Portugal
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O presidente da CCDR Algarve, I.P., José Apolinário, esteve presente na sessão de abertura do Festival das Amendoeiras em Flor, que voltou a afirmar-se um dos momentos marcantes do calendário cultural do interior algarvio, reunindo centenas de participantes em Alta Mora, no concelho de Castro Marim.
A abertura contou também com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, bem como do presidente da Região de Turismo do Algarve, André Gomes, da presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Filomena Sintra, e do presidente da Associação Recreativa, Cultural e Desportiva dos Amigos da Alta Mora, Valter Matias, entidade promotora do festival, entre outras entidades regionais e locais.
Ao longo de três dias, o festival celebrou a floração das amendoeiras, o pedestrianismo, a música e as tradições locais, mobilizando a comunidade e reforçando a atratividade do território fora da época alta.
Esta foi uma iniciativa da Associação Arcdaa, com o apoio do Município de Castro Marim e de diversos parceiros institucionais. A edição deste ano (2026) foi financiada pelo Programa Regional #ALGARVE2030, através do projeto “Cultura aos Montes”, promovido pela ARCDAA, orientado para a promoção da inclusão social, o combate ao isolamento e a dinamização cultural dos territórios do interior, com ações em rede e uma participação ativa no Festival das Amendoeiras em Flor.
Créditos fotográficos: CCDR Algarve e Município de Castro Marim
#CCDRAlgarve #AlgarveFazBem #cultalg #FAFA2026 #AmendoeirasEmFlor #AltaMora #castromarim



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As quintas-feiras de maio na U.Porto são Quintas Brasileiras!

António Carlos Jobim é a figura central que inspira, até ao final do mês de maio, os finais de tarde de quinta-feira, na Casa Comum. Entrada livre.

António Carlos Jobim é a estrela das Quintas Brasileiras, conduzidas por Rodrigo Alzuguir. Foto: DR
A figura central desta edição das Quintas Brasileiras é António Carlos Jobim e a influência que este compositor exerceu noutros artistas de música popular brasileira. Sob a batuta de Rodrigo Alzuguir, há todo um património imaterial para descobrir, ou redescobrir, até ao final do mês de maio. Sempre às quintas, às 18h30, na Casa Comum. A entrada é livre.
Dia 14 de maio, às 18h30, a proposta é: Elis Regina: A Perfeição Técnica e o “Piano de Pau”. Esta sessão tem o epicentro no histórico encontro de 1974 em Los Angeles para a gravação do álbum Elis & Tom, considerado um dos melhores documentos musicais do Brasil.
A palestra Rodrigo Alzuguir destaca como Elis, a maior intérprete de Jobim em quantidade de obras gravadas, deu voz definitiva ao seu repertório. Será ainda analisada a tensão criativa que se transformou numa verdadeira “história de amor” fonográfica.

