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A Vice-Presidente da CCDR Algarve, I.P. para a área da Saúde, Patrícia Rego, marcou presença na apresentação pública do Projeto PATEO – Pessoas com Autonomia, Teto, Espaço e Oportunidade, promovida pela Champalimaud Foundation / Fundação Champalimaud, numa sessão dedicada à construção de respostas mais integradas para o envelhecimento ativo, a demência e a autonomia das pessoas, que decorreu no passado dia 27 de março, em Lisboa. O projeto assume uma abordagem inovadora ao traduzir evidência científica em soluções concretas para apoiar decisões e políticas públicas, articulando saúde, proteção social, habitação e governação.

Entre os temas em destaque, assumiram particular relevância os modelos de resposta comunitária especializada para pessoas com demência e cuidadores, como o Home 360+, e as experiências de habitação colaborativa, apresentadas como alternativa capaz de combinar autonomia, privacidade, vida em comunidade e apoio de proximidade. O caso de Trabensol, em Espanha, evidenciou precisamente o potencial de modelos cooperativos e participativos para combater a solidão, promover envelhecimento ativo e criar soluções mais humanas e sustentáveis.

A sessão sublinhou ainda a importância de criar modelos de financiamento e investimento de impacto social que permitam transformar boas práticas em respostas com escala, continuidade e sustentabilidade. Esta visão integrada, que trata a habitação como infraestrutura social, económica e de saúde, esteve no centro de um debate especialmente relevante para os territórios e para o desenho de políticas públicas mais preventivas, colaborativas e centradas na pessoa.

Mais informação em https://www.onossopateo.info/

#CCDRAlgarve #ProjetoPATEO #EnvelhecimentoAtivo #Saúde #HabitaçãoColaborativa #InovaçãoSocial





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Universidade do Porto “Senior” celebra 20 anos

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A Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) assinalou os 20 anos do Programa de Estudos Universitários para Seniores (PEUS) com uma sessão comemorativa marcada pelo lançamento de um livro construído a várias mãos por estudantes e professores – uma obra que espelha duas décadas de aprendizagem, partilha e compromisso com a educação ao longo da vida.

Na abertura da sessão, a Diretora da Faculdade, Paula Pinto Costa, destacou “a forte fidelização ao programa”, sublinhando as “relações de proximidade entre estudantes e docentes” como um dos pilares do sucesso do PEUS.

A responsável reforçou, ainda, a importância da aprendizagem contínua enquanto ferramenta de melhoria da qualidade de vida, deixando aos presentes o convite para se sentirem “bem na Faculdade de Letras” e descobrirem, através da leitura do livro, o percurso singular desta comunidade académica.

Apresentando uma reflexão também sociológica sobre o impacto do programa, a coordenadora científica do PEUS, Maria da Graça Pinto, comparou-o, bem no seu estilo, a um “terceiro lugar”, um espaço de convívio, interação social e cultural, cruzamento de conhecimentos, criação de amizades e laços de solidariedade e “investimento na saúde existencial”. Destacou, igualmente, a atitude positiva e empenhada dos estudantes com “mentes sempre ativas, curiosas e comprometidas com a sua atualização intelectual”, capazes de transformar a aprendizagem em autoconhecimento e enriquecimento crítico.

Momentos de reencontro e partilha marcaram a celebração dos 20 anos do PEUS.  (Foto: DR)

“Aprender tem muitas idades”

A obra que assinala duas décadas do projeto oferece múltiplos percursos de leitura e reúne testemunhos de estudantes e docentes, revelando as suas motivações, interesses e experiências. Estes contributos evidenciam de forma concreta o papel do PEUS no “combate ao idadismo”, consolidando a sua relevância social.

Maria da Graça Pinto recordou, também, como o programa nasceu de “muita persistência” até à sua concretização na U.Porto, deixando o desejo de que seja possível continuar a contar com agentes empenhados na sua manutenção e desenvolvimento.

Entre os testemunhos, Maria Joaquina Vasconcelos, estudante há uma década no PEUS, realçou em particular o papel central das atividades extracurriculares promovidas pelos próprios estudantes como extensão natural da experiência académica. A sua colaboração na organização do livro prendeu-se com o fornecimento de importantes dados respetivos a estas atividades, desde visitas de estudo a intercâmbios internacionais.

A escritora Raquel Patriarca, autora convidada e responsável pela apresentação da obra, trouxe, por sua vez, uma perspetiva emotiva e intergeracional sobre o significado do programa.

Num discurso marcado por referências à coragem, ao envelhecimento saudável, à aprendizagem e à abertura de horizontes, a autora destacou o espírito inquieto e questionador dos estudantes do PEUS, afirmando que “aprender tem muitas idades”. Sublinhou, ainda, que o projeto é o resultado de uma necessidade profunda de crescimento humano e um espaço onde, muitas vezes, “o professor é o verdadeiro aprendiz”.

