A prestação dos estudantes-atletas e os resultados da U.Porto poderão ser acompanhados nas redes sociais e site do Centro de Desporto da Universidade do Porto (CDUP-UP).
Portugal
Workshop sobre indicadores agroclimáticos


O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), em parceria com o CoLAB +Atlantic e com o apoio da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), promoveu, no dia 24 de junho, um workshop prático na Estação de Melhoramento de Plantas do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), em Elvas.
A iniciativa reuniu cerca de 30 participantes, entre profissionais dos setores agrícola e florestal e investigadores, com o objetivo de apresentar a plataforma Agroclima (agroclima.ipma.pt), bem como os indicadores e avisos agroclimáticos desenvolvidos para apoiar a tomada de decisão nestes setores.
Durante a sessão foram igualmente apresentados outros serviços climáticos disponibilizados pelo IPMA e pelo Serviço de Monitorização das Alterações Climáticas do programa Copernicus (C3S), destacando o seu contributo para uma gestão mais eficiente e resiliente da atividade agrícola e florestal.
O workshop decorreu no âmbito do projeto NCP-C3S, integrado nos programas colaborativos nacionais do Copernicus Climate Change Service (C3S), gerido pelo Centro Europeu de Previsão Meteorológica a Médio Prazo (ECMWF).
A componente técnica e a demonstração das funcionalidades da plataforma estiveram a cargo de uma equipa conjunta do IPMA e do CoLAB +Atlantic. O IPMA esteve representado pelos técnicos Vanda Pires e Carlos Pereira, da Divisão de Clima e Alterações Climáticas (DivCA) e da CoLAB +Atlantic estiveram presentes Rita Cunha, Paula Salge e André Brito.
Com esta iniciativa, o IPMA reforça o seu compromisso com a transferência de conhecimento científico para os utilizadores finais, disponibilizando ferramentas inovadoras que apoiam a adaptação às alterações climáticas e promovem a resiliência e a sustentabilidade dos setores agrícola e florestal em Portugal.
Portugal
FestiFolk trouxe as danças do mundo ao coração do Alto Alentejo


Ponte de Sor recebeu grupos folclóricos de seis países numa celebração internacional dedicada à música, à dança e à aproximação entre culturas.
Ponte de Sor voltou a transformar-se num ponto de encontro entre povos e tradições com a edição de 2026 do FestiFolk — Festival Internacional de Folclore, realizada sob o lema “O Mundo a Dançar no Alto Alentejo – Cidade de Ponte de Sor”.
A abertura oficial decorreu a 15 de julho, diante do edifício dos Paços do Concelho, reunindo representantes da organização, participantes e entidades locais. Na cerimónia foram apresentados os grupos provenientes da Argentina, Croácia, Grécia, México, Polónia e Portugal, numa edição que levou ao concelho diferentes expressões da música, da dança, dos trajes e da memória popular.
Portugal esteve representado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor, grupo anfitrião e uma das estruturas responsáveis pela afirmação do festival enquanto espaço de intercâmbio cultural. Ao receber agrupamentos de diferentes continentes, o FestiFolk voltou a demonstrar que o folclore não é apenas uma evocação do passado, mas uma forma viva de preservar identidades, transmitir conhecimentos entre gerações e criar pontes entre comunidades.
O festival decorreu entre 14 e 19 de julho, de acordo com o calendário internacional divulgado pelo Conselho Internacional de Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais — CIOFF. A programação não ficou concentrada na cidade, percorrendo várias localidades do concelho e permitindo que diferentes públicos contactassem diretamente com tradições culturais pouco habituais na região.
Esta descentralização constitui uma das características mais relevantes do FestiFolk. Ao levar os espetáculos às freguesias e localidades, o evento aproxima a programação cultural das populações, promove o envolvimento das comunidades locais e transforma o território num verdadeiro palco internacional.
Durante vários dias, os participantes apresentaram coreografias, músicas, instrumentos, indumentárias e rituais representativos dos seus países. Apesar das diferenças geográficas e culturais, cada atuação revelou uma linguagem comum: a celebração da memória coletiva através do movimento, do ritmo e da partilha.
O ponto alto da edição de 2026 aconteceu na noite de sábado, 18 de julho, com a Gala de Encerramento, realizada às 21h30 no Anfiteatro da Zona Ribeirinha de Ponte de Sor. O espetáculo reuniu os grupos participantes num mesmo palco, encerrando simbolicamente uma viagem por diferentes culturas sem sair do território do Alto Alentejo.
Mais do que um programa de entretenimento, o FestiFolk assume-se como um instrumento de diplomacia cultural. Num tempo marcado por conflitos, divisões e discursos de intolerância, reunir jovens e adultos de diferentes nacionalidades em torno da cultura tradicional representa uma afirmação de respeito, diálogo e convivência entre os povos.
Para Ponte de Sor, a realização do festival reforça igualmente a projeção cultural do concelho, atrai visitantes e valoriza o trabalho desenvolvido pelas associações locais. A presença do evento no calendário internacional do CIOFF contribui para colocar o território numa rede mundial dedicada à salvaguarda e divulgação das artes e tradições populares.
Ao longo desta edição, Ponte de Sor não foi apenas a cidade anfitriã de vários grupos estrangeiros. Foi, durante alguns dias, um lugar onde o mundo se encontrou para dançar — demonstrando que as tradições, quando são partilhadas, não afastam os povos: aproximam-nos.
Portugal
Estudantes da U.Porto em busca da glória nos Europeus Universitários 2026




