Cultura
Sophia de Mello Breyner faria hoje 104 anos

Hoje, celebramos o nascimento da renomada poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen, uma das figuras literárias mais importantes de Portugal. Nascida no Porto em 1919, Sophia deixou uma marca indelével na literatura lusófona com sua poesia e ficção. O seu legado vai além das suas palavras, abraçando também um profundo compromisso social e político.
Sophia de Mello Breyner Andresen trilhou uma notável jornada acadêmica, frequentando o curso de Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. No entanto, sua paixão pelas palavras e pela expressão poética levou-a a explorar a literatura, onde encontrou um espaço para a sua voz singular.
Uma das contribuições mais significativas de Sophia foi a sua participação no projeto “Cadernos de Poesia”. Ao lado de ilustres nomes literários como Jorge de Sena, David Mourão-Ferreira, Ruy Cinatti e António Ramos Rosa, ela colaborou nas décadas de 40 e 50 em publicações como “Távola Redonda” e “Árvore”. Esses periódicos desempenharam um papel crucial na evolução da literatura contemporânea, explorando o conceito de um objeto literário intrinsecamente humanista.
Sophia de Mello Breyner Andresen também se destacou como tradutora e recebeu inúmeros prêmios literários em reconhecimento à sua notável contribuição para a literatura. Destacam-se o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores em 1994, o Prémio Camões e o Prémio Pessoa, ambos em 1999, e o Prémio Rainha Sofia da Poesia Ibero-Americana em junho de 2003.
Desde a publicação de “Poesia” em 1944, Sophia afirmou o seu lugar na literatura nacional, incorporando elementos da cultura clássica e do humanismo cristão na sua poesia. Ela buscava uma “inteireza” na escrita, uma relação completa do homem consigo mesmo, com os outros e com o mundo, desafiando a cultura de separação.
Sophia de Mello Breyner Andresen também se destacou por seu compromisso político e social. Foi uma ativista contra o regime salazarista, apoiando candidatos anti-fascistas e assinando o “Manifesto dos 101”. Além disso, fundou e integrou a Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos e, após a Revolução dos Cravos, tornou-se Deputada à Assembleia Constituinte, demonstrando i seu compromisso com a justiça e a dignidade humana.
A sua obra abrange diversos temas, incluindo o mar, a praia, a infância, a família e a civilização grega, refletindo a sua profunda paixão e conexão com a cultura clássica. Sophia de Mello Breyner Andresen não apenas nos presenteou com sua poesia inspiradora, mas também nos desafiou a refletir sobre questões sociais e éticas.
Sophia de Mello Breyner Andresen partiu em 2 de julho de 2004, deixando para trás um legado literário e um compromisso com a humanidade que continua a inspirar gerações. Hoje, lembramos e celebramos a vida e a obra desta notável poetisa e humanista.
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→ ARTE E COESÃO TERRITORIAL – 4.º ENCONTRO DE PROJETOS → 28 e 29 maio, Penamacor…

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→ Programa completo já disponível em dgartes.gov.p
ISABEL CRAVEIRO é atriz, encenadora, pedagoga e diretora artística do Teatrão. Coordenou vários projetos de Teatro com a Comunidade em municípios da Região Centro, com especial destaque para o território do Baixo Mondego e Região de Coimbra. Estes são sempre criados e implementados em parceria com investigadores das ciências sociais (CES/UC) numa metodologia de investigação/ação.
Em Évora 27 fará a direção do projeto com comunidades – INVISÍVEIS. Coordena os programas do projeto pedagógico e de mediação do Teatrão – Classes de Teatro, Detráspráfrente, Aluvião, Leituras ao Domicilio, entre outros. Concebe e implementa projetos específicos de participação e monitorização de públicos (com CES -UC) – Condomínio Vale das Flores e Fórum Teatrão.
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MADALENA VICTORINO estudou dança, composição coreográfica e pedagogia das artes no Reino Unido. É coreógrafa. Leciona no Ensino Superior. Desenvolve em Portugal, na Austrália e Itália, projetos de arte participativa, de dança e educação, de arte e sociedade em todas as suas transversalidades.
Interessa-se pela experiência artística de cada e todas as pessoas projetando encontros entre arte e vida em contextos sociais e culturais muito diferenciados.
Nos últimos anos dedica muito do seu tempo a questões relacionadas com arte e migração desenvolvendo no Alentejo neste momento, um projeto com comunidades asiáticas aí residentes.
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MAGDA HENRIQUES é licenciada em História, variante de Arte. Tem desenvolvido o seu trabalho em diferentes estruturas e geografias do país (Serralves, Gulbenkian, Teatro Municipal do Porto, Oficina, Culturgest, TNDM II, Quarta Parede, CENTA, Festival Escrita na Paisagem…). Criou, programou e coordenou os Serviços de Exposições e Educativo de A Moagem, no Fundão. Foi responsável pelo Programa de Atividades Educativas, “Derivas Artísticas”, da Associação Circular, em Vila do Conde. Coordenou e programou o Projeto Educativo do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra e da Bienal Ano Zero. Foi responsável pela direção artística das Comédias do Minho. É professora de História das Artes na Academia Contemporânea do Espetáculo. Concebe e orienta o programa “Vamos ao teatro ver o mundo” no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego. Está responsável, com Alastair Luke, pela direção artística de Carreiros para Futuros Ancestrais.
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ROGÉRIO ROQUE AMARO é Professor Emérito Associado Jubilado, do Departamento de Economia Política, do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Investigador Principal do CEI – IUL – Centro de Estudos Internacionais, do ISCTE – IUL, docente do IPPS – Instituto de Políticas Públicas e Sociais, do ISCTE – IUL, co-fundador da Pluriversidade Comunitária.
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