O evento fechou com a intervenção do Reitor da U.Porto, António Sousa Pereira, que reforçou a importância de manter a ligação das pessoas à Universidade em todas as fases da vida, agradecendo a todos os que contribuíram para a consolidação de um programa robusto e essencial para a missão da instituição.

A celebração dos 20 anos do PEUS reafirmou, assim, o estatuto do programa como referência nacional na promoção da aprendizagem ao longo da vida, da inclusão e da valorização da experiência sénior, espelhando o compromisso da FLUP com uma universidade verdadeiramente aberta, humanista e socialmente transformadora.



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Jornadas da Proteção Civil para o setor social

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A Nazaré recebeu, hoje, de tarde, no auditório da Junta de Freguesia da vila, uma das 16 sessões concelhias dedicadas à proteção civil para o setor social do distrito de Leiria.

A iniciativa reforçou a importância da preparação e da cooperação entre entidades, numa altura em que os fenómenos climáticos extremos exigem respostas cada vez mais eficazes e articuladas.

Na abertura da iniciativa, a vereadora da Câmara Municipal, Fátima Duarte, destacou que “é uma iniciativa muito importante e revela responsabilidade com a segurança e bem-estar das nossas comunidades”, sublinhando ainda que “a construção de um território mais resiliente depende de todos”.

O diretor do Centro Distrital da Segurança Social, João Paulo Pedrosa, lembrou que “vivemos uma circunstância complicada no domínio da emergência” e destacou o papel das instituições sociais no apoio às populações, nomeadamente na constituição e funcionamento das zonas de concentração e apoio à população.

Durante a sessão, foi também referido que, no âmbito da depressão Kristin, foram acionadas 18 ZCAP no distrito, “demonstrando a capacidade de resposta das entidades envolvidas, embora se reconheça a necessidade de continuar a melhorar procedimentos e preparação”.

Mário Cerol, Coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil, destacou ainda que o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil da Nazaré já obteve parecer favorável da Comissão Municipal de Proteção Civil, reforçando o objetivo de garantir uma atuação cada vez mais operacional em articulação com o setor da ação social.

As sessões decorrem em todos os concelhos do distrito de Leiria até 19 de maio, data em que se realiza a sessão de encerramento, com a presença do Secretário de Estado da tutela.

As jornadas destinam-se a instituições e profissionais do setor social, agentes de proteção civil, autarcas, forças de segurança e voluntários, com o objetivo de reforçar a preparação e a capacidade de resposta em situações de emergência, sobretudo em cenários de incêndios rurais e florestais, garantindo uma melhor proteção das populações mais vulneráveis.





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As quintas-feiras de maio na U.Porto são Quintas Brasileiras!

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António Carlos Jobim é a estrela das Quintas Brasileiras, conduzidas por Rodrigo Alzuguir. Foto: DR


A figura central desta edição das Quintas Brasileiras é António Carlos Jobim e a influência que este compositor exerceu noutros artistas de música popular brasileira. Sob a batuta de Rodrigo Alzuguir, há todo um património imaterial para descobrir, ou redescobrir, até ao final do mês de maio. Sempre às quintas, às 18h30, na Casa Comum. A entrada é livre.

Dia 14 de maio, às 18h30, a proposta é: Elis Regina: A Perfeição Técnica e o “Piano de Pau”. Esta sessão tem o epicentro no histórico encontro de 1974 em Los Angeles para a gravação do álbum Elis & Tom, considerado um dos melhores documentos musicais do Brasil.

A palestra Rodrigo Alzuguir destaca como Elis, a maior intérprete de Jobim em quantidade de obras gravadas, deu voz definitiva ao seu repertório. Será ainda analisada a tensão criativa que se transformou numa verdadeira “história de amor” fonográfica.

“Elis Regina: A Perfeição Técnica e o “Piano de Pau”, para conhecer no dia 14 de maio, na Casa Comum. (Foto: DR)

Dia 21 de maio, à mesma hora, vamos apresentar Johnny Alf: A Semente da Bossa e a Inovação Harmónica. Antes da Bossa Nova ser rotulada, existia Johnny Alf, o pianista que Tom Jobim e seus amigos iam ouvir religiosamente nas boates de Copacabana para aprender o seu piano “diferente”.

Esta palestra explora como Alf foi um pioneiro, introduzindo harmonias modernas que influenciaram diretamente a formação de Jobim. Walter Lopes (violão e voz) e Pedro Larrubia (sopros) serão os músicos convidados para esta sessão.

À sessão de dia 28 de maio chamamos João Gilberto: O Violão que Dividiu as Águas. Esta palestra ira levar-nos até ao encontro que, em finais dos anos 1950, “depurou” o samba e deu origem à Bossa Nova. Iremos perceber como Tom Jobim atuou como arquiteto do som durante as gravações, garantindo que a batida revolucionária de João Gilberto fosse preservada com precisão. Tom forneceu a estrutura harmónica e os arranjos para que o violão e a voz de João ficassem para a história. O músico convidado para esta sessão será Walter Lopes (violão e voz).

