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No âmbito da iniciativa “Construir Educação, Aproximar Territórios”, a Vice-Presidente da CCDR Algarve, para a área da Educação, Alexandra Gonçalves, destacou a qualificação ao longo da vida como um dos principais desafios estratégicos da região.

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Num contexto de transições digital e climática, foi sublinhada a necessidade de reforçar a articulação entre educação, formação profissional, ensino superior e autarquias, promovendo respostas mais integradas e ajustadas ao território.

O compromisso traduz-se já em 125 operações no âmbito do ALGARVE 2030, com um investimento de 31,5 milhões de euros na área da educação.

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Leia a notícia completa em https://www.ccdr-alg.pt/site/info/ministro-da-educacao-promove-no-algarve-a-acao-construir-educacao-aproximar-territorios

#CCDRAlgarve #FSE #ALGARVE2030 Ministério da Educação, Ciência e Inovação







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“A Água do Lago Nunca É Doce” é o livro do mês no Clube de Leitura Italiano

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“A Água do Lago Nunca é Doce” é o terceiro romance de Giulia Caminito. Foto: DR

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É sobre uma realidade incómoda. Feita de injustiças, hipocrisias e descriminação. A proposta de leitura do Clube de Leitura Italiano para este mês de abril chama-se A Água do Lago Nunca é Doce, da autoria de Giulia Caminito. O encontro decorre já no próximo dia 29 de abril, às 19h00, na Casa Comum, (à Reitoria) da Universidade Porto.

É pelo olhar de uma criança de seis anos que a obra selecionada dá a conhecer uma família condenada à precariedade. Gaia mora numa meia cave, sem nunca ter visto a escada de acesso ao “elevador social”. A mãe, Antónia Colombo, teve de adiantar algum dinheiro (que pediu emprestado à avó) para aceder àqueles vinte metros quadrados que não são sequer reconhecidos como residência. Limpou-o de ratos, baratas e seringas. E já lá vão cinco anos sem ter direito ao nome nos recibos. Cinco anos de burocracias e burocratas. Com o cheiro das fraldas dos mais novos a confundir-se com o cheiro da sopa! Está na hora de rosnar a plenos pulmões que ali já não se consegue respirar mais.

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Antónia Colombo tem cabelo ruivo, olhos verdes e amarelos e uma presença capaz de ofuscar o espaço onde entra. Treina as frases de afirmação na meia cave, ao espelho, antes de sair. Antecipa perguntas e treina respostas, esgares, gestos e impaciências… Sai blindada de atitudes que a sociedade associa a mulheres que tratam a vida por tu. Está decidida a não arredar pé do rumo que traçou, mesmo antes de bater com a porta da meia cave. Está na hora de encontrar uma solução digna para a família. E os sapatos de tacão ajudam a erguer o atitude.

Vencedor do Prémio Campiello, A Água do Lago Nunca é Doce é já o terceiro romance de Giulia Caminito.

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A participação neste clube de leitura é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória, através do respetivo formulário.

A Água do Lago Nunca é Doce já se encontra publicado em 22 países. (Foto: DR)

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Sobre Giulia Caminito

Nascidade em 1988, vive e trabalha em Roma, escrevendo regularmente para revistas e jornais. Estudou Filosofia Política, trabalhou em edição literária e publicou, em 2016, o seu romance de estreia, La Grande A, que lhe valeu os prémios Bagutta Opera Prima, Berto Prize e Brancati Giovani. O sucessor, Un Giorno Verrà, de 2018, recebeu o Prémio Fiesole para autores até aos 40 anos.

A Água do Lago Nunca é Doce é o romance que revela a autora em Portugal. Esta obra foi finalista do prémio Strega e vencedora do Campiello. Está já publicada em 22 países.

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Sobre o Clube de Leitura Italiano

O desejo de aumentar a comunidade de leitores e de fazer com que a literatura seja o ponto de partida para uma troca de ideias e reflexões, é o grande objetivo destas sessões que acontecem em “língua híbrida” entre o italiano e português, indo ao encontro das preferências de cada participante.

O convite é aberto a todos, a quem já leu, a quem vai ler, e a quem quer descobrir os livros antes de os ler. No fundo, este é um desafio para entrar nesta viagem pelos livros, acompanhado.

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Uma iniciativa da ASCIP Dante Alighieri, em parceria com a Casa Comum da U.Porto, o Clube de Leitura da ASCIP Dante Alighieri existe desde 2019 e visa promover a literatura italiana, com particular atenção à produção contemporânea, sem esquecer os clássicos mais recentes.

