Cultura
SERPA COM CANTOS DA TERRA

Dia 12 de setembro pelas 21.30 horas no auditório Musibéria. Cantos da Terra é uma viagem pelo Alentejo num encontro artístico que liga duas paisagens musicais.
Eliseo Parra (Castela), um dos máximos exponentes da tradição e da renovação das músicas populares em Espanha, e o grupo coral etnográfico de cante alentejano Os Camponeses de Pias juntam-se para realizar uma recriação das músicas populares e tradicionais de ambos países.
O Cante Alentejano, Património da Humanidade desde 2014, e a voz de Eliseo Parra, juntos em Cantos da terra, um manifesto ao valor da identidade musical através da proximidade de linguagens sonoras tradicionais, capazes unir-se num só canto.
Organização: Acción Cultural Española (AC/E); Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID); Embaixada de Espanha em Portugal; Ministerio de Cultura y Deporte de España; República Portuguesa. Cultura;V Centenario 1ª Vuelta al Mundo
PARCEIROS: EXIB Música – Expo Iberoamericana de Música; Câmara Municipal de Serpa; Musibéria
Cultura
CARTAZ → LISBOACAMALEOA. DO CORPO AO MANIFESTO, de Rita Pinheiro, “surge a par…

CARTAZ → LISBOA
CAMALEOA. DO CORPO AO MANIFESTO, de Rita Pinheiro, “surge a partir de testemunhos de trabalhadorxs do sexo e pretende dar voz a quem tem vivido à margem. Numa viagem poética, fala-se de percursos e trajetórias introduzindo o público num universo camuflado por crenças”.
“Mas quem é que definiu os parâmetros da dignidade? Eu decidi usar o meu corpo como uma armadura e deixar de ser uma vítima do sistema. Foi isso que aconteceu”.
→ para assistir nos dias 10 e 11 de julho, às 20h, no Teatro do Bairro, Lisboa
Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
© Valentina Cunha
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Cultura
CARTAZ → TEATRO → ALMADAAMADEO(S) é uma montagem cénica interpretada por uma a…

CARTAZ → TEATRO → ALMADA
AMADEO(S) é uma montagem cénica interpretada por uma atriz e dois atores (Daniela Pêgo, Flávio Hamilton e Pedro Carvalho) “que se desdobram em várias personagens, cores e paisagens que povoam a obra pictórica de um dos nossos pintores mais emblemático do modernismo e “esquecido” em Portugal durante mais de 50 anos e acompanham vários episódios da sua vida e do seu tempo, uns reais e outros ficcionados”.
→ um espetáculo do Teatro Art’Imagem para assistir no dia 12 de julho, às 11h, no Teatro Extremo (Teatro-Estúdio António Assunção), Almada
Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
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Luísa Cunha [1949-2026]A equipa da DGARTES manifesta o seu mais profundo pesar…

Luísa Cunha
[1949-2026]
A equipa da DGARTES manifesta o seu mais profundo pesar pelo falecimento de Luisa Cunha.
Artista plástica representada nas melhores coleções de arte contemporânea, Luisa Cunha mostrou o seu trabalho na Fundação EDP, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves, na Culturgest, entre outras instituições públicas e privadas por todo o país.
Internacionalmente, participou na Bienal de Sidney, Austrália em 2004, e na Bienal de São Paulo, Brasil, em 2020, com apoio da DGARTES.
Em 2021 Luisa Cunha recebeu o Grande Prémio de Arte Fundação EDP.
Imagem: Galeria Miguel Nabinho (Facebook)
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Cultura
Conversas em Tandem | Cultura, Arte e novos caminhos para a DemocraciaAmérico …

Conversas em Tandem | Cultura, Arte e novos caminhos para a Democracia
Américo Rodrigues, Diretor-Geral das Artes, e Rui Horta, coreógrafo e bailarino, foram convidados da conversa “Cultura, Arte e novos caminhos para a Democracia”, uma iniciativa organizada pela Associação Europeia de Festivais no âmbito da Conferência de Berlim 2025.
Nesta conversa foi abordado o papel da cultura na recuperação de memórias coletivas num caminho de transformação e de fortalecimento da sociedade e dos valores democráticos. Destacou-se também o papel do teatro como espaço de pertença, como território central onde convergem emoções, afetos e conhecimento, e o papel das estruturas artísticas como promotoras de caminhos de superação, de realização pessoal e de diálogo, num momento em que a sociedade precisa de escuta ativa, de colaboração e de maior cruzamento entre cultura e educação.
Podem assistir a esta conversa aqui: https://www.youtube.com/watch?v=AROQZ740eEQ&t=105s
Este ciclo de conversas reuniu artistas, decisores políticos, profissionais da cultura e cidadãos de diferentes países europeus para refletir sobre o tema central da Conferência de Berlim deste ano: Novos Caminhos para a Democracia: A participação cultural como instrumento de resiliência democrática.
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European Festivals Association (EFA)
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