As Quintas Brasileiras são conduzidas pelo escritor, músico, investigador, conferencista e produtor cultural Rodrigo Alzuguir. As sessões têm sempre entrada livre, ainda que sujeita à lotação da sala.

Sobre Tom Jobim

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido como Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor e violonista. Nome incontornável da música brasileira, é também um dos criadores do movimento da bossa nova.

Nasceu no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro e um ano depois a família mudou-se para Ipanema, onde foi criado. Aprendeu a tocar violão e piano com o professores como o alemão Hans-Joachim Koellreutter, introdutor da técnica dodecafônica no Brasil. Gravou a primeira canção Incerteza com Newton Mendonça e voz de Mauricy Moura, mas o primeiro sucesso Tereza da Praia, nasceu de uma parceria com Billy Blanco.

Teve, ao longo da vida, várias parcerias, nomeadamente com a cantora e compositora Dolores Duran (Se é por Falta de Adeus, Por Causa de Você), tendo, já nos anos 1950, musicado a peça Orfeu da Conceição com Vinícius de Moraes, parceria que se iria tornar constante. Na década seguinte, gravou com Frank Sinatra.

Tom Jobim recebeu também influências de outros compositores como, por exemplo, Villa-Lobos e Debussy.  Na década de 1970, chegou a gravar discos com artistas como Elis Regina (Elis & Tom), Miúcha e Edu Lobo.



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Estudantes da U.Porto selecionados para programa em Silicon Valley

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Os dois estudantes da U.Porto tiveram a oportunidade de contactar com alguns dos principais intervenientes do ecossistema tecnológico global, Foto: DR


Vasco Bento Rodrigues, estudante do Mestrado em Inovação e Empreendedorismo Tecnológico – um programa conjunto da Faculdade de Engenharia (FEUP) e da Faculdade de Economia (FEP) da Universidade do Porto – e João Pedro Cunha, estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial da FEUP, integraram o conceituado Spring Batch do Silicon Valley Fellowship, que decorreu de 22 a 26 de abril, nos Estados Unidos da América (EUA).

Durante o programa, considerado altamente competitivo e conhecido pela reduzida taxa de aceitação e pelo acesso privilegiado ao ecossistema de inovação de Silicon Valley, os estudantes tiveram a oportunidade de contactar diretamente com alguns dos principais intervenientes do ecossistema tecnológico global, incluindo empresas inovadoras, investidores de venture capital e empreendedores que estão a transformar indústrias à escala mundial. A experiência proporcionou uma imersão intensiva num ambiente onde a inovação, o crescimento acelerado e a tomada de risco fazem parte do quotidiano.

“Hoje é claro que a Inteligência Artificial democratizou o desenvolvimento de software. Cada vez mais, as empresas que verdadeiramente se vão diferenciar não são apenas as que conseguem desenvolver tecnologia, mas sim aquelas que compreendem profundamente o mercado, iteram rapidamente, comunicam de forma sólida com os clientes e conseguem pivotar quando necessário. (…) Esta experiência permitiu-me consolidar essa visão e acredito que as aprendizagens adquiridas terão um impacto muito relevante no exercício da minha atividade profissional enquanto consultor”, acrescenta Vasco Bento Rodrigues.

Num momento em que a inovação e o empreendedorismo assumem um papel central no desenvolvimento económico, experiências como esta contribuem para alargar horizontes, fomentar novas perspetivas e potenciar o impacto futuro destes estudantes no tecido empresarial e tecnológico.

Para João Pedro Cunha, “a ida à Silicon Valley Fellowship foi uma experiência que mudou profundamente a forma como vejo inovação, ambição e construção de negócio. Mais do que tecnologia, o que encontrei foi um mindset extremamente orientado para execução, velocidade e impacto real no mercado. Ali existe uma concentração quase absurda de talento, capital, conhecimento e oportunidades que dificilmente se encontra noutro ponto do mundo”, admite o jovem estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial.

“Conheci pessoas extremamente talentosas que deixaram estabilidade, países, carreiras e conforto pessoal para perseguirem uma visão em que acreditam profundamente. Existe uma intensidade e uma dedicação à construção de algo relevante que é difícil de explicar até se viver de perto”, continua.

“Saio desta experiência com uma visão muito mais global e com a convicção de que inovação exige não só capacidade técnica, mas sobretudo coragem, velocidade de execução e proximidade ao mercado”, enfatiza o jovem estudante da FEUP.

A participação neste programa de referência internacional evidencia a capacidade da FEUP em formar perfis altamente competitivos e preparados para integrar contextos globais de elevada exigência. Ao mesmo tempo, reforça a ligação crescente entre o talento formado em Portugal e os principais polos mundiais de empreendedorismo e tecnologia.



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