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Cultura

Casacos de pêlo

Os casacos de pêlos sintéticos fazem parte do nosso roupeiro, são quentes, aconchegantes, estilosos e podem se vestir por cima de uma blusa fina.

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Tendência de moda a ter em conta e no nosso roupeiro são estes magnifico casacos de pêlos sintéticos. Além de serem muito quentinhos, dão imenso estilo, e usam-se curtos, tipo bombers ou compridos.

Pessoalmente prefiro os compridos, simplesmente porque aconchegam mais e os frios estão a chegar. É uma excelente prenda de natal, porque estão na berra, é um must have no nosso guarda-roupa, ficam giros com calças, com saias ou vestidos, com ténis, com combat boots ou com saltos altos.

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Caroline Daur na semana de moda de Paris.

Estes casacos são bastante versáteis e bastante antigos, a sua origem desde a pré-história, mas é no século XIX, na Europa, que as mulheres os começaram a vestir, tornando-os populares, vestiam-nos por cima dos vestidos finos, os quais não protegiam do frio, o casaco de pêlos protegia e aconchegava. Assim se tornaram populares devido ao clima e ao estilo.

Na altura eram feitos de peles de animais verdadeiros, como a raposa, o vison, os chinchilas, entre outros, levando quase à extinção algumas espécies. Durante o século XX, com o avanço da moda e da mentalidade esta tornou-se consciente e passou a usar pêlos sintéticos na criação destes casacos, tornando-os mais sustentáveis.

Também temos que referir que graças às novas tecnologias, as peles sintéticas tornaram-se suaves e bastante luxuosas imitando na perfeição a dos animais, a diferença não causa nem dor, nem sofrimento e nem a morte para os animais.  

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Desde 2016/2017 que os casacos de pêlos fazem parte dos nossos roupeiros, na altura com uma presença mais tímida, este ano surgiram em força e o mais essencial, acessíveis a qualquer bolsa.

Deixo-vos aqui algumas sugestões onde podem encontrar estes, não esquecendo que existem em várias cores e tamanhos, sendo as cores mais vendáveis o castanho e o preto.

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Cultura

CARTAZ → TEATRO → SETÚBAL [ESTREIA] O espetáculo “Querida Prisão”, do Teatro Est…

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CARTAZ → TEATRO → SETÚBAL [ESTREIA]
O espetáculo “Querida Prisão”, do Teatro Estúdio Fontenova, nasce da investigação sobre conceitos como memória, natureza, o que nos une e que nos separa. Uma criação coletiva que nasce de improvisações guiadas, tanto a nível físico como textual, que convida o espectador a viajar nesta carta que se escreve à querida prisão interior que cada um leva dentro de si.

→ Estreia
INATEL Praça da República, 2904-507 Setúbal
27–31 maio 2026
Quarta a sábado às 21h, domingos às 16h
28 maio 2026
Sessão para as escolas – quinta 11h
Reservas (+351 936 168 957/ teatroestudiofontenova@gmail.com)

→ saiba + no nosso website

APOIO Direção-Geral das Artes



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→ Marta Mestre participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artísti…

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→ Marta Mestre participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artística”

→ Programa já disponível em dgartes.gov.pt

Marta Mestre é curadora e pesquisadora em arte contemporânea, com trabalho realizado em Portugal e no Brasil. É formada em História da Arte e em Cultura e Comunicação, pela Universidade Nova de Lisboa e pela Université d ́Avignon. Atualmente, é curadora do Museu de Arte Contemporânea/ Centro Cultural de Belém, Lisboa. Foi diretora artística do CIAJG/ Centro Internacional das Artes José de Guimarães Guimarães, Guimarães (2020-24). Foi curadora do Instituto Inhotim, em Minas Gerais (2016-17), do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2010-16), e, em 2015, da Escola de Arte Parque Lage, no Rio de Janeiro. Foi co-curadora de “O Fantasma da Liberdade”, Anozero Bienal de Coimbra 2024.

© Vasco Célio

Município de Aveiro



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→ Jonathan Uliel Saldanha participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinarid…

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→ Jonathan Uliel Saldanha participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artística”

→ Programa já disponível em dgartes.gov.pt

Jonathan Uliel Saldanha é compositor, artista visual e encenador. A sua prática desenvolve-se entre som, performance, instalação e artes visuais, explorando zonas de contaminação entre pré-linguagem, cibernética, animismo, ficção especulativa e tecnologias da percepção. O seu trabalho constrói arquitecturas sensoriais onde voz, luz, matéria e ritmo operam como forças instáveis, entre máquina, organismo e ambiente. Em 2026 estreou AXIOM CASINO no Festival DDD. Em 2024/25 apresentou SURFACE DISORDER, a sua primeira exposição individual de larga escala, na Galeria Municipal do Porto e na Galeria Municipal de Lisboa / EGEAC, acompanhada por uma publicação monográfica distribuída pela Mousse Publishing. Entre 2020 e 2022, como artista associado do Teatro Municipal do Porto, apresentou obras como Red Mercury, Lithium Faust e Libidinal Lake. O seu trabalho foi apresentado em instituições como o Museu de Serralves, Palais de Tokyo e CCB. Fundador do coletivo SOOPA, lidera os projetos musicais HHY & The Macumbas e HHY & The Kampala Unit, com apresentações em festivais como Unsound, Roskilde, Rewire e CTM, e edições por Nyege Nyege, Tzadik e House of Mythology. Jonathan Uliel Saldanha é representado pela Galeria Duarte Sequeira.
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© Carlos Melo – Arquipélago Centro de Artes Contemporâneas

Município de Aveiro



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→ Diana Policarpo participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artí…

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→ Diana Policarpo participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artística”

→ Programa já disponível em dgartes.gov.pt

Diana Policarpo (Lisboa, 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres.
É artista visual e compositora cuja prática se move entre suportes artísticos como som, escultura, filme, desenho e instalação. Atualmente desemvolve o seu trabalho entre as artes visuais, a música electroacústica e a performance multimédia. O seu trabalho investiga cultura popular, saúde, política de género e as relações interespécies. Policarpo estabelece frequentemente ligações entre arte e ciência, tanto nas suas instalações como através do envolvimento direto com paisagens e sistemas ecológicos ou de extração.
Os seus projetos exploram a estrutura rítmica do som como um material táctil, entrelaçado com a construção social da ideologia esotérica.
Exposições individuais e screenings recentes incluem Thyssen-Bornemisza National Museum, Madrid (ES), CAM-Gulbenkian, Lisboa (PT), CWB-Paris (FR), Rialto 6, Lisboa (PT), Manifesta 15, Barcelona (ES), McaM Xangai (CH), Biennale Gherdëina, Val Gardena (IT), Kunsthall Aarhus (DK), Helsinki Biennial (FI), Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim (IT), Ocean Space, Veneza (IT), RADIUS CCA, Delft (NL), CRAC Occitanie, Sète (FR), Kunsthall Trondheim (NO), MAAT, Lisboa (PT), Kunstverein Leipzig (DE), Kunsthalle Baden-Baden (DE), Whitechapel Gallery, ICA and LUX – Moving Image em Londres (UK).
Foi vencedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2019 e Prémio illy Present Future 2021.
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© Mathilde Agius

Município de Aveiro



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