“Elis Regina: A Perfeição Técnica e o “Piano de Pau”, para conhecer no dia 14 de maio, na Casa Comum. (Foto: DR)
Dia 21 de maio, à mesma hora, vamos apresentar Johnny Alf: A Semente da Bossa e a Inovação Harmónica. Antes da Bossa Nova ser rotulada, existia Johnny Alf, o pianista que Tom Jobim e seus amigos iam ouvir religiosamente nas boates de Copacabana para aprender o seu piano “diferente”.
Esta palestra explora como Alf foi um pioneiro, introduzindo harmonias modernas que influenciaram diretamente a formação de Jobim. Walter Lopes (violão e voz) e Pedro Larrubia (sopros) serão os músicos convidados para esta sessão.
À sessão de dia 28 de maio chamamos João Gilberto: O Violão que Dividiu as Águas. Esta palestra ira levar-nos até ao encontro que, em finais dos anos 1950, “depurou” o samba e deu origem à Bossa Nova. Iremos perceber como Tom Jobim atuou como arquiteto do som durante as gravações, garantindo que a batida revolucionária de João Gilberto fosse preservada com precisão. Tom forneceu a estrutura harmónica e os arranjos para que o violão e a voz de João ficassem para a história. O músico convidado para esta sessão será Walter Lopes (violão e voz).
As Quintas Brasileiras são conduzidas pelo escritor, músico, investigador, conferencista e produtor cultural Rodrigo Alzuguir. As sessões têm sempre entrada livre, ainda que sujeita à lotação da sala.
Sobre Tom Jobim
Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido como Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor e violonista. Nome incontornável da música brasileira, é também um dos criadores do movimento da bossa nova.
Nasceu no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro e um ano depois a família mudou-se para Ipanema, onde foi criado. Aprendeu a tocar violão e piano com o professores como o alemão Hans-Joachim Koellreutter, introdutor da técnica dodecafônica no Brasil. Gravou a primeira canção Incerteza com Newton Mendonça e voz de Mauricy Moura, mas o primeiro sucesso Tereza da Praia, nasceu de uma parceria com Billy Blanco.
Teve, ao longo da vida, várias parcerias, nomeadamente com a cantora e compositora Dolores Duran (Se é por Falta de Adeus, Por Causa de Você), tendo, já nos anos 1950, musicado a peça Orfeu da Conceição com Vinícius de Moraes, parceria que se iria tornar constante. Na década seguinte, gravou com Frank Sinatra.
Tom Jobim recebeu também influências de outros compositores como, por exemplo, Villa-Lobos e Debussy. Na década de 1970, chegou a gravar discos com artistas como Elis Regina (Elis & Tom), Miúcha e Edu Lobo.
Portugal
Estudantes da U.Porto selecionados para programa em Silicon Valley

Vasco Bento Rodrigues e João Pedro Cunha integraram o conceituado e altamente competitivo Spring Batch do programa Silicon Valley Fellowship.

Os dois estudantes da U.Porto tiveram a oportunidade de contactar com alguns dos principais intervenientes do ecossistema tecnológico global, Foto: DR
Vasco Bento Rodrigues, estudante do Mestrado em Inovação e Empreendedorismo Tecnológico – um programa conjunto da Faculdade de Engenharia (FEUP) e da Faculdade de Economia (FEP) da Universidade do Porto – e João Pedro Cunha, estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial da FEUP, integraram o conceituado Spring Batch do Silicon Valley Fellowship, que decorreu de 22 a 26 de abril, nos Estados Unidos da América (EUA).
Durante o programa, considerado altamente competitivo e conhecido pela reduzida taxa de aceitação e pelo acesso privilegiado ao ecossistema de inovação de Silicon Valley, os estudantes tiveram a oportunidade de contactar diretamente com alguns dos principais intervenientes do ecossistema tecnológico global, incluindo empresas inovadoras, investidores de venture capital e empreendedores que estão a transformar indústrias à escala mundial. A experiência proporcionou uma imersão intensiva num ambiente onde a inovação, o crescimento acelerado e a tomada de risco fazem parte do quotidiano.
“Hoje é claro que a Inteligência Artificial democratizou o desenvolvimento de software. Cada vez mais, as empresas que verdadeiramente se vão diferenciar não são apenas as que conseguem desenvolver tecnologia, mas sim aquelas que compreendem profundamente o mercado, iteram rapidamente, comunicam de forma sólida com os clientes e conseguem pivotar quando necessário. (…) Esta experiência permitiu-me consolidar essa visão e acredito que as aprendizagens adquiridas terão um impacto muito relevante no exercício da minha atividade profissional enquanto consultor”, acrescenta Vasco Bento Rodrigues.
Num momento em que a inovação e o empreendedorismo assumem um papel central no desenvolvimento económico, experiências como esta contribuem para alargar horizontes, fomentar novas perspetivas e potenciar o impacto futuro destes estudantes no tecido empresarial e tecnológico.
Para João Pedro Cunha, “a ida à Silicon Valley Fellowship foi uma experiência que mudou profundamente a forma como vejo inovação, ambição e construção de negócio. Mais do que tecnologia, o que encontrei foi um mindset extremamente orientado para execução, velocidade e impacto real no mercado. Ali existe uma concentração quase absurda de talento, capital, conhecimento e oportunidades que dificilmente se encontra noutro ponto do mundo”, admite o jovem estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial.
“Conheci pessoas extremamente talentosas que deixaram estabilidade, países, carreiras e conforto pessoal para perseguirem uma visão em que acreditam profundamente. Existe uma intensidade e uma dedicação à construção de algo relevante que é difícil de explicar até se viver de perto”, continua.
“Saio desta experiência com uma visão muito mais global e com a convicção de que inovação exige não só capacidade técnica, mas sobretudo coragem, velocidade de execução e proximidade ao mercado”, enfatiza o jovem estudante da FEUP.
A participação neste programa de referência internacional evidencia a capacidade da FEUP em formar perfis altamente competitivos e preparados para integrar contextos globais de elevada exigência. Ao mesmo tempo, reforça a ligação crescente entre o talento formado em Portugal e os principais polos mundiais de empreendedorismo e tecnologia.
Portugal
O Presidente da CCDR NORTE, Álvaro Santos, reuniu-se esta sexta feira, em Santia…

