites cognitivos dos utilizadores e promover experiências mais equilibradas e menos intrusivas.
Num contexto marcado pela crescente saturação de estímulos digitais, o trabalho propõe estratégias de design que privilegiam a atenção e a perceção, em detrimento de modelos orientados exclusivamente para a captação contínua do utilizador.
O conceito de “interfaces invisíveis”, explorado ao longo da dissertação, traduz‑se na criação de sistemas que operam de forma mais fluida e discreta, reduzindo a sobrecarga cognitiva e favorecendo interações mais intuitivas. Esta abordagem assume particular relevância no atual ecossistema digital, onde a experiência do utilizador se afirma como um fator crítico de diferenciação, tanto no desenvolvimento de produtos como na definição de estratégias tecnológicas.
Para Maria Inês Rebelo, o reconhecimento representa um marco inesperado e particularmente significativo no seu percurso académico. “Se dissessem à Inês do ano passado, enquanto escrevia a dissertação, que um dia estaria neste congresso a receber um prémio pelo seu trabalho, definitivamente não acreditaria. Este reconhecimento representa todo o esforço e empenho que dediquei a esta dissertação ao longo do último ano, e não podia estar mais feliz e grata pelo resultado alcançado. Um agradecimento muito especial à minha orientadora, a Professora Andreia Pinto de Sousa por todo o apoio, acompanhamento e dedicação ao longo deste percurso”, refere.
A atribuição do Best Thesis Award a Maria Inês Rebelo evidencia não só a qualidade científica do trabalho desenvolvido na FEUP, mas também a sua pertinência face aos desafios contemporâneos do design digital. Ao cruzar engenharia, interação humano‑máquina e comportamento do utilizador, a investigação contribui para uma reflexão aprofundada sobre o papel das interfaces na mediação da relação entre pessoas e tecnologia.
Portugal2 dias agoLince-ibérico: Quercus exige ao ICNF esclarecimentos sobre mudança repentina na gestão do CNRLI em Silves
Portugal2 dias agoFestas em Honra de Nossa Senhora da Nazaré regressam ao Terreiro do Sítio com novo modelo
Sociedade2 dias agoO Turismo de Portugal apresentou uma nova campanha para promover o turismo inter…
Portugal2 dias agoIPMA sensibiliza para a problemática dos microplásticos
Alentejo Litoral2 dias agoOs Serrenhos promoveram caminhada e almoço-convívio no BarrancãoNo sábado (16…
Portugal3 dias agoAlentejo 2030 abre concurso de 2 milhões de euros para projetos ligados à água, paisagem, turismo e empreendedorismo rural
Vila Viçosa2 dias agoASSINATURA DO AUTO DE CONSIGNAÇÃO Teve lugar no passado dia 13 de abril de 202…
Alentejo Litoral2 dias agoAjude-nos a monitorizar o nosso Mar, torne-se um cientista cidadão!Sabia que …
Portugal1 dia agoReflorestação de Lousada mobilizou comunidade da U.Porto
Alentejo Central2 dias agoÉvoraWine 2026 regressa ao centro histórico para celebrar a cultura vitivinícola do Alentejo
Portugal2 dias agoCurso sobre Gestão de Frotas Pesqueiras
Alentejo Litoral3 dias agoEduardo Costa apresenta o seu livro “Vamos falando, pai” na Calceteira “Vamos…













