Cultura
CARTAZ → TEATRO → TONDELACORALINDA é “um espetáculo sem texto que nos lembra q…

CARTAZ → TEATRO → TONDELA
CORALINDA é “um espetáculo sem texto que nos lembra que, se ignorarmos o medo, há sempre a possibilidade de um mundo mais colorido à nossa espera”. Trata-se de uma criação de María Torres e Gonçalo Guerreiro (Elefante Elegante Teatro) que resultou de uma residência artística no Novo Ciclo ACERT. O espetáculo conta com as interpretações de María Torres e Pablo Sánchez.
→ estreia nos dias 13 e 14 de março, no Novo Ciclo ACERT Tondela (Viseu)
© Daniel Nunes (ACERT)
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→ José Alberto Ferreira participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridad…

→ José Alberto Ferreira participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artística”
→ Programa disponível em https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/9856
José Alberto Ferreira foi docente convidado na Universidade de Évora, na área da história e teoria do teatro, da estética e da programação cultural, entre 1996 e 2025. Desenvolve investigação na área da história do teatro, teatro de marionetas, edição, curadoria e programação. É membro colaborador do CHAIA (UÉvora). Entre outros, publicou Uma Discreta Invençam (2004) e Da Vida das Marionetas, sobre os Bonecos de Santo Aleixo (2015), Autos, Passos e Bailinhos (2007), Teatro do Vestido. Um Dicionário (2018). Colabora com várias organizações ministrando cursos e seminários. É membro da equipa consultiva da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea. Atualmente integra a equipa da Direção Artística de Évora 2027 – Capital Europeia da Cultura.
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→ Sara Franqueira participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artí…

→ Sara Franqueira participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artística”
→ Programa disponível em https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/9856
Sara Franqueira é Doutora em Estudos de Teatro (FLUL) com uma tese sobre cenografia contemporânea, Mestre em Estudos Artísticos (FLUL) com um estudo sobre as relações entre a cenografia e as artes plásticas e licenciada em Arquitetura (FAUTL). Atualmente é professora de Teorias e Estéticas na Escola Superior de Teatro e Cinema e a par com a sua atividade de professora desenvolve investigação em redor de questões cenográficas contemporâneas, produzindo comunicações, artigos e ensaios sobre a visualidade e materialidade das artes performativas.
É autora de mais de 60 espaços cénicos e trabalha igualmente em projetos performativos e transdisciplinares, no desenvolvimento de espaços de exposição e em curadorias específicas destacando-se a curadoria da secção Performance Space para a edição de 2027 da Quadrienal de Praga.
Em simultâneo com a atividade de criadora e investigadora dedica-se à prática da mediação desde 2007, onde integrou a equipa do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e o serviço educativo do CAM da Fundação Calouste Gulbenkian, atuando ainda como relatora ou mediadora de conversas e conferências.
É responsável pela criação e coordenação de vários projetos continuados de mediação e participação, como os “Sub21” e os “Mutantes” para a BoCA Bienal, ou o Ministério do Sensível para o CCB, assim como tem sido formadora para projetos de entidades culturais diversificadas como o PNA, a EGEAC ou a DMC.
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→ Lígia Afonso participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artísti…

→ Lígia Afonso participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artística”
→ Programa disponível em https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/9856
Historiadora de Arte (PhD NOVA FCSH, Bolsa FCT, MH Prémio APHA/Millennium José-Augusto França 2019), é investigadora integrada do LIDA (ESAD.CR/IPLeiria) e colaboradora do IHA (NOVA FCSH). Professora Adjunta na ESAD.CR, coordena a Licenciatura em Programação e Produção Cultural, o Mestrado em Gestão Cultural, a Cátedra UNESCO em Gestão das Artes e da Cultura, Cidades e Criatividade e o Curso de Mediação Cultural e Artística (PNA). Publicou e apresentou comunicações em contextos científicos e institucionais, integrou júris de projetos artísticos e curatoriais e colaborou com várias instituições em Portugal e no estrangeiro. Recentemente fez a curadoria de 74xCaldas=Uma ideia clara? (Culturgest/ESAD.CR/CMCR) e Boa viagem, muitas maravilhas (BAC/EGEAC) e publicou, com o PNA, a Adenda Jovem à Carta do Porto Santo Caldas da Rainha-Loulé.
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© Pedro Loureiro
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→ António Pinto Ribeiro participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridad…

→ António Pinto Ribeiro participa no Encontro “As Redes e a Interdisciplinaridade Artística”
→ Programa disponível em https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/9856
António Pinto Ribeiro fez a sua formação em Filosofia e doutoramento em Estudos de Cultura. A sua biografia pessoal divide-se entre o ensino, o ensaísmo e a programação cultural. Foi membro do grupo de investigação MEMOIRS – Filhos do Império e Memórias Pós-Europeias, CES (2017-2023). Foi diretor artístico e programador cultural em várias instituições culturais portuguesas, incluindo a Culturgest, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, a Fundação Calouste Gulbenkian. Foi comissário-geral de Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-Americana da Cultura 2017. Foi curador de várias exposições, das quais destaca: “Disturbing in the Nilo Arte Moderna e Contemporânea do Sudão” (co-curadoria com Rahiem Shadad) (Brotéria(2023), “Europa Oxalá”, co-curadoria com Katia Kameli e Aimé Mpane no Africa-Museum (Tervuren), Musée des Civilisations de l’Europe et de la Méditerranée (Marselha) e Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) 2021-2023, “Bela Duarte, as côres de fogo”, CNAD (Mindelo) 2024.
Foi distinguido como Cidadão Honorário da Cidade de Buenos Aires, Cidade de Buenos Aires (2016); Ordem do Mérito Artístico e Cultural Pablo Neruda, Governo do Chile (2015); Cavaleiro das Artes e das Letras, Governo de França (2001)
É autor das várias obras das quais destaca por exemplo a cadeira. Ensaio sobre as artes do corpo; Ser feliz é imoral? Ensaios sobre cultura, cidades e distribuição; Abrigos, Condições das cidades e energia da cultura; É Março e é Natal em Ouagadougou livro de viagens; África, Os Quatro Rios, A Representação de África através da Literatura de Viagens Europeia e Norte-Americana; Peut-on Décoloniser les Musées?; Novo Mundo — Arte Contemporânea no Tempo da Pós-Memória; (no prelo) O Poder da Cultura – Questões permanentes.
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