O Presidente da CCDR NORTE, Álvaro Santos, reuniu-se esta sexta feira, em Santiago de Compostela, com o Presidente da Xunta da Galiza, Alfonso Rueda, num encontro que marcou o início de um novo ciclo de reforço da cooperação entre o Norte de Portugal e a Galiza.
Álvaro Santos destacou a importância de aprofundar uma relação com mais de 35 anos de cooperação transfronteiriça, sublinhando que, num contexto geopolítico exigente, o diálogo institucional e o alinhamento estratégico são essenciais para promover o bem estar das populações, a competitividade dos territórios e um futuro mais sólido para as novas gerações.
A reunião permitiu ainda alinhar prioridades para os próximos anos, com destaque para: as ligações ferroviárias e a alta velocidade, a cooperação europeia e os fundos comunitários, a valorização da lusofonia, da internacionalização e dos Caminhos Portugueses de Santiago.
A CCDR NORTE reafirma o seu compromisso com uma cooperação de proximidade, estratégica e orientada para resultados, ao serviço do desenvolvimento da Eurorregião Galiza–Norte de Portugal.



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ICBAS celebra 51 anos com encontro de gerações em podcast

Júlio Machado Vaz e Manuel Magalhães (@pediatrapt) juntam-se a Mariana Ribeiro (@marianaoribeiro) para conversa sobre o futuro das gerações e do ensino.

A sessão comemorativa, terá lugar no Grande Auditório do Edifício Abel Salazar. Foto: DR
“Entre dois tempos – onde fica o futuro?” é o mote para o evento que vai assinalar, no dia 13 de maio, os 51 anos do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto.
A cerimónia, que marca o encerramento do ano dedicado ao cinquentenário da escola, vai integrar um podcast entre o médico psiquiatra e ex-docente do ICBAS, Júlio Machado Vaz, e o pediatra Manuel Magalhães, conhecido no mundo digital como “@pediatrapt”. A moderação ficará a cargo de Mariana Ribeiro (@marianaoribeiro), criadora de conteúdos digitais, autora do podcast “Amiga, faz parte” e alumna da U.Porto.
“Este ano quisemos ir mais longe e marcar o fecho de um ciclo duplamente simbólico com um formato arrojado”, admite o diretor do ICBAS, Henrique Cyrne Carvalho. “Ao mesmo tempo que encerramos o ano dedicado ao cinquentenário do ICBAS, marcado por dezenas de eventos dentro e fora de portas, abrimos agora espaço para um novo tempo. Um tempo que nos desafia não apenas a honrar o caminho percorrido, mas sobretudo a imaginar e a construir, em conjunto, o futuro que queremos ser”, afirma.
A sessão comemorativa, agendada para as 15h00, no Grande Auditório do Edifício Abel Salazar, vai integrar as habituais alocações institucionais do diretor do ICBAS, da presidente da Associação de Estudantes (AEICBAS), do presidente do Conselho de Administração da ULS Santo António e do Reitor da U.Porto.
O programa inclui ainda a entrega das Bolsas de Doutoramento Nuno Grande, administradas pela Fundação Bial, que este ano passaram a ter abrangência nacional.
A sessão tem entrada livre, ainda que sujeita a inscrição prévia.
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