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João Barros assume Agência para a Investigação e Inovação

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João Barros e o restante conselho de administração da nova agência assumem funções no dia 1 de maio. Foto: DR

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Está escolhido o presidente da nova Agência para a Investigação e Inovação (AI²), organismo que será responsável pelo financiamento público da investigação científica em Portugal, depois da extinção da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), O eleito é João Barros, professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e que, em em março de 2024, assumiu o cargo de diretor-adjunto da Universidade de Carnegie-Mellon África, no Ruanda.

De acordo com informação oficial disponibilizada pelo Governo, “a equipa agora designada reúne perfis de reconhecida competência, com experiência académica e profissional, visão estratégica e capacidade de execução”.

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O novo Presidente, que acumula as funções de Madalena Alves (presidente do conselho de administração da FCT) e António Grilo (presidente da ANI), é caracterizado como tendo um “perfil líder, com um percurso sólido na ligação entre investigação científica e inovação tecnológica, capaz de posicionar a Agência como um acelerador do potencial do ecossistema nacional de investigação e inovação”.

Juntamente com João Barros, foram também nomeadas a geógrafa Teresa Pinto Correia, para o cargo de vice-presidente com o pelouro da investigação, e Maria Moura Oliveira, diretora executiva de negócios e vogal da direção da UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto desde 2019, para o cargo de vice-presidente com o pelouro da inovação. António Bob Santos e Luís Sarmento, este último alumnus da FEUP e cofundador da Inductiva Research Labs, assumem funções de vogais executivos.

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Sobre João Barros

João Barros é professor catedrático da Faculdade de Engenharia da U.Porto, onde começou a lecionar em 2005. É licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela FEUP e doutorou-se em Engenharia Eletrotécnica e Tecnologias de Informação pela Universidade Técnica de Munique. Foi diretor do programa CMU-Portugal entre 2009 e 2012. Fundou as startups Veniam e a Streambolico, onde desempenhou funções de CEO, apoiadas por capital de risco.

A sua investigação centra-se nas áreas gerais da teoria da informação, redes de comunicação e segurança de dados. Em 2010 recebeu o Prémio Jovem Investigador da IEEE Communications Society para a região da Europa, Médio Oriente e África. Em 2022 foi nomeado novo Fellow do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers.

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Ao longo da sua carreira, foi ainda distinguido com o Prémio de Excelência no Ensino do Ministério da Ciência, Investigação e Artes da Baviera, bem como bolsas de várias instituições, incluindo a Fulbright Commission (para uma estadia de investigação na Cornell University), o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão e a Fundação Luso-Americana (para um período sabático no MIT).

Já publicou 180 artigos científicos e tecnológicos, é detentor de 22 patentes, tendo o seu trabalho sido também alvo de artigos de destaque da NPR, BBC, MIT Technology Review, The Atlantic e TechCrunch, entre outros.

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9 de maio assinala o Dia da Europa e o arranque das comemorações dos 40 anos da …

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9 de maio assinala o Dia da Europa e o arranque das comemorações dos 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia.

A CCDR NORTE e o NORTE 2030 promovem, na Fábrica de Santo Thyrso, a conferência “O Norte 40 Anos Depois: Que Europa Queremos Construir?”.

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Consulte a programação completa. Percorra os slides para conhecer!

Garanta o seu lugar: https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=aZrcyiRvokKyPI9GFod8MpvMz0Sg1ZtPu-n7Dgc_xWVUMkFDV0RVRjFJUUNFTkdKNDA2SlI4Q0NIQy4u





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Desertificação do Rio Xévora

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O IPMA liderou uma candiatura sobre a problemática da desertificação em contexto transfronteiriço, tendo como área de análise a bacia do rio Xévora, localizada entre Portugal e Espanha.
A  candidatura conjunta envolveu três laboratórios de Estado: o IPMA, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I. P. (INIAV).
A candidatura insere-se no âmbito do projeto 2024.02853.S4P24 do programa Science4Policy 2024 (S4P-24) — Concurso de Estudos de Ciência para as Políticas Públicas, promovido pelo Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas (PLANAPP), em parceria com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

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A bacia hidrográfica do rio Xévora enfrenta riscos crescentes de desertificação e seca, associados às alterações climáticas, nomeadamente ao aumento da temperatura média e à diminuição da precipitação. Apesar de se observar uma relativa estabilidade no uso do solo, a elevada variabilidade climática reforça a necessidade de uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e agrícolas. Tal gestão deverá assentar na integração de dados hidrometeorológicos, observação por satélite e produtos de reanálise.
Os resultados obtidos apontam para a importância de reforçar a monitorização hidrometeorológica local, expandir plataformas integradas de dados e adotar ferramentas preditivas que permitam antecipar episódios de seca. Estas medidas são fundamentais para aumentar a resiliência regional, promover a sustentabilidade dos sistemas naturais e produtivos e apoiar processos de decisão mais informados.



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