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Cultura

TEATRO EM SANTIAGO DO CACÉM

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A Câmara Municipal de Santiago do Cacém e a Associação Juvenil Amigos do GATO (AJAGATO), através do Projecto EmCena, apresentaram, no dia 28 de setembro no palco do Auditório Municipal António Chainho, em Santiago do Cacém, a peça “Lovers – Vencedores” pela companhia de teatro Aloés.

“Lovers – Vencedores” foi escrita por Brian Friel em 1967 é composta por dois textos “Winners and Losers” (Vencedores e Vencidos).

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Na Irlanda de 1966, período de profundas alterações sociais e políticas vivem Meg, que está grávida, e Joe, ambos com 17 anos.

Os dois têm sonhos e esperanças, e estão apaixonados numa sociedade irlandesa onde a Igreja Católica controla poderosamente todos os aspetos da vida, em particular nas comunidades rurais.

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Cultura

→ DGARTES vai criar uma Plataforma de Residências Artísticas em PortugalA Dire…

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→ DGARTES vai criar uma Plataforma de Residências Artísticas em Portugal

A Direção-Geral das Artes está a desenvolver um levantamento nacional de espaços e programas de residências artísticas em Portugal, com o objetivo de mapear, caracterizar e reforçar o conhecimento sobre este ecossistema cultural à escala nacional.

Esta iniciativa pretende contribuir para o desenvolvimento de uma Plataforma de Residências Artísticas, dirigida a artistas, estruturas culturais e profissionais do setor, que pretende promover a visibilidade, articulação e acessibilidade da informação relativa às residências artísticas existentes no território nacional.

Entende-se por residência artística um período delimitado no tempo durante o qual artistas ou equipas artísticas desenvolvem atividades de criação, investigação ou experimentação, geralmente fora do seu contexto habitual, beneficiando de condições específicas de trabalho, como a disponibilização de espaço, tempo e recursos adequados ao desenvolvimento da prática artística.

Reconhecendo a diversidade de formatos e contextos em que estas iniciativas se desenvolvem, a DGARTES convida todas as entidades que promovem ou acolhem residências artísticas a participar neste levantamento, através do preenchimento de um formulário, disponível no website DGARTES, até ao dia 30 de junho de 2026.

→ https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/9898



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Cultura

→ Catarina Rosendo é a moderadora convidada para a conversa “Arte, equipamentos…

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→ Catarina Rosendo é a moderadora convidada para a conversa “Arte, equipamentos culturais e sustentabilidade ambiental”, na ARCOlisboa

→ 29 de maio, 16h10, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional

Historiadora da arte. Trabalha projetos curatoriais, edições, inventariação e organização de arquivos artísticos, cinema documental, participação em júris e em comissões consultivas, realização de conferências, entre outros.� Doutorada em História da Arte – Teoria da Arte em 2015 pela NOVA FCSH, mediante bolsa de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Investigadora do IHA – Instituto de História da Arte, NOVA FCSH. Professora Convidada na Universidade de Coimbra, desde 2018 e na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha desde 2026. Colaborou, entre 2014-2017, com a Fundação de Serralves (Porto) onde implementou projetos de investigação curatorial para a Coleção do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Integrou, entre 1995-2006, o Serviço de Exposições da Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea (Almada), onde colaborou e/ou foi responsável por projetos de investigação e pela coordenação de exposições e respetivos catálogos. Co-autora do filme documentário sobre o escultor Alberto Carneiro, “Dificilmente o que habita perto da origem abandona o lugar” (2008, produção Laranja Azul). Autora de livros e catálogos de exposição e de ensaios para catálogos de exposição, atas de congressos e imprensa.� Prémio José de Figueiredo [ex-aequo], atribuído pela Academia Nacional de Belas Artes, 2008, ao livro “Alberto Carneiro, os primeiros anos, 1963-1975” (2007). Tem em curso a realização do catálogo raisonné da obra do escultor Alberto Carneiro.

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Dia 29 de maio, esperamos por si na Cordoaria Nacional.



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→ Ricardo Barbosa Vicente é um dos oradores convidados para a conversa “Arte, e…

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→ Ricardo Barbosa Vicente é um dos oradores convidados para a conversa “Arte, equipamentos culturais e sustentabilidade ambiental”, na ARCOlisboa

→ 29 de maio, 16h10, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional

Arquiteto, curador independente e programador cultural, Ricardo Barbosa Vicente tem um Mestrado Executivo e doutorando em Sustainable Energy Systems, no Programa MIT Portugal. Desenvolve trabalho entre arquitetura, cultura, território e sustentabilidade. Em 2023 concluiu o curso “Climate Change Adaptation and Mitigation in Africa”, da Australian National University, em colaboração com o Australian Government Department of Foreign Affairs and Trade. Em arquitetura, realizou projetos em diferentes contextos, tendo recebido prémios e distinções. Depois de projetar o Centro Cultural Cabo Verde, coordenou, enquanto independente, a sua gestão, curadoria e programação. Atualmente é assessor cultural da Embaixada de Cabo Verde em Portugal, curador da X e XI Bienal de Arte de São Tomé e Príncipe, 2024–2027, e coordenador do projeto (re)Inventar Água Izé. Colabora com instituições públicas e privadas, nacional e internacionalmente, através de exposições, residências artísticas e programas públicos. É júri do Apoio à Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian e curador do projeto RPAC 2026–2028 pela Culturgest.

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Dia 29 de maio, esperamos por si na Cordoaria Nacional.



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→ Maja Escher é uma das oradoras convidadas para a conversa “Arte, equipamentos …

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→ Maja Escher é uma das oradoras convidadas para a conversa “Arte, equipamentos culturais e sustentabilidade ambiental”, na ARCOlisboa

→ 29 de maio, 16h10, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional

Nascida e crescida em Odemira, no Baixo Alentejo, Maja Escher desenvolve práticas marcadas pelos ritmos da terra e pelas tensões ecológicas e sociais que atravessam o território, como a expansão da monocultura e da agricultura intensiva. Em resposta, no seu trabalho desenvolve formas de cuidado, interdependência e resistência, propondo espaços de encontro e convivência entre presenças humanas e mais-que-humanas. A sua prática nasce desta relação directa com o território e com os materiais que dele emergem – barro, canas, pedras, cordas, pigmentos e plantas. Através de recolhas, experiências e colaborações, Escher transforma esses elementos em instalações e objetos que exploram a interdependência entre corpo, terra e linguagem. O seu processo combina observação ecológica, conhecimentos locais e práticas de escuta e partilha, incorporando saberes transmitidos oralmente, canções e ditos populares. Através de residências e processos de imersão prolongada nos lugares onde trabalha, a artista constroi obras que se enraízam no contexto local e nas relações que estabelece com pessoas, matérias, animais e plantas. As suas obras revelam uma atenção profunda às transformações dos lugares e às dinâmicas sociais e ambientais, propondo uma leitura sensível das relações e interligações entre seres.

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Dia 29 de maio, esperamos por si na Cordoaria Nacional.



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