A poucos dias do arranque dos Campeonatos Europeus Universitários 2026, os 71 estudantes-atletas e demais treinadores e oficiais que vão representar a Universidade do Porto na principal competição do desporto universitário europeu foram recebidos pela Vice-Reitora para o Bem-Estar e Qualidade Institucional, Guilhermina Rêgo.
“Para a Universidade do Porto, este é um momento de orgulho”, sublinhou a responsável, referindo-se ao trabalho desenvolvido ao longo da época pelos estudantes-atletas, treinadores e equipas técnicas.
A Vice-Reitora recordou ainda a importância do desporto universitário enquanto “espaço de formação pessoal e académica”, destacando os valores que lhe estão associados. “O desporto é um momento de partilha”, afirmou Guilhermina Rêgo, salientando valores como “a solidariedade, a lealdade, o rigor e a excelência”, mas também a capacidade de proporcionar “momentos de descontração e de diversão”.
“É uma honra para qualquer um de nós”
Já para os estudantes-atletas, a participação nos Europeus representa o culminar de uma época de dedicação e esforço, dentro e fora das salas de aula.
“Conseguirmos conciliar a vertente académica com a vertente desportiva já por si só é um feito complexo”, considera Patrícia Resende, estudante da Faculdade de Arquitetura (FAUP) e atleta da equipa de andebol de praia da U.Porto. “Representar a Universidade e o país lá fora é uma honra para qualquer um de nós”, acrescenta.
Também Eduardo Castro, estudante-atleta da Faculdade de Desporto (FADEUP) que vai marcar presença no Europeu Universitário de Remo, destaca a importância de representar a U.Porto num palco internacional: “É uma oportunidade muito boa que a Universidade nos dá e é muito relevante porque permite-nos competir contra os melhores desportistas da Europa”.
Recorde-se que a U.Porto participa nos Campeonatos Europeus Universitários 2026 com uma comitiva de 71 estudantes-atletas provenientes de 14 faculdades, distribuídos por várias modalidades. Depois das oito medalhas conquistadas em 2025 – nas modalidades de Andebol de Praia, Padel, Karaté, Taekwondo e Kickboxing, e Remo -, o objetivo passa agora por igualar ou superar o desempenho alcançado na última edição dos Campeonatos Europeus Universitários.
Portugal
Dia Nacional da Doação de Órgãos e Transplantação – 20 de julho


O Município de Évora associou-se à campanha de sensibilização “Doar Órgãos é Salvar Vidas”, promovida pelo Núcleo/Coordenação Hospitalar de Doação da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC), com a iluminação dos Paços do Concelho.
Esta ação pretende sensibilizar os profissionais de saúde e a população em geral para a importância vital da doação de órgãos e tecidos, contribuindo para o aumento da literacia em saúde e para a promoção de uma cultura de solidariedade, cidadania ativa e responsabilidade coletiva.
🔗 Saiba mais em: www.ulsac.min-saude.pt
#MunicípiodeÉvora #Évora #ULSAC #DoarÉSalvar #DoaçãoDeÓrgãos #SaúdePública #Solidariedade
Portugal
CM Pampilhosa da Serra / Pampilhosa da Serra integra a edição de 2026 do Raízes Folk Fest


O Município de Pampilhosa da Serra marcou presença na apresentação oficial da edição de 2026 do Raízes Folk Fest – Festival de Folclore do Mundo, realizada no passado dia 17 de julho, em Cernache do Bonjardim, através do vereador João Neves.
De 9 a 16 de agosto, o festival volta a unir sete municípios do interior do país numa celebração da diversidade cultural, levando ao público música, dança e tradições populares de diferentes pontos do mundo. A edição deste ano contará com grupos oriundos do Brasil, Colômbia, Quénia, Indonésia, Geórgia, Hungria e Portugal, promovendo o encontro entre culturas e a valorização do património imaterial.
Pampilhosa da Serra recebe um dos espetáculos no dia 10 de agosto, às 21h00, com entrada gratuita, integrando um programa que percorre ainda os concelhos de Mação, Pedrógão Grande, Proença-a-Nova, Oleiros, Castanheira de Pera e Sertã (Cernache do Bonjardim), onde decorrerá o encerramento do festival.
Promovido pelo Rancho Folclórico Recreativo Clube Bonjardim, o Raízes Folk Fest é um projeto de cooperação cultural que conta com o apoio institucional do CIOFF – Conselho Internacional de Festivais Folclóricos e Artes Tradicionais – e dos sete municípios parceiros, afirmando-se como uma iniciativa que promove o diálogo entre povos através da música, da dança e das tradições.
*Fotografias: Município da Sertã



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